sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Esquadra 201 Falcões celebra 66 anos

 

Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 66 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958.Em setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.

Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efetuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efetuou destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos. Atualmente os Falcões estão integrados na força de Icelandic Air Policing.

Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU e a frota já ultrapassou a marca histórica das 100.000 horas de voo. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos. Parabéns Falcões.


















 

Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 66 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958.Em setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.

Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efetuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efetuou destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos. Atualmente os Falcões estão integrados na força de Icelandic Air Policing.

Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU e a frota já ultrapassou a marca histórica das 100.000 horas de voo. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos. Parabéns Falcões.


















A Base Aérea 5 de Monte Real comemora 65 anos

 

Em 04 de outubro de 1959 foi oficialmente inaugurada a Base Aérea N.º 5 (BA5), sendo no dia 04 de outubro celebrado o Dia da Unidade. Adotando para seu lema a divisa “Alcança Quem Não Cansa”, foram-lhe atribuídas duas Esquadras de Voo: a 51 “Falcões” e a 52 “Galos”, inicialmente com 50 aviões F-86F SABRE, que foram mais tarde aumentados para 65.

Em 1974 recebe os T-33 vindos da Ota, em 1977 chegam os primeiros 6 T-38 Talon de um total de 12. Em Julho de 1980 termina a operação dos F-86F com mais de 60.000 horas de voo. Em 24 de Dezembro de 1981 chegam os primeiros 9 A-7P de um total de 50 que equipam 2 esquadras, 302 “Falcões” e a 304 “Magníficos”.

Com a redução da frota operacional dos A-7P que foram concentrados na Esquadra 304, a Esquadra 302 foi descativada e em julho de 1994 chegam à BA5 os primeiros quatro de uma frota de 20 F-16A/B , destinados à já reativada, desde 04 de outubro de 1993, Esquadra 201 “Falcões”.

Em 10 de julho de 1999, o A-7P CORSAIR II efetuou o último voo, após 18 anos ao serviço da Força Aérea Portuguesa, ao longo dos quais efetuou aproximadamente 64.000 horas de voo.

A Base Aérea de Monte Real sempre foi para mim um motivo de enorme interesse pelo meu hobbie de fotografia de aviação, até hoje estive presente em todas as mudanças das aeronaves operacionais, do F-86F ao T-38 passando pelo T-33, a chegada dos A-7P e dos F-16 que são os atuais operacionais através das 2 esquadras 201 Falcões e 301 Jaguares.

Aproveitando esta data importante na vida da Base da Aviação de Caça, comemora-se também o aniversário da Esquadra 201 Falcões que fazem este ano 66.

























 

Em 04 de outubro de 1959 foi oficialmente inaugurada a Base Aérea N.º 5 (BA5), sendo no dia 04 de outubro celebrado o Dia da Unidade. Adotando para seu lema a divisa “Alcança Quem Não Cansa”, foram-lhe atribuídas duas Esquadras de Voo: a 51 “Falcões” e a 52 “Galos”, inicialmente com 50 aviões F-86F SABRE, que foram mais tarde aumentados para 65.

Em 1974 recebe os T-33 vindos da Ota, em 1977 chegam os primeiros 6 T-38 Talon de um total de 12. Em Julho de 1980 termina a operação dos F-86F com mais de 60.000 horas de voo. Em 24 de Dezembro de 1981 chegam os primeiros 9 A-7P de um total de 50 que equipam 2 esquadras, 302 “Falcões” e a 304 “Magníficos”.

Com a redução da frota operacional dos A-7P que foram concentrados na Esquadra 304, a Esquadra 302 foi descativada e em julho de 1994 chegam à BA5 os primeiros quatro de uma frota de 20 F-16A/B , destinados à já reativada, desde 04 de outubro de 1993, Esquadra 201 “Falcões”.

Em 10 de julho de 1999, o A-7P CORSAIR II efetuou o último voo, após 18 anos ao serviço da Força Aérea Portuguesa, ao longo dos quais efetuou aproximadamente 64.000 horas de voo.

A Base Aérea de Monte Real sempre foi para mim um motivo de enorme interesse pelo meu hobbie de fotografia de aviação, até hoje estive presente em todas as mudanças das aeronaves operacionais, do F-86F ao T-38 passando pelo T-33, a chegada dos A-7P e dos F-16 que são os atuais operacionais através das 2 esquadras 201 Falcões e 301 Jaguares.

