sexta-feira, 18 de novembro de 2011

3 anos depois... "Voar de F-16"

Faz 3 anos que concretizei um dos maiores sonhos. Voar de avião de combate e logo numa das melhores plataformas militares do mundo, o F-16 Fighting Falcon. Este dia ainda está marcado e bem presente na minha memória. Acreditem que acho que consigo descrever tudo o que se passou, mas conseguir descrever as sensações, isso é que é mais difícil ou mesmo impossível. Recordando esse dia, o facto de ouvir a autorização para a descolagem foi o momento que bateu forte, afterburn ligado, trem a recolher e aí estava eu no ar a bordo de um F-16, ainda estava incrédulo com a situação e já manobrava por cima da Figueira da Foz. Realmente olhando aos dias de hoje acho muito difícil voltar a repetir, não esquecendo que o segundo esteve mesmo por um triz, mas já fiz algo de que me posso orgulhar e sento-me realizado neste meu hobby que me tem proporcionado aventuras espectaculares. Uma palavra de apreço à Força Aérea Portuguesa por me ter deixado sonhar por um dia e claro aos militares de Monte Real a quem devo também este feito que ficará para sempre marcado em mim.
Depois na parede está um quadro que diz o seguinte: "Certifica-se que, no dia 18 de Novembro do ano da graça do Senhor de 2008, o Sr. Jorge Ruivo, desafiando as leis da gravidade e, num misto de temor e coragem, ousou deixar a firmeza da terra e aventurar-se no éter, experimentando sensações extremas que variam ente a calma celeste e a violência brutal, ao voar na mais mortífera e ágil aeronave de caça, o F-16 Fighting Falcon. Assinam o Falcão Mor e o piloto "Vader". Foi um vôo puxado para mim, as forças G's deram-me que fazer, mas no fim e após umas centenas de fotos foi tempo para umas "mines" no bar eheheh. Fiquem bem, Jorge Ruivo
Faz 3 anos que concretizei um dos maiores sonhos. Voar de avião de combate e logo numa das melhores plataformas militares do mundo, o F-16 Fighting Falcon. Este dia ainda está marcado e bem presente na minha memória. Acreditem que acho que consigo descrever tudo o que se passou, mas conseguir descrever as sensações, isso é que é mais difícil ou mesmo impossível. Recordando esse dia, o facto de ouvir a autorização para a descolagem foi o momento que bateu forte, afterburn ligado, trem a recolher e aí estava eu no ar a bordo de um F-16, ainda estava incrédulo com a situação e já manobrava por cima da Figueira da Foz. Realmente olhando aos dias de hoje acho muito difícil voltar a repetir, não esquecendo que o segundo esteve mesmo por um triz, mas já fiz algo de que me posso orgulhar e sento-me realizado neste meu hobby que me tem proporcionado aventuras espectaculares. Uma palavra de apreço à Força Aérea Portuguesa por me ter deixado sonhar por um dia e claro aos militares de Monte Real a quem devo também este feito que ficará para sempre marcado em mim.
Depois na parede está um quadro que diz o seguinte: "Certifica-se que, no dia 18 de Novembro do ano da graça do Senhor de 2008, o Sr. Jorge Ruivo, desafiando as leis da gravidade e, num misto de temor e coragem, ousou deixar a firmeza da terra e aventurar-se no éter, experimentando sensações extremas que variam ente a calma celeste e a violência brutal, ao voar na mais mortífera e ágil aeronave de caça, o F-16 Fighting Falcon. Assinam o Falcão Mor e o piloto "Vader". Foi um vôo puxado para mim, as forças G's deram-me que fazer, mas no fim e após umas centenas de fotos foi tempo para umas "mines" no bar eheheh. Fiquem bem, Jorge Ruivo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Oman - 67th visitor

