segunda-feira, 28 de abril de 2025

A Esquadra 751 faz 47 anos

 

A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.

 

De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751 executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio tático e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.

 


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.

 

Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e o que anteriormente era assegurado pela Esquadra 751, a partir de 16 de Maio de 2023 renascia a Esquadra 752 que passou a assegurar os serviços de Busca e Salvamento e o apoio às missões de interesse público, nomeadamente na assistência às populações na Região Autónoma dos Açores. "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.



















































 

A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.

 

De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751 executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio tático e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.

 


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.

 

Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e o que anteriormente era assegurado pela Esquadra 751, a partir de 16 de Maio de 2023 renascia a Esquadra 752 que passou a assegurar os serviços de Busca e Salvamento e o apoio às missões de interesse público, nomeadamente na assistência às populações na Região Autónoma dos Açores. "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.



















































sábado, 26 de abril de 2025

F-35 visto como única opção de 5.ª geração para substituir F-16 portugueses

 


Na recente Conferência de Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa afirmou que, entre as aeronaves disponíveis, apenas o F-35 cumpre plenamente os requisitos operacionais de quinta geração.

Durante a Conferência de Defesa Nacional Portuguesa, realizada a 22 de abril de 2025, o General Chefe do Estado-Maior da Força Aérea sublinhou que o caça F-35 é atualmente “a única plataforma de quinta geração disponível que responde às necessidades operacionais futuras da Força Aérea”. A sua adoção garantiria a continuidade da interoperabilidade com os aliados da NATO e uma clara vantagem tecnológica num cenário geopolítico em rápida transformação.

Portugal opera hoje cerca de 28 caças F-16, todos modernizados para o padrão MLU, que foram adquiridos em duas fases na década de 1990 e no início dos anos 2000. Embora operacionais, aproxima-se o fim da sua vida útil, exigindo uma decisão estratégica sobre o seu sucessor.

Apesar da inclinação técnica para o F-35, o ministro da Defesa, Nuno Melo, referiu no inicio do ano que Portugal deverá  considerar opções europeias no segmento de caças de quarta geração avançada. Entre elas estão o Gripen E, da sueca Saab; o Rafale, da francesa Dassault; e também o Eurofighter Typhoon, desenvolvido em consórcio por vários países europeus. A escolha de uma destas plataformas poderá refletir a nova postura estratégica de Portugal face à autonomia europeia de defesa.

O processo de decisão esta´ a decorrer, mas promete marcar um novo capítulo na política de defesa portuguesa, entre a continuidade da aliança transatlântica e o reforço do compromisso europeu.






















 


Na recente Conferência de Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa afirmou que, entre as aeronaves disponíveis, apenas o F-35 cumpre plenamente os requisitos operacionais de quinta geração.

Durante a Conferência de Defesa Nacional Portuguesa, realizada a 22 de abril de 2025, o General Chefe do Estado-Maior da Força Aérea sublinhou que o caça F-35 é atualmente “a única plataforma de quinta geração disponível que responde às necessidades operacionais futuras da Força Aérea”. A sua adoção garantiria a continuidade da interoperabilidade com os aliados da NATO e uma clara vantagem tecnológica num cenário geopolítico em rápida transformação.

Portugal opera hoje cerca de 28 caças F-16, todos modernizados para o padrão MLU, que foram adquiridos em duas fases na década de 1990 e no início dos anos 2000. Embora operacionais, aproxima-se o fim da sua vida útil, exigindo uma decisão estratégica sobre o seu sucessor.

Apesar da inclinação técnica para o F-35, o ministro da Defesa, Nuno Melo, referiu no inicio do ano que Portugal deverá  considerar opções europeias no segmento de caças de quarta geração avançada. Entre elas estão o Gripen E, da sueca Saab; o Rafale, da francesa Dassault; e também o Eurofighter Typhoon, desenvolvido em consórcio por vários países europeus. A escolha de uma destas plataformas poderá refletir a nova postura estratégica de Portugal face à autonomia europeia de defesa.

