sábado, 3 de janeiro de 2026

Sair de 2025 e entrar em 2026 "Para que Outros Vivam"

 

A transição entre o final de 2025 e o início de 2026 ficou marcada por duas missões de busca e salvamento que ilustram, de forma exemplar, a prontidão permanente e o espírito de missão da Esquadra 751 “Pumas” da Força Aérea Portuguesa. Em menos de 48 horas, helicópteros AW-101 Merlin foram empenhados em duas operações distintas no Atlântico, demonstrando que, para estas tripulações, não existem feriados, fins de ano ou inícios simbólicos de calendário quando está em causa a preservação da vida humana.

No dia 31 de dezembro, enquanto o país se preparava para encerrar o ano, um EH-101 Merlin destacado no Porto Santo foi acionado pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa (RCC Lisboa) para prestar assistência médica urgente a um passageiro de 71 anos, a bordo de um navio que navegava a cerca de 240 quilómetros a sudoeste da ilha. A tripulação descolou de imediato, enfrentando a vastidão do Atlântico e as exigências próprias de uma operação em mar aberto, realizando com sucesso a extração do paciente através do recuperador-salvador. Após estabilização a bordo, o homem foi transportado para terra, onde pôde receber cuidados médicos diferenciados. Assim terminou 2025 para a Esquadra 751: em missão, fiel ao seu lema — para que outros vivam.

Menos de dois dias depois, já em 2 de janeiro de 2026, a Força Aérea Portuguesa iniciava o novo ano exatamente da mesma forma: em alerta e pronta a responder. Um AW-101 Merlin descolou da Base Aérea n.º 6, no Montijo, novamente sob coordenação do RCC Lisboa, para uma missão de resgate médico envolvendo uma jovem de 23 anos, a bordo de um navio de cruzeiro a cerca de 370 quilómetros da costa. A operação exigiu várias horas de voo e elevada precisão na aproximação e recolha da doente, realizada em ambiente marítimo exigente. Após a extração, o helicóptero rumou ao Aeródromo de Trânsito n.º 1, na Portela, assegurando a entrega rápida da paciente aos serviços hospitalares.

Estas duas missões consecutivas, realizadas em pleno período festivo e no arranque de um novo ano, refletem não apenas as capacidades técnicas do AW-101 Merlin, mas sobretudo o elevado nível de treino, profissionalismo e dedicação das tripulações da Esquadra 751. Com autonomia alargada, sistemas avançados de navegação e uma configuração otimizada para missões SAR e CSAR, o Merlin continua a ser um pilar essencial na resposta da Força Aérea Portuguesa às emergências no mar, particularmente numa área de responsabilidade vasta e exigente como o Atlântico Norte.

Sair de 2025 e entrar em 2026 em missão é mais do que uma coincidência de calendário. É a afirmação contínua de um compromisso assumido diariamente, quer da Esquadra 751 quer da Esquadra 752: estar presente quando tudo o resto falha, voar quando o tempo e a distância parecem obstáculos intransponíveis e garantir que, independentemente do dia ou da hora, alguém pode viver porque uma tripulação levantou voo.

Fonte: FAP
















 

A transição entre o final de 2025 e o início de 2026 ficou marcada por duas missões de busca e salvamento que ilustram, de forma exemplar, a prontidão permanente e o espírito de missão da Esquadra 751 “Pumas” da Força Aérea Portuguesa. Em menos de 48 horas, helicópteros AW-101 Merlin foram empenhados em duas operações distintas no Atlântico, demonstrando que, para estas tripulações, não existem feriados, fins de ano ou inícios simbólicos de calendário quando está em causa a preservação da vida humana.

No dia 31 de dezembro, enquanto o país se preparava para encerrar o ano, um EH-101 Merlin destacado no Porto Santo foi acionado pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa (RCC Lisboa) para prestar assistência médica urgente a um passageiro de 71 anos, a bordo de um navio que navegava a cerca de 240 quilómetros a sudoeste da ilha. A tripulação descolou de imediato, enfrentando a vastidão do Atlântico e as exigências próprias de uma operação em mar aberto, realizando com sucesso a extração do paciente através do recuperador-salvador. Após estabilização a bordo, o homem foi transportado para terra, onde pôde receber cuidados médicos diferenciados. Assim terminou 2025 para a Esquadra 751: em missão, fiel ao seu lema — para que outros vivam.

