sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Eurofighter Typhoon ultrapassa 1.000.000 de horas de voo

 

O Eurofighter Typhoon atingiu oficialmente a marca de **1 000 000 de horas de voo globalmente no dia 29 de janeiro de 2026, um marco que sublinha a sua importância operacional e a confiança que as nações operadoras depositam neste caça europeu de 4ª geração. Desde o início do seu desenvolvimento no final dos anos 1980 e primeiro voo em 1994, o Typhoon teve uma carreira notável, evoluindo de um caça de superioridade aérea para uma plataforma multifunção capaz de realizar policiamento aéreo, patrulhas conjuntas, proteção do espaço aéreo, missões de ataque de precisão e Quick Reaction Alert.

O programa Eurofighter Typhoon nasceu de uma cooperação industrial e militar entre Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha, com os primeiros exemplares a entrarem em serviço no início dos anos 2000. Ao longo das últimas duas décadas, o Typhoon consolidou-se como pilar das forças aéreas europeias, sendo frequentemente destacado em missões da NATO e em operações reais, incluindo o policiamento do espaço aéreo europeu e envolvimento em teatros operacionais no Médio Oriente.

A frota global de Eurofighter Typhoon soma atualmente cerca de 610 aeronaves operacionais em serviço em nove nações, um número que reflete tanto os operadores parceiros originais como os clientes de exportação. As nações que operam o Typhoon incluem os quatro países fundadores (Reino Unido – Royal Air Force, Alemanha – Luftwaffe, Itália – Aeronautica Militare e Espanha – Ejército del Aire y del Espacio) e os operadores exportadores Áustria, Arábia Saudita, Omã, Kuwait e Qatar. O consórcio também tem vários outros pedidos e ofertas em curso, ampliando o potencial de utilizadores no futuro próximo.

O Eurofighter Typhoon distinguiu-se pela sua agilidade, versatilidade e capacidade tecnológica, com uma arquitetura que permite integração contínua de sistemas, sensores e armamento de última geração. Desde os primeiros dias em que a Luftwaffe e a RAF começaram a operá-lo, o Typhoon foi gradualmente equipado com capacidades ar-solo avançadas, mísseis de longo alcance e sensores que aumentaram substancialmente a sua utilidade estratégica e operacional.

Ultrapassar as 1 000 000 de horas de voo reflete não apenas a quantidade de tempo no ar, mas também a maturidade logística da plataforma, a eficácia das redes de manutenção e apoio, e a confiança das forças aéreas que o empregam diariamente para proteger o seu espaço aéreo e contribuir para as missões coletivas da NATO e aliados. Este marco chega no momento em que o Typhoon continua a receber atualizações e contratos para reforçar ainda mais a sua capacidade, assegurando que a aeronave permaneça um elemento central da defesa aérea europeia pelas próximas décadas.


























 

O Eurofighter Typhoon atingiu oficialmente a marca de **1 000 000 de horas de voo globalmente no dia 29 de janeiro de 2026, um marco que sublinha a sua importância operacional e a confiança que as nações operadoras depositam neste caça europeu de 4ª geração. Desde o início do seu desenvolvimento no final dos anos 1980 e primeiro voo em 1994, o Typhoon teve uma carreira notável, evoluindo de um caça de superioridade aérea para uma plataforma multifunção capaz de realizar policiamento aéreo, patrulhas conjuntas, proteção do espaço aéreo, missões de ataque de precisão e Quick Reaction Alert.

O programa Eurofighter Typhoon nasceu de uma cooperação industrial e militar entre Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha, com os primeiros exemplares a entrarem em serviço no início dos anos 2000. Ao longo das últimas duas décadas, o Typhoon consolidou-se como pilar das forças aéreas europeias, sendo frequentemente destacado em missões da NATO e em operações reais, incluindo o policiamento do espaço aéreo europeu e envolvimento em teatros operacionais no Médio Oriente.

A frota global de Eurofighter Typhoon soma atualmente cerca de 610 aeronaves operacionais em serviço em nove nações, um número que reflete tanto os operadores parceiros originais como os clientes de exportação. As nações que operam o Typhoon incluem os quatro países fundadores (Reino Unido – Royal Air Force, Alemanha – Luftwaffe, Itália – Aeronautica Militare e Espanha – Ejército del Aire y del Espacio) e os operadores exportadores Áustria, Arábia Saudita, Omã, Kuwait e Qatar. O consórcio também tem vários outros pedidos e ofertas em curso, ampliando o potencial de utilizadores no futuro próximo.