De Oman veio o sexagésimo sétimo visitante, que me deixa bastante honrado. Oman é um país situado na Arábia, mais concretamente na extremidade oriental da Península Arábica e cuja capital é Mascate. Um vasto e plano deserto cobre o centro do território de Oman com uma cadeia montanhosa que percorre desde o centro-leste até ao norte das chamadas Montanhas Al-Hajar, onde se, encontra o maciço Jebel Akhdar com o ponto mais elevado do país, Jebel Shams com 2.980 metros. As principais cidades omanis estão no litoral, destaca-se a capital e a proximidade com os centros internacionais de Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Até meados do século XIX, Oman era um entreposto de escravos e armas. Com o fim da escravidão, a região perdeu muito de sua prosperidade, e a economia ficou reduzida à agricultura, ao comércio de Camelos e caprinos, à pesca e o artesanato tradicional. Hoje, graças ao petróleo, a economia tem apresentado um grande desenvolvimento nos últimos 30 anos. Ficoi independente do Reino Unido em 1971 e possui quase 3 milhões de habitantes. Gostaria de salientar o facto de uma década após Vasco da Gama ter descoberto o caminho marímo para a India, chegaram a Oman exploradores portugueses que ficaram em Mascate durante 140 anos entre 1508 e 1648. Mudando de tema e referindo-me à aviação já consegui captar aeronaves omanis, como o C-130 Hércules e o BAC 111 que costumam ser habituais no Festival Aéreo de Fairford, RIAT no Reino Unido. Obrigado pela visita e aqui fica o meu tributo a mais este país, de que eu espero ser do agrado. Fiquem bem, Jorge Ruivo
De Oman veio o sexagésimo sétimo visitante, que me deixa bastante honrado. Oman é um país situado na Arábia, mais concretamente na extremidade oriental da Península Arábica e cuja capital é Mascate. Um vasto e plano deserto cobre o centro do território de Oman com uma cadeia montanhosa que percorre desde o centro-leste até ao norte das chamadas Montanhas Al-Hajar, onde se, encontra o maciço Jebel Akhdar com o ponto mais elevado do país, Jebel Shams com 2.980 metros. As principais cidades omanis estão no litoral, destaca-se a capital e a proximidade com os centros internacionais de Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Até meados do século XIX, Oman era um entreposto de escravos e armas. Com o fim da escravidão, a região perdeu muito de sua prosperidade, e a economia ficou reduzida à agricultura, ao comércio de Camelos e caprinos, à pesca e o artesanato tradicional. Hoje, graças ao petróleo, a economia tem apresentado um grande desenvolvimento nos últimos 30 anos. Ficoi independente do Reino Unido em 1971 e possui quase 3 milhões de habitantes. Gostaria de salientar o facto de uma década após Vasco da Gama ter descoberto o caminho marímo para a India, chegaram a Oman exploradores portugueses que ficaram em Mascate durante 140 anos entre 1508 e 1648. Mudando de tema e referindo-me à aviação já consegui captar aeronaves omanis, como o C-130 Hércules e o BAC 111 que costumam ser habituais no Festival Aéreo de Fairford, RIAT no Reino Unido. Obrigado pela visita e aqui fica o meu tributo a mais este país, de que eu espero ser do agrado. Fiquem bem, Jorge Ruivo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

