terça-feira, 6 de maio de 2025

F-16 Demo Team da Polónia marca presença no NATO Tiger Meet 2025 em Beja

 


A Base Aérea de Beja, em Portugal, prepara-se para receber mais uma edição do prestigiado NATO Tiger Meet, que decorre este ano com um elenco de luxo entre as esquadras táticas da Aliança Atlântica. Uma das grandes atrações presentes é o F-16 Tiger Demo Team da Força Aérea Polaca, que promete impressionar o público com a sua exibição de elevada precisão e manobrabilidade.

O Tiger Meet, mais do que um exercício operacional conjunto entre unidades aéreas com o emblema do tigre, é também uma celebração de espírito de camaradagem, tradição e demonstração de capacidades táticas. A participação da Polónia, através da sua Demo Team, reforça a importância crescente do país na estrutura da NATO e oferece uma rara oportunidade para o público português testemunhar, ao vivo, a performance de uma das equipas de demonstração mais dinâmicas da Europa.

A F-16 Tiger Demo Team da Polónia foi oficialmente criada em 2015, no seio da 6ª Ala Aérea tática sediada em Poznań-Krzesiny. Composta por pilotos altamente experientes, a equipa tem como missão representar a Força Aérea Polaca em demonstrações aéreas internacionais, promovendo não só a capacidade operacional dos caças F-16C/D Block 52+ como também o profissionalismo das suas forças armadas. Desde então, tem participado em diversos eventos por toda a Europa, destacando-se pelo seu icónico esquema tigrado e pelas manobras agressivas e precisas que caracterizam as suas exibições.

A presença da equipa polaca em Beja será, sem dúvida, um dos pontos altos do Tiger Meet 2025, tanto para entusiastas da aviação como para todos os que valorizam o espírito de cooperação e excelência das forças aliadas da NATO.


Fonte: F-16 Demo Team Poland



















 


A Base Aérea de Beja, em Portugal, prepara-se para receber mais uma edição do prestigiado NATO Tiger Meet, que decorre este ano com um elenco de luxo entre as esquadras táticas da Aliança Atlântica. Uma das grandes atrações presentes é o F-16 Tiger Demo Team da Força Aérea Polaca, que promete impressionar o público com a sua exibição de elevada precisão e manobrabilidade.

O Tiger Meet, mais do que um exercício operacional conjunto entre unidades aéreas com o emblema do tigre, é também uma celebração de espírito de camaradagem, tradição e demonstração de capacidades táticas. A participação da Polónia, através da sua Demo Team, reforça a importância crescente do país na estrutura da NATO e oferece uma rara oportunidade para o público português testemunhar, ao vivo, a performance de uma das equipas de demonstração mais dinâmicas da Europa.

A F-16 Tiger Demo Team da Polónia foi oficialmente criada em 2015, no seio da 6ª Ala Aérea tática sediada em Poznań-Krzesiny. Composta por pilotos altamente experientes, a equipa tem como missão representar a Força Aérea Polaca em demonstrações aéreas internacionais, promovendo não só a capacidade operacional dos caças F-16C/D Block 52+ como também o profissionalismo das suas forças armadas. Desde então, tem participado em diversos eventos por toda a Europa, destacando-se pelo seu icónico esquema tigrado e pelas manobras agressivas e precisas que caracterizam as suas exibições.

A presença da equipa polaca em Beja será, sem dúvida, um dos pontos altos do Tiger Meet 2025, tanto para entusiastas da aviação como para todos os que valorizam o espírito de cooperação e excelência das forças aliadas da NATO.