O processo de decisão esta´ a decorrer, mas promete marcar um novo capítulo na política de defesa portuguesa, entre a continuidade da aliança transatlântica e o reforço do compromisso europeu.






















quarta-feira, 16 de abril de 2025

F-16AM intercetam aeronave da Federação Russa

 


Dois F-16AM da Força Aérea foram ativados no dia 14 de abril, para intercetarem um avião nos céus bálticos, no âmbito da missão Enhanced Air Policing 2025. 

A aeronave em questão tratou-se de um Ilyushin Il-20M cuja designação NATO e´ "Coot-A", avião quadrimotor de recolha de informações a partir de sinais electrónicos (SIGINT).

O alerta foi dado ao início da manhã desse dia, pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, na Alemanha, após a detecção de um avião, que sobrevoava o espaço aéreo internacional não cumprindo os regulamentos de tráfego aéreo. Após a ativação, uma parelha de F-16M descolou da Base Aérea de Amari, na Estónia, para responder à situação de imediato. Depois de identificado, esse meio aéreo foi acompanhado pelos caças portugueses. 

O destacamento português e´ composto por quatro caças F-16AM e um contingente de até 95 militares. O cumprimento desta missou demonstrou uma vez mais a capacidade operacional da Força Aérea em missões de policiamento aéreo no âmbito da NATO, ao garantir a segurança e a integridade do espaço aéreo da Aliança. Portugal através da sua Força Aérea está destacado em Amari, na Estónia desde o passado 1 de abril e a missão irá decorrer durante quatro meses.

Fonte e Fotos: FAP e NATO AIRCOM























 


Dois F-16AM da Força Aérea foram ativados no dia 14 de abril, para intercetarem um avião nos céus bálticos, no âmbito da missão Enhanced Air Policing 2025. 

A aeronave em questão tratou-se de um Ilyushin Il-20M cuja designação NATO e´ "Coot-A", avião quadrimotor de recolha de informações a partir de sinais electrónicos (SIGINT).

O alerta foi dado ao início da manhã desse dia, pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, na Alemanha, após a detecção de um avião, que sobrevoava o espaço aéreo internacional não cumprindo os regulamentos de tráfego aéreo. Após a ativação, uma parelha de F-16M descolou da Base Aérea de Amari, na Estónia, para responder à situação de imediato. Depois de identificado, esse meio aéreo foi acompanhado pelos caças portugueses. 

O destacamento português e´ composto por quatro caças F-16AM e um contingente de até 95 militares. O cumprimento desta missou demonstrou uma vez mais a capacidade operacional da Força Aérea em missões de policiamento aéreo no âmbito da NATO, ao garantir a segurança e a integridade do espaço aéreo da Aliança. Portugal através da sua Força Aérea está destacado em Amari, na Estónia desde o passado 1 de abril e a missão irá decorrer durante quatro meses.

Fonte e Fotos: FAP e NATO AIRCOM























segunda-feira, 24 de março de 2025

Os Lobos estão de parabéns. A Esquadra 601 comemora 39 anos

 

A Esquadra 601 "Lobos" comemora hoje, dia 24 de março, o seu 39º Aniversário, nasceu em março de 1986, tendo-lhe sido atribuída como missão primária executar operações de patrulhamento marítimo e de guerra de superfície e subsuperfície e como missão secundária executar operações de busca e salvamento e de minagem. 

Durante estes 39 anos, a frota operou duas aeronaves P-3;  a frota de P-3P esteve ao serviço da FAP durante 25 anos, contabilizando mais de 25000 horas de voo. O seu último voo foi realizado no dia 13 de outubro de 2011 para um breve voo de despedida.

O P-3C CUP+, entrou ao serviço operacional em janeiro de 2011 revelando-se uma plataforma extremamente versátil, que permite a execução de um leque alargado de missões sobre a terra, sobre o mar e em condições meteorológicas adversas, com uma enorme autonomia e raio de ação.