311 Sqn e 312 Sqn de Volkel - 60º Aniversário

Em Agosto voltei a Zoersl para o segundo curso de fotografia ar-ar organizado pelo Eric Coeckelberghs e pela sua equipa do Aviation Photo-Crew team. Este ano por ser repetente tive o privilégio de ser incluído num programa que incluía o primeiro voo de 2 F-16 de Volkel que pertenciam à Esquadra 311 e outro à Esquadra 312 com um pintura especial na cauda. Foram cerca de 40 minutos fantásticostendo como fundo os diversos tipos de paisagem holandesa, os braços de água, terrenos de cultivo e povoações. Mas para chegar aqui eu tive uma atribulada viagem que começo com um atraso de 1 hora do voo da TAP para Bruxelas, ora isto originou que chegasse uma hora mais tarde e o balcão da AVIS já estava fechado para levantar a viatura. Após as minhas tentativas de Lisboa, não consegui que esperassem por mim e graças a isso tive de dormir no Aeroporto e perdi a noite do Hotel. Digamos que não é o local mais apropriado para passar a noite, mas nessa altura ainda era uma surpresa para mim o voo com F-16's. É mesmo isso que estão a pensar, já estava um bocado irritado com tudo isto e não era para menos, mas o tempo passou e mal dormido lá fui eu levantar a viatura para me dirigir para Zoersl. Como o voo era bastante cedo, eu já fazia contas de cabeça com o tempo que tinha de utilizar na viagem de carro para não perder este voo ( até aqui eu ainda não sabia dos F-16's ), mas consegui chegar mesmo mesmo em cima da hora. Foi prepara as máquinas, colocar o equipamento, escolher os lugares e aí estava eu no ar para uma sessão de fotografias ar-ar. Após uns minutos de voo, sem saber para onde ia, comecei a destressar e a apreciar a paisagem lá de cima até que apareceram 2 pontinhos negros no horizonte que não me enganavam, eram 2 F-16 a aproximarem-se do Skyvan. Daqui para a frente escusado será de dizer que foi simplesmente espectacular e que o tampo passou num ápice, nem dei por ele. Descolamos da Bélgica mas a sessão foi toda efectuada em território holandês e uma curiosidade foi o facto de nos noticiários holandeses da hora de almoço, ter passado a noticia que 2 F-16 tinham ando a perseguir um avião civil, provavelmente em manobras anti-
terroristas. Afinal este dia não foi tão péssimo como eu inicialmente imaginei quando estava a tentar passar pelas brasas no Aeroporto de Bruxelas, aliás digo mais, foi uma das minhas melhores aventuras, que acabou bem após um inicio bastante atribulado. Agora espero que o terceiro ano do curso tenha algo de espectacular também, porque o curso de fotografia ar-ar para quem o frequenta, digamos que até fica bem "chumbar", para voltar no ano seguinte. Fiquem bem, Jorge Ruivo Nota: Um agradecimento especial ao Eric e ao Frank Crebas pela organização do voo.
