sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Tempestade Kristin fez estragos na Base Aérea 5 de Monte Real

 

A tempestade Kristin provocou estragos significativos na Base Aérea n.º 5, em Monte Real, na madrugada de quarta-feira, quando rajadas de vento que chegaram aos 178 km/h atingiram a unidade da Força Aérea Portuguesa, estabelecendo um novo recorde de vento máximo registado na base e interrompendo mesmo o funcionamento da estrutura meteorológica local devido aos danos sofridos. A depressão atingiu com particular violência a região de Leiria e, em especial, a área de Monte Real, levando a Força Aérea a confirmar, em comunicado, a existência de “danos materiais avultados” nas infraestruturas, embora sem qualquer registo de feridos entre militares ou trabalhadores civis que se encontravam ao serviço na unidade.

O impacto do vento extremo fez ceder grandes portões e elementos estruturais de um hangar de manutenção, que acabaram por cair sobre aeronaves estacionadas no interior, danificando pelo menos dois caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, num prejuízo estimado em vários milhões de euros, segundo fontes citadas pela comunicação social. Em resultado da força das rajadas, um dos aviões foi empurrado contra o nariz de outra aeronave, agravando os danos estruturais, enquanto outros F-16, abrigados em shelters mais protegidos, terão escapado sem consequências visíveis. Para além das aeronaves, há registo de estragos noutros edifícios da base e em várias viaturas, confirmando a violência do fenómeno meteorológico e a sua capacidade destrutiva mesmo sobre infraestruturas militares concebidas para operar em condições adversas.

Apesar da dimensão dos danos materiais e da necessidade de avaliar com detalhe o estado das aeronaves afetadas e das estruturas atingidas, a Força Aérea assegurou publicamente que a missão de defesa aérea do país se mantém operacional, sublinhando que os meios e recursos disponíveis permitem continuar a garantir a vigilância e prontidão do dispositivo nacional. Em paralelo, foram de imediato desencadeadas ações internas para restabelecer a normalidade da atividade na unidade, com prioridade à segurança do pessoal e à estabilização das áreas danificadas, abrindo caminho às inspeções técnicas e aos trabalhos de reparação que se seguirão. Neste contexto, a Base Aérea de Monte Real enfrenta agora uma fase de recuperação e reconstituição de capacidades, num processo que passará pela avaliação minuciosa das estruturas, pela reparação dos F-16 afetados e pela eventual adaptação de procedimentos e infraestruturas para mitigar o impacto de fenómenos meteorológicos extremos que se venham a repetir no futuro.

Fotos: Via CM
























 

A tempestade Kristin provocou estragos significativos na Base Aérea n.º 5, em Monte Real, na madrugada de quarta-feira, quando rajadas de vento que chegaram aos 178 km/h atingiram a unidade da Força Aérea Portuguesa, estabelecendo um novo recorde de vento máximo registado na base e interrompendo mesmo o funcionamento da estrutura meteorológica local devido aos danos sofridos. A depressão atingiu com particular violência a região de Leiria e, em especial, a área de Monte Real, levando a Força Aérea a confirmar, em comunicado, a existência de “danos materiais avultados” nas infraestruturas, embora sem qualquer registo de feridos entre militares ou trabalhadores civis que se encontravam ao serviço na unidade.

O impacto do vento extremo fez ceder grandes portões e elementos estruturais de um hangar de manutenção, que acabaram por cair sobre aeronaves estacionadas no interior, danificando pelo menos dois caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, num prejuízo estimado em vários milhões de euros, segundo fontes citadas pela comunicação social. Em resultado da força das rajadas, um dos aviões foi empurrado contra o nariz de outra aeronave, agravando os danos estruturais, enquanto outros F-16, abrigados em shelters mais protegidos, terão escapado sem consequências visíveis. Para além das aeronaves, há registo de estragos noutros edifícios da base e em várias viaturas, confirmando a violência do fenómeno meteorológico e a sua capacidade destrutiva mesmo sobre infraestruturas militares concebidas para operar em condições adversas.

Apesar da dimensão dos danos materiais e da necessidade de avaliar com detalhe o estado das aeronaves afetadas e das estruturas atingidas, a Força Aérea assegurou publicamente que a missão de defesa aérea do país se mantém operacional, sublinhando que os meios e recursos disponíveis permitem continuar a garantir a vigilância e prontidão do dispositivo nacional. Em paralelo, foram de imediato desencadeadas ações internas para restabelecer a normalidade da atividade na unidade, com prioridade à segurança do pessoal e à estabilização das áreas danificadas, abrindo caminho às inspeções técnicas e aos trabalhos de reparação que se seguirão. Neste contexto, a Base Aérea de Monte Real enfrenta agora uma fase de recuperação e reconstituição de capacidades, num processo que passará pela avaliação minuciosa das estruturas, pela reparação dos F-16 afetados e pela eventual adaptação de procedimentos e infraestruturas para mitigar o impacto de fenómenos meteorológicos extremos que se venham a repetir no futuro.

Fotos: Via CM
























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