Aproveitando esta data importante na vida da Base da Aviação de Caça, comemora-se também o aniversário da Esquadra 201 Falcões que fazem este ano 66.

























quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Esquadra 751 na Hungria para o HTIC

 

Os Pumas da Esquadra 751 estão desde 29 de Setembro na Base Aérea de Pápa na Hungria a participar no 10º Helicopter Tactics Instructors Course (HTIC). O destacamento é constituído por 23 militares e um EH-101 Merlin.

De carácter multinacional, o HTIC é um exercício que visa dotar os nossos militares como instrutores táticos de helicópteros, destacando-se como um exercício fundamental para a capacitação e constante evolução dos nossos “Pumas”.

A primeira fase do exercício decorreu na Base Aérea de Sintra e foi realizada nas instalações do MHTC - Multinational Helicopter Training Centre, a qual se dividiu em Ground Phase e simulador. Segue-se agora a fase dos voos, na Hungria que irá decorrer durante as próximas 3 semanas.

Fonte e foto: FAP



































 

Os Pumas da Esquadra 751 estão desde 29 de Setembro na Base Aérea de Pápa na Hungria a participar no 10º Helicopter Tactics Instructors Course (HTIC). O destacamento é constituído por 23 militares e um EH-101 Merlin.

De carácter multinacional, o HTIC é um exercício que visa dotar os nossos militares como instrutores táticos de helicópteros, destacando-se como um exercício fundamental para a capacitação e constante evolução dos nossos “Pumas”.

A primeira fase do exercício decorreu na Base Aérea de Sintra e foi realizada nas instalações do MHTC - Multinational Helicopter Training Centre, a qual se dividiu em Ground Phase e simulador. Segue-se agora a fase dos voos, na Hungria que irá decorrer durante as próximas 3 semanas.

Fonte e foto: FAP



































sábado, 28 de setembro de 2024

KC-390 Millennium de regresso com cidadãos portugueses retirados do Líbano

 

Um grupo de 44 cidadãos portugueses que foram retirados do Líbano vai chegar este sábado ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. Inicialmente composto por 24 que estavam já previstos na sexta-feira e posteriormente mais 20 que entretanto solicitaram a sua retirada.

Os portugueses saíram num avião da Força Aérea rumo a Portugal, que fez escala em Nicósia no Chipre, prevê-se que cheguem ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, entre as 21:00 e as 22:00.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, já tinha avançado que o Governo português tinha mecanismos prontos para retirar portugueses que quisessem sair do Líbano.

"Nós temos estado em contacto, desde há muito tempo, com todos os portugueses que estão identificados e, portanto, (…) temos mecanismos que estão prontos para poder fazer o apoio que é necessário para a sua retirada", garantiu o primeiro-ministro.

Israel e Hezbollah estão envolvidos num intenso fogo cruzado diário desde 07 de outubro de 2023, após o ataque do Hamas em solo israelita que desencadeou a atual guerra na Faixa de Gaza, levando a que dezenas de milhares de pessoas tenham abandonado as suas casas em ambos os lados da fronteira israelo-libanesa.

Com o call sign “AFP13” o KC-390 Millenium pertencente à Esquadra 506 Rinocerontes está de regresso a Portugal. Mais uma vez "Só pode o que impossível parecia". Grandes Rinocerontes.


Fontes: SIC noticias e ADSB 
























 

Um grupo de 44 cidadãos portugueses que foram retirados do Líbano vai chegar este sábado ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. Inicialmente composto por 24 que estavam já previstos na sexta-feira e posteriormente mais 20 que entretanto solicitaram a sua retirada.

Os portugueses saíram num avião da Força Aérea rumo a Portugal, que fez escala em Nicósia no Chipre, prevê-se que cheguem ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, entre as 21:00 e as 22:00.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, já tinha avançado que o Governo português tinha mecanismos prontos para retirar portugueses que quisessem sair do Líbano.

"Nós temos estado em contacto, desde há muito tempo, com todos os portugueses que estão identificados e, portanto, (…) temos mecanismos que estão prontos para poder fazer o apoio que é necessário para a sua retirada", garantiu o primeiro-ministro.

