sábado, 28 de setembro de 2024

KC-390 Millennium de regresso com cidadãos portugueses retirados do Líbano

 

Um grupo de 44 cidadãos portugueses que foram retirados do Líbano vai chegar este sábado ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. Inicialmente composto por 24 que estavam já previstos na sexta-feira e posteriormente mais 20 que entretanto solicitaram a sua retirada.

Os portugueses saíram num avião da Força Aérea rumo a Portugal, que fez escala em Nicósia no Chipre, prevê-se que cheguem ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, entre as 21:00 e as 22:00.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, já tinha avançado que o Governo português tinha mecanismos prontos para retirar portugueses que quisessem sair do Líbano.

"Nós temos estado em contacto, desde há muito tempo, com todos os portugueses que estão identificados e, portanto, (…) temos mecanismos que estão prontos para poder fazer o apoio que é necessário para a sua retirada", garantiu o primeiro-ministro.

Israel e Hezbollah estão envolvidos num intenso fogo cruzado diário desde 07 de outubro de 2023, após o ataque do Hamas em solo israelita que desencadeou a atual guerra na Faixa de Gaza, levando a que dezenas de milhares de pessoas tenham abandonado as suas casas em ambos os lados da fronteira israelo-libanesa.

Com o call sign “AFP13” o KC-390 Millenium pertencente à Esquadra 506 Rinocerontes está de regresso a Portugal. Mais uma vez "Só pode o que impossível parecia". Grandes Rinocerontes.


Fontes: SIC noticias e ADSB 
























 

Um grupo de 44 cidadãos portugueses que foram retirados do Líbano vai chegar este sábado ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. Inicialmente composto por 24 que estavam já previstos na sexta-feira e posteriormente mais 20 que entretanto solicitaram a sua retirada.

Os portugueses saíram num avião da Força Aérea rumo a Portugal, que fez escala em Nicósia no Chipre, prevê-se que cheguem ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, entre as 21:00 e as 22:00.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, já tinha avançado que o Governo português tinha mecanismos prontos para retirar portugueses que quisessem sair do Líbano.

"Nós temos estado em contacto, desde há muito tempo, com todos os portugueses que estão identificados e, portanto, (…) temos mecanismos que estão prontos para poder fazer o apoio que é necessário para a sua retirada", garantiu o primeiro-ministro.

Israel e Hezbollah estão envolvidos num intenso fogo cruzado diário desde 07 de outubro de 2023, após o ataque do Hamas em solo israelita que desencadeou a atual guerra na Faixa de Gaza, levando a que dezenas de milhares de pessoas tenham abandonado as suas casas em ambos os lados da fronteira israelo-libanesa.

Com o call sign “AFP13” o KC-390 Millenium pertencente à Esquadra 506 Rinocerontes está de regresso a Portugal. Mais uma vez "Só pode o que impossível parecia". Grandes Rinocerontes.


Fontes: SIC noticias e ADSB 
























sábado, 21 de setembro de 2024

Beja vai receber o Nato Tiger Meet 2025

 


O próximo NATO Tiger Meet vai decorrer entre 21 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Base Aérea N.º 11, em Beja, onde diversas esquadras de voo de países membros da NATO e parceiros irão participar no exercício anual NATO Tiger Meet.

 

O Nato Tiger Meet é um dos exercícios mais importantes e prestigiante realizado na Europa, representa uma oportunidade única para os participantes testarem técnicas, táticas e procedimentos em cenários contestados, exigindo soluções em múltiplos domínios.

De acordo com informação da Força Aérea, “o exercício irá sincronizar diversos meios aéreos, navais, terrestres, cyber & space assim como elementos de quinta geração, fomentando uma elevada dinâmica de interoperabilidade”.

 

O NATO Tiger Meet foi criado pela NATO Tiger Association, em 1961. Em 2025 Portugal recebe este exercício pela quinta vez, sob organização, planeamento e execução da Força Aérea Portuguesa onde a Esquadra 301 Jaguares será a anfitriã.

Fonte: FAP; Foto: Frame do trailer





















 


O próximo NATO Tiger Meet vai decorrer entre 21 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Base Aérea N.º 11, em Beja, onde diversas esquadras de voo de países membros da NATO e parceiros irão participar no exercício anual NATO Tiger Meet.

 

O Nato Tiger Meet é um dos exercícios mais importantes e prestigiante realizado na Europa, representa uma oportunidade única para os participantes testarem técnicas, táticas e procedimentos em cenários contestados, exigindo soluções em múltiplos domínios.