Fonte: F-16 Demo Team Poland



















sexta-feira, 2 de maio de 2025

Ala 12 no Beja Air Show 2025

 

Nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, a Ala 12 está prevista para participar no Beja Air Show, que ocorrerá na Base Aérea N.º 11, em Beja. Este evento coincidirá com o exercício NATO Tiger Meet 2025, organizado pelo Esquadrão 301 “Jaguares” da Força Aérea Portuguesa. A presença dos EF-18M da Ala 12 promete ser um dos destaques do festival, oferecendo ao público demonstrações de manobras aéreas de alta performance e reforçando os laços de cooperação entre as forças aéreas ibéricas.

A Ala 12 é uma das principais unidades de combate do Ejército del Aire y del Espacio de Espanha, sediada na Base Aérea de Torrejón de Ardoz, próxima de Madrid. Desde 1989, opera os caças McDonnell Douglas EF-18 Hornet (designados C.15 em Espanha), nas versões monolugar e bilugar, distribuídos pelos esquadrões 121 “Póker” e 122 “Tenis”. Estes aviões, modernizados para a versão EF-18M, são capazes de realizar missões de superioridade aérea, ataque ao solo e reconhecimento tático.

A Ala 12 possui um histórico operacional notável, tendo participado em missões internacionais como as operações da NATO nos Balcãs, a intervenção na Líbia em 2011 e missões de policiamento aéreo no Báltico e na Roménia. Além disso, mantém um serviço de alerta permanente para defesa do espaço aéreo espanhol.

Vamos com certeza deliciar nos com as manobras do EF-18M Hornet, no entanto convém salientar que vamos ter de aguardar por confirmação oficial por parte da Força Aérea Portuguesa uma vez que a noticia está no web site air-shows.org.uk

Fonte: air-shows.org.uk


















 

Nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, a Ala 12 está prevista para participar no Beja Air Show, que ocorrerá na Base Aérea N.º 11, em Beja. Este evento coincidirá com o exercício NATO Tiger Meet 2025, organizado pelo Esquadrão 301 “Jaguares” da Força Aérea Portuguesa. A presença dos EF-18M da Ala 12 promete ser um dos destaques do festival, oferecendo ao público demonstrações de manobras aéreas de alta performance e reforçando os laços de cooperação entre as forças aéreas ibéricas.

A Ala 12 é uma das principais unidades de combate do Ejército del Aire y del Espacio de Espanha, sediada na Base Aérea de Torrejón de Ardoz, próxima de Madrid. Desde 1989, opera os caças McDonnell Douglas EF-18 Hornet (designados C.15 em Espanha), nas versões monolugar e bilugar, distribuídos pelos esquadrões 121 “Póker” e 122 “Tenis”. Estes aviões, modernizados para a versão EF-18M, são capazes de realizar missões de superioridade aérea, ataque ao solo e reconhecimento tático.

A Ala 12 possui um histórico operacional notável, tendo participado em missões internacionais como as operações da NATO nos Balcãs, a intervenção na Líbia em 2011 e missões de policiamento aéreo no Báltico e na Roménia. Além disso, mantém um serviço de alerta permanente para defesa do espaço aéreo espanhol.

Vamos com certeza deliciar nos com as manobras do EF-18M Hornet, no entanto convém salientar que vamos ter de aguardar por confirmação oficial por parte da Força Aérea Portuguesa uma vez que a noticia está no web site air-shows.org.uk

Fonte: air-shows.org.uk


















Fini Flight do Comandante Steven "Vrieske" De Vries

 


O capitão piloto Steven "Vrieske" De Vries, último piloto da F-16 Belgian Demo Team, completou o seu último voo no F-16, no passado dia 24 de Abril.

O Comandante Piloto Steven "Vrieske" De Vries é uma figura emblemática da Força Aérea Belga, tendo alcançado um feito notável ao ultrapassar as 5.000 horas de voo no caça F-16, um marco que o torna o primeiro piloto europeu e o sexto no mundo a atingir tal número exclusivamente neste tipo de aeronave.


