domingo, 12 de fevereiro de 2017

Piloto japonês efectua primeiro voo em F-35

F-35A no RIAT 2016

No passado dia 8 de Fevereiro na Base Aérea de Luke no Arizona voou ao comandos de um F-35 o primeiro piloto de origem japonesa, dando assim continuidade ao programa de aquisição de 42 caças de quinta geração bem como à formação de pilotos e pessoal de manutenção. 
Fonte: JASDF


































































F-35A no RIAT 2016

No passado dia 8 de Fevereiro na Base Aérea de Luke no Arizona voou ao comandos de um F-35 o primeiro piloto de origem japonesa, dando assim continuidade ao programa de aquisição de 42 caças de quinta geração bem como à formação de pilotos e pessoal de manutenção. 
Fonte: JASDF


































































Tornados da Esquadra XV de Lossiemouth vão deixar de voar.


A Base Aérea de Lossiemouth da RAF prepara-se iniciar o fim de uma Era no próximo mês com o encerramento de uma das esquadras lendárias da base. A Esquadra XV ( Reserva ), uma das esquadras de Tornados que está baseada à mais de 20 anos vai acabar.


Esta unidade da RAF que participou em diversas operações militares históricas irá deixar de voar nos finais de Março iniciando-se assim o programa que a RAF tem de acabar com a frota do Tornado GR4 em 2019.


A ultima vez que tive a oportunidade de fotografar um Tornado desta esquadra foi durante o RIAT de 2015, ano em que se comemorou os 35 anos de treino conjunto de tripulações do Reino Unido, Alemanha e Itália. Fiquem bem. Jorge Ruivo





















































A Base Aérea de Lossiemouth da RAF prepara-se iniciar o fim de uma Era no próximo mês com o encerramento de uma das esquadras lendárias da base. A Esquadra XV ( Reserva ), uma das esquadras de Tornados que está baseada à mais de 20 anos vai acabar.


Esta unidade da RAF que participou em diversas operações militares históricas irá deixar de voar nos finais de Março iniciando-se assim o programa que a RAF tem de acabar com a frota do Tornado GR4 em 2019.


A ultima vez que tive a oportunidade de fotografar um Tornado desta esquadra foi durante o RIAT de 2015, ano em que se comemorou os 35 anos de treino conjunto de tripulações do Reino Unido, Alemanha e Itália. Fiquem bem. Jorge Ruivo




















































sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Saab 37 Viggen - 50 anos



Foi à 50 anos que o Saab 37 Viggen, único caça bombardeiro sueco fez o seu primeiro voo em 8 de Fevereiro de 1967. Projetado para substituir o Saab 32 Lancen e o Saab 35 Draken, o Viggen tornou-se o pilar da Força Aérea Sueca durante o auge da Guerra Fria.


O meu encontro com esta aeronave, ocorreu em 2013 durante as comemorações dos 100 da Real Força Aérea Holandesa. Fiquem bem. Jorge Ruivo










































Foi à 50 anos que o Saab 37 Viggen, único caça bombardeiro sueco fez o seu primeiro voo em 8 de Fevereiro de 1967. Projetado para substituir o Saab 32 Lancen e o Saab 35 Draken, o Viggen tornou-se o pilar da Força Aérea Sueca durante o auge da Guerra Fria.


O meu encontro com esta aeronave, ocorreu em 2013 durante as comemorações dos 100 da Real Força Aérea Holandesa. Fiquem bem. Jorge Ruivo








































sábado, 4 de fevereiro de 2017

Esquadra 201 faz hoje 59 anos - Parabéns



Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 59 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958.Em Setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.


Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de Junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em Dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efectuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de Outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efectuou 3 destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos, sendo o ultimo efectuado em 2016.


Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos.
Fonte: EMFA

























































Com o lema "Guerra ou Paz Tanto Nos Faz" e o símbolo do Falcão Peregrino, nasceu faz hoje 59 anos, a Esquadra 50 tendo como primeiro comandante o Capitão Moura Pinto, decorria o ano de 1958.Em Setembro desse mesmo ano é feito o primeiro voo de um piloto português no F-86F que foi a primeira aeronave a equipar a esquadra e nessa altura já tinha sido alterada para Esquadra 51. Uns dias depois é ultrapassada a barreira do som pelo mesmo piloto, pela primeira vez em Portugal.


