Caças F-16AM da Força Aérea Portuguesa voltaram a ser acionados no âmbito da missão enhanced Air Policing 2026 (eAP26), integrada no dispositivo de defesa aérea da NATO nos países bálticos. A operação decorreu a partir da Base Aérea de Ämari, na Estónia, onde Portugal mantém destacado um contingente composto por quatro aeronaves F-16M e cerca de 95 militares, entre pilotos, mecânicos e pessoal de apoio.
A missão teve início após o Centro de Operações Aéreas Combinadas da NATO, localizado em Uedem, na Alemanha, detetar uma aeronave militar russa a voar em espaço aéreo internacional, próximo da área de responsabilidade da Aliança Atlântica. Em resposta ao alerta, uma parelha de F-16 portugueses descolou rapidamente para proceder à identificação visual e ao acompanhamento da aeronave. Segundo informações divulgadas, os pilotos portugueses identificaram diferentes aparelhos militares russos durante estas ações, entre os quais um avião de transporte Antonov An-12 e escoltas de caça Sukhoi Su-35.

Depois da identificação, os aviões portugueses mantiveram o acompanhamento da aeronave russa até esta abandonar a zona próxima do espaço aéreo da NATO, assegurando a vigilância e a integridade do espaço aéreo aliado. A operação demonstrou novamente o elevado nível de prontidão operacional do destacamento nacional, bem como a capacidade da Força Aérea Portuguesa em atuar de forma coordenada com os restantes meios da Aliança.
A participação portuguesa na eAP26 representa a nona presença nacional em missões de policiamento aéreo nos países bálticos e a segunda vez que os F-16M operam a partir da Base Aérea de Ämari. Para além das missões de interceção e alerta rápido, o destacamento português participa regularmente em exercícios conjuntos e ações de interoperabilidade com forças aéreas e militares de outros países aliados, reforçando a cooperação e a capacidade de resposta coletiva da NATO numa região considerada estratégica para a segurança europeia.
Fotos: FAP

Caças F-16AM da Força Aérea Portuguesa voltaram a ser acionados no âmbito da missão enhanced Air Policing 2026 (eAP26), integrada no dispositivo de defesa aérea da NATO nos países bálticos. A operação decorreu a partir da Base Aérea de Ämari, na Estónia, onde Portugal mantém destacado um contingente composto por quatro aeronaves F-16M e cerca de 95 militares, entre pilotos, mecânicos e pessoal de apoio.
A missão teve início após o Centro de Operações Aéreas Combinadas da NATO, localizado em Uedem, na Alemanha, detetar uma aeronave militar russa a voar em espaço aéreo internacional, próximo da área de responsabilidade da Aliança Atlântica. Em resposta ao alerta, uma parelha de F-16 portugueses descolou rapidamente para proceder à identificação visual e ao acompanhamento da aeronave. Segundo informações divulgadas, os pilotos portugueses identificaram diferentes aparelhos militares russos durante estas ações, entre os quais um avião de transporte Antonov An-12 e escoltas de caça Sukhoi Su-35.

Depois da identificação, os aviões portugueses mantiveram o acompanhamento da aeronave russa até esta abandonar a zona próxima do espaço aéreo da NATO, assegurando a vigilância e a integridade do espaço aéreo aliado. A operação demonstrou novamente o elevado nível de prontidão operacional do destacamento nacional, bem como a capacidade da Força Aérea Portuguesa em atuar de forma coordenada com os restantes meios da Aliança.
A participação portuguesa na eAP26 representa a nona presença nacional em missões de policiamento aéreo nos países bálticos e a segunda vez que os F-16M operam a partir da Base Aérea de Ämari. Para além das missões de interceção e alerta rápido, o destacamento português participa regularmente em exercícios conjuntos e ações de interoperabilidade com forças aéreas e militares de outros países aliados, reforçando a cooperação e a capacidade de resposta coletiva da NATO numa região considerada estratégica para a segurança europeia.
Fotos: FAP