As missões que vão desde a Busca e Salvamento, ao Patrulhamento Marítimo, à recolha de informações até às mais exigentes e complexas missões de luta Antisubmarina, Anti-superfície, ISTAR (Intelligence, Surveillance, Target Acquisition and Reconnaissance) e de apoio a Forças Especiais.

A aeronave possui ainda capacidades de C2, Network Centric Warfare (Guerra Centrada em Rede) e de largada de armamento inteligente nomeadamente o Torpedo MK-46 e os mísseis AGM-84 Harpoon e o AGM-65 Maverick, mantendo a capacidade de minagem e largada de bombas de fins gerais, bem como a capacidade de sobrevivência em ambiente hostil.


Graças à excelente capacidade de autonomia do P-3C CUP+, e aos sensores que a equipam esta plataforma pode ser utilizada em operações conjuntas com outras Forças Militares e outros órgãos de Estado em missões específicas de complexidade acrescida, sempre que o interesse nacional assim o determine.

Actualmente está em fase de concretização o aumento da frota através da aquisição de todo o inventário da frota P-3C é constituída por seis aeronaves, conjuntos Mid-Life Upgrade (MLU) das quais já chegaram 4, sobressalentes, equipamentos de apoio e bancadas de teste, bem como os simuladores de voo e de procedimentos táticos.


Parabéns aos Lobos e votos de boas missões a fazer jus ao seu lema “Ser-lhe à todo o Oceano obediente”.





















 

A Esquadra 601 "Lobos" comemora hoje, dia 24 de março, o seu 39º Aniversário, nasceu em março de 1986, tendo-lhe sido atribuída como missão primária executar operações de patrulhamento marítimo e de guerra de superfície e subsuperfície e como missão secundária executar operações de busca e salvamento e de minagem. 

Durante estes 39 anos, a frota operou duas aeronaves P-3;  a frota de P-3P esteve ao serviço da FAP durante 25 anos, contabilizando mais de 25000 horas de voo. O seu último voo foi realizado no dia 13 de outubro de 2011 para um breve voo de despedida.

O P-3C CUP+, entrou ao serviço operacional em janeiro de 2011 revelando-se uma plataforma extremamente versátil, que permite a execução de um leque alargado de missões sobre a terra, sobre o mar e em condições meteorológicas adversas, com uma enorme autonomia e raio de ação.


As missões que vão desde a Busca e Salvamento, ao Patrulhamento Marítimo, à recolha de informações até às mais exigentes e complexas missões de luta Antisubmarina, Anti-superfície, ISTAR (Intelligence, Surveillance, Target Acquisition and Reconnaissance) e de apoio a Forças Especiais.

A aeronave possui ainda capacidades de C2, Network Centric Warfare (Guerra Centrada em Rede) e de largada de armamento inteligente nomeadamente o Torpedo MK-46 e os mísseis AGM-84 Harpoon e o AGM-65 Maverick, mantendo a capacidade de minagem e largada de bombas de fins gerais, bem como a capacidade de sobrevivência em ambiente hostil.


Graças à excelente capacidade de autonomia do P-3C CUP+, e aos sensores que a equipam esta plataforma pode ser utilizada em operações conjuntas com outras Forças Militares e outros órgãos de Estado em missões específicas de complexidade acrescida, sempre que o interesse nacional assim o determine.

Actualmente está em fase de concretização o aumento da frota através da aquisição de todo o inventário da frota P-3C é constituída por seis aeronaves, conjuntos Mid-Life Upgrade (MLU) das quais já chegaram 4, sobressalentes, equipamentos de apoio e bancadas de teste, bem como os simuladores de voo e de procedimentos táticos.


Parabéns aos Lobos e votos de boas missões a fazer jus ao seu lema “Ser-lhe à todo o Oceano obediente”.





















terça-feira, 11 de março de 2025

Primeira missão de busca e salvamento foi há 70 anos

 

A primeira missão de resgate aéreo realizada por um helicóptero da Força Aérea ocorreu há 70 anos atrás, no dia 10 de Março de 1955. 