Menos de dois dias depois, já em 2 de janeiro de 2026, a Força Aérea Portuguesa iniciava o novo ano exatamente da mesma forma: em alerta e pronta a responder. Um AW-101 Merlin descolou da Base Aérea n.º 6, no Montijo, novamente sob coordenação do RCC Lisboa, para uma missão de resgate médico envolvendo uma jovem de 23 anos, a bordo de um navio de cruzeiro a cerca de 370 quilómetros da costa. A operação exigiu várias horas de voo e elevada precisão na aproximação e recolha da doente, realizada em ambiente marítimo exigente. Após a extração, o helicóptero rumou ao Aeródromo de Trânsito n.º 1, na Portela, assegurando a entrega rápida da paciente aos serviços hospitalares.

Estas duas missões consecutivas, realizadas em pleno período festivo e no arranque de um novo ano, refletem não apenas as capacidades técnicas do AW-101 Merlin, mas sobretudo o elevado nível de treino, profissionalismo e dedicação das tripulações da Esquadra 751. Com autonomia alargada, sistemas avançados de navegação e uma configuração otimizada para missões SAR e CSAR, o Merlin continua a ser um pilar essencial na resposta da Força Aérea Portuguesa às emergências no mar, particularmente numa área de responsabilidade vasta e exigente como o Atlântico Norte.

Sair de 2025 e entrar em 2026 em missão é mais do que uma coincidência de calendário. É a afirmação contínua de um compromisso assumido diariamente, quer da Esquadra 751 quer da Esquadra 752: estar presente quando tudo o resto falha, voar quando o tempo e a distância parecem obstáculos intransponíveis e garantir que, independentemente do dia ou da hora, alguém pode viver porque uma tripulação levantou voo.

Fonte: FAP
















sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Força Aérea Portuguesa em 2025: Missões ao Serviço do País e Além-Fronteiras

 

Ao longo de 2025, a Força Aérea Portuguesa (FAP) voltou a afirmar-se como um pilar essencial da soberania nacional e do apoio à população, cumprindo um vasto leque de missões em território nacional e no exterior, com elevados níveis de prontidão e eficácia operacional.

No plano do apoio direto à população, o transporte aéreo de doentes manteve-se como uma das missões mais sensíveis e prioritárias, com 830 transportes realizados, assegurando o acesso rápido a cuidados de saúde diferenciados. Paralelamente, as missões de Busca e Salvamento (SAR) permitiram o resgate de 101 pessoas, muitas delas em cenários exigentes, tanto em terra como no mar.

A FAP desempenhou igualmente um papel determinante no combate aos incêndios rurais, acumulando 740 horas de voo em 195 missões de apoio a fogos, contribuindo para a proteção de pessoas, bens e património natural. No domínio da saúde, destaca-se ainda o transporte de órgãos para transplante, com 45 missões realizadas, decisivas para salvar vidas.

As missões de projeção da força e transporte de carga somaram mais de 1.850 horas de voo em 274 missões, garantindo apoio logístico às Forças Armadas e a múltiplas entidades nacionais e internacionais. Já no patrulhamento marítimo, essencial para a vigilância da vasta área marítima sob responsabilidade nacional, foram registadas mais de 1.175 horas de voo.

A formação de novos pilotos continuou a ser uma aposta estratégica, com mais de 3.500 horas de voo, assegurando a preparação das futuras gerações de aviadores militares. Em simultâneo, as missões de Policiamento Aéreo ultrapassaram 945 horas de voo, garantindo a defesa do espaço aéreo nacional e o cumprimento dos compromissos internacionais de Portugal.

Missões além-fronteiras

No plano internacional, a Força Aérea Portuguesa manteve uma presença relevante em várias operações multinacionais. Na Estónia, aeronaves F-16AM participaram numa missão da NATO de policiamento aéreo reforçado, realizando mais de 20 interceções ao longo de quatro meses, num total de 480 horas de voo.

Ainda no contexto da NATO, aeronaves P-3C CUP+ estiveram destacadas na Estónia em missões de vigilância marítima, onde, em dois meses, foram efetuados 184 contactos, totalizando 180 horas de voo. Fora do espaço europeu, os mesmos meios participaram numa missão AMLEP em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, durante um mês, no âmbito da cooperação bilateral e do reforço das capacidades locais de vigilância marítima.

Em Itália, uma única projeção operacional de aeronaves P-3C CUP+ permitiu à FAP cumprir, em simultâneo, três missões distintas: Sea Guardian e Noble Shield, no âmbito da NATO, e IRINI, sob a égide da União Europeia. Durante um mês, estas operações conjuntas resultaram em cerca de 19.000 contactos, num total aproximado de 80 horas de voo, demonstrando a elevada flexibilidade e interoperabilidade dos meios portugueses.

