sexta-feira, 31 de julho de 2020

F-86 Sabre o ultimo voo

Faz hoje precisamente 40 anos que o F-86 Sabre efectuou o último voo operacional ao serviço da Força Aérea Portuguesa.


No dia 31 de Julho de 1980 descolaram da Base Aérea 5 de Monte Real a última parelha de F-86, com os números de cauda 5347 e 5360, pilotados respectivamente pelo tenente-coronel Victor Silva e capitão Roda que sobrevoaram todas as unidades da FAP num voo com a duração de 1h25m, Portugal foi o último país da NATO a operar o F-86 Sabre

As fotos a preto e branco foram tiradas quando me iniciei na fotografia e a ultima pertence ao meu amigo Rui Bruno e representa o exemplar atual que está em exposição na Base Aérea 5 de Monte Real. Fiquem bem. Jorge Ruivo.







































































Faz hoje precisamente 40 anos que o F-86 Sabre efectuou o último voo operacional ao serviço da Força Aérea Portuguesa.


No dia 31 de Julho de 1980 descolaram da Base Aérea 5 de Monte Real a última parelha de F-86, com os números de cauda 5347 e 5360, pilotados respectivamente pelo tenente-coronel Victor Silva e capitão Roda que sobrevoaram todas as unidades da FAP num voo com a duração de 1h25m, Portugal foi o último país da NATO a operar o F-86 Sabre

As fotos a preto e branco foram tiradas quando me iniciei na fotografia e a ultima pertence ao meu amigo Rui Bruno e representa o exemplar atual que está em exposição na Base Aérea 5 de Monte Real. Fiquem bem. Jorge Ruivo.







































































quinta-feira, 30 de julho de 2020

25º aniversário da Aero Fénix.


Parabéns pelos 25 anos da Aero Fénix. Este marco histórico foi comemorado na Aérodromo de Santárem no dia 25 de Julho e logo com uma atracção que foi a última aquisição um T-6 Harvard F-AZCM.


Ainda recentemente viamos fotos deste T-6 no seu trajecto para Portugal e a realidade é que vamos voltar a ter um T-6 a voar nos céus de Portugal, aeronave que carrega todo um passado cheio de história ao serviço da nossa Força Aérea.


Ficam as fotos do fly-in comemorativo dos 25 anos da Aero Fenix, com agradecimento ao Cmdt Jose Costa e ao autor das fotos, Bernardo Campeão, pela partilha das mesmas, do qual agradeço a amabilidade.


E queria deixar oa meus parabéns ao Cmdt J Munkelt Gonçalves pela concretização deste projecto que eu já andava a ouvir na primeira pessoa vai para mais de 10 anos. Vamos voltar a ver um T-6 a voar nos céus de Portugal. Fiquem bem



























































































Parabéns pelos 25 anos da Aero Fénix. Este marco histórico foi comemorado na Aérodromo de Santárem no dia 25 de Julho e logo com uma atracção que foi a última aquisição um T-6 Harvard F-AZCM.


Ainda recentemente viamos fotos deste T-6 no seu trajecto para Portugal e a realidade é que vamos voltar a ter um T-6 a voar nos céus de Portugal, aeronave que carrega todo um passado cheio de história ao serviço da nossa Força Aérea.


Ficam as fotos do fly-in comemorativo dos 25 anos da Aero Fenix, com agradecimento ao Cmdt Jose Costa e ao autor das fotos, Bernardo Campeão, pela partilha das mesmas, do qual agradeço a amabilidade.


E queria deixar oa meus parabéns ao Cmdt J Munkelt Gonçalves pela concretização deste projecto que eu já andava a ouvir na primeira pessoa vai para mais de 10 anos. Vamos voltar a ver um T-6 a voar nos céus de Portugal. Fiquem bem


























































































sexta-feira, 22 de maio de 2020

Feliz Aniversário Chipmunk - 74 anos a voar



Desenhado para suceder ao Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto no dia 22 de maio de 1946. Embora o desigh tenha sido desenvolvido pela De Havilland Aircraft of Canadá Ltd, o seu principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O protótipo tinha um motor de 108 Kw ( 145 hp ) De Havilland Gipsy Major 1C.

Foto Paulo Antunes (c)

Em Portugal, com o objectivo de modernizar a instrução de voo a aeronáutica militar substitui os velhos Tiger Moth por 10 Chipmunks que vieram para Portugal em 1951 e em 1952 com o nascimento da FAP, os Chipmunk fazem a transição para a Força Aérea Portuguesa. Também em 1952 as OGMA começam sob licença a construção de 66 unidades em que a ultima saiu da linha de montagem em 13 de Fevereiro de 1961.


Em 1956 os Chipmunk são transferidos para São Jacinto para a Esquadra de Pilotagem onde mantém a missão até 1989, no entanto entre estas datas alguns foram colocados em diversas Base Aéreas em Portugal para em 1989 serem transferidos para a BA1 Sintra onde foram desactivados entrando ao serviço os actuais Epsilon. Alguns foram cedidos a vários Aeroclubes e 7 foram entregues à Academia da Força Aérea com o objectivo de rebocar planadores e estes 7 foram recentemente remotorizados com motores Lycoming de 180 cv com 4 cilindros horizontais arrefecidos a ar.