O Eurofighter Typhoon distinguiu-se pela sua agilidade, versatilidade e capacidade tecnológica, com uma arquitetura que permite integração contínua de sistemas, sensores e armamento de última geração. Desde os primeiros dias em que a Luftwaffe e a RAF começaram a operá-lo, o Typhoon foi gradualmente equipado com capacidades ar-solo avançadas, mísseis de longo alcance e sensores que aumentaram substancialmente a sua utilidade estratégica e operacional.

Ultrapassar as 1 000 000 de horas de voo reflete não apenas a quantidade de tempo no ar, mas também a maturidade logística da plataforma, a eficácia das redes de manutenção e apoio, e a confiança das forças aéreas que o empregam diariamente para proteger o seu espaço aéreo e contribuir para as missões coletivas da NATO e aliados. Este marco chega no momento em que o Typhoon continua a receber atualizações e contratos para reforçar ainda mais a sua capacidade, assegurando que a aeronave permaneça um elemento central da defesa aérea europeia pelas próximas décadas.


























quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Dois Pilotos Portugueses Alcançam o Patamar de Mission Commander no TLP — Um da Esquadra 201 e Outro da 301

 


Entre 15 de janeiro e 5 de fevereiro de 2026, um grupo de três caças F-16M da Força Aérea Portuguesa, acompanhado por cerca de 50 militares, integrou o Tactical Leadership Programme (TLP) Flight Course 26-1, que teve lugar na Base Aérea de Los Llanos, em Albacete, Espanha. 

Esta missão marcou a segunda vez que Portugal participa como membro ativo no TLP, um curso de alto nível que visa treinar equipas de pilotos e elementos de apoio em ambientes operacionais exigentes e multinacionais. No final do curso, dois pilotos portugueses — um da Esquadra 201 “Falcões” e outro da Esquadra 301 “Jaguares” — concluíram com sucesso a formação, sendo graduados como Mission Commander, o que representa um elevado reconhecimento das suas capacidades. 

Durante o exercício, as aeronaves e tripulações portuguesas voaram em conjunto com unidades de várias forças aéreas aliadas e sistemas de defesa aérea estrangeiros, realizando missões complexas em cenários realistas. Este tipo de treino permite reforçar a integração e a capacidade de interoperar com nações parceiras, bem como praticar ações conjuntas contra ameaças aéreas e terrestres, e aperfeiçoar técnicas, táticas e procedimentos de alto nível. 

A participação no TLP reforça o compromisso de Portugal com a Aliança Atlântica e os seus princípios de defesa coletiva, ao permitir que as suas forças se alinhem com as doutrinas e táticas da NATO, enquanto elevam a prontidão operacional e o nível de qualificação das tripulações de caça. 

O Tactical Leadership Programme é uma organização multinacional baseada num Memorando de Entendimento entre 11 países aliados, com o objetivo de fortalecer a eficácia das forças aéreas da NATO através do desenvolvimento de competências de liderança, planeamento e execução de operações aéreas combinadas, e contribuir para a evolução doutrinária da Aliança. Desde 2009, o TLP tem sido realizado em Albacete, sendo considerado um dos principais fóruns de treino avançado e desenvolvimento operacional no seio da NATO.

Fonte: FAP 

























 


Entre 15 de janeiro e 5 de fevereiro de 2026, um grupo de três caças F-16M da Força Aérea Portuguesa, acompanhado por cerca de 50 militares, integrou o Tactical Leadership Programme (TLP) Flight Course 26-1, que teve lugar na Base Aérea de Los Llanos, em Albacete, Espanha. 

Esta missão marcou a segunda vez que Portugal participa como membro ativo no TLP, um curso de alto nível que visa treinar equipas de pilotos e elementos de apoio em ambientes operacionais exigentes e multinacionais. No final do curso, dois pilotos portugueses — um da Esquadra 201 “Falcões” e outro da Esquadra 301 “Jaguares” — concluíram com sucesso a formação, sendo graduados como Mission Commander, o que representa um elevado reconhecimento das suas capacidades. 

Durante o exercício, as aeronaves e tripulações portuguesas voaram em conjunto com unidades de várias forças aéreas aliadas e sistemas de defesa aérea estrangeiros, realizando missões complexas em cenários realistas. Este tipo de treino permite reforçar a integração e a capacidade de interoperar com nações parceiras, bem como praticar ações conjuntas contra ameaças aéreas e terrestres, e aperfeiçoar técnicas, táticas e procedimentos de alto nível. 

A participação no TLP reforça o compromisso de Portugal com a Aliança Atlântica e os seus princípios de defesa coletiva, ao permitir que as suas forças se alinhem com as doutrinas e táticas da NATO, enquanto elevam a prontidão operacional e o nível de qualificação das tripulações de caça. 

