sábado, 3 de janeiro de 2026

Sair de 2025 e entrar em 2026 "Para que Outros Vivam"

 

A transição entre o final de 2025 e o início de 2026 ficou marcada por duas missões de busca e salvamento que ilustram, de forma exemplar, a prontidão permanente e o espírito de missão da Esquadra 751 “Pumas” da Força Aérea Portuguesa. Em menos de 48 horas, helicópteros AW-101 Merlin foram empenhados em duas operações distintas no Atlântico, demonstrando que, para estas tripulações, não existem feriados, fins de ano ou inícios simbólicos de calendário quando está em causa a preservação da vida humana.

No dia 31 de dezembro, enquanto o país se preparava para encerrar o ano, um EH-101 Merlin destacado no Porto Santo foi acionado pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa (RCC Lisboa) para prestar assistência médica urgente a um passageiro de 71 anos, a bordo de um navio que navegava a cerca de 240 quilómetros a sudoeste da ilha. A tripulação descolou de imediato, enfrentando a vastidão do Atlântico e as exigências próprias de uma operação em mar aberto, realizando com sucesso a extração do paciente através do recuperador-salvador. Após estabilização a bordo, o homem foi transportado para terra, onde pôde receber cuidados médicos diferenciados. Assim terminou 2025 para a Esquadra 751: em missão, fiel ao seu lema — para que outros vivam.

Menos de dois dias depois, já em 2 de janeiro de 2026, a Força Aérea Portuguesa iniciava o novo ano exatamente da mesma forma: em alerta e pronta a responder. Um AW-101 Merlin descolou da Base Aérea n.º 6, no Montijo, novamente sob coordenação do RCC Lisboa, para uma missão de resgate médico envolvendo uma jovem de 23 anos, a bordo de um navio de cruzeiro a cerca de 370 quilómetros da costa. A operação exigiu várias horas de voo e elevada precisão na aproximação e recolha da doente, realizada em ambiente marítimo exigente. Após a extração, o helicóptero rumou ao Aeródromo de Trânsito n.º 1, na Portela, assegurando a entrega rápida da paciente aos serviços hospitalares.

Estas duas missões consecutivas, realizadas em pleno período festivo e no arranque de um novo ano, refletem não apenas as capacidades técnicas do AW-101 Merlin, mas sobretudo o elevado nível de treino, profissionalismo e dedicação das tripulações da Esquadra 751. Com autonomia alargada, sistemas avançados de navegação e uma configuração otimizada para missões SAR e CSAR, o Merlin continua a ser um pilar essencial na resposta da Força Aérea Portuguesa às emergências no mar, particularmente numa área de responsabilidade vasta e exigente como o Atlântico Norte.

Sair de 2025 e entrar em 2026 em missão é mais do que uma coincidência de calendário. É a afirmação contínua de um compromisso assumido diariamente, quer da Esquadra 751 quer da Esquadra 752: estar presente quando tudo o resto falha, voar quando o tempo e a distância parecem obstáculos intransponíveis e garantir que, independentemente do dia ou da hora, alguém pode viver porque uma tripulação levantou voo.

Fonte: FAP
















 

A transição entre o final de 2025 e o início de 2026 ficou marcada por duas missões de busca e salvamento que ilustram, de forma exemplar, a prontidão permanente e o espírito de missão da Esquadra 751 “Pumas” da Força Aérea Portuguesa. Em menos de 48 horas, helicópteros AW-101 Merlin foram empenhados em duas operações distintas no Atlântico, demonstrando que, para estas tripulações, não existem feriados, fins de ano ou inícios simbólicos de calendário quando está em causa a preservação da vida humana.

No dia 31 de dezembro, enquanto o país se preparava para encerrar o ano, um EH-101 Merlin destacado no Porto Santo foi acionado pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa (RCC Lisboa) para prestar assistência médica urgente a um passageiro de 71 anos, a bordo de um navio que navegava a cerca de 240 quilómetros a sudoeste da ilha. A tripulação descolou de imediato, enfrentando a vastidão do Atlântico e as exigências próprias de uma operação em mar aberto, realizando com sucesso a extração do paciente através do recuperador-salvador. Após estabilização a bordo, o homem foi transportado para terra, onde pôde receber cuidados médicos diferenciados. Assim terminou 2025 para a Esquadra 751: em missão, fiel ao seu lema — para que outros vivam.

Menos de dois dias depois, já em 2 de janeiro de 2026, a Força Aérea Portuguesa iniciava o novo ano exatamente da mesma forma: em alerta e pronta a responder. Um AW-101 Merlin descolou da Base Aérea n.º 6, no Montijo, novamente sob coordenação do RCC Lisboa, para uma missão de resgate médico envolvendo uma jovem de 23 anos, a bordo de um navio de cruzeiro a cerca de 370 quilómetros da costa. A operação exigiu várias horas de voo e elevada precisão na aproximação e recolha da doente, realizada em ambiente marítimo exigente. Após a extração, o helicóptero rumou ao Aeródromo de Trânsito n.º 1, na Portela, assegurando a entrega rápida da paciente aos serviços hospitalares.

Estas duas missões consecutivas, realizadas em pleno período festivo e no arranque de um novo ano, refletem não apenas as capacidades técnicas do AW-101 Merlin, mas sobretudo o elevado nível de treino, profissionalismo e dedicação das tripulações da Esquadra 751. Com autonomia alargada, sistemas avançados de navegação e uma configuração otimizada para missões SAR e CSAR, o Merlin continua a ser um pilar essencial na resposta da Força Aérea Portuguesa às emergências no mar, particularmente numa área de responsabilidade vasta e exigente como o Atlântico Norte.

Sair de 2025 e entrar em 2026 em missão é mais do que uma coincidência de calendário. É a afirmação contínua de um compromisso assumido diariamente, quer da Esquadra 751 quer da Esquadra 752: estar presente quando tudo o resto falha, voar quando o tempo e a distância parecem obstáculos intransponíveis e garantir que, independentemente do dia ou da hora, alguém pode viver porque uma tripulação levantou voo.

Fonte: FAP
















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