sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Epsilon TB-30 - 36 anos a operar na Força Aérea Portuguesa

 

A 31 Janeiro de 1989 marca a chegada do primeiro Epsilon TB-30 de um total de 18 adquiridos pela Força Aérea Portuguesa. Os restantes 17 seriam montados nas OGMA tendo o primeiro sido entregue em Março desse ano e o ultimo em junho de 1990.

Nesta mesma data a Esquadra 101 Roncos muda-se da Base Aérea 2 Ota para a Base Aérea nº1 Sintra deixando nessa data de operar o DCH-1 Chipmunk.

Durante estes 35 anos tem existido diversas alterações da “casa” dos Roncos e e estas alterações têm sido entre Beja e Sintra, atualmente a Esquadra 101 está sediada na Base Aérea nº11 de Beja. Fiquem bem, Jorge Ruivo





















 

A 31 Janeiro de 1989 marca a chegada do primeiro Epsilon TB-30 de um total de 18 adquiridos pela Força Aérea Portuguesa. Os restantes 17 seriam montados nas OGMA tendo o primeiro sido entregue em Março desse ano e o ultimo em junho de 1990.

Nesta mesma data a Esquadra 101 Roncos muda-se da Base Aérea 2 Ota para a Base Aérea nº1 Sintra deixando nessa data de operar o DCH-1 Chipmunk.

Durante estes 35 anos tem existido diversas alterações da “casa” dos Roncos e e estas alterações têm sido entre Beja e Sintra, atualmente a Esquadra 101 está sediada na Base Aérea nº11 de Beja. Fiquem bem, Jorge Ruivo





















Ultima missão do Alphajet - Real Thaw 2018

 

Faz hoje 7 anos que neste dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capítulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com as cores da Cruz de Cristo.

Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a última missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efetuado uma hora e meia depois.

Será sem dúvida nenhuma, um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para todos os que deram o seu contributo para os elevados índices de segurança atingidos.

Aos entusiastas da aviação, ficámos mais pobres, mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capítulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo.











































 

Faz hoje 7 anos que neste dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capítulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com as cores da Cruz de Cristo.

Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a última missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efetuado uma hora e meia depois.

Será sem dúvida nenhuma, um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para todos os que deram o seu contributo para os elevados índices de segurança atingidos.

Aos entusiastas da aviação, ficámos mais pobres, mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capítulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo.











































F-16AM portugueses no TLP - Primeira participação como novo País membro

O Curso de Voo TLP 2025-1 começou na passada quinta-feira, 23 de janeiro, e terminará na sexta-feira, 14 de fevereiro. Será a primeira participação de Portugal num cursode voo TLP como novo país membro do Programa.

Os voos decorrerão de segunda a sexta-feira à tarde, com início na segunda-feira, dia 3 de fevereiro, sendo os dias anteriores dedicados à parte académica do curso e missões no simulador MACE.

As nações Blue Air participantes neste curso de voo contribuirão com 22 aeronaves, incluindo o Eurofighter de Itália, o EF-18 de Espanha, o Rafale de França, o F-16 da Grécia, o F-18C da Suíça e o F-16 de Portuga. Quanto à participação do lado oposto (Red Air), serão no total 12 aeronaves, sendo as nações participantes a França com aeronaves Rafale, a Espanha com Eurofighter e F-18A, a Suíça com F-18C, e a Grécia e Portugal com F -16.

Fonte: TLP











O Curso de Voo TLP 2025-1 começou na passada quinta-feira, 23 de janeiro, e terminará na sexta-feira, 14 de fevereiro. Será a primeira participação de Portugal num cursode voo TLP como novo país membro do Programa.

Os voos decorrerão de segunda a sexta-feira à tarde, com início na segunda-feira, dia 3 de fevereiro, sendo os dias anteriores dedicados à parte académica do curso e missões no simulador MACE.

As nações Blue Air participantes neste curso de voo contribuirão com 22 aeronaves, incluindo o Eurofighter de Itália, o EF-18 de Espanha, o Rafale de França, o F-16 da Grécia, o F-18C da Suíça e o F-16 de Portuga. Quanto à participação do lado oposto (Red Air), serão no total 12 aeronaves, sendo as nações participantes a França com aeronaves Rafale, a Espanha com Eurofighter e F-18A, a Suíça com F-18C, e a Grécia e Portugal com F -16.