O Tactical Leadership Programme é uma organização multinacional baseada num Memorando de Entendimento entre 11 países aliados, com o objetivo de fortalecer a eficácia das forças aéreas da NATO através do desenvolvimento de competências de liderança, planeamento e execução de operações aéreas combinadas, e contribuir para a evolução doutrinária da Aliança. Desde 2009, o TLP tem sido realizado em Albacete, sendo considerado um dos principais fóruns de treino avançado e desenvolvimento operacional no seio da NATO.

Fonte: FAP 

























quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Primeira missão do Rinoceronte 04 - KC-390

 


O KC-390 com o número de cauda 26904 poderá ter realizado a sua primeira missão operacional ao descolar da Base Aérea N.º 11, em Beja, às 17h06, assumindo o call sign Medic33. A aeronave seguiu em direção ao Aeroporto do Porto, onde aterrou às 17h53, numa missão de evacuação aeromédica que marcou simbolicamente a entrada do aparelho na atividade operacional ao serviço da Força Aérea Portuguesa. Este voo evidenciou desde logo a capacidade de resposta rápida, flexibilidade e prontidão do KC-390, reforçando o papel estratégico da nova aeronave no apoio às missões de transporte e emergência médica.

Fonte ADSB














 


O KC-390 com o número de cauda 26904 poderá ter realizado a sua primeira missão operacional ao descolar da Base Aérea N.º 11, em Beja, às 17h06, assumindo o call sign Medic33. A aeronave seguiu em direção ao Aeroporto do Porto, onde aterrou às 17h53, numa missão de evacuação aeromédica que marcou simbolicamente a entrada do aparelho na atividade operacional ao serviço da Força Aérea Portuguesa. Este voo evidenciou desde logo a capacidade de resposta rápida, flexibilidade e prontidão do KC-390, reforçando o papel estratégico da nova aeronave no apoio às missões de transporte e emergência médica.

Fonte ADSB














quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Os Falcões da Esquadra 201 fazem hoje 68 anos

 

Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 68 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958. Em setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.

Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efetuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efetuou destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos.

Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos.




















 

Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 68 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958. Em setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.

Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efetuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efetuou destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos.

Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos.




















sábado, 31 de janeiro de 2026

Epsilon TB-30 - 37 anos a operar na Força Aérea Portuguesa

 

A 31 Janeiro de 1989 marca a chegada do primeiro Epsilon TB-30 de um total de 18 adquiridos pela Força Aérea Portuguesa. Os restantes 17 seriam montados nas OGMA tendo o primeiro sido entregue em Março desse ano e o ultimo em junho de 1990.

Nesta mesma data a Esquadra 101 Roncos muda-se da Base Aérea 2 Ota para a Base Aérea nº1 Sintra deixando nessa data de operar o DCH-1 Chipmunk.

Durante estes 37 anos tem existido diversas alterações da “casa” dos Roncos e e estas alterações têm sido entre Beja e Sintra, atualmente a Esquadra 101 está sediada na Base Aérea nº11 de Beja. Fiquem bem, Jorge Ruivo

 


















 

A 31 Janeiro de 1989 marca a chegada do primeiro Epsilon TB-30 de um total de 18 adquiridos pela Força Aérea Portuguesa. Os restantes 17 seriam montados nas OGMA tendo o primeiro sido entregue em Março desse ano e o ultimo em junho de 1990.

Nesta mesma data a Esquadra 101 Roncos muda-se da Base Aérea 2 Ota para a Base Aérea nº1 Sintra deixando nessa data de operar o DCH-1 Chipmunk.

Durante estes 37 anos tem existido diversas alterações da “casa” dos Roncos e e estas alterações têm sido entre Beja e Sintra, atualmente a Esquadra 101 está sediada na Base Aérea nº11 de Beja. Fiquem bem, Jorge Ruivo

 


















Ultima missão do Alphajet - Real Thaw 2018

 

Faz hoje 8 anos que neste dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capítulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com as cores da Cruz de Cristo.

Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a última missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efetuado uma hora e meia depois.

Será sem dúvida nenhuma, um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para todos os que deram o seu contributo para os elevados índices de segurança atingidos.

Aos entusiastas da aviação, ficámos mais pobres, mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capítulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo.





















































 

Faz hoje 8 anos que neste dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capítulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com as cores da Cruz de Cristo.

Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a última missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efetuado uma hora e meia depois.

Será sem dúvida nenhuma, um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para todos os que deram o seu contributo para os elevados índices de segurança atingidos.