Em Agosto voltei a Zoersl para o segundo curso de fotografia ar-ar organizado pelo Eric Coeckelberghs e pela sua equipa do Aviation Photo-Crew team. Este ano por ser repetente tive o privilégio de ser incluído num programa que incluía o primeiro voo de 2 F-16 de Volkel que pertenciam à Esquadra 311 e outro à Esquadra 312 com um pintura especial na cauda. Foram cerca de 40 minutos fantásticostendo como fundo os diversos tipos de paisagem holandesa, os braços de água, terrenos de cultivo e povoações. Mas para chegar aqui eu tive uma atribulada viagem que começo com um atraso de 1 hora do voo da TAP para Bruxelas, ora isto originou que chegasse uma hora mais tarde e o balcão da AVIS já estava fechado para levantar a viatura. Após as minhas tentativas de Lisboa, não consegui que esperassem por mim e graças a isso tive de dormir no Aeroporto e perdi a noite do Hotel. Digamos que não é o local mais apropriado para passar a noite, mas nessa altura ainda era uma surpresa para mim o voo com F-16's. É mesmo isso que estão a pensar, já estava um bocado irritado com tudo isto e não era para menos, mas o tempo passou e mal dormido lá fui eu levantar a viatura para me dirigir para Zoersl. Como o voo era bastante cedo, eu já fazia contas de cabeça com o tempo que tinha de utilizar na viagem de carro para não perder este voo ( até aqui eu ainda não sabia dos F-16's ), mas consegui chegar mesmo mesmo em cima da hora. Foi prepara as máquinas, colocar o equipamento, escolher os lugares e aí estava eu no ar para uma sessão de fotografias ar-ar. Após uns minutos de voo, sem saber para onde ia, comecei a destressar e a apreciar a paisagem lá de cima até que apareceram 2 pontinhos negros no horizonte que não me enganavam, eram 2 F-16 a aproximarem-se do Skyvan. Daqui para a frente escusado será de dizer que foi simplesmente espectacular e que o tampo passou num ápice, nem dei por ele. Descolamos da Bélgica mas a sessão foi toda efectuada em território holandês e uma curiosidade foi o facto de nos noticiários holandeses da hora de almoço, ter passado a noticia que 2 F-16 tinham ando a perseguir um avião civil, provavelmente em manobras anti-
terroristas. Afinal este dia não foi tão péssimo como eu inicialmente imaginei quando estava a tentar passar pelas brasas no Aeroporto de Bruxelas, aliás digo mais, foi uma das minhas melhores aventuras, que acabou bem após um inicio bastante atribulado. Agora espero que o terceiro ano do curso tenha algo de espectacular também, porque o curso de fotografia ar-ar para quem o frequenta, digamos que até fica bem "chumbar", para voltar no ano seguinte. Fiquem bem, Jorge Ruivo Nota: Um agradecimento especial ao Eric e ao Frank Crebas pela organização do voo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Sudão - 66º visitor