Também no quadro da União Europeia, um C-295M esteve destacado em Málaga, ao serviço da Frontex, durante oito meses, acumulando 380 horas de voo e identificando 21.761 contactos, contribuindo para a vigilância das fronteiras externas da UE.

Mudança, inovação e novas capacidades

O ano ficou ainda marcado por um forte investimento na modernização e renovação de capacidades. Destaca-se a receção do Falcon 900, a modernização dos C-130H e dos P-3C CUP+, bem como a entrada ao serviço de mais um KC-390, reforçando e expandindo a frota de transporte estratégico.


A Força Aérea iniciou igualmente a incorporação dos primeiros cinco A-29N Super Tucano, bem como a receção de mais dois UH-60 Black Hawk, consolidando o aumento da frota e a diversificação de capacidades operacionais.

Mais e novas missões

O futuro aponta para novas dimensões de atuação. Um dos marcos mais relevantes foi a aposta no domínio espacial, com a aquisição do primeiro satélite SAR da Força Aérea Portuguesa, abrindo caminho a novas missões de vigilância, observação e apoio à segurança nacional.

Em 2025, a Força Aérea Portuguesa reafirmou-se como uma força moderna, credível e multifacetada, capaz de responder simultaneamente às necessidades da população, às exigências da defesa nacional e aos compromissos internacionais de Portugal. Entre missões humanitárias, operações de segurança, projeção de força e investimento em novas capacidades, o ano ficou marcado pela elevada prontidão operacional, pela adaptação a novos desafios e por uma clara aposta na inovação. Um percurso que evidencia não apenas o profissionalismo das suas tripulações e do pessoal de apoio, mas também a determinação da Força Aérea em continuar a evoluir, garantindo que permanece Sempre Pronta, Sempre Presente.

Fonte: FAP






























 

Ao longo de 2025, a Força Aérea Portuguesa (FAP) voltou a afirmar-se como um pilar essencial da soberania nacional e do apoio à população, cumprindo um vasto leque de missões em território nacional e no exterior, com elevados níveis de prontidão e eficácia operacional.

No plano do apoio direto à população, o transporte aéreo de doentes manteve-se como uma das missões mais sensíveis e prioritárias, com 830 transportes realizados, assegurando o acesso rápido a cuidados de saúde diferenciados. Paralelamente, as missões de Busca e Salvamento (SAR) permitiram o resgate de 101 pessoas, muitas delas em cenários exigentes, tanto em terra como no mar.

A FAP desempenhou igualmente um papel determinante no combate aos incêndios rurais, acumulando 740 horas de voo em 195 missões de apoio a fogos, contribuindo para a proteção de pessoas, bens e património natural. No domínio da saúde, destaca-se ainda o transporte de órgãos para transplante, com 45 missões realizadas, decisivas para salvar vidas.

As missões de projeção da força e transporte de carga somaram mais de 1.850 horas de voo em 274 missões, garantindo apoio logístico às Forças Armadas e a múltiplas entidades nacionais e internacionais. Já no patrulhamento marítimo, essencial para a vigilância da vasta área marítima sob responsabilidade nacional, foram registadas mais de 1.175 horas de voo.

A formação de novos pilotos continuou a ser uma aposta estratégica, com mais de 3.500 horas de voo, assegurando a preparação das futuras gerações de aviadores militares. Em simultâneo, as missões de Policiamento Aéreo ultrapassaram 945 horas de voo, garantindo a defesa do espaço aéreo nacional e o cumprimento dos compromissos internacionais de Portugal.

Missões além-fronteiras

No plano internacional, a Força Aérea Portuguesa manteve uma presença relevante em várias operações multinacionais. Na Estónia, aeronaves F-16AM participaram numa missão da NATO de policiamento aéreo reforçado, realizando mais de 20 interceções ao longo de quatro meses, num total de 480 horas de voo.

Ainda no contexto da NATO, aeronaves P-3C CUP+ estiveram destacadas na Estónia em missões de vigilância marítima, onde, em dois meses, foram efetuados 184 contactos, totalizando 180 horas de voo. Fora do espaço europeu, os mesmos meios participaram numa missão AMLEP em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, durante um mês, no âmbito da cooperação bilateral e do reforço das capacidades locais de vigilância marítima.

Em Itália, uma única projeção operacional de aeronaves P-3C CUP+ permitiu à FAP cumprir, em simultâneo, três missões distintas: Sea Guardian e Noble Shield, no âmbito da NATO, e IRINI, sob a égide da União Europeia. Durante um mês, estas operações conjuntas resultaram em cerca de 19.000 contactos, num total aproximado de 80 horas de voo, demonstrando a elevada flexibilidade e interoperabilidade dos meios portugueses.