Nesse dia teve lugar a primeira evacuação aeromédica. Vindo a bordo do porta-aviões USS Tripoli que se encontrava ao largo da ilha Terceira dos Açores, um helicóptero Sikorsky H-19ª nº 9101 pilotado pelo Capitão Piloto Aviador Manuel Peixoto Rodrigues, descolou do convés do navio tendo como destino as Lajes. 

A bordo do helicóptero foi transportado um marinheiro norte-americano que necessitava de cuidados médicos urgentes e salienta-se o facto do Sikorsky H-19 estar a ser transportado de Lisboa para os Açores no porta-aviões.

Foto: @FAP

O Sikorsky H-19A operou entre 1952 e 1961 na Base Aérea N.º 4, nas Lajes, Açores, integrado na Esquadra de Busca e Salvamento, mais tarde designada por Esquadra 42. 

No Museu do Ar, entre muitas outras aeronaves, encontramos uma réplica daquele helicóptero: o Sikorsky, responsável pelas missões de Busca e Salvamento nos Açores naquela época.

 

Fonte: FAP













 

A primeira missão de resgate aéreo realizada por um helicóptero da Força Aérea ocorreu há 70 anos atrás, no dia 10 de Março de 1955. 

Nesse dia teve lugar a primeira evacuação aeromédica. Vindo a bordo do porta-aviões USS Tripoli que se encontrava ao largo da ilha Terceira dos Açores, um helicóptero Sikorsky H-19ª nº 9101 pilotado pelo Capitão Piloto Aviador Manuel Peixoto Rodrigues, descolou do convés do navio tendo como destino as Lajes. 

A bordo do helicóptero foi transportado um marinheiro norte-americano que necessitava de cuidados médicos urgentes e salienta-se o facto do Sikorsky H-19 estar a ser transportado de Lisboa para os Açores no porta-aviões.

Foto: @FAP

O Sikorsky H-19A operou entre 1952 e 1961 na Base Aérea N.º 4, nas Lajes, Açores, integrado na Esquadra de Busca e Salvamento, mais tarde designada por Esquadra 42. 

No Museu do Ar, entre muitas outras aeronaves, encontramos uma réplica daquele helicóptero: o Sikorsky, responsável pelas missões de Busca e Salvamento nos Açores naquela época.

 

Fonte: FAP













segunda-feira, 10 de março de 2025

Helicópteros Puma entregues por Portugal à Ucrânia

 

Portugal confirmou em janeiro de 2025 a entrega de helicópteros Aérospatiale SA 330 Puma à Ucrânia que foram concluídas no quarto trimestre de 2024 como parte do pacote total de ajuda militar de Portugal à Ucrânia.

O Ministro da Defesa Nuno Melo confirmou a transferência em janeiro de 2025 durante a 25ª reunião do Ukrain Defence Contact Group na Base Aérea de Ramstein, confirmando que o apoio militar de Portugal à Ucrânia iria continuar em 2025. 

Nuno Melo referiu ainda que Portugal excedeu a ajuda militar prevista para a Ucrânia para 2024. A sua declaração, feita em janeiro de 2025, reflete um ajustamento na assistência militar de Portugal no quadro do apoio europeu à Ucrânia. A ajuda militar de Portugal em 2024 incluiu vários tipos de equipamento, como veículos blindados, projéteis de artilharia e helicópteros Aérospatiale SA 330 Puma. As entregas anteriores incluíram também tanques Leopard 2A6, veículos blindados de transporte de pessoal M113, obuses e munições.

Os helicópteros SA 330 portugueses passaram por três programas de modernização, incluindo a integração do radar Omera ORB-31, um sistema que fornecia navegação autónoma e permitia o lançamento e a orientação de mísseis Exocet. Estavam desde 2012 em fase de venda/alienação mas sem sucesso.