De Africa, mais propriamente do Sudão veio um novo visitante do CannonTwo. Oficialmente República do Sudão, é um país africano, limitado a norte pelo Egito, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Sudão do Sul e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. A capital é Cartum. Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e posteriormente entra na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsou os ingleses em 1885. Ele morre logo depois e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a Nação é submetida ao domínio egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e independência total em 1956. O idioma oficial é o árabe e o Islamismo predomina em cerca de 95% da população. Eu espero que este blogue seja do agrado. muito obrigado pela visita, Jorge Ruivo
De Africa, mais propriamente do Sudão veio um novo visitante do CannonTwo. Oficialmente República do Sudão, é um país africano, limitado a norte pelo Egito, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Sudão do Sul e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. A capital é Cartum. Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e posteriormente entra na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsou os ingleses em 1885. Ele morre logo depois e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a Nação é submetida ao domínio egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e independência total em 1956. O idioma oficial é o árabe e o Islamismo predomina em cerca de 95% da população. Eu espero que este blogue seja do agrado. muito obrigado pela visita, Jorge Ruivo

domingo, 11 de setembro de 2011

Koksijde Air Show 2 - Solo Demos

Do grande Festival Aéreo Belga que se realizou na Base Aérea de Koksijde, é a vez agora de dar nota das aeronaves que efectuaram demonstrações de performance. Desde aviões antigos que estamos habituados a ver parados nos Museus, até às mais modernas, volto a referir que quem optou por este festival viu um pouco de tudo. Iniciando pelas antiguidades uma demonstração do De Havilland Dragon Rapide DH-98A representando a Scottish Airways, uma raridade
contruída nos anos 30; o Sptifire holandês cujo barulho do motor é inconfundível e a levar a nossa imaginação aos tempos da Segunda Guerra Mundial. Segui-se um Fouga Magister com
pintura francesa mas representando um dos aviões mais carismáticos do Força Aérea Belga. Um Gloster Meteor, este fazendo a sua primeira aparição em festivais aéreos. Hawker Hunter holandês,
marcando presença como um dos caças que fez parte do inventário da Força Aérea Belga no passado. Um Alphajet francês com uma pintura especial dos 50 anos da Escola de Caças, seguindo-se os tão conhecidos F-16 Belga e Holandês dos
respectivos F-16 Demo Teams, o F-16 holandês com uma passagem com o Apache da Demo Team holandesa. No fim uma superba demonstração de performance do F-18 Suiço, que já me habituou a um espectáculo sempre nos limites
com momentos espectaculares de fotografia. O tempo esteve misto, por vezes até fez sol, mas houve situações em que ter nuvens negras como fundo originaram fotos fora do normal,
não para mim que já estou habituado. Esta foi a segunda parte de um festival aéreo que durou 2 dias, curiosamente durante a semana e que teve bastante movimentação aérea. Para o ano 2012 talvez estes eventos sejam mais comedidos atendendo aos grande cortes orçamentais, os americanos já os iniciaram patrocinando apenas 1 Demo Team, a do F-22, ficando as outras de fora no próximo ano, como a do A-10, F-16 e do F-15. Fiquem bem, Jorge Ruivo
Do grande Festival Aéreo Belga que se realizou na Base Aérea de Koksijde, é a vez agora de dar nota das aeronaves que efectuaram demonstrações de performance. Desde aviões antigos que estamos habituados a ver parados nos Museus, até às mais modernas, volto a referir que quem optou por este festival viu um pouco de tudo. Iniciando pelas antiguidades uma demonstração do De Havilland Dragon Rapide DH-98A representando a Scottish Airways, uma raridade
contruída nos anos 30; o Sptifire holandês cujo barulho do motor é inconfundível e a levar a nossa imaginação aos tempos da Segunda Guerra Mundial. Segui-se um Fouga Magister com
pintura francesa mas representando um dos aviões mais carismáticos do Força Aérea Belga. Um Gloster Meteor, este fazendo a sua primeira aparição em festivais aéreos. Hawker Hunter holandês,
marcando presença como um dos caças que fez parte do inventário da Força Aérea Belga no passado. Um Alphajet francês com uma pintura especial dos 50 anos da Escola de Caças, seguindo-se os tão conhecidos F-16 Belga e Holandês dos
respectivos F-16 Demo Teams, o F-16 holandês com uma passagem com o Apache da Demo Team holandesa. No fim uma superba demonstração de performance do F-18 Suiço, que já me habituou a um espectáculo sempre nos limites
com momentos espectaculares de fotografia. O tempo esteve misto, por vezes até fez sol, mas houve situações em que ter nuvens negras como fundo originaram fotos fora do normal,
não para mim que já estou habituado. Esta foi a segunda parte de um festival aéreo que durou 2 dias, curiosamente durante a semana e que teve bastante movimentação aérea. Para o ano 2012 talvez estes eventos sejam mais comedidos atendendo aos grande cortes orçamentais, os americanos já os iniciaram patrocinando apenas 1 Demo Team, a do F-22, ficando as outras de fora no próximo ano, como a do A-10, F-16 e do F-15. Fiquem bem, Jorge Ruivo

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Koksijde Air Show 1 - Patrulhas Acrobáticas