Os Chipmunks mais conhecidos em Portugal são o CS-AZX do Museu Aéro Fénix, pertence ao Cmdt J. Munkelt Gonçalves e o G-CHPI que pertence ao Cmdt José Costa. Ambas as aeronaves são presença em festivais aéreos onde nos deliciam com as suas capacidades de performance e demonstração aérea. Tive o privilégio de por mais do que uma vez efectuar uns voos nestas máquinas fantásticas por Santarém e que eu com este contributo pretendo também aqui homenagear e agradecer. Muito mais haveria para dizer sobre o Chipmunk, mas vou ficar por aqui. Fiquem bem. Jorge Ruivo.













































































Desenhado para suceder ao Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto no dia 22 de maio de 1946. Embora o desigh tenha sido desenvolvido pela De Havilland Aircraft of Canadá Ltd, o seu principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O protótipo tinha um motor de 108 Kw ( 145 hp ) De Havilland Gipsy Major 1C.

Foto Paulo Antunes (c)

Em Portugal, com o objectivo de modernizar a instrução de voo a aeronáutica militar substitui os velhos Tiger Moth por 10 Chipmunks que vieram para Portugal em 1951 e em 1952 com o nascimento da FAP, os Chipmunk fazem a transição para a Força Aérea Portuguesa. Também em 1952 as OGMA começam sob licença a construção de 66 unidades em que a ultima saiu da linha de montagem em 13 de Fevereiro de 1961.


Em 1956 os Chipmunk são transferidos para São Jacinto para a Esquadra de Pilotagem onde mantém a missão até 1989, no entanto entre estas datas alguns foram colocados em diversas Base Aéreas em Portugal para em 1989 serem transferidos para a BA1 Sintra onde foram desactivados entrando ao serviço os actuais Epsilon. Alguns foram cedidos a vários Aeroclubes e 7 foram entregues à Academia da Força Aérea com o objectivo de rebocar planadores e estes 7 foram recentemente remotorizados com motores Lycoming de 180 cv com 4 cilindros horizontais arrefecidos a ar.



Os Chipmunks mais conhecidos em Portugal são o CS-AZX do Museu Aéro Fénix, pertence ao Cmdt J. Munkelt Gonçalves e o G-CHPI que pertence ao Cmdt José Costa. Ambas as aeronaves são presença em festivais aéreos onde nos deliciam com as suas capacidades de performance e demonstração aérea. Tive o privilégio de por mais do que uma vez efectuar uns voos nestas máquinas fantásticas por Santarém e que eu com este contributo pretendo também aqui homenagear e agradecer. Muito mais haveria para dizer sobre o Chipmunk, mas vou ficar por aqui. Fiquem bem. Jorge Ruivo.











































































sexta-feira, 15 de maio de 2020

Acidente com F-22 e piloto ejectou-se em segurança



Um caça de 5º geração F-22 pertencente ao 43rd Fighter Squadron e que estava baseado na Base Aérea de Eglin, nos Estados Unidos, caiu pelas 9:15 da manhã de hoje. O local do acidente foi a 20 km a nordeste da Base de Eglin, no campo de testes e treinos.



O piloto ejectou-se com segurança da aeronave e foi transportado para o hospital para avaliação e observação. Não houve perda de vidas ou outros danos causados pelo acidente
Fonte: Eglin.af.mil































































Um caça de 5º geração F-22 pertencente ao 43rd Fighter Squadron e que estava baseado na Base Aérea de Eglin, nos Estados Unidos, caiu pelas 9:15 da manhã de hoje. O local do acidente foi a 20 km a nordeste da Base de Eglin, no campo de testes e treinos.



O piloto ejectou-se com segurança da aeronave e foi transportado para o hospital para avaliação e observação. Não houve perda de vidas ou outros danos causados pelo acidente
Fonte: Eglin.af.mil





























































sábado, 9 de maio de 2020

Boeing F/A-18 Super Hornet Bloco III



A Boeing está a desenvolver o Super Hornet Bloco III para complementar as capacidades existentes e futuras esquadras de combate. As atualizações evoluíram para complementar outras aeronaves da Marinha dos EUA para operar efetivamente em conjunto nas próximas décadas.


As principais alterações efetuadas no avião são um maior alcance com tanques de combustível, de baixo arrasto. Os tanques montados no dorso lateralmente logo atrás do cockpit e podem transportar 3500 libras de combustível e reduzir o arrasto, permitindo que a aeronave opere por mais tempo, seja mais rápida e / ou carregue mais peso.


Um sistema avançado de cockpit que inclui um novo ecran sensível ao toque de 10x19 polegadas que oferece ao piloto a capacidade de ver, localizar e direcionar vários alvos de longo alcance gerados por uma imagem tática comum.