Em 1961 foi desencadeada pela Força Aérea a "Operação Atlas" que consistiu num destacamento de 8 F-86F da Base Aérea de Monte Real para a Guiné-Bissau que durou até 1963 cumprindo cerca de 577 missões operacionais. Em 1978 os Falcões foram renomeados e para "Esquadra 201, onde continuaram a operar o F-86F até 30 de Junho de 1980, somando um total de 60.000 horas. Com a chegada dos A-7P Corsair II em Dezembro de 1981, onde presenciei a chegada dos primeiros 9. Nessa data os Falcões passaram a designar-se Esquadra 302 e ao longo de 15 anos efectuaram cerca de 30.000 horas de voo.

No dia 4 de Outubro de 1993, com a aquisição dos F-16 A/B a Força Aérea Portuguesa decide renomear os Falcões como Esquadra 201, voltando à nomenclatura original relacionada com a missão de Defesa Aérea. Desde então a Esquadra 201 tem integrado missões importantes conjuntamente com os países aliados no âmbito da NATO, como a operação "Allied Force" onde realizou um total de 270 missões operacionais no Kosovo, participou no Red Flag de 2000, diversas missões de Defesa Aérea em eventos de alta visibilidade, efectuou 3 destacamentos para execução da missão de Policiamento Aéreo da NATO sobre os Países Bálticos, sendo o ultimo efectuado em 2016.


Desde 26 de Maio de 2011, a Esquadra 201 passou a operar a plataforma F-16 MLU. Historicamente, os “Falcões” são uma Esquadra de referência para a Força Aérea Portuguesa e para a Nação, não só pelos meios que operam, mas também na vanguarda em termos tecnológicos, pela atitude profissional, competente e dedicada dos seus elementos.
Fonte: EMFA























































terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Este ano os F-16 Holandeses não vão para Jordânia em destacamento


Este ano a Força Aérea Holandesa não vai deslocar os seus F-16 para a Jordânia para assumir o papel no combate ao estado Islâmico que está a ser executado pelo contingente Belga. O motivo é de ordem orçamental no entanto a Força Aérea Holandesa pode regressar a esse papel já em Janeiro de 2018, referiu uma fonte oficial.
Fonte: Alert 5











































































Este ano a Força Aérea Holandesa não vai deslocar os seus F-16 para a Jordânia para assumir o papel no combate ao estado Islâmico que está a ser executado pelo contingente Belga. O motivo é de ordem orçamental no entanto a Força Aérea Holandesa pode regressar a esse papel já em Janeiro de 2018, referiu uma fonte oficial.
Fonte: Alert 5










































































sábado, 28 de janeiro de 2017

F-16 BM 15140 - O meu episódio real 9 anos depois



28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos inesquéciveis. Faz hoje precisamente 9 anos que eu presenciei uma ejeção num F-16 e como se isso já não bastasse, uns minutos depois estava eu a falar com o piloto, TC Pereira, então comandante da Esquadra 301. 

Um dia que também não se irá apagar do meu "disco rígido". Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses, mas parecia que havia algo no ar e eu não lhes dei atenção nenhuma com a minha canon. 

Eis que de repente surge no meu horizonte a silhueta característica de um voo de teste, mais um MLU acabadinho de sair da "fábrica", o relógio marcava 13:05:17, eu estava posicionado, lateralmente, na zona da rotação favorável ao sol, em que o F-16 sobe á vertical em full afterburn. Disparei continuamente tentando enquadrar o avião no máximo zoom, canja para quem já está habituado a estas andanças eh eh eh. 

É um momento muito rápido, dada a velocidade o avião desaparece logo, fiquem a saber que demora tanto como um estalar de dedos. Até aqui tudo normal, segui para um almoço em 10 minutos, voltei ao local para tentar fotografar o close do touch and go, seguido da passagem tradicional pelo hangar da Doca 4, que significa que o avião está operacional. 