Este ano seleccionei Koksijde. Local das comemorações dos 65 anos da Força Aérea Belga. Começo no inicio do ano a procurar os eventos de eleição, aqueles que são potenciais de boas atracções aéronauticas. Em anos anteriores procurava quantidade, mas agora a qualidade é factor determinante nas minhas decisões, deve ser da idade eheh. Com a vinda este ano dos Thunderbirds à Europa, teria de ser sem sombra de duvidas, um dos locais onde eles se iriam exibir. Depois de muitas pesquisas nos eventos de anos anteriores, por não ser possível optar pela Turquia, Koksijde acabou por ser o Airshow eleito, onde se iria comemorar os 65 anos da Força Aérea Belga. Foi mesmo uma boa escolha porque também se proporcionou fazer fotografia ar-ar, algo que é o topo de quem tem como hobby a fotografia de aviões. Ar-ar com warbirds, jactos antigos, jactos modernos, uma vez mais com F-16 e logo o "Orange Lion" (por compromissos assumidos ainda não é a altura oportuna para partilhar essas fotos). Mas voltando ao Airshow, foi concretizado o objectivo Thunderbirds. E neste post, vou deixar umas fotos das Patarulhas Acrobáticas presentes, como os Saudi Hawks da Arábia Saudita, raros por estas bandas, os ingleses Red Arrows, Patruille de France e ainda os polacos do Team Iskry. Ainda várias demo de F-16 ( belga e holandês ), o Apache, F-18 Suiço, Alphajet e alguns jactos mais antigos como o Hunter, o Fouga e o Meteor. A somar a isto tudo, todas as aeronaves da Força Aérea Belga, onde este ano foi reactivada a celebre patrulha acrobática "Red Devil" onde outrora evoluíam os Fouga Magister, passando depois para o Hunter e onde agora os Siai Marchetti SF.260 de treino mantém vivo o espírito Red Devil nos céus por onde se exibem. O tempo como é habito com a minha presença, foi misto, ouseja, com sol, chuva, nuvens bem negras que até proporcionaram um cenário diferente do normal, isto é, para mim é habitual. Foi sem duvida uma boa escolha este ano ter-me deslocado à Bélgica, onde trouxe vários GB de fotografias, onde figuram das melhores que alguma vez tirei. Fiquem bem, Jorge Ruivo
Este ano seleccionei Koksijde. Local das comemorações dos 65 anos da Força Aérea Belga. Começo no inicio do ano a procurar os eventos de eleição, aqueles que são potenciais de boas atracções aéronauticas. Em anos anteriores procurava quantidade, mas agora a qualidade é factor determinante nas minhas decisões, deve ser da idade eheh. Com a vinda este ano dos Thunderbirds à Europa, teria de ser sem sombra de duvidas, um dos locais onde eles se iriam exibir. Depois de muitas pesquisas nos eventos de anos anteriores, por não ser possível optar pela Turquia, Koksijde acabou por ser o Airshow eleito, onde se iria comemorar os 65 anos da Força Aérea Belga. Foi mesmo uma boa escolha porque também se proporcionou fazer fotografia ar-ar, algo que é o topo de quem tem como hobby a fotografia de aviões. Ar-ar com warbirds, jactos antigos, jactos modernos, uma vez mais com F-16 e logo o "Orange Lion" (por compromissos assumidos ainda não é a altura oportuna para partilhar essas fotos). Mas voltando ao Airshow, foi concretizado o objectivo Thunderbirds. E neste post, vou deixar umas fotos das Patarulhas Acrobáticas presentes, como os Saudi Hawks da Arábia Saudita, raros por estas bandas, os ingleses Red Arrows, Patruille de France e ainda os polacos do Team Iskry. Ainda várias demo de F-16 ( belga e holandês ), o Apache, F-18 Suiço, Alphajet e alguns jactos mais antigos como o Hunter, o Fouga e o Meteor. A somar a isto tudo, todas as aeronaves da Força Aérea Belga, onde este ano foi reactivada a celebre patrulha acrobática "Red Devil" onde outrora evoluíam os Fouga Magister, passando depois para o Hunter e onde agora os Siai Marchetti SF.260 de treino mantém vivo o espírito Red Devil nos céus por onde se exibem. O tempo como é habito com a minha presença, foi misto, ouseja, com sol, chuva, nuvens bem negras que até proporcionaram um cenário diferente do normal, isto é, para mim é habitual. Foi sem duvida uma boa escolha este ano ter-me deslocado à Bélgica, onde trouxe vários GB de fotografias, onde figuram das melhores que alguma vez tirei. Fiquem bem, Jorge Ruivo