Israel e Hezbollah estão envolvidos num intenso fogo cruzado diário desde 07 de outubro de 2023, após o ataque do Hamas em solo israelita que desencadeou a atual guerra na Faixa de Gaza, levando a que dezenas de milhares de pessoas tenham abandonado as suas casas em ambos os lados da fronteira israelo-libanesa.

Com o call sign “AFP13” o KC-390 Millenium pertencente à Esquadra 506 Rinocerontes está de regresso a Portugal. Mais uma vez "Só pode o que impossível parecia". Grandes Rinocerontes.


Fontes: SIC noticias e ADSB 
























sábado, 21 de setembro de 2024

Beja vai receber o Nato Tiger Meet 2025

 


O próximo NATO Tiger Meet vai decorrer entre 21 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Base Aérea N.º 11, em Beja, onde diversas esquadras de voo de países membros da NATO e parceiros irão participar no exercício anual NATO Tiger Meet.

 

O Nato Tiger Meet é um dos exercícios mais importantes e prestigiante realizado na Europa, representa uma oportunidade única para os participantes testarem técnicas, táticas e procedimentos em cenários contestados, exigindo soluções em múltiplos domínios.

De acordo com informação da Força Aérea, “o exercício irá sincronizar diversos meios aéreos, navais, terrestres, cyber & space assim como elementos de quinta geração, fomentando uma elevada dinâmica de interoperabilidade”.

 

O NATO Tiger Meet foi criado pela NATO Tiger Association, em 1961. Em 2025 Portugal recebe este exercício pela quinta vez, sob organização, planeamento e execução da Força Aérea Portuguesa onde a Esquadra 301 Jaguares será a anfitriã.

Fonte: FAP; Foto: Frame do trailer





















 


O próximo NATO Tiger Meet vai decorrer entre 21 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Base Aérea N.º 11, em Beja, onde diversas esquadras de voo de países membros da NATO e parceiros irão participar no exercício anual NATO Tiger Meet.

 

O Nato Tiger Meet é um dos exercícios mais importantes e prestigiante realizado na Europa, representa uma oportunidade única para os participantes testarem técnicas, táticas e procedimentos em cenários contestados, exigindo soluções em múltiplos domínios.

De acordo com informação da Força Aérea, “o exercício irá sincronizar diversos meios aéreos, navais, terrestres, cyber & space assim como elementos de quinta geração, fomentando uma elevada dinâmica de interoperabilidade”.

 

O NATO Tiger Meet foi criado pela NATO Tiger Association, em 1961. Em 2025 Portugal recebe este exercício pela quinta vez, sob organização, planeamento e execução da Força Aérea Portuguesa onde a Esquadra 301 Jaguares será a anfitriã.

Fonte: FAP; Foto: Frame do trailer





















domingo, 15 de setembro de 2024

Esquadra 501 Bisontes faz hoje 47 anos

 


Hoje é dia de aniversário dos Bisontes. A Esquadra 501 que opera o C-130H Hércules a partir da Base Aérea 6 do Montijo, celebra hoje 47 anos de actividade operacional.

O transporte aéreo militar teve o seu início com o exercício Himba, realizado em 1959, que previa uma ponte aérea para as províncias ultramarinas. Com a crescente instabilidade em África e com os resultados do exercício anterior, surgiu a necessidade de remodelação dos transportes aéreos. Fruto dessa situação, surgiram dois agrupamentos: um a voar Skymaster e Dakota no AB1, Portela, e outro a voar DC6 no Montijo. Foi, posteriormente, com a saída do serviço efetivo do DC6 e com a transferência da aeronave Boeing 707 que se evidenciou a necessidade de se adquirir outra aeronave. Em resultado, foi criada a esquadra 501, dando-se início à operação com o Hércules C-130H.


Fruto das suas valências, a esquadra está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. Casos disso temos: Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Afeganistão, Ruanda e Balcãs, entre outros. Parabéns Bisontes


































 


Hoje é dia de aniversário dos Bisontes. A Esquadra 501 que opera o C-130H Hércules a partir da Base Aérea 6 do Montijo, celebra hoje 47 anos de actividade operacional.