Mas desta vez ia ser diferente, comecei a ouvir um ruído de motor mas em vez de ser o habitual som, não, não era, era bem diferente, como se estivessem a dar e a tirar potencia ao motor. Eu estava no topo norte e o 15140 vinha na final da 01, nessa fase inicial eu não tenho visibilidade do avião, devidos aos pinheiros, e quando o vejo, está desalinhado com a pista 01 a direcionar-se para o lado direito da Base. 

Pensei, mas que raio de manobras são aquelas? Longe de mim de pensar numa falha, o F-16 tanto ficava na horizontal como de repente se colocava na vertical (ou quase), já vi dezenas de demos de F-16, mas aquilo não se parecia com nada. Para se situarem, a trajetória do avião, partindo da final da 01, começou a voltar á direita, numa trajetória inconstante, devido á falta de controlo que se notava e descreveu +- uma volta a 270 graus a subir ligeiramente, ficando direcionado para o mar, por cima das povoações do Casal Novo/Coucinheira, toda esta manobra foi efetuada por cima das povoações, eu estaria a uns 4/5 Km e como era longe, utilizei o zoom da maquina para ver melhor, foi então que vi uma explosão no cockpit, a canopy a saltar e numa fração de segundos a ejeção do piloto 13:43:05.


Naquele momento disparei a máquina mas estava em off e gesto de a ligar, não deu para captar esse momento. 9 segundos depois o avião já não estava a voar e havia um para-quedas no ar. A minha leitura do momento foi esta, um ato de bravura do piloto atendendo a: avião fora de controlo, por cima de povoações, ejeção e avião caiu no pinhal e nenhuma fatalidade. Estava um pouco nervoso, tinha acabado de ver uma ejeção, não estava ainda a acreditar, parecia um filme, mas era a realidade. 

De seguida tomei a decisão, errada, de tentar dar com o local, mas como a estrada já estava cortada pelos militares (junto do portão em que entramos na BA5 para os spotterday), voltei logo para trás e qual não é o meu espanto quando na estrada principal, +- na zona em frente á pista 01, vejo uma pessoa com fato de voo e capacete na mão. 

Parei o carro e como conhecia o TC Pereira de idas à Esquadra, fui cumprimentá-lo, lembro-me de ter dito que aquele não era o local mais indicado que eu o gostaria de cumprimentar, mas ainda bem que o estava a fazer naquele momento, era muito bom sinal. Eu é que estava mais nervoso, porque ainda não acreditava no que tinha presenciado. 

Claro que entreguei as fotos á Força Aérea, uns dias mais tarde na Esquadra 301 e face ao compromisso assumido documento esta história apenas com uma foto, apenas a mais bonita. Ah! E relembro a minha leitura deste momento que testemunhei, acto de bravura, é que semanas mais tarde li na revista Mais Alto a condecoração do TC Pereira pelo seu bravo desempenho neste episódio que marcará para sempre a vida de qualquer ser humano. Um abraço ao Skipper e ao resto do pessoal, mantenham-se por aqui, ok? Jorge Ruivo.
















































































28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos inesquéciveis. Faz hoje precisamente 9 anos que eu presenciei uma ejeção num F-16 e como se isso já não bastasse, uns minutos depois estava eu a falar com o piloto, TC Pereira, então comandante da Esquadra 301. 

Um dia que também não se irá apagar do meu "disco rígido". Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses, mas parecia que havia algo no ar e eu não lhes dei atenção nenhuma com a minha canon. 

Eis que de repente surge no meu horizonte a silhueta característica de um voo de teste, mais um MLU acabadinho de sair da "fábrica", o relógio marcava 13:05:17, eu estava posicionado, lateralmente, na zona da rotação favorável ao sol, em que o F-16 sobe á vertical em full afterburn. Disparei continuamente tentando enquadrar o avião no máximo zoom, canja para quem já está habituado a estas andanças eh eh eh. 