Fonte: OSINT

































 

Portugal confirmou em janeiro de 2025 a entrega de helicópteros Aérospatiale SA 330 Puma à Ucrânia que foram concluídas no quarto trimestre de 2024 como parte do pacote total de ajuda militar de Portugal à Ucrânia.

O Ministro da Defesa Nuno Melo confirmou a transferência em janeiro de 2025 durante a 25ª reunião do Ukrain Defence Contact Group na Base Aérea de Ramstein, confirmando que o apoio militar de Portugal à Ucrânia iria continuar em 2025. 

Nuno Melo referiu ainda que Portugal excedeu a ajuda militar prevista para a Ucrânia para 2024. A sua declaração, feita em janeiro de 2025, reflete um ajustamento na assistência militar de Portugal no quadro do apoio europeu à Ucrânia. A ajuda militar de Portugal em 2024 incluiu vários tipos de equipamento, como veículos blindados, projéteis de artilharia e helicópteros Aérospatiale SA 330 Puma. As entregas anteriores incluíram também tanques Leopard 2A6, veículos blindados de transporte de pessoal M113, obuses e munições.

Os helicópteros SA 330 portugueses passaram por três programas de modernização, incluindo a integração do radar Omera ORB-31, um sistema que fornecia navegação autónoma e permitia o lançamento e a orientação de mísseis Exocet. Estavam desde 2012 em fase de venda/alienação mas sem sucesso.

Fonte: OSINT

































quarta-feira, 5 de março de 2025

Supermarine Spitfire - 89 anos a voar

 

Hoje celebra-se o octogésimo nono aniversário do 1º voo de Supermarine Spitfire que foi para o ar neste dia com o Capitão José "Mutt" Summers e cuja aeronave voou durante 8 minutos.

Spitfire. Projectado em 1936 por Reginald Mitchel, o mesmo que criou na década de 20 o Supermarine S6, entrou ao serviço em Agosto de 1938 na versão MK I. O seu nome do inglês Spit (cuspir) e fire (fogo), poderá ser traduzido como "cuspidor de fogo" e designa uma pessoa de temperamento explosivo.

O primeiro voo foi efectuado em 5 de Março de 1936, com 9,12m de comprimento e uma envergadura de 11,22 m o Spitfire atingia a velocidade máxima de 582 km/h, propulsionado pelo Rolls Royce Merlin de 12 cilindros em V. Foram construídos ao todo cerca de 20.351 unidades em mais de quarenta versões e para além da Royal Air Force, o Spitfire também foi utilizado como avião de caça pela França, África do Sul, Bélgica, Canadá e Portugal.

Ainda no Air Sumit de 2022 tivemos a oportunidade de ver um exemplar do Spitfire dos muitos existentes pelo mundo fora em estado de voo. Parabéns Spitfire.























 

Hoje celebra-se o octogésimo nono aniversário do 1º voo de Supermarine Spitfire que foi para o ar neste dia com o Capitão José "Mutt" Summers e cuja aeronave voou durante 8 minutos.

Spitfire. Projectado em 1936 por Reginald Mitchel, o mesmo que criou na década de 20 o Supermarine S6, entrou ao serviço em Agosto de 1938 na versão MK I. O seu nome do inglês Spit (cuspir) e fire (fogo), poderá ser traduzido como "cuspidor de fogo" e designa uma pessoa de temperamento explosivo.

O primeiro voo foi efectuado em 5 de Março de 1936, com 9,12m de comprimento e uma envergadura de 11,22 m o Spitfire atingia a velocidade máxima de 582 km/h, propulsionado pelo Rolls Royce Merlin de 12 cilindros em V. Foram construídos ao todo cerca de 20.351 unidades em mais de quarenta versões e para além da Royal Air Force, o Spitfire também foi utilizado como avião de caça pela França, África do Sul, Bélgica, Canadá e Portugal.

Ainda no Air Sumit de 2022 tivemos a oportunidade de ver um exemplar do Spitfire dos muitos existentes pelo mundo fora em estado de voo. Parabéns Spitfire.