De acordo com informação da Força Aérea, “o exercício irá sincronizar diversos meios aéreos, navais, terrestres, cyber & space assim como elementos de quinta geração, fomentando uma elevada dinâmica de interoperabilidade”.

 

O NATO Tiger Meet foi criado pela NATO Tiger Association, em 1961. Em 2025 Portugal recebe este exercício pela quinta vez, sob organização, planeamento e execução da Força Aérea Portuguesa onde a Esquadra 301 Jaguares será a anfitriã.

Fonte: FAP; Foto: Frame do trailer





















domingo, 15 de setembro de 2024

Esquadra 501 Bisontes faz hoje 47 anos

 


Hoje é dia de aniversário dos Bisontes. A Esquadra 501 que opera o C-130H Hércules a partir da Base Aérea 6 do Montijo, celebra hoje 47 anos de actividade operacional.

O transporte aéreo militar teve o seu início com o exercício Himba, realizado em 1959, que previa uma ponte aérea para as províncias ultramarinas. Com a crescente instabilidade em África e com os resultados do exercício anterior, surgiu a necessidade de remodelação dos transportes aéreos. Fruto dessa situação, surgiram dois agrupamentos: um a voar Skymaster e Dakota no AB1, Portela, e outro a voar DC6 no Montijo. Foi, posteriormente, com a saída do serviço efetivo do DC6 e com a transferência da aeronave Boeing 707 que se evidenciou a necessidade de se adquirir outra aeronave. Em resultado, foi criada a esquadra 501, dando-se início à operação com o Hércules C-130H.


Fruto das suas valências, a esquadra está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. Casos disso temos: Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Afeganistão, Ruanda e Balcãs, entre outros. Parabéns Bisontes


































 


Hoje é dia de aniversário dos Bisontes. A Esquadra 501 que opera o C-130H Hércules a partir da Base Aérea 6 do Montijo, celebra hoje 47 anos de actividade operacional.

O transporte aéreo militar teve o seu início com o exercício Himba, realizado em 1959, que previa uma ponte aérea para as províncias ultramarinas. Com a crescente instabilidade em África e com os resultados do exercício anterior, surgiu a necessidade de remodelação dos transportes aéreos. Fruto dessa situação, surgiram dois agrupamentos: um a voar Skymaster e Dakota no AB1, Portela, e outro a voar DC6 no Montijo. Foi, posteriormente, com a saída do serviço efetivo do DC6 e com a transferência da aeronave Boeing 707 que se evidenciou a necessidade de se adquirir outra aeronave. Em resultado, foi criada a esquadra 501, dando-se início à operação com o Hércules C-130H.


Fruto das suas valências, a esquadra está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. Casos disso temos: Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Afeganistão, Ruanda e Balcãs, entre outros. Parabéns Bisontes


































sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Força Aérea realiza o MORSA SATER 2024

 


Decorreu de 10 a 12 de Setembro o exercício MORSA SATER 2024 na Base Aérea nº8, onde a Força Aérea pôs em prática os meios de emergência em resposta a missões de Busca e Salvamento Aéreo (SAR), em ambiente terrestre. Trata-se de um exercício simulando a queda de uma aeronave para testar a resposta a uma situação real.

O cenário decorre quando uma aeronave com 13 pessoas a bordo reporta problemas técnicos e desaparece pouco depois nos radares. A Força Aérea activa de imediato um meio de busca, um C-295M que detecta a aeronave que se despenhou e de seguida são mobilizados meios aéreos e terrestres para a busca e salvamento dos sobreviventes.

Foram depois empenhados um NH-90 espanhol, um EH-101 Merlin e um AW-119 Koala, portugueses, para resgatar as vitimas do acidente.

Uma pedreira no concelho de Santa Comba Dão serviu para testar as capacidades logísticas e operacionais na resposta a uma situação envolvendo o acidente com uma aeronave. A Protecção Civil, o Inem, a GNR e os bombeiros, participaram também neste exercício.

Este foi o cenário que serviu de base para o MORSA SATER 2024 que é um exercício que se realiza desde 2001, duas vezes por ano, como resultado de um acordo de cooperação entre Portugal e Espanha para Operações de Busca e Salvamento Aéreo, onde são treinados procedimentos em ambiente marítimo e/ou terrestre, alternando a organização entre os dois países. O objetivo principal passa por aperfeiçoar a resposta a cenários de missões de Busca e Salvamento Aéreo, treinando a coordenação e interoperabilidade entre diferentes organizações dos dois países participantes, nas diferentes fases de planeamento, execução e apoio.

