terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Elephant Walk de F-16 Holandeses, em jeito de despedida

 


A Real Força Aérea Holandesa (RNLAF) mostrou recentemente a capacidade do seu poder aéreo na Base Aérea de Volkel através de um “Elephant Walk”. 

Neste momento a Holanda está numa fase de transição, gradualmente a terminar a operação do seu F-16 para o ir substituindo pelo novo caça de 5ª geração, o F-35 Lightning II e deverá ter sido provavelmente a última vez que os F-16 estiveram simultaneamente prontos para combate aéreo.

No total foram 14 F-16 para testarem a prontidão e demonstrar a força operacional. “É bom mostrar o poder aéreo que podemos gerar nesta fase de transição. Recebemos aviões de Leeuwarden e a nossa Esquadra, a última a operar o F-16, existe há mais de 70 anos ” referiu o Comandante da Esquadra 312, Tenente Coronel Patrick Vreeburg. 

Esquadra 312

O F-16 irá terminar o serviço operacional na Holanda no final de setembro de 2024. A partir dessa data voará apenas com o F-35 Lightning II. Em Outubro passado a Esquadra 312 participou no exercício militar internacional da NATO “Steadfast Noon”  sobre a Itália, Mar Mediterrâneo e Croácia, provavelmente pela última vez.

 

Fonte e fotos: Koninkijke Luchtmacht, Vliegbasis Volkel











































 


A Real Força Aérea Holandesa (RNLAF) mostrou recentemente a capacidade do seu poder aéreo na Base Aérea de Volkel através de um “Elephant Walk”. 

Neste momento a Holanda está numa fase de transição, gradualmente a terminar a operação do seu F-16 para o ir substituindo pelo novo caça de 5ª geração, o F-35 Lightning II e deverá ter sido provavelmente a última vez que os F-16 estiveram simultaneamente prontos para combate aéreo.

No total foram 14 F-16 para testarem a prontidão e demonstrar a força operacional. “É bom mostrar o poder aéreo que podemos gerar nesta fase de transição. Recebemos aviões de Leeuwarden e a nossa Esquadra, a última a operar o F-16, existe há mais de 70 anos ” referiu o Comandante da Esquadra 312, Tenente Coronel Patrick Vreeburg. 

Esquadra 312

O F-16 irá terminar o serviço operacional na Holanda no final de setembro de 2024. A partir dessa data voará apenas com o F-35 Lightning II. Em Outubro passado a Esquadra 312 participou no exercício militar internacional da NATO “Steadfast Noon”  sobre a Itália, Mar Mediterrâneo e Croácia, provavelmente pela última vez.

 

Fonte e fotos: Koninkijke Luchtmacht, Vliegbasis Volkel











































segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Apresentado oficialmente o primeiro F-35 Belga.

 

A Lockheed Martin apresentou oficialmente o primeiro F-35A Lightning II da Bélgica ao governo belga durante uma cerimónia de lançamento nas instalações de produção do F-35 da Lockheed Martin. Este evento marca um marco significativo na história da Força Aérea Belga e fortalece a aliança entre os Estados Unidos e a Bélgica, um importante aliado da NATO.

Com base no legado do F-16, o F-35 garantirá que a Força Aérea Belga possa cumprir as suas missões da NATO e proteger os principais interesses da aliança. Ao servir como a solução de segurança mais avançada do século XXI, o F-35 conectará recursos entre domínios para aumentar a consciência situacional da Bélgica e dos seus principais parceiros europeus.

O programa da Bélgica exige 34 F-35As. A primeira aeronave, designada AY-01, será entregue à Força Aérea Belga no próximo ano. Enquanto isso, será baseado na Base Aérea de Luke, Arizona, onde ocorre o treino de pilotos e staff de manutenção do F-35.

