sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Demonstração do F-16 RDAF em Monte Real

 

Ao contrário das Forças Aéreas, Belga, a RAF ou a Armée de l'Air, a RDAF não tem um piloto de exibição dedicado designado para os festivais aéreos ao longo do ano - na verdade, tem três, o que pode parecer um número bastante alto. Não são pilotos de demonstração "a tempo integral" e as suas funções deste desempenho estão em paralelo com as suas funções diárias na Esquadra.

O vôo de performance não é fácil, especialmente com uma aeronave supersônica, por isso os requisitos para os candidatos são bastante rigorosos. Os potenciais pilotos de exibição RDAF devem ter 1200 horas no tipo, e a maioria dos pilotos também são líderes e instrutores de voo.

A RDAF selecionou o F-35 Lightning II para substituir o F16 Fighting Falcon e é uma das nações parceiras iniciais do projecto Joint Strike Fighter, assim como era com o F-16 no seu início operacional.

Vamos aguardar pela exibição do próximo domingo, 18 de setembro, para vermos a demonstração deste F-16 que tem uma pintura especial “Dannebrog 800 ar” que esperamos que seja esse que venha. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fotos: F-16 Solo Display RDAF
















































 

Ao contrário das Forças Aéreas, Belga, a RAF ou a Armée de l'Air, a RDAF não tem um piloto de exibição dedicado designado para os festivais aéreos ao longo do ano - na verdade, tem três, o que pode parecer um número bastante alto. Não são pilotos de demonstração "a tempo integral" e as suas funções deste desempenho estão em paralelo com as suas funções diárias na Esquadra.

O vôo de performance não é fácil, especialmente com uma aeronave supersônica, por isso os requisitos para os candidatos são bastante rigorosos. Os potenciais pilotos de exibição RDAF devem ter 1200 horas no tipo, e a maioria dos pilotos também são líderes e instrutores de voo.

A RDAF selecionou o F-35 Lightning II para substituir o F16 Fighting Falcon e é uma das nações parceiras iniciais do projecto Joint Strike Fighter, assim como era com o F-16 no seu início operacional.

Vamos aguardar pela exibição do próximo domingo, 18 de setembro, para vermos a demonstração deste F-16 que tem uma pintura especial “Dannebrog 800 ar” que esperamos que seja esse que venha. Fiquem bem, Jorge Ruivo

Fotos: F-16 Solo Display RDAF
















































quinta-feira, 8 de setembro de 2022

40 anos do Tornado ao serviço da Força Aérea Italiana

 

A Força Aérea Italiana comemorou hoje os 40 anos de serviço do caça Panavia Tornado na base aérea de Ghedi.

O evento foi assinalado com um Tornado pintado especialmente com esquema que assinala a sua vida operacional desde a fase de protótipo até a última pintura cinza de baixa visibilidade passando pela clássica camuflagem verde / ardósia e o deserto que foi usada no Golfo Pérsico na Guerra do Iraque.

As aeronaves em sua vida estiveram em serviço com os grupos 102º, 154º, 155º e 156º. Um curto período é adicionado quando o AM alugou a versão ADV da RAF com sede em Gioia del Colle na Ala 36, ​​onde naquela época havia um grupo de IDSs baseados há algum tempo também para uso anti-navio. O Tornado IDS e depois os ECRs estão agora baseados em Ghedi.                                            Fotos: Aeronautica Militare






































































 

A Força Aérea Italiana comemorou hoje os 40 anos de serviço do caça Panavia Tornado na base aérea de Ghedi.

O evento foi assinalado com um Tornado pintado especialmente com esquema que assinala a sua vida operacional desde a fase de protótipo até a última pintura cinza de baixa visibilidade passando pela clássica camuflagem verde / ardósia e o deserto que foi usada no Golfo Pérsico na Guerra do Iraque.

As aeronaves em sua vida estiveram em serviço com os grupos 102º, 154º, 155º e 156º. Um curto período é adicionado quando o AM alugou a versão ADV da RAF com sede em Gioia del Colle na Ala 36, ​​onde naquela época havia um grupo de IDSs baseados há algum tempo também para uso anti-navio. O Tornado IDS e depois os ECRs estão agora baseados em Ghedi.                                            Fotos: Aeronautica Militare






































































Lobos iniciam novo destacamento em Italia

 


Uma aeronave P-3C Cup+ e 36 militares vão integrar a Operação IRINI e Sea Guardian 2022, entre 6 de setembro e 8 de dezembro, operando a partir da Base Aérea de Sigonella, em Itália.