Também no quadro da União Europeia, um C-295M esteve destacado em Málaga, ao serviço da Frontex, durante oito meses, acumulando 380 horas de voo e identificando 21.761 contactos, contribuindo para a vigilância das fronteiras externas da UE.

Mudança, inovação e novas capacidades

O ano ficou ainda marcado por um forte investimento na modernização e renovação de capacidades. Destaca-se a receção do Falcon 900, a modernização dos C-130H e dos P-3C CUP+, bem como a entrada ao serviço de mais um KC-390, reforçando e expandindo a frota de transporte estratégico.


A Força Aérea iniciou igualmente a incorporação dos primeiros cinco A-29N Super Tucano, bem como a receção de mais dois UH-60 Black Hawk, consolidando o aumento da frota e a diversificação de capacidades operacionais.

Mais e novas missões

O futuro aponta para novas dimensões de atuação. Um dos marcos mais relevantes foi a aposta no domínio espacial, com a aquisição do primeiro satélite SAR da Força Aérea Portuguesa, abrindo caminho a novas missões de vigilância, observação e apoio à segurança nacional.

Em 2025, a Força Aérea Portuguesa reafirmou-se como uma força moderna, credível e multifacetada, capaz de responder simultaneamente às necessidades da população, às exigências da defesa nacional e aos compromissos internacionais de Portugal. Entre missões humanitárias, operações de segurança, projeção de força e investimento em novas capacidades, o ano ficou marcado pela elevada prontidão operacional, pela adaptação a novos desafios e por uma clara aposta na inovação. Um percurso que evidencia não apenas o profissionalismo das suas tripulações e do pessoal de apoio, mas também a determinação da Força Aérea em continuar a evoluir, garantindo que permanece Sempre Pronta, Sempre Presente.

Fonte: FAP






























quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Três Dias, Três Resgates: A Força Aérea Portuguesa "Para Que Outros Vivam"

 

A Força Aérea Portuguesa demonstrou, uma vez mais, o seu compromisso inabalável com a proteção da vida em alto-mar, evidenciando a prontidão, a coragem e a competência das suas tripulações em operações de Busca e Salvamento (SAR). Com helicópteros AW-101 Merlin, as equipas da Esquadra 751 “Pumas” e da Esquadra 752 “Fénix” mantêm-se permanentemente preparadas para responder a situações de emergência, garantindo assistência médica urgente e transporte seguro de pessoas em perigo, mesmo em condições meteorológicas adversas e em locais de difícil acesso.

No dia 25 de dezembro de 2025, durante a madrugada, a Força Aérea Portuguesa respondeu a uma situação de emergência médica no mar ao resgatar um homem que necessitava de assistência urgente a bordo de um navio a cerca de 200 quilómetros a noroeste da Base Aérea Nº 6, no Montijo. Um helicóptero AW‑101 Merlin da Esquadra 751 “Pumas” descolou por volta das 02h50, recuperou o doente em segurança e transportou‑o para Lisboa, de onde foi encaminhado para uma unidade hospitalar, numa missão coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa.

No dia 27 de dezembro de 2025, no período da tarde, a Força Aérea efetuou um novo resgate em alto‑mar, desta vez para socorrer um homem de 69 anos que necessitava de cuidados médicos urgentes enquanto se encontrava a bordo de um navio cruzeiro a mais de 65 quilómetros do Montijo. A missão foi levada a cabo por um helicóptero AW‑101 Merlin da Esquadra 751 que descolou da BA6 após ativação pelo RCC Lisboa, recolheu o paciente com segurança e, após prestar os primeiros cuidados a bordo, transportou‑o para o Aeródromo de Trânsito Nº 1, em Figo Maduro, onde foi encaminhado para tratamento hospitalar.

No dia 29 de dezembro de 2025, a Esquadra 752 “Fénix” da Força Aérea Portuguesa realizou mais um resgate marítimo, desta vez envolvendo um homem de 63 anos a bordo de um navio a cerca de 444 quilómetros a sudoeste da ilha Terceira, nos Açores. O helicóptero AW‑101 Merlin descolou da Base Aérea Nº 4 nas Lajes pelas 14h55, recuperou o homem em segurança e prestou cuidados de saúde iniciais durante o voo, encaminhando‑o posteriormente para um hospital local. A operação de cerca de cinco horas foi coordenada em conjunto com o MRCC de Ponta Delgada, sendo este o terceiro resgate em navio realizado pela Força Aérea em apenas quatro dias.

