terça-feira, 26 de março de 2019

F-16AM Portugueses operam na Polónia



Imagens do destacamento dos F-16M da Força Aérea Portuguesa na Polónia, no âmbito das medidas de tranquilização da NATO (Assurance Measures 2019).



A partir da Base Aérea de Malbork, estas aeronaves estão a ser operadas por um destacamento de cerca de 70 militares.



Até finais de Abril, o destacamento contribuirá directamente para o espírito de solidariedade e de defesa colectiva da Aliança Atlântica. Findo este período, os militares regressam à Base Aérea 5 de Monte Real.



Fotos da autoria de Mateusz Chodelski, um agradecimento especial pela partilha. Fiquem bem, Jorge Ruivo



































































Imagens do destacamento dos F-16M da Força Aérea Portuguesa na Polónia, no âmbito das medidas de tranquilização da NATO (Assurance Measures 2019).



A partir da Base Aérea de Malbork, estas aeronaves estão a ser operadas por um destacamento de cerca de 70 militares.



Até finais de Abril, o destacamento contribuirá directamente para o espírito de solidariedade e de defesa colectiva da Aliança Atlântica. Findo este período, os militares regressam à Base Aérea 5 de Monte Real.



Fotos da autoria de Mateusz Chodelski, um agradecimento especial pela partilha. Fiquem bem, Jorge Ruivo

































































quarta-feira, 6 de março de 2019

F-16 de Monte Real já operam na Polónia


Desde o dia 1 de Março que na Base Aérea 22 de Malbork na Polónia estão destacados 70 militares e 4 F-16 AM, onde se vão manter por 2 meses.



Este destacamento, sob a égide das medidas de tranquilização no flanco leste da NATO (NATO Assurance Measures 2019), vai contribuir directamente para o princípio de defesa colectiva, para o espírito de solidariedade e reforçando a capacidade de dissuasão e resposta da Aliança face a potenciais ameaças.


Votos de boa missão aos militares portugueses envolvidos e um agradecimento especial ao Rui Azinheiro pela partilha das fotos espectaculares. Fiquem bem. Jorge Ruivo




























































Desde o dia 1 de Março que na Base Aérea 22 de Malbork na Polónia estão destacados 70 militares e 4 F-16 AM, onde se vão manter por 2 meses.



Este destacamento, sob a égide das medidas de tranquilização no flanco leste da NATO (NATO Assurance Measures 2019), vai contribuir directamente para o princípio de defesa colectiva, para o espírito de solidariedade e reforçando a capacidade de dissuasão e resposta da Aliança face a potenciais ameaças.


Votos de boa missão aos militares portugueses envolvidos e um agradecimento especial ao Rui Azinheiro pela partilha das fotos espectaculares. Fiquem bem. Jorge Ruivo



























































sábado, 2 de março de 2019

Força Aérea Portuguesa inicia Destacamento NATO na Polónia



Um contingente da Força Aérea Portuguesa composto por 70 militares e 4 F-16AM chegaram à Base Aérea de Malbork na Polónia para um destacamento durante os próximos dois meses.


Os F-16AM vão treinar missões Multi-funções tanto ar-ar como ar-chão originando assim excelentes oportunidades de treino conjunto não só com o país anfitrião como com outros Países da Nato e também com forças aliadas como a Suécia e a Finlândia.


Este destacamento de formação operacional tem lugar sob a égide da NATO Assurance Measures  para 2019, contribuindo directamente para o princípio da defesa colectiva e para o espírito de solidariedade que caracteriza a Aliança. O controle táctico deste destacamento é feito pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas em Uedem, Alemanha.
Fotos FAP 


















































Um contingente da Força Aérea Portuguesa composto por 70 militares e 4 F-16AM chegaram à Base Aérea de Malbork na Polónia para um destacamento durante os próximos dois meses.


Os F-16AM vão treinar missões Multi-funções tanto ar-ar como ar-chão originando assim excelentes oportunidades de treino conjunto não só com o país anfitrião como com outros Países da Nato e também com forças aliadas como a Suécia e a Finlândia.


Este destacamento de formação operacional tem lugar sob a égide da NATO Assurance Measures  para 2019, contribuindo directamente para o princípio da defesa colectiva e para o espírito de solidariedade que caracteriza a Aliança. O controle táctico deste destacamento é feito pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas em Uedem, Alemanha.
Fotos FAP 
















































quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Aterragem Final - Tornado GR4 da Royal Air Force


Estas imagens espectaculares são  o testemunho de uma despedida com pompa e circunstância do final operacional do Tornado GR4 da Royal Air Force.