A sua carreira teve início em 1990, e após completar o curso de conversão operacional para o F-16 em 1994, iniciou a sua trajetória operacional no esquadrão 23 "Devil" em 1995. Com a dissolução deste esquadrão em 2002, "Vrieske" integrou o 31º esquadrão "Tiger", onde continuou a acumular experiência e horas de voo.


Ao longo da sua carreira, participou em diversas missões operacionais e de treino, incluindo destacamentos no estrangeiro em teatros como a Bósnia, Kosovo, Afeganistão e Líbia.


Atingiu o marco das 5.000 horas de voo no dia 5 de março de 2021, durante uma missão de treino sobre as Ardenas, a partir da base aérea de Kleine-Brogel. Nesta ocasião especial, foi acompanhado por três outros pilotos experientes, totalizando juntos mais de 16.000 horas de voo em F-16.


Em reconhecimento à sua vasta experiência e dedicação, "Vrieske" foi nomeado piloto de demonstração da Força Aérea Belga para as temporadas de 2022 a 2024. Durante este período, destacou-se em eventos internacionais, recebendo prémios como o "Bill Hartree Trophy" pelo espetáculo aéreo mais cativante em Cosford e o prémio de melhor pintura no RIAT 2022 em Fairford. Esteve presente no Beja Air Show de 2022, onde pudemos apreciar as suas capacidades no seu F-16 com uma demonstração fantástica.


A trajetória de Steven "Vrieske" De Vries é um testemunho de dedicação, perícia e paixão pela aviação militar, servindo de inspiração para futuras gerações de pilotos. Vrieske tem 35 anos de carreira na Força Aérea. Destes, ele voou 31 anos no F-16, com 5.489 horas de voo e permanecerá ativo como oficial de ligação para exercícios no exterior até o final do ano.

As fotos são quase todas tiradas durante o Beja Air Show 2022 e as duas em baixo são do ultimo voo com os créditos @Kleine-Brogel AB






































 


O capitão piloto Steven "Vrieske" De Vries, último piloto da F-16 Belgian Demo Team, completou o seu último voo no F-16, no passado dia 24 de Abril.

O Comandante Piloto Steven "Vrieske" De Vries é uma figura emblemática da Força Aérea Belga, tendo alcançado um feito notável ao ultrapassar as 5.000 horas de voo no caça F-16, um marco que o torna o primeiro piloto europeu e o sexto no mundo a atingir tal número exclusivamente neste tipo de aeronave.


A sua carreira teve início em 1990, e após completar o curso de conversão operacional para o F-16 em 1994, iniciou a sua trajetória operacional no esquadrão 23 "Devil" em 1995. Com a dissolução deste esquadrão em 2002, "Vrieske" integrou o 31º esquadrão "Tiger", onde continuou a acumular experiência e horas de voo.


Ao longo da sua carreira, participou em diversas missões operacionais e de treino, incluindo destacamentos no estrangeiro em teatros como a Bósnia, Kosovo, Afeganistão e Líbia.


Atingiu o marco das 5.000 horas de voo no dia 5 de março de 2021, durante uma missão de treino sobre as Ardenas, a partir da base aérea de Kleine-Brogel. Nesta ocasião especial, foi acompanhado por três outros pilotos experientes, totalizando juntos mais de 16.000 horas de voo em F-16.


Em reconhecimento à sua vasta experiência e dedicação, "Vrieske" foi nomeado piloto de demonstração da Força Aérea Belga para as temporadas de 2022 a 2024. Durante este período, destacou-se em eventos internacionais, recebendo prémios como o "Bill Hartree Trophy" pelo espetáculo aéreo mais cativante em Cosford e o prémio de melhor pintura no RIAT 2022 em Fairford. Esteve presente no Beja Air Show de 2022, onde pudemos apreciar as suas capacidades no seu F-16 com uma demonstração fantástica.