É um momento muito rápido, dada a velocidade o avião desaparece logo, fiquem a saber que demora tanto como um estalar de dedos. Até aqui tudo normal, segui para um almoço em 10 minutos, voltei ao local para tentar fotografar o close do touch and go, seguido da passagem tradicional pelo hangar da Doca 4, que significa que o avião está operacional. 

Mas desta vez ia ser diferente, comecei a ouvir um ruído de motor mas em vez de ser o habitual som, não, não era, era bem diferente, como se estivessem a dar e a tirar potencia ao motor. Eu estava no topo norte e o 15140 vinha na final da 01, nessa fase inicial eu não tenho visibilidade do avião, devidos aos pinheiros, e quando o vejo, está desalinhado com a pista 01 a direcionar-se para o lado direito da Base. 

Pensei, mas que raio de manobras são aquelas? Longe de mim de pensar numa falha, o F-16 tanto ficava na horizontal como de repente se colocava na vertical (ou quase), já vi dezenas de demos de F-16, mas aquilo não se parecia com nada. Para se situarem, a trajetória do avião, partindo da final da 01, começou a voltar á direita, numa trajetória inconstante, devido á falta de controlo que se notava e descreveu +- uma volta a 270 graus a subir ligeiramente, ficando direcionado para o mar, por cima das povoações do Casal Novo/Coucinheira, toda esta manobra foi efetuada por cima das povoações, eu estaria a uns 4/5 Km e como era longe, utilizei o zoom da maquina para ver melhor, foi então que vi uma explosão no cockpit, a canopy a saltar e numa fração de segundos a ejeção do piloto 13:43:05.


Naquele momento disparei a máquina mas estava em off e gesto de a ligar, não deu para captar esse momento. 9 segundos depois o avião já não estava a voar e havia um para-quedas no ar. A minha leitura do momento foi esta, um ato de bravura do piloto atendendo a: avião fora de controlo, por cima de povoações, ejeção e avião caiu no pinhal e nenhuma fatalidade. Estava um pouco nervoso, tinha acabado de ver uma ejeção, não estava ainda a acreditar, parecia um filme, mas era a realidade. 

De seguida tomei a decisão, errada, de tentar dar com o local, mas como a estrada já estava cortada pelos militares (junto do portão em que entramos na BA5 para os spotterday), voltei logo para trás e qual não é o meu espanto quando na estrada principal, +- na zona em frente á pista 01, vejo uma pessoa com fato de voo e capacete na mão. 

Parei o carro e como conhecia o TC Pereira de idas à Esquadra, fui cumprimentá-lo, lembro-me de ter dito que aquele não era o local mais indicado que eu o gostaria de cumprimentar, mas ainda bem que o estava a fazer naquele momento, era muito bom sinal. Eu é que estava mais nervoso, porque ainda não acreditava no que tinha presenciado. 

Claro que entreguei as fotos á Força Aérea, uns dias mais tarde na Esquadra 301 e face ao compromisso assumido documento esta história apenas com uma foto, apenas a mais bonita. Ah! E relembro a minha leitura deste momento que testemunhei, acto de bravura, é que semanas mais tarde li na revista Mais Alto a condecoração do TC Pereira pelo seu bravo desempenho neste episódio que marcará para sempre a vida de qualquer ser humano. Um abraço ao Skipper e ao resto do pessoal, mantenham-se por aqui, ok? Jorge Ruivo.














































































sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Ministro da Defesa impõe condecorações a militares da Força Aérea que participaram no Projeto de Alienação de F16 à Roménia


O Ministro da Defesa Nacional distinguiu 29 militares da Força Aérea Portuguesa pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia. A cerimonia decorreu no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional. Um momento importante que não podia deixar de ser partilhado aqui:


(...) O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, impôs esta manhã, 27 de Janeiro, no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional, a Medalha de Defesa Nacional a 24 militares da Força Aérea pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia.
No total foram distinguidos 29 militares da Força Aérea pelo desempenho que tiveram neste projeto de “elevada complexidade”, como qualificou Azeredo Lopes, mas 5 não puderam estar presentes por se encontrarem em missão no estrangeiro ou por razões de saúde. O Chefe do Estado-Maior General da Força Aérea, General Manuel Rolo, foi um dos militares distinguidos com a Medalha da Defesa Nacional, pelo trabalho desenvolvido enquanto Director do Programa.