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Singapura - 65th visitor

De Singapura veio o novo visitante do CannonTwo, fico satisfeito que da outra parte do globo este blog esteja a ser divulgado. Após uma pesquisas eis aqui um pouco de história. Singapura é um país no sudeste da Ásia com cerca de 4 milhões de habitantes. A república é composta pela ilha principal de Singapura e 58 outras ilhas, das quais cerca de metade está ocupada. Jurong, Pulau Tekong, Pulau Ubin e Sentosa são outras das ilhas principais. Geograficamente Singapura está entre os países Tailândia, Malásia, Brunei, Indonésia e Filipinas, é separada destes países através do estreito de Johore, o Estreito de Singapura e do Mar da China Meridional. Nas suas origens, e graças à localização privilegiada junto ao estreito de Malaca, foi ocupada sucessivamente por hindus e javaneses, até ficar sob o domínio do Reino de Srivijaya, que, por sua vez, se tornou vassalo do império javanês dos Majapahit. No século XVI a cidade esteve nas mãos do sultão do Johore, e foi nessa época que Singapura caiu numa era de acentuada decadência enquanto a vizinha Malaca enriquecia graças à presença de portugueses e holandeses. Em 1819,a ilha foi reivindicada como porto franco britânico, circunstância que permitiu o seu desenvolvimento, surgiu a mítica figura de Sir Stamford Raffles. Este, agindo em representação da Companhia Inglesa das Índias Orientais, ousou comprar o porto comercial de Singapura ao sultão de Johore, em 1819, e, posteriormente, em 1824, toda a ilha. A partir dessa data Singapura passou a ser a cidade britânica de referência em todo o Sudeste Asiático, o porto mais importante para o comércio inglês na Ásia e a porta de acesso ao Extremo Oriente. Durante a Segunda Guerra Mundial o território foi ocupado pelas tropas japoneses, mas, em 1946, voltou ao domínio britânico. A partir desta data começou a desenvolver-se um sentimento separatista que deu os seus frutos em 1963, quando Singapura proclamou a independência e se integrou na Federação da Malásia. No entanto, só permaneceu um par de anos na Federação, tendo obtido o seu estatuto definitivo como República Independente de Singapura em 1965. Aeronauticamente falando a Força Aérea detém das mais modernas aeronaves como o F-15 e F-16, é composta ainda por F-5, helicópteros entre os quais o Apache, Chinook, aviões de treino Pilatus e de transporte como o C-130 e ainda aviões tanque como o KC-135. Tudo este arsenal em 4 bases no país, bem como algumas unidades em diversas Base americanas e uma em França. Bem isto já está a ficar extenso, fiquem bem. Jorge Ruivo
De Singapura veio o novo visitante do CannonTwo, fico satisfeito que da outra parte do globo este blog esteja a ser divulgado. Após uma pesquisas eis aqui um pouco de história. Singapura é um país no sudeste da Ásia com cerca de 4 milhões de habitantes. A república é composta pela ilha principal de Singapura e 58 outras ilhas, das quais cerca de metade está ocupada. Jurong, Pulau Tekong, Pulau Ubin e Sentosa são outras das ilhas principais. Geograficamente Singapura está entre os países Tailândia, Malásia, Brunei, Indonésia e Filipinas, é separada destes países através do estreito de Johore, o Estreito de Singapura e do Mar da China Meridional. Nas suas origens, e graças à localização privilegiada junto ao estreito de Malaca, foi ocupada sucessivamente por hindus e javaneses, até ficar sob o domínio do Reino de Srivijaya, que, por sua vez, se tornou vassalo do império javanês dos Majapahit. No século XVI a cidade esteve nas mãos do sultão do Johore, e foi nessa época que Singapura caiu numa era de acentuada decadência enquanto a vizinha Malaca enriquecia graças à presença de portugueses e holandeses. Em 1819,a ilha foi reivindicada como porto franco britânico, circunstância que permitiu o seu desenvolvimento, surgiu a mítica figura de Sir Stamford Raffles. Este, agindo em representação da Companhia Inglesa das Índias Orientais, ousou comprar o porto comercial de Singapura ao sultão de Johore, em 1819, e, posteriormente, em 1824, toda a ilha. A partir dessa data Singapura passou a ser a cidade britânica de referência em todo o Sudeste Asiático, o porto mais importante para o comércio inglês na Ásia e a porta de acesso ao Extremo Oriente. Durante a Segunda Guerra Mundial o território foi ocupado pelas tropas japoneses, mas, em 1946, voltou ao domínio britânico. A partir desta data começou a desenvolver-se um sentimento separatista que deu os seus frutos em 1963, quando Singapura proclamou a independência e se integrou na Federação da Malásia. No entanto, só permaneceu um par de anos na Federação, tendo obtido o seu estatuto definitivo como República Independente de Singapura em 1965. Aeronauticamente falando a Força Aérea detém das mais modernas aeronaves como o F-15 e F-16, é composta ainda por F-5, helicópteros entre os quais o Apache, Chinook, aviões de treino Pilatus e de transporte como o C-130 e ainda aviões tanque como o KC-135. Tudo este arsenal em 4 bases no país, bem como algumas unidades em diversas Base americanas e uma em França. Bem isto já está a ficar extenso, fiquem bem. Jorge Ruivo