Fonte: TLP











quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Peace Atlantis I - Faz hoje 31 anos que a FAP aceitou o primeiro F-16A

 

Em 30 de Janeiro de 1994 a Força Aérea aceitou o seu primeiro F-16A 15101 (na altura 5101). A Força Aérea Portuguesa entrou na era F-16 quando o programa Peace Atlantis I foi iniciado com a assinatura de uma Carta de Aceitação em agosto de 1990. 

O acordo foi em parte um pagamento pelo uso (pelos EUA) da Lajes AB nos Açores. Incluiu não só as 20 aeronaves F-16 do bloco 15OCU (17 A's e 3 B's) com motores PW, mas também o apoio logístico inicial: peças de reposição, equipamentos de apoio, livros, instrução de pilotos e pessoal de manutenção, participação no Grupo de Coordenação Técnica do F-16, Programa de Integridade Estrutural de Aeronaves F-16, na Gestão Internacional de Motores - Motores F100, Programa de Melhoria de Sistemas de Guerra Eletrônica EWSIP (Electronic Warfare Systems Improvement Program), entre outros. 

As aeronaves foram construídas de acordo com o padrão Block 15OCU, o que as torna quase idênticas ao F-16 ADF (Air Defense Fighter).. A configuração da aeronave é quase padrão, mas recebeu algumas melhorias, principalmente o Ring Laser Gyro, o Wide-Angle HUD, motor Pratt & Whitney F100-PW-220E com DEEC e provisões para o uso do AIM-120 AMRAAM.

















 

Em 30 de Janeiro de 1994 a Força Aérea aceitou o seu primeiro F-16A 15101 (na altura 5101). A Força Aérea Portuguesa entrou na era F-16 quando o programa Peace Atlantis I foi iniciado com a assinatura de uma Carta de Aceitação em agosto de 1990. 

O acordo foi em parte um pagamento pelo uso (pelos EUA) da Lajes AB nos Açores. Incluiu não só as 20 aeronaves F-16 do bloco 15OCU (17 A's e 3 B's) com motores PW, mas também o apoio logístico inicial: peças de reposição, equipamentos de apoio, livros, instrução de pilotos e pessoal de manutenção, participação no Grupo de Coordenação Técnica do F-16, Programa de Integridade Estrutural de Aeronaves F-16, na Gestão Internacional de Motores - Motores F100, Programa de Melhoria de Sistemas de Guerra Eletrônica EWSIP (Electronic Warfare Systems Improvement Program), entre outros. 

As aeronaves foram construídas de acordo com o padrão Block 15OCU, o que as torna quase idênticas ao F-16 ADF (Air Defense Fighter).. A configuração da aeronave é quase padrão, mas recebeu algumas melhorias, principalmente o Ring Laser Gyro, o Wide-Angle HUD, motor Pratt & Whitney F100-PW-220E com DEEC e provisões para o uso do AIM-120 AMRAAM.

















quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

A Bulgaria será oficialmente o próximo operador de F-16

 


O primeiro de um total de 16 novos F-16V Block 70 que a Bulgária receberá no âmbito de dois acordos assinados em 2019 e 2022, será entregue em cerimónia oficial a 31 de janeiro.

O evento terá lugar na unidade de produção do fabricante, a Lockheed Martin, em Greenville, Carolina do Sul e os dois primeiros F-16V deverão aterrar na Bulgária em abril de 2025.

A Bulgária para modernizar a sua frota envelhecida de MiG-29 da era soviética optou por adquirir a aeronave mais avançada F-16 Block 70/72, fornecida pela Lockheed Martin dos Estados Unidos. Este movimento estratégico vai ao encontro do reforço das capacidades de defesa aérea da Bulgária e alinhar as suas forças armadas com as normas da NATO.

E a entrega desta primeira aeronave será o início de um novo capítulo para as capacidades de defesa da Bulgária, uma vez que se espera que estes caças aumentem significativamente o poder aéreo do país. Será assim mais um país que oficialmente irá operar o F-16.

Fonte e Fotos: Ministério da Defesa da Bulgária













 


 


O primeiro de um total de 16 novos F-16V Block 70 que a Bulgária receberá no âmbito de dois acordos assinados em 2019 e 2022, será entregue em cerimónia oficial a 31 de janeiro.

O evento terá lugar na unidade de produção do fabricante, a Lockheed Martin, em Greenville, Carolina do Sul e os dois primeiros F-16V deverão aterrar na Bulgária em abril de 2025.

