terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Canadá anuncia a aquisição do F-35 Lightning II

 


O governo do Canadá anunciou a aquisição da aeronave F-35 Lightning II de 5ª geração da Lockheed Martin como resultado final do concurso "Future Fighter Capability Project".

A Royal Canadian Air Force receberá 88 caças furtivos F-35A, uma solução de sustentação adaptada aos requisitos soberanos do Canadá e um programa de treino abrangente. As primeiras entregas estão previstas para começar em 2026, e o Canadá deverá atingir a capacidade operacional total com toda a nossa frota entre 2032 e 2034.

De acordo com fonte governamental, a aquisição e manutenção inicial do projeto F-35 tem o potencial de contribuir com mais de $ 425 milhões anualmente para o produto interno bruto do Canadá, cerca de 3.300 empregos anuais para a indústria canadense e parceiros da cadeia de valor durante um período de 25 anos (direto e indireto).

Esta aquisição do F-35, fortalece a capacidade operacional do Canadá para com seus aliados como uma pedra angular para a interoperabilidade com o NORAD e a OTAN. Até ao momento, o F-35 opera a partir de 27 bases em todo o mundo, com nove nações operando F-35s em seu território. Existem mais de 890 F-35 em serviço hoje, com mais de 1.870 pilotos e 13.500 mantenedores treinados na aeronave. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte: Governo Canadá e Lockheed Martin

































 


O governo do Canadá anunciou a aquisição da aeronave F-35 Lightning II de 5ª geração da Lockheed Martin como resultado final do concurso "Future Fighter Capability Project".

A Royal Canadian Air Force receberá 88 caças furtivos F-35A, uma solução de sustentação adaptada aos requisitos soberanos do Canadá e um programa de treino abrangente. As primeiras entregas estão previstas para começar em 2026, e o Canadá deverá atingir a capacidade operacional total com toda a nossa frota entre 2032 e 2034.

De acordo com fonte governamental, a aquisição e manutenção inicial do projeto F-35 tem o potencial de contribuir com mais de $ 425 milhões anualmente para o produto interno bruto do Canadá, cerca de 3.300 empregos anuais para a indústria canadense e parceiros da cadeia de valor durante um período de 25 anos (direto e indireto).

Esta aquisição do F-35, fortalece a capacidade operacional do Canadá para com seus aliados como uma pedra angular para a interoperabilidade com o NORAD e a OTAN. Até ao momento, o F-35 opera a partir de 27 bases em todo o mundo, com nove nações operando F-35s em seu território. Existem mais de 890 F-35 em serviço hoje, com mais de 1.870 pilotos e 13.500 mantenedores treinados na aeronave. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte: Governo Canadá e Lockheed Martin

































sábado, 7 de janeiro de 2023

F-117 Nightwahk a voar por mais 10 anos

 

Quando voou pela primeira vez no início dos anos 80, o F-117 Nighthawk foi a primeira aeronave furtiva operacional. O F-117 está oficialmente retirado de serviço há cerca de 15 anos, no entanto ainda está a ser utilizado para treinar pilotos dos EUA para combater aviões furtivos inimigos e mísseis de cruzeiro.

A Força Aérea dos Estados Unidos está a fazer planos para manter alguns de seus Nighthawks a voar até pelo menos 2034. Um pedido de informações (RFI) da Força Aérea dos EUA publicada no outono de 2022 teve por objetivo procurar empresas interessadas num potencial contrato de 10 anos para fornecer toda a manutenção para o F-117, com início em 2024.

Ocasionalmente, o F-117 foi visto a treinar com aeronaves mais novas, como o F-35B do Corpo de Fuzileiros Navais na costa da Califórnia em abril e com jatos de quarta e quinta geração sobre a Geórgia em maio. Ainda mais intrigantes são os relatos de que o F-117 está a ser usado para simular mísseis de cruzeiro para treino de defesa antimísseis.

Apenas 59 F-117 foram construídos, além de cinco protótipos. Por ser um projeto furtivo inicial com rígidos requisitos de manutenção, a Força Aérea decidiu retirar o avião quando surgiu a nova geração de aeronaves furtivas - os caças F-22 e F-35 e o bombardeiro B-2. Mas parece que ainda há vida para o velho Nighthawk. Fiquem bem, Jorge Ruivo
































































 

Quando voou pela primeira vez no início dos anos 80, o F-117 Nighthawk foi a primeira aeronave furtiva operacional. O F-117 está oficialmente retirado de serviço há cerca de 15 anos, no entanto ainda está a ser utilizado para treinar pilotos dos EUA para combater aviões furtivos inimigos e mísseis de cruzeiro.