A trajetória de Steven "Vrieske" De Vries é um testemunho de dedicação, perícia e paixão pela aviação militar, servindo de inspiração para futuras gerações de pilotos. Vrieske tem 35 anos de carreira na Força Aérea. Destes, ele voou 31 anos no F-16, com 5.489 horas de voo e permanecerá ativo como oficial de ligação para exercícios no exterior até o final do ano.

As fotos são quase todas tiradas durante o Beja Air Show 2022 e as duas em baixo são do ultimo voo com os créditos @Kleine-Brogel AB






































quarta-feira, 30 de abril de 2025

Portugal deverá receber o primeiro Super-Tucano já este ano

 


Portugal deverá receber a sua primeira aeronave A-29N Super Tucano até ao final de 2025, após o contrato assinado a 16 de dezembro de 2024 com a Embraer para doze aeronaves avaliadas em aproximadamente 200 milhões de euros, conforme noticiado pela Janes numa entrevista ao diretor de operações (COO) da Embraer Defesa & Segurança, Walter Pinto Junior em 28 de abril de 2025.


Características e Capacidades

O A-29N é uma versão adaptada do consagrado A-29 Super Tucano, configurada para atender aos padrões da NATO. Equipada com aviônicos avançados, sistemas de comunicações específicos da aliança e barramento digital padrão NATO, a aeronave permite a integração de armas inteligentes e sensores modernos. Com capacidade para operar em pistas não preparadas e ambientes austeros, destaca-se pela sua robustez e baixos custos operacionais.

Missões e Aplicações

A versatilidade do A-29N permite a sua utilização em diversas missões, incluindo:

- Treinamento avançado de pilotos
- Apoio aéreo aproximado (CAS)
- Inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR)
- Patrulha aérea e interdição
- Treinamento de controladores aéreos avançados (JTAC)

Estas capacidades tornam-no ideal para operações em teatros de baixa ameaça, como missões de paz em África, onde Portugal mantém presença ativa. 
As aeronaves deveram ser integradas na Esquadra 103 “Caracóis” da Força Aérea Portuguesa (FAP) e deverá colmatar as lacunas de capacidade deixadas pelo abate da frota Dassault/Dornier Alpha Jet em Janeiro de 2018.


Entregas e Perspetivas

As primeiras unidades estão previstas para serem entregues no último trimestre de 2025, com entrada em operação no início de 2026. A adaptação das aeronaves aos padrões da NATO será realizada pela OGMA, empresa portuguesa com participação da Embraer, garantindo que parte significativa do investimento beneficie a indústria nacional.

Com esta aquisição, Portugal torna-se o primeiro operador do A-29N, posicionando-se na vanguarda da adoção de plataformas versáteis e modernas para missões de defesa.

Fonte: Janes Foto: Embraer





















 


Portugal deverá receber a sua primeira aeronave A-29N Super Tucano até ao final de 2025, após o contrato assinado a 16 de dezembro de 2024 com a Embraer para doze aeronaves avaliadas em aproximadamente 200 milhões de euros, conforme noticiado pela Janes numa entrevista ao diretor de operações (COO) da Embraer Defesa & Segurança, Walter Pinto Junior em 28 de abril de 2025.


Características e Capacidades

O A-29N é uma versão adaptada do consagrado A-29 Super Tucano, configurada para atender aos padrões da NATO. Equipada com aviônicos avançados, sistemas de comunicações específicos da aliança e barramento digital padrão NATO, a aeronave permite a integração de armas inteligentes e sensores modernos. Com capacidade para operar em pistas não preparadas e ambientes austeros, destaca-se pela sua robustez e baixos custos operacionais.

Missões e Aplicações

A versatilidade do A-29N permite a sua utilização em diversas missões, incluindo:

- Treinamento avançado de pilotos
- Apoio aéreo aproximado (CAS)
- Inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR)
- Patrulha aérea e interdição
- Treinamento de controladores aéreos avançados (JTAC)

Estas capacidades tornam-no ideal para operações em teatros de baixa ameaça, como missões de paz em África, onde Portugal mantém presença ativa. 
As aeronaves deveram ser integradas na Esquadra 103 “Caracóis” da Força Aérea Portuguesa (FAP) e deverá colmatar as lacunas de capacidade deixadas pelo abate da frota Dassault/Dornier Alpha Jet em Janeiro de 2018.