A Bulgária para modernizar a sua frota envelhecida de MiG-29 da era soviética optou por adquirir a aeronave mais avançada F-16 Block 70/72, fornecida pela Lockheed Martin dos Estados Unidos. Este movimento estratégico vai ao encontro do reforço das capacidades de defesa aérea da Bulgária e alinhar as suas forças armadas com as normas da NATO.

E a entrega desta primeira aeronave será o início de um novo capítulo para as capacidades de defesa da Bulgária, uma vez que se espera que estes caças aumentem significativamente o poder aéreo do país. Será assim mais um país que oficialmente irá operar o F-16.

Fonte e Fotos: Ministério da Defesa da Bulgária













 


sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Os Elefantes da Esquadra 502 comemoram 70 anos

 

A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, atualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes. 

Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo tático e as restantes cinco para vigilância marítima. 


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o contributo forte dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário. 

Ao longo destes últimos anos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais e internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os atuais e antigos Elefantes estão de parabéns. É uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário e apoio direto à população sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas, Elefantes, parabéns e mantenham-se em segurança. 


















































 

A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, atualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes. 

Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo tático e as restantes cinco para vigilância marítima. 


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o contributo forte dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário. 

Ao longo destes últimos anos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais e internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os atuais e antigos Elefantes estão de parabéns. É uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário e apoio direto à população sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas, Elefantes, parabéns e mantenham-se em segurança. 


















































segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

F-16 51 anos e a contar. O primeiro voo não intencional

 

Decorria o dia 20 de janeiro de 1974 na Base Aérea de Eduards quando Oestricher fez o que desde então passou a ser chamado de "o primeiro voo não intencional" com o protótipo do F-16 Fighting Falcon, o YF-16.

O que estava planeado para 20 de Janeiro era apenas taxiar a alta velocidade na Base Aérea de Eduards. Oestricher, que dividiria os voos no programa de testes inicial com o colega piloto do GD Anderson, tinha um teste para taxiar o YF-16 até 135 nós e depois pará-lo com segurança após verificar as características da pré-descolagem. O primeiro voo só estaria programado para 2 de Fevereiro.

A partir daqui a história tende a diferir, dependendo de quem a conta e da versão ouvida. O facto é que o taxiar em alta velocidade implicou uma série dramática de oscilações de rotação que fez com que o estabilizador horizontal direito tocasse na pista e foi nesse momento que Oestricher elevou o avião para evitar a sua destruição.

Assim, o taxiar em alta velocidade tornou-se num primeiro voo altamente inesperado e o YF-16 juntou-se à lista dos aviões reais que realmente descolaram. Oestricher tornou-se o Homem do Dia por salvar a melhor esperança da General Dynamics para o futuro, o primeiro avião de um programa que traria à empresa um dos mais longos períodos de crescimento na história da indústria aeroespacial.

E esta é a história do primeiro voo do F-16 que não era para ser, originado por um taxiar rápido na pista. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte e fotos: Lockheed Martin





































 

Decorria o dia 20 de janeiro de 1974 na Base Aérea de Eduards quando Oestricher fez o que desde então passou a ser chamado de "o primeiro voo não intencional" com o protótipo do F-16 Fighting Falcon, o YF-16.

O que estava planeado para 20 de Janeiro era apenas taxiar a alta velocidade na Base Aérea de Eduards. Oestricher, que dividiria os voos no programa de testes inicial com o colega piloto do GD Anderson, tinha um teste para taxiar o YF-16 até 135 nós e depois pará-lo com segurança após verificar as características da pré-descolagem. O primeiro voo só estaria programado para 2 de Fevereiro.

A partir daqui a história tende a diferir, dependendo de quem a conta e da versão ouvida. O facto é que o taxiar em alta velocidade implicou uma série dramática de oscilações de rotação que fez com que o estabilizador horizontal direito tocasse na pista e foi nesse momento que Oestricher elevou o avião para evitar a sua destruição.

Assim, o taxiar em alta velocidade tornou-se num primeiro voo altamente inesperado e o YF-16 juntou-se à lista dos aviões reais que realmente descolaram. Oestricher tornou-se o Homem do Dia por salvar a melhor esperança da General Dynamics para o futuro, o primeiro avião de um programa que traria à empresa um dos mais longos períodos de crescimento na história da indústria aeroespacial.

E esta é a história do primeiro voo do F-16 que não era para ser, originado por um taxiar rápido na pista. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte e fotos: Lockheed Martin