 

A Operação IRINI tem como objetivo a salvaguarda da vida humana, a prevenção de migração ilegal e o tráfico de seres humanos, bens e armamento. Já a Operação Sea Guardian surgiu como uma resposta da NATO, em apoio à União Europeia, à questão dos migrantes, com o intuito de garantir o embargo à Siria e Líbia, assim como a segurança das linhas de comunicação no Mediterrâneo.

 

A cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força Nacional Destacada realizou-se no dia 5 de setembro, na Base Aérea N. º 11, em Beja e foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Matos Branco, acompanhado pelo Subchefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Major-General Teodorico Lopes.

Fonte: FAP





























 


Uma aeronave P-3C Cup+ e 36 militares vão integrar a Operação IRINI e Sea Guardian 2022, entre 6 de setembro e 8 de dezembro, operando a partir da Base Aérea de Sigonella, em Itália.

 

A Operação IRINI tem como objetivo a salvaguarda da vida humana, a prevenção de migração ilegal e o tráfico de seres humanos, bens e armamento. Já a Operação Sea Guardian surgiu como uma resposta da NATO, em apoio à União Europeia, à questão dos migrantes, com o intuito de garantir o embargo à Siria e Líbia, assim como a segurança das linhas de comunicação no Mediterrâneo.

 

A cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força Nacional Destacada realizou-se no dia 5 de setembro, na Base Aérea N. º 11, em Beja e foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Matos Branco, acompanhado pelo Subchefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Major-General Teodorico Lopes.

Fonte: FAP





























quarta-feira, 7 de setembro de 2022

VIPER SHIELD 2022 - Base Aérea Monte Real

 

Está a decorrer o exercício Viper Shield 2022 até ao dia 9 de Setembro na Base Aérea 5, a Base da Aviação de Caça em Portugal. Em treino estão as missões de Luta Aérea Defensiva – de dia e de noite – com o intuito de proteger centros de gravidade e alvos aéreos de elevado valor.

 

O Viper Shield 2022 permite aos F-16AM executar missões de treino com manobras de reabastecimento, diurnas e noturnas, com os motores em marcha – procedimento conhecido como Hot-Pit – por forma a reduzir o tempo da aeronave no solo. Estas manobras foram executadas na BA5 quando da presença dos F-16CJ americanos durante os Real Thaw

 

Através da técnica Hot-Pit minimiza-se os períodos de inatividade entre voos, permitindo aos pilotos efetuar várias saídas, com maior rapidez, agilidade e concentração do poder aéreo de combate. A elevada coordenação que tem de existir entre todos os intervenientes pela sua complexidade sem descorar a segurança, este exercício serve também para garantir a qualificação das tripulações. Fonte: FAP














































 

Está a decorrer o exercício Viper Shield 2022 até ao dia 9 de Setembro na Base Aérea 5, a Base da Aviação de Caça em Portugal. Em treino estão as missões de Luta Aérea Defensiva – de dia e de noite – com o intuito de proteger centros de gravidade e alvos aéreos de elevado valor.

 

O Viper Shield 2022 permite aos F-16AM executar missões de treino com manobras de reabastecimento, diurnas e noturnas, com os motores em marcha – procedimento conhecido como Hot-Pit – por forma a reduzir o tempo da aeronave no solo. Estas manobras foram executadas na BA5 quando da presença dos F-16CJ americanos durante os Real Thaw

 

Através da técnica Hot-Pit minimiza-se os períodos de inatividade entre voos, permitindo aos pilotos efetuar várias saídas, com maior rapidez, agilidade e concentração do poder aéreo de combate. A elevada coordenação que tem de existir entre todos os intervenientes pela sua complexidade sem descorar a segurança, este exercício serve também para garantir a qualificação das tripulações. Fonte: FAP














































domingo, 4 de setembro de 2022

Força Aérea adquire seis helicópteros Sikorski UH-60 Black Hawk

 

A Força Aérea adquiriu seis helicópteros bombardeiros médios, Sikorski UH-60 Black Hawk, através do concurso público autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 27/2021, de 4 de março, com o intuito de integrar os meios próprios do Estado no combate aos incêndios rurais.