A Força Aérea dos Estados Unidos está a fazer planos para manter alguns de seus Nighthawks a voar até pelo menos 2034. Um pedido de informações (RFI) da Força Aérea dos EUA publicada no outono de 2022 teve por objetivo procurar empresas interessadas num potencial contrato de 10 anos para fornecer toda a manutenção para o F-117, com início em 2024.

Ocasionalmente, o F-117 foi visto a treinar com aeronaves mais novas, como o F-35B do Corpo de Fuzileiros Navais na costa da Califórnia em abril e com jatos de quarta e quinta geração sobre a Geórgia em maio. Ainda mais intrigantes são os relatos de que o F-117 está a ser usado para simular mísseis de cruzeiro para treino de defesa antimísseis.

Apenas 59 F-117 foram construídos, além de cinco protótipos. Por ser um projeto furtivo inicial com rígidos requisitos de manutenção, a Força Aérea decidiu retirar o avião quando surgiu a nova geração de aeronaves furtivas - os caças F-22 e F-35 e o bombardeiro B-2. Mas parece que ainda há vida para o velho Nighthawk. Fiquem bem, Jorge Ruivo
































































quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Em 2022 a Força Aérea Portuguesa apoiou mais de 900 pessoas

 

A Força Aérea Portuguesa apresentou os números “mágicos” referente ao ano de 2022, e é sempre uma honra poder partilhá-los no CannonTwo. 

De acordo com a sua informação, a Força Aérea auxiliou diretamente 912 pessoas durante o ano de 2022, entre transportes médicos aéreos, resgates e missões de busca e salvamento e estes números representam  o maior registo dos últimos anos.

Estes são os números de 2022 no apoio à população:

- 816 doentes transportados;

- 49 pessoas resgatadas de embarcações;

- 47 pessoas salvas em missões de busca de salvamento;

- 15 transportes de órgãos para transplante;

- 630 horas de voo em missões de vigilância do espaço aéreo;

- 208 missões de vigilância marítima em território nacional e internacional;

- 399 missões de reconhecimento e avaliação integradas no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais contabilizando 1641 horas de voo.

O CannonTwo gostaria de endereçar os parabéns à Força Aérea por este enorme apoio direto à população e votos de um Grande Ano para 2023. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte e Quadros: EMFA








































 

A Força Aérea Portuguesa apresentou os números “mágicos” referente ao ano de 2022, e é sempre uma honra poder partilhá-los no CannonTwo. 

De acordo com a sua informação, a Força Aérea auxiliou diretamente 912 pessoas durante o ano de 2022, entre transportes médicos aéreos, resgates e missões de busca e salvamento e estes números representam  o maior registo dos últimos anos.

Estes são os números de 2022 no apoio à população:

- 816 doentes transportados;

- 49 pessoas resgatadas de embarcações;

- 47 pessoas salvas em missões de busca de salvamento;

- 15 transportes de órgãos para transplante;

- 630 horas de voo em missões de vigilância do espaço aéreo;

- 208 missões de vigilância marítima em território nacional e internacional;

- 399 missões de reconhecimento e avaliação integradas no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais contabilizando 1641 horas de voo.

O CannonTwo gostaria de endereçar os parabéns à Força Aérea por este enorme apoio direto à população e votos de um Grande Ano para 2023. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte e Quadros: EMFA








































terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Entregues 141 F-35 Lightning II pela Lockheed Martin em 2022

 

Em 2022 foram produzidos, pela Lockheed Martin, 141 F-35s Lightning II de todas as três versões (F-35A, F-35B e F-35C), apenas menos 1 do que no ano anterior.

No final do ano de 2022, foi acordado e confirmado a construção de mais 389 aeronaves F-35 através do Joint Program Office (JPO) no valor total de 30m milhões de dólares que será composto por 145 aeronaves para o lote 15, 127 aeronaves para o lote 16 e 126 F-35s para o lote 17.

Esses novos lotes de construção contêm aeronaves para as forças armadas dos EUA, parceiros de programas internacionais e para nações que adquirirem os seus F-35 por meio dos chamados contractos de vendas militares estrangeiras

Estes lotes de construção também incluem os primeiros F-35 Lightning II para a Finlândia, Bélgica e Polónia. Com a Alemanha a ser o mais recente país a encomendar o F-35A, 17 países agora são clientes ou parceiros do programa.

De acordo com informação da Lockheed Martin, até ao momento foram entregues 875 aeronaves e atingidas as 602.000 horas de voo, 9 Forças Aéreas a operar a aeronave no próprio país e foram voadas cerca de 355.144 missões. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte: Lockheed Martin

































 

Em 2022 foram produzidos, pela Lockheed Martin, 141 F-35s Lightning II de todas as três versões (F-35A, F-35B e F-35C), apenas menos 1 do que no ano anterior.