Aos entusiastas da aviação, ficámos mais pobres, mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capítulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo.





















































sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Tempestade Kristin fez estragos na Base Aérea 5 de Monte Real

 

A tempestade Kristin provocou estragos significativos na Base Aérea n.º 5, em Monte Real, na madrugada de quarta-feira, quando rajadas de vento que chegaram aos 178 km/h atingiram a unidade da Força Aérea Portuguesa, estabelecendo um novo recorde de vento máximo registado na base e interrompendo mesmo o funcionamento da estrutura meteorológica local devido aos danos sofridos. A depressão atingiu com particular violência a região de Leiria e, em especial, a área de Monte Real, levando a Força Aérea a confirmar, em comunicado, a existência de “danos materiais avultados” nas infraestruturas, embora sem qualquer registo de feridos entre militares ou trabalhadores civis que se encontravam ao serviço na unidade.

O impacto do vento extremo fez ceder grandes portões e elementos estruturais de um hangar de manutenção, que acabaram por cair sobre aeronaves estacionadas no interior, danificando pelo menos dois caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, num prejuízo estimado em vários milhões de euros, segundo fontes citadas pela comunicação social. Em resultado da força das rajadas, um dos aviões foi empurrado contra o nariz de outra aeronave, agravando os danos estruturais, enquanto outros F-16, abrigados em shelters mais protegidos, terão escapado sem consequências visíveis. Para além das aeronaves, há registo de estragos noutros edifícios da base e em várias viaturas, confirmando a violência do fenómeno meteorológico e a sua capacidade destrutiva mesmo sobre infraestruturas militares concebidas para operar em condições adversas.

Apesar da dimensão dos danos materiais e da necessidade de avaliar com detalhe o estado das aeronaves afetadas e das estruturas atingidas, a Força Aérea assegurou publicamente que a missão de defesa aérea do país se mantém operacional, sublinhando que os meios e recursos disponíveis permitem continuar a garantir a vigilância e prontidão do dispositivo nacional. Em paralelo, foram de imediato desencadeadas ações internas para restabelecer a normalidade da atividade na unidade, com prioridade à segurança do pessoal e à estabilização das áreas danificadas, abrindo caminho às inspeções técnicas e aos trabalhos de reparação que se seguirão. Neste contexto, a Base Aérea de Monte Real enfrenta agora uma fase de recuperação e reconstituição de capacidades, num processo que passará pela avaliação minuciosa das estruturas, pela reparação dos F-16 afetados e pela eventual adaptação de procedimentos e infraestruturas para mitigar o impacto de fenómenos meteorológicos extremos que se venham a repetir no futuro.

Fotos: Via CM
























 

A tempestade Kristin provocou estragos significativos na Base Aérea n.º 5, em Monte Real, na madrugada de quarta-feira, quando rajadas de vento que chegaram aos 178 km/h atingiram a unidade da Força Aérea Portuguesa, estabelecendo um novo recorde de vento máximo registado na base e interrompendo mesmo o funcionamento da estrutura meteorológica local devido aos danos sofridos. A depressão atingiu com particular violência a região de Leiria e, em especial, a área de Monte Real, levando a Força Aérea a confirmar, em comunicado, a existência de “danos materiais avultados” nas infraestruturas, embora sem qualquer registo de feridos entre militares ou trabalhadores civis que se encontravam ao serviço na unidade.

O impacto do vento extremo fez ceder grandes portões e elementos estruturais de um hangar de manutenção, que acabaram por cair sobre aeronaves estacionadas no interior, danificando pelo menos dois caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, num prejuízo estimado em vários milhões de euros, segundo fontes citadas pela comunicação social. Em resultado da força das rajadas, um dos aviões foi empurrado contra o nariz de outra aeronave, agravando os danos estruturais, enquanto outros F-16, abrigados em shelters mais protegidos, terão escapado sem consequências visíveis. Para além das aeronaves, há registo de estragos noutros edifícios da base e em várias viaturas, confirmando a violência do fenómeno meteorológico e a sua capacidade destrutiva mesmo sobre infraestruturas militares concebidas para operar em condições adversas.

Apesar da dimensão dos danos materiais e da necessidade de avaliar com detalhe o estado das aeronaves afetadas e das estruturas atingidas, a Força Aérea assegurou publicamente que a missão de defesa aérea do país se mantém operacional, sublinhando que os meios e recursos disponíveis permitem continuar a garantir a vigilância e prontidão do dispositivo nacional. Em paralelo, foram de imediato desencadeadas ações internas para restabelecer a normalidade da atividade na unidade, com prioridade à segurança do pessoal e à estabilização das áreas danificadas, abrindo caminho às inspeções técnicas e aos trabalhos de reparação que se seguirão. Neste contexto, a Base Aérea de Monte Real enfrenta agora uma fase de recuperação e reconstituição de capacidades, num processo que passará pela avaliação minuciosa das estruturas, pela reparação dos F-16 afetados e pela eventual adaptação de procedimentos e infraestruturas para mitigar o impacto de fenómenos meteorológicos extremos que se venham a repetir no futuro.

Fotos: Via CM