 

O contrato para aquisição dos novos meios foi assinado, no passado dia 12 de agosto, com a empresa adjudicatária Arista Aviation Services, LLC. O contrato inclui o fornecimento de material e ferramentas, apoio técnico de manutenção até 2026 e formação para seis pilotos e 21 mecânicos. A entrega dos dois primeiros helicópteros está prevista para o 1.º trimestre de 2023. Esta aquisição é financiada em cerca de 81% por fundos comunitários, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

 

O helicóptero UH-60 Black Hawk permite o transporte de uma equipa de 12 bombeiros e respetivo equipamento, com uma autonomia, com largada de água, de cerca de 150 minutos. Possui a capacidade de transportar até 2950 litros de água por largada. Fonte: Força Aérea Portuguesa










































 

A Força Aérea adquiriu seis helicópteros bombardeiros médios, Sikorski UH-60 Black Hawk, através do concurso público autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 27/2021, de 4 de março, com o intuito de integrar os meios próprios do Estado no combate aos incêndios rurais.

 

O contrato para aquisição dos novos meios foi assinado, no passado dia 12 de agosto, com a empresa adjudicatária Arista Aviation Services, LLC. O contrato inclui o fornecimento de material e ferramentas, apoio técnico de manutenção até 2026 e formação para seis pilotos e 21 mecânicos. A entrega dos dois primeiros helicópteros está prevista para o 1.º trimestre de 2023. Esta aquisição é financiada em cerca de 81% por fundos comunitários, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

 

O helicóptero UH-60 Black Hawk permite o transporte de uma equipa de 12 bombeiros e respetivo equipamento, com uma autonomia, com largada de água, de cerca de 150 minutos. Possui a capacidade de transportar até 2950 litros de água por largada. Fonte: Força Aérea Portuguesa










































quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Programa do Dia de Base Aberta em Monte Real


Programa das actividades do dia 18 de Setembro, dia de Base Aberta em Monte Real.

Demonstrações das capacidades do F-16AM, uma demonstração solo do F-16 da Real Força Aérea da Dinamarca, uma boa surpresa, vai haver também Baptismos de Voo e um Spotterday, demosntração cinotecnica e simuladores entre outras.

Vão estar presentes aeronaves da Aero Fénix e do Aéro Clube de Leiria. 

A não perder.












































 


Programa das actividades do dia 18 de Setembro, dia de Base Aberta em Monte Real.

Demonstrações das capacidades do F-16AM, uma demonstração solo do F-16 da Real Força Aérea da Dinamarca, uma boa surpresa, vai haver também Baptismos de Voo e um Spotterday, demosntração cinotecnica e simuladores entre outras.

Vão estar presentes aeronaves da Aero Fénix e do Aéro Clube de Leiria. 

A não perder.












































 

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

OT&E – Novo Software a ser testado em Monte Real

 

Iniciou-se esta 4a feira os voos para o Operational Test and Evaluation (OT&E) para a tape de software “S2.3”, a decorrer na Base Aérea 5 de Monte Real

Para este evento, sob direção de um piloto de testes português, estão presentes na Base Aérea nº5 um destacamento Belga de 50 militares e 3 aeronaves e ainda uma equipa de engenheiros da 309th Software Engineering Group, dos EUA, para apoio às operações. Este teste desenrola-se simultaneamente na Holanda, contando com participação da Força Aérea Holandesa e Dinamarquesa.

Durante o OT&E, o novo software será testado em ambiente operacional, sendo para isso executadas diversas missões na tipologia Ar-Ar e Ar-Solo, onde os pilotos das esquadras operacionais portuguesas e belgas irão avaliar o desempenho dos novos sistemas em ambiente de combate.

O novo S2.3 irá trazer melhorias no emprego das capacidades ofensivas e defensivas do F16, aumentando assim a eficácia dos pilotos no cumprimento das suas missões.

Fonte: Base Aérea 5







































 

Iniciou-se esta 4a feira os voos para o Operational Test and Evaluation (OT&E) para a tape de software “S2.3”, a decorrer na Base Aérea 5 de Monte Real

Para este evento, sob direção de um piloto de testes português, estão presentes na Base Aérea nº5 um destacamento Belga de 50 militares e 3 aeronaves e ainda uma equipa de engenheiros da 309th Software Engineering Group, dos EUA, para apoio às operações. Este teste desenrola-se simultaneamente na Holanda, contando com participação da Força Aérea Holandesa e Dinamarquesa.

Durante o OT&E, o novo software será testado em ambiente operacional, sendo para isso executadas diversas missões na tipologia Ar-Ar e Ar-Solo, onde os pilotos das esquadras operacionais portuguesas e belgas irão avaliar o desempenho dos novos sistemas em ambiente de combate.

O novo S2.3 irá trazer melhorias no emprego das capacidades ofensivas e defensivas do F16, aumentando assim a eficácia dos pilotos no cumprimento das suas missões.

Fonte: Base Aérea 5