No final do ano de 2022, foi acordado e confirmado a construção de mais 389 aeronaves F-35 através do Joint Program Office (JPO) no valor total de 30m milhões de dólares que será composto por 145 aeronaves para o lote 15, 127 aeronaves para o lote 16 e 126 F-35s para o lote 17.

Esses novos lotes de construção contêm aeronaves para as forças armadas dos EUA, parceiros de programas internacionais e para nações que adquirirem os seus F-35 por meio dos chamados contractos de vendas militares estrangeiras

Estes lotes de construção também incluem os primeiros F-35 Lightning II para a Finlândia, Bélgica e Polónia. Com a Alemanha a ser o mais recente país a encomendar o F-35A, 17 países agora são clientes ou parceiros do programa.

De acordo com informação da Lockheed Martin, até ao momento foram entregues 875 aeronaves e atingidas as 602.000 horas de voo, 9 Forças Aéreas a operar a aeronave no próprio país e foram voadas cerca de 355.144 missões. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fonte: Lockheed Martin

































quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

OGMA entrega EH-101 Merlin à FAP

 



No passado dia 16 de Dezembro, a OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico) entregou à Força Aérea Portuguesa uma aeronave EH-101 Merlin na Base Aérea nº6 Montijo após ser vistoriada e aceite. Esta operação é ao abrigo do contrato em vigor com a Direção de Manutenção de Sistemas de Armas (DMSA) para a aquisição de serviços de manutenção da frota EH-101 Merlin.

Fonte e foto: OGMA
































 



No passado dia 16 de Dezembro, a OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico) entregou à Força Aérea Portuguesa uma aeronave EH-101 Merlin na Base Aérea nº6 Montijo após ser vistoriada e aceite. Esta operação é ao abrigo do contrato em vigor com a Direção de Manutenção de Sistemas de Armas (DMSA) para a aquisição de serviços de manutenção da frota EH-101 Merlin.

Fonte e foto: OGMA
































quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Boeing 747 - O final de uma Era

Depois de mais de cinco décadas, a linha de produção do Boeing 747 terminou. O último modelo registrado com o número de série do fabricante (MSN) 67150 e registo N863GT saiu da fábrica da empresa em Everett e será entregue à transportadora de carga Atlas Air para entrar em serviço no início de 2023.

O primeiro voo de teste da “Rainha dos Céus” foi em 9 de fevereiro de 1969, e sua entrada em serviço comercial foi através da Companhia Pan Am em 22 de janeiro de 1970 sendo a primeira rota de longa distância do Boeing 747 foi um voo entre Nova York ( JFK) e Londres – Heathrow (LHR).

No final da década de 1980, a Boeing construiu a variante de maior sucesso do programa, o 747-400, onde mais de 600 unidades foram construídas nas versões de passageiros, carga e combi. Com o 747-400, as companhias aéreas começaram a expandir suas operações sem escalas entre a Ásia-Pacífico e a América do Norte, dando início a uma das primeiras eras de voos mais longos do mundo.

A última variante da “Rainha dos Céus” foi o 747-8, que foi construído para aproveitar os novos motores e a tecnologia mais moderna desenvolvida para o programa 787 Dreamliner, que iniciou em 2004. A empresa esperava vender cerca de 300 unidades entre passageiros e versões de carga, mas apenas 153 foram vendidos, sendo o modelo de carga o mais popular.

Entre as maiores operadoras de Boeing 747 da história estão Japan Airlines, United Airlines, Lufthansa, British Airways, Qantas, Singapore Airlines, Pan Am, Northwest Airlines e Air France.

Fonte e Fotos: Boeing


























Depois de mais de cinco décadas, a linha de produção do Boeing 747 terminou. O último modelo registrado com o número de série do fabricante (MSN) 67150 e registo N863GT saiu da fábrica da empresa em Everett e será entregue à transportadora de carga Atlas Air para entrar em serviço no início de 2023.

O primeiro voo de teste da “Rainha dos Céus” foi em 9 de fevereiro de 1969, e sua entrada em serviço comercial foi através da Companhia Pan Am em 22 de janeiro de 1970 sendo a primeira rota de longa distância do Boeing 747 foi um voo entre Nova York ( JFK) e Londres – Heathrow (LHR).

No final da década de 1980, a Boeing construiu a variante de maior sucesso do programa, o 747-400, onde mais de 600 unidades foram construídas nas versões de passageiros, carga e combi. Com o 747-400, as companhias aéreas começaram a expandir suas operações sem escalas entre a Ásia-Pacífico e a América do Norte, dando início a uma das primeiras eras de voos mais longos do mundo.