Uma formação de 9 Tornados sobrevoaram  as unidade da RAF College Cranwell e Marham antes de efectuarem a última aterragem desta magnifica aeronave.


Fotógrafos da RAF pertencentes a diversas unidade da RAF  como Leeming, Cranwell, Halton, Waddington,  Coningsby e, é claro, de Marham, trabalharam juntos para ilustrar esta importante ocasião carregada de emoção na despedida final dos Tornado GR4.


Menos uma aeronave que vamos deixar de ver nos festivais aéreos.É a dura realidade para os entusiastas da aviação. Fotos RAF. Fiquem bem. Jorge Ruivo

























































Estas imagens espectaculares são  o testemunho de uma despedida com pompa e circunstância do final operacional do Tornado GR4 da Royal Air Force.


Uma formação de 9 Tornados sobrevoaram  as unidade da RAF College Cranwell e Marham antes de efectuarem a última aterragem desta magnifica aeronave.


Fotógrafos da RAF pertencentes a diversas unidade da RAF  como Leeming, Cranwell, Halton, Waddington,  Coningsby e, é claro, de Marham, trabalharam juntos para ilustrar esta importante ocasião carregada de emoção na despedida final dos Tornado GR4.


Menos uma aeronave que vamos deixar de ver nos festivais aéreos.É a dura realidade para os entusiastas da aviação. Fotos RAF. Fiquem bem. Jorge Ruivo
























































sábado, 16 de fevereiro de 2019

Chegaram os novos Koala AW-119 para a Força Aérea Portuguesa


Chegaram hoje à Base Aérea de Beja os primeiros dois Koala AW-119 de uma aquisição de 5 que vão substituir os Alouette III da Esquadra 552, que estão ao serviço da Força Aérea desde os tempos da guerra colonial em África.


Em termos militares, estes helicópteros ligeiros podem cumprir as missões até agora desempenhadas pelos Alouette: instrução básica e avançada de voo, busca e salvamento, evacuação sanitária, patrulhamento e observação. Além destas missões, os Koala têm a capacidade de operar de noite e apoiar as operações de combate aos incêndios.

Os Koala AW119 têm a capacidade de transportar até sete passageiros ou uma maca e cinco passageiros podendo ainda deslocar ainda 1400 quilos de carga suspensa. O 29701 e 29702 já estão na Base Aérea de Beja.


Um agradecimento especial ao João Calado pela amabilidade da cedência das fotos da chegada dos 2 novos helicópteros a Beja. Fiquem bem. Jorge Ruivo




















































Chegaram hoje à Base Aérea de Beja os primeiros dois Koala AW-119 de uma aquisição de 5 que vão substituir os Alouette III da Esquadra 552, que estão ao serviço da Força Aérea desde os tempos da guerra colonial em África.


Em termos militares, estes helicópteros ligeiros podem cumprir as missões até agora desempenhadas pelos Alouette: instrução básica e avançada de voo, busca e salvamento, evacuação sanitária, patrulhamento e observação. Além destas missões, os Koala têm a capacidade de operar de noite e apoiar as operações de combate aos incêndios.

Os Koala AW119 têm a capacidade de transportar até sete passageiros ou uma maca e cinco passageiros podendo ainda deslocar ainda 1400 quilos de carga suspensa. O 29701 e 29702 já estão na Base Aérea de Beja.


Um agradecimento especial ao João Calado pela amabilidade da cedência das fotos da chegada dos 2 novos helicópteros a Beja. Fiquem bem. Jorge Ruivo



















































quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Spotterday em Talavera La Real - F-5B da ALA 23



A Base Aérea de Talavera La Real recebeu centenas de entusiastas para uma jornada fotográfica que decorreu a 11 e 12 de Fevereiro em Badajoz. A Unidade de Instrução de Caça e Ataque do Ejercito del Aire, ALA 23, que opera o Casa F-5B abriu as portas aos entusiastas da aviação para passarem um dia diferente a fotografar um dia normal de trabalho operacional na Base Aérea.