Os F-35 operam agora em 31 bases em todo o mundo. Até ao momento, a Lockheed Martin entregou mais de 980 F-35, treinou mais de 2.250 pilotos e 15.125 pessaol de manutenção e a frota de F-35 ultrapassou 768.000 horas de voo acumuladas. A Lockheed Martin continua a trabalhar lado a lado com os operadores do F-35 para garantir que os aliados permaneçam à frente da ameaça em evolução. 

Fonte e fotos Lockheed Martin




























 

A Lockheed Martin apresentou oficialmente o primeiro F-35A Lightning II da Bélgica ao governo belga durante uma cerimónia de lançamento nas instalações de produção do F-35 da Lockheed Martin. Este evento marca um marco significativo na história da Força Aérea Belga e fortalece a aliança entre os Estados Unidos e a Bélgica, um importante aliado da NATO.

Com base no legado do F-16, o F-35 garantirá que a Força Aérea Belga possa cumprir as suas missões da NATO e proteger os principais interesses da aliança. Ao servir como a solução de segurança mais avançada do século XXI, o F-35 conectará recursos entre domínios para aumentar a consciência situacional da Bélgica e dos seus principais parceiros europeus.

O programa da Bélgica exige 34 F-35As. A primeira aeronave, designada AY-01, será entregue à Força Aérea Belga no próximo ano. Enquanto isso, será baseado na Base Aérea de Luke, Arizona, onde ocorre o treino de pilotos e staff de manutenção do F-35.

Os F-35 operam agora em 31 bases em todo o mundo. Até ao momento, a Lockheed Martin entregou mais de 980 F-35, treinou mais de 2.250 pilotos e 15.125 pessaol de manutenção e a frota de F-35 ultrapassou 768.000 horas de voo acumuladas. A Lockheed Martin continua a trabalhar lado a lado com os operadores do F-35 para garantir que os aliados permaneçam à frente da ameaça em evolução. 

Fonte e fotos Lockheed Martin




























quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Coreia do Sul é o sétimo país a selecionar o Embraer C-390 Millennium

 

A Coreia do Sul anunciou o Embraer C-390 como é o vencedor do programa LTA-II, que fornecerá novas aeronaves de transporte militar à Força Aérea da República da Coreia, no passado dia 4 de Dezembro.

De acordo com o contrato assinado, a Embraer fornecerá um número não revelado de aeronaves C-390 Millennium configuradas para atender aos requisitos específicos da ROKAF. O acordo também inclui a prestação de serviços e suporte, incluindo treino, equipamentos de apoio em solo e peças de substituição.

A Embraer também oferecerá um amplo pacote de cooperação com entidades locais, incluindo a fabricação de uma quantidade significativa de peças do C-390 Millennium por empresas parceiras coreanas e o desenvolvimento de um fornecedor local de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul ).

A Coreia do Sul é o sétimo país a selecionar o C-390, depois de Brasil, Portugal, Hungria, Holanda, Áustria e República Tcheca. O C-390 está redefinindo o transporte aéreo militar e desafiando a lógica por trás das plataformas da geração atual e futura, oferecendo capacidade multimissão, confiabilidade e interoperabilidade.

O C-390 pode transportar mais carga (26 toneladas) em comparação a outras aeronaves militares de transporte de sua categoria, e voa mais rápido (470 nós) e mais longe, sendo capaz de realizar uma ampla gama de missões de logística, transporte e lançamento cargas e tropas, evacuação aeromédica, busca e resgate, combate a incêndios e missões humanitárias, operando em pistas temporárias ou não pavimentadas.

Desde a entrada em operação na Força Aérea Brasileira, em 2019, e mais recentemente na Força Aérea Portuguesa, em 2023, o C-390 comprovou sua capacidade, confiabilidade e desempenho. A atual frota de aeronaves em operação acumula mais de 10.800 horas de voo, com disponibilidade operacional em torno de 80% e taxas de conclusão de missão acima de 99%, demonstrando excecional produtividade na categoria.

