terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Foi há 8 Anos o Spotterday para a despedida do Alphajet

 

O dia 13 de janeiro de 2018, na Base Aérea N.º 11, em Beja, marcou a despedida oficial do Dassault/Dornier Alpha Jet da Força Aérea Portuguesa, então operado pela Esquadra 103 – “Caracóis”. Também foi um dia pensado para a comunidade spotter acompanhar de perto o último voo operacional daquele que foi, durante décadas, o principal avião de treino avançado a jato dos futuros pilotos de caça portugueses.

O Alpha Jet entrou ao serviço na Força Aérea Portuguesa em 1993, sendo operado pelas Esquadras 103 “Caracóis” e 301 “Jaguares” na missão de instrução avançada e conversão operacional para caça. Ao longo de cerca de 25 anos de operação em Portugal, a frota somou mais de 50 mil horas de voo, formando sucessivas gerações de pilotos de combate e assegurando também demonstrações acrobáticas, como as da patrulha Asas de Portugal.

O Spotterday de 13 de janeiro de 2018 foi organizado como evento fotográfico dedicado ao “último voo” do Alpha Jet, reunindo dezenas de entusiastas na BA11 para registarem os derradeiros movimentos da aeronave. Cerca de 60 spotters foram oficialmente convidados, tendo acesso privilegiado a zonas previamente definidas da base para fotografar as descolagens, aterragens e manobras finais dos Alpha Jet da Esquadra 103.

Nesse sábado, a Esquadra 103 – “Caracóis” realizou as últimas missões em Alpha Jet, culminando numa passagem final em formação sobre a Base Aérea de Beja. A despedida incluiu momentos protocolares, com presença de autoridades da Força Aérea, antigos pilotos e pessoal da unidade, sublinhando o simbolismo do fim de ciclo de um sistema de armas que marcou profundamente a instrução de caça em Portugal.


Com o último voo em 13 de janeiro de 2018, o Alpha Jet encerrou a sua carreira na Força Aérea, deixando um legado de segurança, fiabilidade e eficácia no treino avançado. A Esquadra 103 não foi desativada, permanecendo em Beja à espera de nova aeronave de instrução, enquanto alguns Alpha Jet foram preservados em exposição estática, perpetuando a memória do tipo e da sua importância na aviação militar portuguesa.


























































 

O dia 13 de janeiro de 2018, na Base Aérea N.º 11, em Beja, marcou a despedida oficial do Dassault/Dornier Alpha Jet da Força Aérea Portuguesa, então operado pela Esquadra 103 – “Caracóis”. Também foi um dia pensado para a comunidade spotter acompanhar de perto o último voo operacional daquele que foi, durante décadas, o principal avião de treino avançado a jato dos futuros pilotos de caça portugueses.

O Alpha Jet entrou ao serviço na Força Aérea Portuguesa em 1993, sendo operado pelas Esquadras 103 “Caracóis” e 301 “Jaguares” na missão de instrução avançada e conversão operacional para caça. Ao longo de cerca de 25 anos de operação em Portugal, a frota somou mais de 50 mil horas de voo, formando sucessivas gerações de pilotos de combate e assegurando também demonstrações acrobáticas, como as da patrulha Asas de Portugal.

O Spotterday de 13 de janeiro de 2018 foi organizado como evento fotográfico dedicado ao “último voo” do Alpha Jet, reunindo dezenas de entusiastas na BA11 para registarem os derradeiros movimentos da aeronave. Cerca de 60 spotters foram oficialmente convidados, tendo acesso privilegiado a zonas previamente definidas da base para fotografar as descolagens, aterragens e manobras finais dos Alpha Jet da Esquadra 103.

Nesse sábado, a Esquadra 103 – “Caracóis” realizou as últimas missões em Alpha Jet, culminando numa passagem final em formação sobre a Base Aérea de Beja. A despedida incluiu momentos protocolares, com presença de autoridades da Força Aérea, antigos pilotos e pessoal da unidade, sublinhando o simbolismo do fim de ciclo de um sistema de armas que marcou profundamente a instrução de caça em Portugal.


Com o último voo em 13 de janeiro de 2018, o Alpha Jet encerrou a sua carreira na Força Aérea, deixando um legado de segurança, fiabilidade e eficácia no treino avançado. A Esquadra 103 não foi desativada, permanecendo em Beja à espera de nova aeronave de instrução, enquanto alguns Alpha Jet foram preservados em exposição estática, perpetuando a memória do tipo e da sua importância na aviação militar portuguesa.


























































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