Parabéns. Para que outros vivam 













 

A Força Aérea Portuguesa demonstrou, uma vez mais, o seu compromisso inabalável com a proteção da vida em alto-mar, evidenciando a prontidão, a coragem e a competência das suas tripulações em operações de Busca e Salvamento (SAR). Com helicópteros AW-101 Merlin, as equipas da Esquadra 751 “Pumas” e da Esquadra 752 “Fénix” mantêm-se permanentemente preparadas para responder a situações de emergência, garantindo assistência médica urgente e transporte seguro de pessoas em perigo, mesmo em condições meteorológicas adversas e em locais de difícil acesso.

No dia 25 de dezembro de 2025, durante a madrugada, a Força Aérea Portuguesa respondeu a uma situação de emergência médica no mar ao resgatar um homem que necessitava de assistência urgente a bordo de um navio a cerca de 200 quilómetros a noroeste da Base Aérea Nº 6, no Montijo. Um helicóptero AW‑101 Merlin da Esquadra 751 “Pumas” descolou por volta das 02h50, recuperou o doente em segurança e transportou‑o para Lisboa, de onde foi encaminhado para uma unidade hospitalar, numa missão coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Lisboa.

No dia 27 de dezembro de 2025, no período da tarde, a Força Aérea efetuou um novo resgate em alto‑mar, desta vez para socorrer um homem de 69 anos que necessitava de cuidados médicos urgentes enquanto se encontrava a bordo de um navio cruzeiro a mais de 65 quilómetros do Montijo. A missão foi levada a cabo por um helicóptero AW‑101 Merlin da Esquadra 751 que descolou da BA6 após ativação pelo RCC Lisboa, recolheu o paciente com segurança e, após prestar os primeiros cuidados a bordo, transportou‑o para o Aeródromo de Trânsito Nº 1, em Figo Maduro, onde foi encaminhado para tratamento hospitalar.

No dia 29 de dezembro de 2025, a Esquadra 752 “Fénix” da Força Aérea Portuguesa realizou mais um resgate marítimo, desta vez envolvendo um homem de 63 anos a bordo de um navio a cerca de 444 quilómetros a sudoeste da ilha Terceira, nos Açores. O helicóptero AW‑101 Merlin descolou da Base Aérea Nº 4 nas Lajes pelas 14h55, recuperou o homem em segurança e prestou cuidados de saúde iniciais durante o voo, encaminhando‑o posteriormente para um hospital local. A operação de cerca de cinco horas foi coordenada em conjunto com o MRCC de Ponta Delgada, sendo este o terceiro resgate em navio realizado pela Força Aérea em apenas quatro dias.

Parabéns. Para que outros vivam 













Força Aérea lança concurso para nova infraestrutura dos A-29N Super Tucano em Beja

 

A Força Aérea Portuguesa (FAP) lançou um concurso público para a construção de uma nova infraestrutura operacional na Base Aérea n.º 11 (BA11), em Beja, destinada a apoiar a operação dos futuros A-29N Super Tucano. Este procedimento insere-se no plano de implementação da nova aeronave no dispositivo operacional da FAP, garantindo as condições técnicas, logísticas e operacionais necessárias à sua entrada ao serviço.

De acordo com a informação disponibilizada, a infraestrutura a edificar deverá integrar áreas dedicadas à manutenção de aeronaves, apoio logístico, planeamento e condução de operações, bem como espaços administrativos e de apoio às tripulações e ao pessoal técnico. O projeto contempla ainda requisitos associados à segurança física e operacional, interoperabilidade com sistemas existentes na base, eficiência energética e adequação às exigências atuais das infraestruturas militares.

A Base Aérea n.º 11, em Beja, foi escolhida para acolher esta nova capacidade devido às suas características operacionais, dimensão e localização estratégica. A unidade já desempenha um papel central na formação e treino de pilotos da Força Aérea, dispondo de infraestruturas e espaço aéreo adequados para missões de instrução avançada, treino operacional e projeção de forças, fatores considerados determinantes para a integração dos A-29N Super Tucano.

Apesar do lançamento do concurso para uma infraestrutura associada aos A-29N, mantém-se alguma incerteza quanto à orgânica da unidade que irá operar a aeronave. A Força Aérea Portuguesa já indicou que os A-29N Super Tucano foram atribuídos à Esquadra 101 “Roncos”, tradicionalmente responsável pela instrução elementar de pilotagem. No entanto, não é ainda claro se esta solução será mantida a longo prazo ou se poderá vir a ser constituída uma nova Esquadra especificamente dedicada a esta plataforma, à semelhança do que ocorreu noutros processos de introdução de novas aeronaves.