Fonte e 1ª foto via Embraer 




















 

A Coreia do Sul anunciou o Embraer C-390 como é o vencedor do programa LTA-II, que fornecerá novas aeronaves de transporte militar à Força Aérea da República da Coreia, no passado dia 4 de Dezembro.

De acordo com o contrato assinado, a Embraer fornecerá um número não revelado de aeronaves C-390 Millennium configuradas para atender aos requisitos específicos da ROKAF. O acordo também inclui a prestação de serviços e suporte, incluindo treino, equipamentos de apoio em solo e peças de substituição.

A Embraer também oferecerá um amplo pacote de cooperação com entidades locais, incluindo a fabricação de uma quantidade significativa de peças do C-390 Millennium por empresas parceiras coreanas e o desenvolvimento de um fornecedor local de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul ).

A Coreia do Sul é o sétimo país a selecionar o C-390, depois de Brasil, Portugal, Hungria, Holanda, Áustria e República Tcheca. O C-390 está redefinindo o transporte aéreo militar e desafiando a lógica por trás das plataformas da geração atual e futura, oferecendo capacidade multimissão, confiabilidade e interoperabilidade.

O C-390 pode transportar mais carga (26 toneladas) em comparação a outras aeronaves militares de transporte de sua categoria, e voa mais rápido (470 nós) e mais longe, sendo capaz de realizar uma ampla gama de missões de logística, transporte e lançamento cargas e tropas, evacuação aeromédica, busca e resgate, combate a incêndios e missões humanitárias, operando em pistas temporárias ou não pavimentadas.

Desde a entrada em operação na Força Aérea Brasileira, em 2019, e mais recentemente na Força Aérea Portuguesa, em 2023, o C-390 comprovou sua capacidade, confiabilidade e desempenho. A atual frota de aeronaves em operação acumula mais de 10.800 horas de voo, com disponibilidade operacional em torno de 80% e taxas de conclusão de missão acima de 99%, demonstrando excecional produtividade na categoria.

Fonte e 1ª foto via Embraer 




















terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Embraer assina acordo para à Arábia Saudita com o objetivo de venda do KC-390

 

A Indústria Militar da Arábia Saudita (SAMI) e a EMBRAER do Brasil assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para iniciar uma cooperação nas suas indústrias aeroespaciais, com prioridade para Defesa e Segurança.

A Embraer confirmou um acordo com a Arábia Saudita para futuras instalações de manutenção e até linha de montagem do KC-390 no país árabe no passado dia 29 de Novembro.

A Embraer refere que o memorando irá ampliar as capacidades de manutenção de aeronaves da Embraer no reinado. Assim, as empresas têm como alvo o estabelecimento de um Centro Regional de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul) e de uma linha de montagem final para o Embraer C-390, bem como a integração do sistema de missão no Reino da Arábia Saudita.

O evento aconteceu durante a visita do Presidente Lula à Arábia Saudita no seu terceiro mandato, onde participou no evento da Embraer e disse que procura “fortalecer o comércio entre os dois países”.

No mesmo evento, Bosco da Costa Júnior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança referiu que “estamos muito satisfeitos com a assinatura desse acordo com a SAMI. Esse é o primeiro passo para avançar na cooperação em Defesa e Segurança envolvendo as cadeias de produção entre os dois países. Com esse Memorando de Entendimento, a Embraer avança ainda mais num mercado estratégico. Trabalharemos para agregar valor para a indústria local, para a Royal Saudi Air Force e para o Reino da Arábia Saudita”, 

Entre outros, a Embraer pretende vender o C-390 para substituir a já antiga frota de aviões de transporte C-130 Hércules da RSAF, onde possui 40 dessas aeronaves, sendo 33 para transporte e sete KC-130 para reabastecimento em voo.

O KC-390 está operacional nas forças aéreas do Brasil e Portugal e já foi selecionado pela Holanda, Hungria, Áustria e República Tcheca. Países como África do Sul, Emirados Árabes, Grécia e Índia já demonstraram interesse na aeronave.