Deteção de longo alcance com busca por infravermelho que pode detetar ameaças sem precisar de depender do radar que pode estar congestionado, gerando uma imagem tática comum e de vários pontos a longo alcance, permitindo que o Super Hornet opere como um  sensor inteligente na rede.

Infraestrutura de rede avançada mais sofisticada com um sistema que melhora a taxa de transferência de rede de potência de computação e a integração da plataforma de sensores, permitindo grandes quantidades de dados dentro e fora da aeronave.


Nova estrutura de 9.000 horas de vida útil, ou seja, 3.000 horas adicionais, incorporando alterações de projeto em aeronaves de produção com base nos melhoramentos registados através do Programa Service Life Analysis. Fiquem bem.
Fonte e Fotos: Boeing. 















































A Boeing está a desenvolver o Super Hornet Bloco III para complementar as capacidades existentes e futuras esquadras de combate. As atualizações evoluíram para complementar outras aeronaves da Marinha dos EUA para operar efetivamente em conjunto nas próximas décadas.


As principais alterações efetuadas no avião são um maior alcance com tanques de combustível, de baixo arrasto. Os tanques montados no dorso lateralmente logo atrás do cockpit e podem transportar 3500 libras de combustível e reduzir o arrasto, permitindo que a aeronave opere por mais tempo, seja mais rápida e / ou carregue mais peso.


Um sistema avançado de cockpit que inclui um novo ecran sensível ao toque de 10x19 polegadas que oferece ao piloto a capacidade de ver, localizar e direcionar vários alvos de longo alcance gerados por uma imagem tática comum.


Deteção de longo alcance com busca por infravermelho que pode detetar ameaças sem precisar de depender do radar que pode estar congestionado, gerando uma imagem tática comum e de vários pontos a longo alcance, permitindo que o Super Hornet opere como um  sensor inteligente na rede.

Infraestrutura de rede avançada mais sofisticada com um sistema que melhora a taxa de transferência de rede de potência de computação e a integração da plataforma de sensores, permitindo grandes quantidades de dados dentro e fora da aeronave.


Nova estrutura de 9.000 horas de vida útil, ou seja, 3.000 horas adicionais, incorporando alterações de projeto em aeronaves de produção com base nos melhoramentos registados através do Programa Service Life Analysis. Fiquem bem.
Fonte e Fotos: Boeing. 













































terça-feira, 28 de abril de 2020

Esquadra 751 celebra 42 anos com 4274 vidas salvas


A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.


De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio táctico e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.


Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e duas tripulações e duas aeronaves na Base Aérea N.º 4, Lajes "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.






























































































A Esquadra 751 "Pumas" foi criada em 28 de Abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais.


De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio táctico e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.


Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno Agusta Westland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido centenas de vidas salvas.


Após a introdução do EH-101 "Merlin" existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e duas tripulações e duas aeronaves na Base Aérea N.º 4, Lajes "PARA QUE OUTROS VIVAM". Parabéns Pumas.





























































































sábado, 25 de abril de 2020

F-16 91-0343 atinge as 10.000 horas de voo



Um F-16 estacionado na Base Aérea de Spangdahlem alcançou as 10.000 horas de voo na passada quinta-feira, dia 23, quase 27 anos depois de ter saído da linha de montagem e ser atribuído à 52nd Fighter Wing.


O avião com o numero de cauda 91-0343 é o primeiro F-16 do bloco 50 , estacionado na Europa e o segundo no inventário da USAF a alcançar este marco histórico, testemunhando assim a sua durabilidade no desempenho das missões aérea que lhe têm sido atribuídas.


O Lockheed Martin F-16C Block 50 que o 480th Fighter Squadron opera foi inicialmente projectado para durar 8.000 horas de voo, mas devido a uma série de actualizações muitos deles estão a superar essa marca como é o caso deste F-16.


As fotos que ilustram este momento foram obtidas quando da sua passagem pela Base Aérea de Monte Real durante o destacamento do 480th Fighter Squadron. Fiquem bem, Jorge Ruivo




























































Um F-16 estacionado na Base Aérea de Spangdahlem alcançou as 10.000 horas de voo na passada quinta-feira, dia 23, quase 27 anos depois de ter saído da linha de montagem e ser atribuído à 52nd Fighter Wing.


O avião com o numero de cauda 91-0343 é o primeiro F-16 do bloco 50 , estacionado na Europa e o segundo no inventário da USAF a alcançar este marco histórico, testemunhando assim a sua durabilidade no desempenho das missões aérea que lhe têm sido atribuídas.


O Lockheed Martin F-16C Block 50 que o 480th Fighter Squadron opera foi inicialmente projectado para durar 8.000 horas de voo, mas devido a uma série de actualizações muitos deles estão a superar essa marca como é o caso deste F-16.


As fotos que ilustram este momento foram obtidas quando da sua passagem pela Base Aérea de Monte Real durante o destacamento do 480th Fighter Squadron. Fiquem bem, Jorge Ruivo