A introdução do A-29N Super Tucano representa um reforço significativo das capacidades da Força Aérea Portuguesa, tanto no domínio da formação avançada como em missões de vigilância, apoio aéreo e cooperação internacional. O investimento em novas infraestruturas na BA11 surge, assim, como um passo essencial para assegurar a plena operacionalização do sistema de armas, garantindo elevados níveis de prontidão, segurança e sustentabilidade ao longo do seu ciclo de vida.

Fotos: FAP
















 

A Força Aérea Portuguesa (FAP) lançou um concurso público para a construção de uma nova infraestrutura operacional na Base Aérea n.º 11 (BA11), em Beja, destinada a apoiar a operação dos futuros A-29N Super Tucano. Este procedimento insere-se no plano de implementação da nova aeronave no dispositivo operacional da FAP, garantindo as condições técnicas, logísticas e operacionais necessárias à sua entrada ao serviço.

De acordo com a informação disponibilizada, a infraestrutura a edificar deverá integrar áreas dedicadas à manutenção de aeronaves, apoio logístico, planeamento e condução de operações, bem como espaços administrativos e de apoio às tripulações e ao pessoal técnico. O projeto contempla ainda requisitos associados à segurança física e operacional, interoperabilidade com sistemas existentes na base, eficiência energética e adequação às exigências atuais das infraestruturas militares.

A Base Aérea n.º 11, em Beja, foi escolhida para acolher esta nova capacidade devido às suas características operacionais, dimensão e localização estratégica. A unidade já desempenha um papel central na formação e treino de pilotos da Força Aérea, dispondo de infraestruturas e espaço aéreo adequados para missões de instrução avançada, treino operacional e projeção de forças, fatores considerados determinantes para a integração dos A-29N Super Tucano.

Apesar do lançamento do concurso para uma infraestrutura associada aos A-29N, mantém-se alguma incerteza quanto à orgânica da unidade que irá operar a aeronave. A Força Aérea Portuguesa já indicou que os A-29N Super Tucano foram atribuídos à Esquadra 101 “Roncos”, tradicionalmente responsável pela instrução elementar de pilotagem. No entanto, não é ainda claro se esta solução será mantida a longo prazo ou se poderá vir a ser constituída uma nova Esquadra especificamente dedicada a esta plataforma, à semelhança do que ocorreu noutros processos de introdução de novas aeronaves.

A introdução do A-29N Super Tucano representa um reforço significativo das capacidades da Força Aérea Portuguesa, tanto no domínio da formação avançada como em missões de vigilância, apoio aéreo e cooperação internacional. O investimento em novas infraestruturas na BA11 surge, assim, como um passo essencial para assegurar a plena operacionalização do sistema de armas, garantindo elevados níveis de prontidão, segurança e sustentabilidade ao longo do seu ciclo de vida.

Fotos: FAP
















Passagem Aérea de F-16AM - 31 Dezembro

 


No dia 31 de dezembro, a Força Aérea Portuguesa cumpre a tradição com passagens aéreas de aeronaves F-16AM, que irão sobrevoar várias regiões de Portugal Continental, numa missão simbólica destinada a desejar um Feliz Ano Novo de 2026 a toda a população tendo por objetivo principal garantir qualificações operacionais dos seus pilotos.

Uma das aeronaves seguirá uma rota que abrange principalmente o litoral e o interior norte e centro, com passagens previstas por Figueira da Foz (10h03)Coimbra (10h07)Aveiro (10h13)Porto (10h21)Viana do Castelo (10h28)Braga (10h33)Chaves (10h42)Bragança (10h49)Vila Real (10h57)Viseu (11h05)Guarda (11h12) e Leiria (11h30), permitindo que inúmeras localidades acompanhem esta saudação aérea.

Em simultâneo, uma segunda aeronave irá cumprir uma rota distinta, abrangendo o centro e sul do país, com passagens programadas por Santarém (10h08)Lisboa (10h15)Setúbal (10h19)Sines (10h26)Portimão (10h35)Faro (10h42)Beja (10h53)Évora (11h00)Estremoz (11h04)Portalegre (11h11)Castelo Branco (11h18) e Leiria (11h30), reforçando a presença da Força Aérea Portuguesa junto das populações destas regiões.

A Força Aérea Portuguesa relembra que as passagens aéreas e as rotas previstas poderão sofrer alterações ou ser canceladas, em função das condições meteorológicas ou de outras condicionantes operacionais.