Fonte e fotos via Embraer
















 

A Indústria Militar da Arábia Saudita (SAMI) e a EMBRAER do Brasil assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para iniciar uma cooperação nas suas indústrias aeroespaciais, com prioridade para Defesa e Segurança.

A Embraer confirmou um acordo com a Arábia Saudita para futuras instalações de manutenção e até linha de montagem do KC-390 no país árabe no passado dia 29 de Novembro.

A Embraer refere que o memorando irá ampliar as capacidades de manutenção de aeronaves da Embraer no reinado. Assim, as empresas têm como alvo o estabelecimento de um Centro Regional de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul) e de uma linha de montagem final para o Embraer C-390, bem como a integração do sistema de missão no Reino da Arábia Saudita.

O evento aconteceu durante a visita do Presidente Lula à Arábia Saudita no seu terceiro mandato, onde participou no evento da Embraer e disse que procura “fortalecer o comércio entre os dois países”.

No mesmo evento, Bosco da Costa Júnior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança referiu que “estamos muito satisfeitos com a assinatura desse acordo com a SAMI. Esse é o primeiro passo para avançar na cooperação em Defesa e Segurança envolvendo as cadeias de produção entre os dois países. Com esse Memorando de Entendimento, a Embraer avança ainda mais num mercado estratégico. Trabalharemos para agregar valor para a indústria local, para a Royal Saudi Air Force e para o Reino da Arábia Saudita”, 

Entre outros, a Embraer pretende vender o C-390 para substituir a já antiga frota de aviões de transporte C-130 Hércules da RSAF, onde possui 40 dessas aeronaves, sendo 33 para transporte e sete KC-130 para reabastecimento em voo.

O KC-390 está operacional nas forças aéreas do Brasil e Portugal e já foi selecionado pela Holanda, Hungria, Áustria e República Tcheca. Países como África do Sul, Emirados Árabes, Grécia e Índia já demonstraram interesse na aeronave.

Fonte e fotos via Embraer
















segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Roménia recebeu os primeiros três F-16 da Noruega de um total de 32

 

Os três primeiros aviões F-16 Fighting Falcon comprados pela Roménia à Noruega aterram na passada quarta-feira, 29 de novembro, na Base Aérea 86 " Tenente Aviador Gheorghe Mociorniță" em Borcea. Nesse momento decorreu a cerimónia de receção na presença de oficiais romenos, noruegueses e americanos.

A aquisição do novo lote de aviões F-16 Fighting Falcon e o pacote de bens e serviços incluídos garantirá o aumento da segurança da Roménia através da execução da defesa do espaço aéreo nacional/OTAN, durante a paz e em situações de crise, através do Permanent Combat Service – Air Policing, sob o comando da OTAN.

De acordo com o conceito de realização gradual da capacidade de defesa aérea, no âmbito do programa “Avion multirol al Forțelor Aeriene”, o governo romeno adjudicou ao governo da Noruega o contrato para a compra de 32 aeronaves F-16 com apoio logístico inicial e um pacote complementar de bens e serviços ao Governo dos Estados Unidos. Os F-16 para a Roménia serão entregues em condições operacionais, com os recursos disponíveis garantindo a sua operacionalidade durante um período de transição de pelo menos 10 anos para aeronaves de quinta geração, o que torna a compra de caças noruegueses, efetivamente, uma transferência de capacidades entre dois Países aliados da OTAN.

A aquisição destes 32 F-16AM/BM aumentará a frota romena para 49 aeronaves. Atualmente, a Força Aérea Romena já possui 17 Fighting Falcons F-16AM/BM (MLU), incluindo 14 F-16AM e três F-16BM, também adquiridos a Portugal em outubro de 2013 (12 ) e em janeiro de 2020 (5). Estes caças multifuncionais estão atualmente configurados para o padrão M5.2R, com capacidades semelhantes às aeronaves Block 50/52, mas serão atualizados para a configuração M6.X num futuro próximo para atender aos requisitos da OTAN.