A última variante da “Rainha dos Céus” foi o 747-8, que foi construído para aproveitar os novos motores e a tecnologia mais moderna desenvolvida para o programa 787 Dreamliner, que iniciou em 2004. A empresa esperava vender cerca de 300 unidades entre passageiros e versões de carga, mas apenas 153 foram vendidos, sendo o modelo de carga o mais popular.

Entre as maiores operadoras de Boeing 747 da história estão Japan Airlines, United Airlines, Lufthansa, British Airways, Qantas, Singapore Airlines, Pan Am, Northwest Airlines e Air France.

Fonte e Fotos: Boeing


























sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

B-21 Raider - O novo bombardeiro furtivo

O mistério em torno do caça furtivo de sexta geração da Força Aérea dos Estados Unidos está de acordo com os escassos detalhes fornecidos na última década durante o desenvolvimento do bombardeiro, destinado a substituir os bombardeiros B-2 Spirit e B-1 Lancer.

O primeiro vislumbre de como seria a nova aeronave veio nos segundos finais de um anúncio do Northrop Grumman Super Bowl em 2015, que mostrava apenas os contornos gerais em forma de asa do avião porque estava coberto com uma lona.

Desde então, Northrop Grumman lançou apenas representações artísticas de uma aeronave em forma de asa em voo que se parece muito com o bombardeiro B-2. Como o B-2, a nova aeronave de longo alcance foi projetada para fornecer armas convencionais e nucleares enquanto voa indetetável para radares avançados e sistemas de defesa aérea em qualquer lugar do mundo. Supõe-se que o novo B-21 melhorará uma tecnologia de 30 anos.

A aeronave que será apresentada nesta sexta-feira começará os testes de voo iniciais na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, com previsão de primeiro voo para meados de 2023. Por enquanto, são seis aeronaves B-21 em vários estágios de produção e a Força Aérea planeia adquirir pelo menos 100 dos novos bombardeiros, com o primeiro a entrar em serviço em 2025 de acordo com a sua previsão.

Ao entrar em serviço, o B-21 Raider irá eventualmente substituir as frotas de bombardeiros B-1 e B-2, juntando-se ao venerável B-52 como o bombardeiro estratégico de longo alcance da Força Aérea dos Estados Unidos. A menos que sejam destacados temporariamente no estrangeiro, a frota do B-2 está a operar a partir de Whiteman AFB, no Missouri. A Força Aérea está a planear que o novo B-21 opere a partir de Ellsworth AFB em Dakota do Sul, embora Dyess AFB no Texas possa ser um local alternativo.

Fonte: ABC Foto: Northrop-Grumman





































O mistério em torno do caça furtivo de sexta geração da Força Aérea dos Estados Unidos está de acordo com os escassos detalhes fornecidos na última década durante o desenvolvimento do bombardeiro, destinado a substituir os bombardeiros B-2 Spirit e B-1 Lancer.

O primeiro vislumbre de como seria a nova aeronave veio nos segundos finais de um anúncio do Northrop Grumman Super Bowl em 2015, que mostrava apenas os contornos gerais em forma de asa do avião porque estava coberto com uma lona.

Desde então, Northrop Grumman lançou apenas representações artísticas de uma aeronave em forma de asa em voo que se parece muito com o bombardeiro B-2. Como o B-2, a nova aeronave de longo alcance foi projetada para fornecer armas convencionais e nucleares enquanto voa indetetável para radares avançados e sistemas de defesa aérea em qualquer lugar do mundo. Supõe-se que o novo B-21 melhorará uma tecnologia de 30 anos.

A aeronave que será apresentada nesta sexta-feira começará os testes de voo iniciais na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, com previsão de primeiro voo para meados de 2023. Por enquanto, são seis aeronaves B-21 em vários estágios de produção e a Força Aérea planeia adquirir pelo menos 100 dos novos bombardeiros, com o primeiro a entrar em serviço em 2025 de acordo com a sua previsão.

Ao entrar em serviço, o B-21 Raider irá eventualmente substituir as frotas de bombardeiros B-1 e B-2, juntando-se ao venerável B-52 como o bombardeiro estratégico de longo alcance da Força Aérea dos Estados Unidos. A menos que sejam destacados temporariamente no estrangeiro, a frota do B-2 está a operar a partir de Whiteman AFB, no Missouri. A Força Aérea está a planear que o novo B-21 opere a partir de Ellsworth AFB em Dakota do Sul, embora Dyess AFB no Texas possa ser um local alternativo.

Fonte: ABC Foto: Northrop-Grumman