Fundada em 1953 como "Escuela de Reactores", em 1954 começaram a chegar os primeiros aviões a jacto T-33 e posteriormente em 1958 a unidade foi também dotada com aviões F-86 Sabre. Em 1970 a chegada dos novos Northrop F-5A/B fabricados nas instalações da CASA em Getafe, vieram substituir os F-86 e T-33 que deixaram de voar em 1969 e 1973 respectivamente.


Ao largo de mais de 60 anos de existência esta unidade de ensinamento da arte de voar, realizou um total de 105 cursos, formando mais de 2.000 alunos pilotos. Desde a sua criação, o esforço da unidade traduz-se em mais de 250.000 horas de voo dos quais mais de 160.000 pertencem ao F-5B.


O Spotterday foi realizado sem grandes restrições mas onde o factor segurança foi preponderante para que tudo decorresse como planeado. Os militares espanhóis foram incensáveis na sua condição de receber bem e os motivos de fotografia foram abundantes através de uma exposição estática com duas aeronaves, uma linha da frente com bastantes F-5B e ainda 3 missões diárias com muitas descolagens e aterragens.


Uma palavra de agradecimento pelo boa organização e disponibilidade ao Ejercito Del Aire nestes dias dedicados aos entusiastas da aviação. Fiquem bem. Jorge Ruivo 



















































































A Base Aérea de Talavera La Real recebeu centenas de entusiastas para uma jornada fotográfica que decorreu a 11 e 12 de Fevereiro em Badajoz. A Unidade de Instrução de Caça e Ataque do Ejercito del Aire, ALA 23, que opera o Casa F-5B abriu as portas aos entusiastas da aviação para passarem um dia diferente a fotografar um dia normal de trabalho operacional na Base Aérea.


Fundada em 1953 como "Escuela de Reactores", em 1954 começaram a chegar os primeiros aviões a jacto T-33 e posteriormente em 1958 a unidade foi também dotada com aviões F-86 Sabre. Em 1970 a chegada dos novos Northrop F-5A/B fabricados nas instalações da CASA em Getafe, vieram substituir os F-86 e T-33 que deixaram de voar em 1969 e 1973 respectivamente.


Ao largo de mais de 60 anos de existência esta unidade de ensinamento da arte de voar, realizou um total de 105 cursos, formando mais de 2.000 alunos pilotos. Desde a sua criação, o esforço da unidade traduz-se em mais de 250.000 horas de voo dos quais mais de 160.000 pertencem ao F-5B.


O Spotterday foi realizado sem grandes restrições mas onde o factor segurança foi preponderante para que tudo decorresse como planeado. Os militares espanhóis foram incensáveis na sua condição de receber bem e os motivos de fotografia foram abundantes através de uma exposição estática com duas aeronaves, uma linha da frente com bastantes F-5B e ainda 3 missões diárias com muitas descolagens e aterragens.


Uma palavra de agradecimento pelo boa organização e disponibilidade ao Ejercito Del Aire nestes dias dedicados aos entusiastas da aviação. Fiquem bem. Jorge Ruivo 

















































































segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

F-16 BM 15140 - 11 anos depois




28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos aeronáuticos  inesquecíveis. Faz hoje precisamente 11 anos que eu presenciei uma ejecção num F-16. Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16, um Winter Hide talvez. 

Mas o meu objectivo era mesmo captar o F-16 BM 15140 no seu primeiro voo e as condições estavam perfeitas. No entanto a parte final é que foi diferente de tudo o que estava habituado, presenciar uma ejecção, testemunhar as manobras efectuadas e por fim encontrar-me com o piloto, TC Pereira, com o seu capacete na mão a aguardar os veículos médicos da BA5.

Importante é que tudo acabou bem, apenas perdas materiais. Fiquem bem. Jorge Ruivo















































































28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos aeronáuticos  inesquecíveis. Faz hoje precisamente 11 anos que eu presenciei uma ejecção num F-16. Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16, um Winter Hide talvez. 

Mas o meu objectivo era mesmo captar o F-16 BM 15140 no seu primeiro voo e as condições estavam perfeitas. No entanto a parte final é que foi diferente de tudo o que estava habituado, presenciar uma ejecção, testemunhar as manobras efectuadas e por fim encontrar-me com o piloto, TC Pereira, com o seu capacete na mão a aguardar os veículos médicos da BA5.

Importante é que tudo acabou bem, apenas perdas materiais. Fiquem bem. Jorge Ruivo