Os F-16 noruegueses que possuem a configuração M6.5.2, com capacidade de utilizar armamento guiado por laser JDAM e mísseis ar-ar AMRAAM-120D, serão modernizados para poderem oito sistemas GPS LN-260 e 19 sistemas de rádio tático do MIDS-JTRS – Sistema Multifuncional de Distribuição de Informações Conjunto de Rádio Tático.

A frota de F-16AM/BM (MLU) da Roménia é atualmente operada pela Escadrila 53 Vânătoare (53º Fighter Squadron) “Warhawks” na Base Aérea de Borcea, no sudeste da Romênia, mas um segundo grupo de voo para lidar com a crescente frota de Fighting Falcon.

Atualmente, a Força Aérea Romena possui 17 aeronaves F-16 adquiridas com base nas disposições do Conceito para a realização gradual da capacidade de defesa aérea dentro do programa "Avion multirol al Forţelor Aeriene” da Força Aérea Romena.

Fonte e Fotos via Forţele Aeriene Române






























 

Os três primeiros aviões F-16 Fighting Falcon comprados pela Roménia à Noruega aterram na passada quarta-feira, 29 de novembro, na Base Aérea 86 " Tenente Aviador Gheorghe Mociorniță" em Borcea. Nesse momento decorreu a cerimónia de receção na presença de oficiais romenos, noruegueses e americanos.

A aquisição do novo lote de aviões F-16 Fighting Falcon e o pacote de bens e serviços incluídos garantirá o aumento da segurança da Roménia através da execução da defesa do espaço aéreo nacional/OTAN, durante a paz e em situações de crise, através do Permanent Combat Service – Air Policing, sob o comando da OTAN.

De acordo com o conceito de realização gradual da capacidade de defesa aérea, no âmbito do programa “Avion multirol al Forțelor Aeriene”, o governo romeno adjudicou ao governo da Noruega o contrato para a compra de 32 aeronaves F-16 com apoio logístico inicial e um pacote complementar de bens e serviços ao Governo dos Estados Unidos. Os F-16 para a Roménia serão entregues em condições operacionais, com os recursos disponíveis garantindo a sua operacionalidade durante um período de transição de pelo menos 10 anos para aeronaves de quinta geração, o que torna a compra de caças noruegueses, efetivamente, uma transferência de capacidades entre dois Países aliados da OTAN.

A aquisição destes 32 F-16AM/BM aumentará a frota romena para 49 aeronaves. Atualmente, a Força Aérea Romena já possui 17 Fighting Falcons F-16AM/BM (MLU), incluindo 14 F-16AM e três F-16BM, também adquiridos a Portugal em outubro de 2013 (12 ) e em janeiro de 2020 (5). Estes caças multifuncionais estão atualmente configurados para o padrão M5.2R, com capacidades semelhantes às aeronaves Block 50/52, mas serão atualizados para a configuração M6.X num futuro próximo para atender aos requisitos da OTAN.

Os F-16 noruegueses que possuem a configuração M6.5.2, com capacidade de utilizar armamento guiado por laser JDAM e mísseis ar-ar AMRAAM-120D, serão modernizados para poderem oito sistemas GPS LN-260 e 19 sistemas de rádio tático do MIDS-JTRS – Sistema Multifuncional de Distribuição de Informações Conjunto de Rádio Tático.

A frota de F-16AM/BM (MLU) da Roménia é atualmente operada pela Escadrila 53 Vânătoare (53º Fighter Squadron) “Warhawks” na Base Aérea de Borcea, no sudeste da Romênia, mas um segundo grupo de voo para lidar com a crescente frota de Fighting Falcon.