 


No dia 31 de dezembro, a Força Aérea Portuguesa cumpre a tradição com passagens aéreas de aeronaves F-16AM, que irão sobrevoar várias regiões de Portugal Continental, numa missão simbólica destinada a desejar um Feliz Ano Novo de 2026 a toda a população tendo por objetivo principal garantir qualificações operacionais dos seus pilotos.

Uma das aeronaves seguirá uma rota que abrange principalmente o litoral e o interior norte e centro, com passagens previstas por Figueira da Foz (10h03)Coimbra (10h07)Aveiro (10h13)Porto (10h21)Viana do Castelo (10h28)Braga (10h33)Chaves (10h42)Bragança (10h49)Vila Real (10h57)Viseu (11h05)Guarda (11h12) e Leiria (11h30), permitindo que inúmeras localidades acompanhem esta saudação aérea.

Em simultâneo, uma segunda aeronave irá cumprir uma rota distinta, abrangendo o centro e sul do país, com passagens programadas por Santarém (10h08)Lisboa (10h15)Setúbal (10h19)Sines (10h26)Portimão (10h35)Faro (10h42)Beja (10h53)Évora (11h00)Estremoz (11h04)Portalegre (11h11)Castelo Branco (11h18) e Leiria (11h30), reforçando a presença da Força Aérea Portuguesa junto das populações destas regiões.

A Força Aérea Portuguesa relembra que as passagens aéreas e as rotas previstas poderão sofrer alterações ou ser canceladas, em função das condições meteorológicas ou de outras condicionantes operacionais.













sábado, 27 de dezembro de 2025

Portugal dá o primeiro passo para a produção europeia do A-29N Super Tucano

Portugal vai acolher uma nova unidade industrial da Embraer destinada à produção do avião A-29N Super Tucano, na sequência de um anúncio feito pelo Ministério da Defesa Nacional. A iniciativa resulta de uma carta de intenção assinada entre o Governo português e o construtor aeronáutico brasileiro, enquadrada no programa de aquisição, pela Força Aérea Portuguesa (FAP), de 12 aeronaves A-29N, tornando Portugal o primeiro operador europeu desta variante adaptada aos padrões da NATO. O projeto representa um passo significativo no reforço da cooperação estratégica entre Portugal e a Embraer, que já inclui programas estruturantes como o KC-390 Millennium.

A futura fábrica deverá localizar-se em Beja, tirando partido das infraestruturas existentes no Aeroporto de Beja, e tem como objetivo não apenas responder às necessidades nacionais, mas também posicionar Portugal como um polo europeu para a produção e eventual exportação do A-29N Super Tucano. O Governo sublinha que esta aposta vai além da simples aquisição de aeronaves, procurando integrar a indústria nacional na cadeia de valor da defesa, criar emprego altamente qualificado e reforçar a autonomia industrial no setor aeronáutico militar, com relevância também no contexto da NATO.

O A-29N Super Tucano é uma versão específica do conhecido A-29, desenvolvida para cumprir requisitos e certificações da Aliança Atlântica. Trata-se de uma aeronave turboélice de ataque leve e treino avançado, equipada com um motor Pratt & Whitney Canada PT6A-68C, capaz de atingir velocidades superiores a 500 km/h e operar em pistas curtas ou pouco preparadas. A versão “N” integra aviônicos compatíveis com a NATO, sistemas de comunicações seguras, ligação de dados, capacidade de emprego de armamento guiado e não guiado, sensores eletro-ópticos e infravermelhos, bem como aptidão para missões de treino operacional, apoio aéreo próximo, vigilância armada e operações de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR).

Com este projeto, Portugal reforça simultaneamente as capacidades operacionais da Força Aérea Portuguesa e o seu posicionamento estratégico no setor da defesa europeia, afirmando-se como um parceiro industrial relevante e como um centro de produção aeronáutica militar com potencial de projeção internacional.

Fotos: FAP











Portugal vai acolher uma nova unidade industrial da Embraer destinada à produção do avião A-29N Super Tucano, na sequência de um anúncio feito pelo Ministério da Defesa Nacional. A iniciativa resulta de uma carta de intenção assinada entre o Governo português e o construtor aeronáutico brasileiro, enquadrada no programa de aquisição, pela Força Aérea Portuguesa (FAP), de 12 aeronaves A-29N, tornando Portugal o primeiro operador europeu desta variante adaptada aos padrões da NATO. O projeto representa um passo significativo no reforço da cooperação estratégica entre Portugal e a Embraer, que já inclui programas estruturantes como o KC-390 Millennium.