Entregas e Perspetivas

As primeiras unidades estão previstas para serem entregues no último trimestre de 2025, com entrada em operação no início de 2026. A adaptação das aeronaves aos padrões da NATO será realizada pela OGMA, empresa portuguesa com participação da Embraer, garantindo que parte significativa do investimento beneficie a indústria nacional.

Com esta aquisição, Portugal torna-se o primeiro operador do A-29N, posicionando-se na vanguarda da adoção de plataformas versáteis e modernas para missões de defesa.

Fonte: Janes Foto: Embraer





















segunda-feira, 28 de abril de 2025

A Esquadra 751 faz 47 anos

 

A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.

 

De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751 executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio tático e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.

 


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.

 

Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e o que anteriormente era assegurado pela Esquadra 751, a partir de 16 de Maio de 2023 renascia a Esquadra 752 que passou a assegurar os serviços de Busca e Salvamento e o apoio às missões de interesse público, nomeadamente na assistência às populações na Região Autónoma dos Açores. "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.



















































 

A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.

 

De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751 executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio tático e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.

 


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.

 

Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e o que anteriormente era assegurado pela Esquadra 751, a partir de 16 de Maio de 2023 renascia a Esquadra 752 que passou a assegurar os serviços de Busca e Salvamento e o apoio às missões de interesse público, nomeadamente na assistência às populações na Região Autónoma dos Açores. "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.



















































sábado, 26 de abril de 2025

F-35 visto como única opção de 5.ª geração para substituir F-16 portugueses

 


Na recente Conferência de Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa afirmou que, entre as aeronaves disponíveis, apenas o F-35 cumpre plenamente os requisitos operacionais de quinta geração.

Durante a Conferência de Defesa Nacional Portuguesa, realizada a 22 de abril de 2025, o General Chefe do Estado-Maior da Força Aérea sublinhou que o caça F-35 é atualmente “a única plataforma de quinta geração disponível que responde às necessidades operacionais futuras da Força Aérea”. A sua adoção garantiria a continuidade da interoperabilidade com os aliados da NATO e uma clara vantagem tecnológica num cenário geopolítico em rápida transformação.

Portugal opera hoje cerca de 28 caças F-16, todos modernizados para o padrão MLU, que foram adquiridos em duas fases na década de 1990 e no início dos anos 2000. Embora operacionais, aproxima-se o fim da sua vida útil, exigindo uma decisão estratégica sobre o seu sucessor.

Apesar da inclinação técnica para o F-35, o ministro da Defesa, Nuno Melo, referiu no inicio do ano que Portugal deverá  considerar opções europeias no segmento de caças de quarta geração avançada. Entre elas estão o Gripen E, da sueca Saab; o Rafale, da francesa Dassault; e também o Eurofighter Typhoon, desenvolvido em consórcio por vários países europeus. A escolha de uma destas plataformas poderá refletir a nova postura estratégica de Portugal face à autonomia europeia de defesa.

O processo de decisão esta´ a decorrer, mas promete marcar um novo capítulo na política de defesa portuguesa, entre a continuidade da aliança transatlântica e o reforço do compromisso europeu.






















 


Na recente Conferência de Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa afirmou que, entre as aeronaves disponíveis, apenas o F-35 cumpre plenamente os requisitos operacionais de quinta geração.

Durante a Conferência de Defesa Nacional Portuguesa, realizada a 22 de abril de 2025, o General Chefe do Estado-Maior da Força Aérea sublinhou que o caça F-35 é atualmente “a única plataforma de quinta geração disponível que responde às necessidades operacionais futuras da Força Aérea”. A sua adoção garantiria a continuidade da interoperabilidade com os aliados da NATO e uma clara vantagem tecnológica num cenário geopolítico em rápida transformação.