O transporte aéreo militar teve o seu início com o exercício Himba, realizado em 1959, que previa uma ponte aérea para as províncias ultramarinas. Com a crescente instabilidade em África e com os resultados do exercício anterior, surgiu a necessidade de remodelação dos transportes aéreos. Fruto dessa situação, surgiram dois agrupamentos: um a voar Skymaster e Dakota no AB1, Portela, e outro a voar DC6 no Montijo. Foi, posteriormente, com a saída do serviço efetivo do DC6 e com a transferência da aeronave Boeing 707 que se evidenciou a necessidade de se adquirir outra aeronave. Em resultado, foi criada a esquadra 501, dando-se início à operação com o Hércules C-130H.


Fruto das suas valências, a esquadra está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. Casos disso temos: Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Afeganistão, Ruanda e Balcãs, entre outros. Parabéns Bisontes


































sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Força Aérea realiza o MORSA SATER 2024

 


Decorreu de 10 a 12 de Setembro o exercício MORSA SATER 2024 na Base Aérea nº8, onde a Força Aérea pôs em prática os meios de emergência em resposta a missões de Busca e Salvamento Aéreo (SAR), em ambiente terrestre. Trata-se de um exercício simulando a queda de uma aeronave para testar a resposta a uma situação real.

O cenário decorre quando uma aeronave com 13 pessoas a bordo reporta problemas técnicos e desaparece pouco depois nos radares. A Força Aérea activa de imediato um meio de busca, um C-295M que detecta a aeronave que se despenhou e de seguida são mobilizados meios aéreos e terrestres para a busca e salvamento dos sobreviventes.

Foram depois empenhados um NH-90 espanhol, um EH-101 Merlin e um AW-119 Koala, portugueses, para resgatar as vitimas do acidente.

Uma pedreira no concelho de Santa Comba Dão serviu para testar as capacidades logísticas e operacionais na resposta a uma situação envolvendo o acidente com uma aeronave. A Protecção Civil, o Inem, a GNR e os bombeiros, participaram também neste exercício.

Este foi o cenário que serviu de base para o MORSA SATER 2024 que é um exercício que se realiza desde 2001, duas vezes por ano, como resultado de um acordo de cooperação entre Portugal e Espanha para Operações de Busca e Salvamento Aéreo, onde são treinados procedimentos em ambiente marítimo e/ou terrestre, alternando a organização entre os dois países. O objetivo principal passa por aperfeiçoar a resposta a cenários de missões de Busca e Salvamento Aéreo, treinando a coordenação e interoperabilidade entre diferentes organizações dos dois países participantes, nas diferentes fases de planeamento, execução e apoio.

Fotos: FAP























 


Decorreu de 10 a 12 de Setembro o exercício MORSA SATER 2024 na Base Aérea nº8, onde a Força Aérea pôs em prática os meios de emergência em resposta a missões de Busca e Salvamento Aéreo (SAR), em ambiente terrestre. Trata-se de um exercício simulando a queda de uma aeronave para testar a resposta a uma situação real.

O cenário decorre quando uma aeronave com 13 pessoas a bordo reporta problemas técnicos e desaparece pouco depois nos radares. A Força Aérea activa de imediato um meio de busca, um C-295M que detecta a aeronave que se despenhou e de seguida são mobilizados meios aéreos e terrestres para a busca e salvamento dos sobreviventes.

Foram depois empenhados um NH-90 espanhol, um EH-101 Merlin e um AW-119 Koala, portugueses, para resgatar as vitimas do acidente.

Uma pedreira no concelho de Santa Comba Dão serviu para testar as capacidades logísticas e operacionais na resposta a uma situação envolvendo o acidente com uma aeronave. A Protecção Civil, o Inem, a GNR e os bombeiros, participaram também neste exercício.

Este foi o cenário que serviu de base para o MORSA SATER 2024 que é um exercício que se realiza desde 2001, duas vezes por ano, como resultado de um acordo de cooperação entre Portugal e Espanha para Operações de Busca e Salvamento Aéreo, onde são treinados procedimentos em ambiente marítimo e/ou terrestre, alternando a organização entre os dois países. O objetivo principal passa por aperfeiçoar a resposta a cenários de missões de Busca e Salvamento Aéreo, treinando a coordenação e interoperabilidade entre diferentes organizações dos dois países participantes, nas diferentes fases de planeamento, execução e apoio.

Fotos: FAP