Atualmente, a Força Aérea Romena possui 17 aeronaves F-16 adquiridas com base nas disposições do Conceito para a realização gradual da capacidade de defesa aérea dentro do programa "Avion multirol al Forţelor Aeriene” da Força Aérea Romena.

Fonte e Fotos via Forţele Aeriene Române






























sábado, 2 de dezembro de 2023

O F-35 Lightning II poderá ser o substituto dos 16AM/BM da Força Aérea Portuguesa

 

A lista crescente de países membros da NATO que optam por esta aeronave também inclui o Canadá e, possivelmente, Portugal em breve. Portugal não parecia um provável cliente para o F-35. A probabilidade era que a Força Aérea Portuguesa procurasse em breve trocar os vinte e sete F-16AM/BM atualmente em operação por um modelo mais recente do F-16.

No dia 27 de Novembro, o Chefe de Estado Maior da Força Aérea, General João Cartaxo Alves, revelou o plano de renovação da “Força Aérea 5.3” que abrange a aquisição de drones MALE, aeronaves de ataque leve e caças-bombardeiros de quinta geração. O drone proposto, inferido do plano “Força Aérea 5.3” , é o MQ-9 SkyGuardian fabricado pela empresa americana General Atomics.

Aviões ligeiros de ataque também aparecem no âmbito dos novos projetos de aquisição detalhados na lei de programação militar aprovada em Agosto passado. À primeira vista, o A-29N “Super Tucano” da Embraer poderá ser a escolha.

O destino do F-16AM/BM, ainda em serviço, está sob escrutínio desde pelo menos 2019. O Ministério da Defesa indicou em outubro daquele ano que as aeronaves restantes deveriam permanecer operacionais até que sua substituição por modelos de quinta geração fosse realizada. A decisão final sobre isso deverá ocorrer nesta década.

 “Esta é uma visão para o futuro, portanto não há atualmente nenhum processo de aquisição de aeronaves para substituir os F-16”, disse um porta-voz do gabinete da ministra da Defesa de Portugal, Helena Carreiras.

O general João Cartaxo Alves, chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa (CEMFA), levantou a questão quando o mesmo porta-voz disse que o CEMFA “mencionou” numa audiência numa conferência de transporte aéreo militar e reabastecimento aéreo em Lisboa, na segunda-feira, que, nas palavras do ministério, “a aeronave F-35 parece ser a aeronave apropriada para, no futuro, substituir o atual F-16, semelhante aos estados parceiros europeus que migraram do F-16 para o F-35.”

Não há referência a uma aquisição de F-35 ou a um esforço de substituição de F-16 na proposta de Lei de Programação Militar (LPM) de Portugal, que estabelece grandes aquisições de defesa e gastos de longo prazo com a defesa nacional, aprovada pelo Conselho de Ministros do país em março de 2023.

Este último programa LPM aloca gastos de € 5,5m milhões até 2034 e prioriza oito grandes aquisições, lideradas por um novo programa Close Support Aircraft e outros projetos já em andamento, incluindo encomendas de aeronaves de transporte Embraer C-390 Millennium.

No entanto, caso uma aquisição do F-35 eventualmente fosse concretizada, Portugal seguiria uma série de nações europeias como Bélgica, Dinamarca, Noruega e Holanda para substituir as frotas de F-16 pelo Joint Strike Fighter.

Fonte: Defence360



























 

A lista crescente de países membros da NATO que optam por esta aeronave também inclui o Canadá e, possivelmente, Portugal em breve. Portugal não parecia um provável cliente para o F-35. A probabilidade era que a Força Aérea Portuguesa procurasse em breve trocar os vinte e sete F-16AM/BM atualmente em operação por um modelo mais recente do F-16.

No dia 27 de Novembro, o Chefe de Estado Maior da Força Aérea, General João Cartaxo Alves, revelou o plano de renovação da “Força Aérea 5.3” que abrange a aquisição de drones MALE, aeronaves de ataque leve e caças-bombardeiros de quinta geração. O drone proposto, inferido do plano “Força Aérea 5.3” , é o MQ-9 SkyGuardian fabricado pela empresa americana General Atomics.