A futura fábrica deverá localizar-se em Beja, tirando partido das infraestruturas existentes no Aeroporto de Beja, e tem como objetivo não apenas responder às necessidades nacionais, mas também posicionar Portugal como um polo europeu para a produção e eventual exportação do A-29N Super Tucano. O Governo sublinha que esta aposta vai além da simples aquisição de aeronaves, procurando integrar a indústria nacional na cadeia de valor da defesa, criar emprego altamente qualificado e reforçar a autonomia industrial no setor aeronáutico militar, com relevância também no contexto da NATO.

O A-29N Super Tucano é uma versão específica do conhecido A-29, desenvolvida para cumprir requisitos e certificações da Aliança Atlântica. Trata-se de uma aeronave turboélice de ataque leve e treino avançado, equipada com um motor Pratt & Whitney Canada PT6A-68C, capaz de atingir velocidades superiores a 500 km/h e operar em pistas curtas ou pouco preparadas. A versão “N” integra aviônicos compatíveis com a NATO, sistemas de comunicações seguras, ligação de dados, capacidade de emprego de armamento guiado e não guiado, sensores eletro-ópticos e infravermelhos, bem como aptidão para missões de treino operacional, apoio aéreo próximo, vigilância armada e operações de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR).

Com este projeto, Portugal reforça simultaneamente as capacidades operacionais da Força Aérea Portuguesa e o seu posicionamento estratégico no setor da defesa europeia, afirmando-se como um parceiro industrial relevante e como um centro de produção aeronáutica militar com potencial de projeção internacional.

Fotos: FAP











terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Passagem Aérea de F-16AM - 24 Dezembro

 


No dia 24 de dezembro, a Força Aérea Portuguesa cumpre a tradição natalícia com passagens aéreas de aeronaves F-16M, que irão sobrevoar várias regiões de Portugal Continental, numa missão simbólica destinada a desejar um Feliz Natal a toda a população.

Uma das aeronaves seguirá uma rota que abrange principalmente o litoral e o interior norte e centro, com passagens previstas por Figueira da Foz (10h03), Coimbra (10h07), Aveiro (10h13), Porto (10h21), Viana do Castelo (10h28), Braga (10h33), Chaves (10h42), Bragança (10h49), Vila Real (10h57), Viseu (11h05), Guarda (11h12) e Leiria (11h30), permitindo que inúmeras localidades acompanhem esta saudação aérea.

Em simultâneo, uma segunda aeronave irá cumprir uma rota distinta, abrangendo o centro e sul do país, com passagens programadas por Santarém (10h08), Lisboa (10h15), Setúbal (10h19), Sines (10h26), Portimão (10h35), Faro (10h42), Beja (10h53), Évora (11h00), Estremoz (11h04), Portalegre (11h11), Castelo Branco (11h18) e Leiria (11h30), reforçando a presença da Força Aérea Portuguesa junto das populações destas regiões.

A Força Aérea Portuguesa relembra que as passagens aéreas e as rotas previstas poderão sofrer alterações ou ser canceladas, em função das condições meteorológicas ou de outras condicionantes operacionais.






















 


No dia 24 de dezembro, a Força Aérea Portuguesa cumpre a tradição natalícia com passagens aéreas de aeronaves F-16M, que irão sobrevoar várias regiões de Portugal Continental, numa missão simbólica destinada a desejar um Feliz Natal a toda a população.

Uma das aeronaves seguirá uma rota que abrange principalmente o litoral e o interior norte e centro, com passagens previstas por Figueira da Foz (10h03), Coimbra (10h07), Aveiro (10h13), Porto (10h21), Viana do Castelo (10h28), Braga (10h33), Chaves (10h42), Bragança (10h49), Vila Real (10h57), Viseu (11h05), Guarda (11h12) e Leiria (11h30), permitindo que inúmeras localidades acompanhem esta saudação aérea.

Em simultâneo, uma segunda aeronave irá cumprir uma rota distinta, abrangendo o centro e sul do país, com passagens programadas por Santarém (10h08), Lisboa (10h15), Setúbal (10h19), Sines (10h26), Portimão (10h35), Faro (10h42), Beja (10h53), Évora (11h00), Estremoz (11h04), Portalegre (11h11), Castelo Branco (11h18) e Leiria (11h30), reforçando a presença da Força Aérea Portuguesa junto das populações destas regiões.

A Força Aérea Portuguesa relembra que as passagens aéreas e as rotas previstas poderão sofrer alterações ou ser canceladas, em função das condições meteorológicas ou de outras condicionantes operacionais.