“A modernização dos caças F-16 já entregues à Roménia permanecerá como um caso paradigmático de excelente gestão e programação, e como um exemplo de competência a todos os níveis das Forças Armadas e da Força Aérea portuguesas”, declarou o Ministro da Defesa durante a cerimónia.
Para Azeredo Lopes, “a participação de Portugal neste programa é um exemplo irrefutável de como a Defesa pode (e deve) contribuir para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. O envolvimento da OGMA no processo de modernização dos F-16 foi, e é, um fator de reconhecimento da nossa indústria aeronáutica noutros mercados e, consequentemente, junto de potenciais novos clientes. Numa fórmula muito simples, que aqui relevo com muita satisfação: a Defesa Nacional gera valor”.



O Ministro concluiu com “uma saudação e um agradecimento muito especiais e merecidos tanto ao anterior como ao atual Diretor do Programa, General Manuel Rolo e Tenente-General Joaquim Borrego, respetivamente. Saudações e agradecimentos à DGRDN e a todos os elementos que também muito contribuíram e continuam a contribuir para o programa, na pessoa do seu Diretor, Dr. Alberto Coelho, quer a todos os militares que lideraram os vários grupos de trabalho, reuniões e negociações, e, por fim, aos pilotos instrutores e de testes de F-16, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, Tenente-Coronel João Rosa e Major José Dias”.(...)
Fotos: Jorge Ruivo/CannonTwo
Fonte: Defesa





























































O Ministro da Defesa Nacional distinguiu 29 militares da Força Aérea Portuguesa pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia. A cerimonia decorreu no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional. Um momento importante que não podia deixar de ser partilhado aqui:


(...) O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, impôs esta manhã, 27 de Janeiro, no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional, a Medalha de Defesa Nacional a 24 militares da Força Aérea pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia.
No total foram distinguidos 29 militares da Força Aérea pelo desempenho que tiveram neste projeto de “elevada complexidade”, como qualificou Azeredo Lopes, mas 5 não puderam estar presentes por se encontrarem em missão no estrangeiro ou por razões de saúde. O Chefe do Estado-Maior General da Força Aérea, General Manuel Rolo, foi um dos militares distinguidos com a Medalha da Defesa Nacional, pelo trabalho desenvolvido enquanto Director do Programa.


“A modernização dos caças F-16 já entregues à Roménia permanecerá como um caso paradigmático de excelente gestão e programação, e como um exemplo de competência a todos os níveis das Forças Armadas e da Força Aérea portuguesas”, declarou o Ministro da Defesa durante a cerimónia.
Para Azeredo Lopes, “a participação de Portugal neste programa é um exemplo irrefutável de como a Defesa pode (e deve) contribuir para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. O envolvimento da OGMA no processo de modernização dos F-16 foi, e é, um fator de reconhecimento da nossa indústria aeronáutica noutros mercados e, consequentemente, junto de potenciais novos clientes. Numa fórmula muito simples, que aqui relevo com muita satisfação: a Defesa Nacional gera valor”.



O Ministro concluiu com “uma saudação e um agradecimento muito especiais e merecidos tanto ao anterior como ao atual Diretor do Programa, General Manuel Rolo e Tenente-General Joaquim Borrego, respetivamente. Saudações e agradecimentos à DGRDN e a todos os elementos que também muito contribuíram e continuam a contribuir para o programa, na pessoa do seu Diretor, Dr. Alberto Coelho, quer a todos os militares que lideraram os vários grupos de trabalho, reuniões e negociações, e, por fim, aos pilotos instrutores e de testes de F-16, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, Tenente-Coronel João Rosa e Major José Dias”.(...)
Fotos: Jorge Ruivo/CannonTwo
Fonte: Defesa