Aviões ligeiros de ataque também aparecem no âmbito dos novos projetos de aquisição detalhados na lei de programação militar aprovada em Agosto passado. À primeira vista, o A-29N “Super Tucano” da Embraer poderá ser a escolha.

O destino do F-16AM/BM, ainda em serviço, está sob escrutínio desde pelo menos 2019. O Ministério da Defesa indicou em outubro daquele ano que as aeronaves restantes deveriam permanecer operacionais até que sua substituição por modelos de quinta geração fosse realizada. A decisão final sobre isso deverá ocorrer nesta década.

 “Esta é uma visão para o futuro, portanto não há atualmente nenhum processo de aquisição de aeronaves para substituir os F-16”, disse um porta-voz do gabinete da ministra da Defesa de Portugal, Helena Carreiras.

O general João Cartaxo Alves, chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa (CEMFA), levantou a questão quando o mesmo porta-voz disse que o CEMFA “mencionou” numa audiência numa conferência de transporte aéreo militar e reabastecimento aéreo em Lisboa, na segunda-feira, que, nas palavras do ministério, “a aeronave F-35 parece ser a aeronave apropriada para, no futuro, substituir o atual F-16, semelhante aos estados parceiros europeus que migraram do F-16 para o F-35.”

Não há referência a uma aquisição de F-35 ou a um esforço de substituição de F-16 na proposta de Lei de Programação Militar (LPM) de Portugal, que estabelece grandes aquisições de defesa e gastos de longo prazo com a defesa nacional, aprovada pelo Conselho de Ministros do país em março de 2023.

Este último programa LPM aloca gastos de € 5,5m milhões até 2034 e prioriza oito grandes aquisições, lideradas por um novo programa Close Support Aircraft e outros projetos já em andamento, incluindo encomendas de aeronaves de transporte Embraer C-390 Millennium.

No entanto, caso uma aquisição do F-35 eventualmente fosse concretizada, Portugal seguiria uma série de nações europeias como Bélgica, Dinamarca, Noruega e Holanda para substituir as frotas de F-16 pelo Joint Strike Fighter.

Fonte: Defence360



























sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Night Block Training 2023 chegou ao fim.

 


Já estão de regresso os F-16AM belgas que estiveram durante 15 dias a operar a partir da Base Aérea 5 de Monte Real para o exercicio Night Block Training 2023.


Entretanto está a caminho um A-400 Belga (BAF637) em direção a Portugal que deverá vir buscar todo o staff.

Tratou-se de um exercício conjunto das Esquadras Belgas 349 Maces e 31 Tigers com os F-16AM das Esquadras 201 Falcões e 301 Jaguares.

Durante estas duas semanas que passaram os movimentos aéreo realizaram-me por 2 momentos, o primeiro durante a tarde e o segundo durante a noite, as descolagens eram efetuadas aproximadamente pelas 14 horas e 18 horas locais. Votos de um bom regresso a casa.

Fonte ADSB


























 


Já estão de regresso os F-16AM belgas que estiveram durante 15 dias a operar a partir da Base Aérea 5 de Monte Real para o exercicio Night Block Training 2023.


Entretanto está a caminho um A-400 Belga (BAF637) em direção a Portugal que deverá vir buscar todo o staff.

Tratou-se de um exercício conjunto das Esquadras Belgas 349 Maces e 31 Tigers com os F-16AM das Esquadras 201 Falcões e 301 Jaguares.

Durante estas duas semanas que passaram os movimentos aéreo realizaram-me por 2 momentos, o primeiro durante a tarde e o segundo durante a noite, as descolagens eram efetuadas aproximadamente pelas 14 horas e 18 horas locais. Votos de um bom regresso a casa.

Fonte ADSB