Portugal opera hoje cerca de 28 caças F-16, todos modernizados para o padrão MLU, que foram adquiridos em duas fases na década de 1990 e no início dos anos 2000. Embora operacionais, aproxima-se o fim da sua vida útil, exigindo uma decisão estratégica sobre o seu sucessor.

Apesar da inclinação técnica para o F-35, o ministro da Defesa, Nuno Melo, referiu no inicio do ano que Portugal deverá  considerar opções europeias no segmento de caças de quarta geração avançada. Entre elas estão o Gripen E, da sueca Saab; o Rafale, da francesa Dassault; e também o Eurofighter Typhoon, desenvolvido em consórcio por vários países europeus. A escolha de uma destas plataformas poderá refletir a nova postura estratégica de Portugal face à autonomia europeia de defesa.

O processo de decisão esta´ a decorrer, mas promete marcar um novo capítulo na política de defesa portuguesa, entre a continuidade da aliança transatlântica e o reforço do compromisso europeu.






















quarta-feira, 16 de abril de 2025

F-16AM intercetam aeronave da Federação Russa

 


Dois F-16AM da Força Aérea foram ativados no dia 14 de abril, para intercetarem um avião nos céus bálticos, no âmbito da missão Enhanced Air Policing 2025. 

A aeronave em questão tratou-se de um Ilyushin Il-20M cuja designação NATO e´ "Coot-A", avião quadrimotor de recolha de informações a partir de sinais electrónicos (SIGINT).

O alerta foi dado ao início da manhã desse dia, pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, na Alemanha, após a detecção de um avião, que sobrevoava o espaço aéreo internacional não cumprindo os regulamentos de tráfego aéreo. Após a ativação, uma parelha de F-16M descolou da Base Aérea de Amari, na Estónia, para responder à situação de imediato. Depois de identificado, esse meio aéreo foi acompanhado pelos caças portugueses. 

O destacamento português e´ composto por quatro caças F-16AM e um contingente de até 95 militares. O cumprimento desta missou demonstrou uma vez mais a capacidade operacional da Força Aérea em missões de policiamento aéreo no âmbito da NATO, ao garantir a segurança e a integridade do espaço aéreo da Aliança. Portugal através da sua Força Aérea está destacado em Amari, na Estónia desde o passado 1 de abril e a missão irá decorrer durante quatro meses.

Fonte e Fotos: FAP e NATO AIRCOM























 


Dois F-16AM da Força Aérea foram ativados no dia 14 de abril, para intercetarem um avião nos céus bálticos, no âmbito da missão Enhanced Air Policing 2025. 

A aeronave em questão tratou-se de um Ilyushin Il-20M cuja designação NATO e´ "Coot-A", avião quadrimotor de recolha de informações a partir de sinais electrónicos (SIGINT).

O alerta foi dado ao início da manhã desse dia, pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, na Alemanha, após a detecção de um avião, que sobrevoava o espaço aéreo internacional não cumprindo os regulamentos de tráfego aéreo. Após a ativação, uma parelha de F-16M descolou da Base Aérea de Amari, na Estónia, para responder à situação de imediato. Depois de identificado, esse meio aéreo foi acompanhado pelos caças portugueses. 

O destacamento português e´ composto por quatro caças F-16AM e um contingente de até 95 militares. O cumprimento desta missou demonstrou uma vez mais a capacidade operacional da Força Aérea em missões de policiamento aéreo no âmbito da NATO, ao garantir a segurança e a integridade do espaço aéreo da Aliança. Portugal através da sua Força Aérea está destacado em Amari, na Estónia desde o passado 1 de abril e a missão irá decorrer durante quatro meses.

Fonte e Fotos: FAP e NATO AIRCOM