Fotos: FAP























 


Decorreu de 10 a 12 de Setembro o exercício MORSA SATER 2024 na Base Aérea nº8, onde a Força Aérea pôs em prática os meios de emergência em resposta a missões de Busca e Salvamento Aéreo (SAR), em ambiente terrestre. Trata-se de um exercício simulando a queda de uma aeronave para testar a resposta a uma situação real.

O cenário decorre quando uma aeronave com 13 pessoas a bordo reporta problemas técnicos e desaparece pouco depois nos radares. A Força Aérea activa de imediato um meio de busca, um C-295M que detecta a aeronave que se despenhou e de seguida são mobilizados meios aéreos e terrestres para a busca e salvamento dos sobreviventes.

Foram depois empenhados um NH-90 espanhol, um EH-101 Merlin e um AW-119 Koala, portugueses, para resgatar as vitimas do acidente.

Uma pedreira no concelho de Santa Comba Dão serviu para testar as capacidades logísticas e operacionais na resposta a uma situação envolvendo o acidente com uma aeronave. A Protecção Civil, o Inem, a GNR e os bombeiros, participaram também neste exercício.

Este foi o cenário que serviu de base para o MORSA SATER 2024 que é um exercício que se realiza desde 2001, duas vezes por ano, como resultado de um acordo de cooperação entre Portugal e Espanha para Operações de Busca e Salvamento Aéreo, onde são treinados procedimentos em ambiente marítimo e/ou terrestre, alternando a organização entre os dois países. O objetivo principal passa por aperfeiçoar a resposta a cenários de missões de Busca e Salvamento Aéreo, treinando a coordenação e interoperabilidade entre diferentes organizações dos dois países participantes, nas diferentes fases de planeamento, execução e apoio.

Fotos: FAP























terça-feira, 27 de agosto de 2024

Regresso da Força Operacional Conjunta da Ilha da Madeira

 

Regressaram ao Continente os 136 elementos da Força Operacional Conjunta que, durante mais de uma semana, ajudaram no combate ao incêndio que deflagrou na Ilha da Madeira. O regresso foi efetuado ao final da noite de 26 e na manhã de 27 de agosto divulgou a Força Aérea na sua página oficial.

Para estas missões foram empenhados os aviões C-130H, da Esquadra 501 “Bisontes”, e o KC-390, da Esquadra 506 – “Rinocerontes”, que para além dos operacionais transportaram também, para o Aeródromo de Trânsito N.º 1, na Portela, mais de quatro toneladas de equipamento.

No total a Força Aérea realizou quatro voos no âmbito do apoio ao combate do incêndio na Ilha da Madeira. Fazendo valer os dois lemas das esquadras, a Força Aérea está “Onde necessário, quando necessário” e mostrando que “só pode o que impossível parecia”.

Fonte e fotos: FAP






















 

Regressaram ao Continente os 136 elementos da Força Operacional Conjunta que, durante mais de uma semana, ajudaram no combate ao incêndio que deflagrou na Ilha da Madeira. O regresso foi efetuado ao final da noite de 26 e na manhã de 27 de agosto divulgou a Força Aérea na sua página oficial.

Para estas missões foram empenhados os aviões C-130H, da Esquadra 501 “Bisontes”, e o KC-390, da Esquadra 506 – “Rinocerontes”, que para além dos operacionais transportaram também, para o Aeródromo de Trânsito N.º 1, na Portela, mais de quatro toneladas de equipamento.

No total a Força Aérea realizou quatro voos no âmbito do apoio ao combate do incêndio na Ilha da Madeira. Fazendo valer os dois lemas das esquadras, a Força Aérea está “Onde necessário, quando necessário” e mostrando que “só pode o que impossível parecia”.

Fonte e fotos: FAP






















F-16 da Ucrânia abateram mísseis durante ataque maciço da Rússia.

 

O presidente ucraniano, Zelenskyy, disse hoje que os seus militares utilizaram os seus caças F-16 para repelir um ataque massivo russo na segunda-feira.

O ataque, que terá incluído mais de 127 mísseis balísticos e de cruzeiro,bem como 109 drones de ataque unidirecional, foi um dos maiores da guerra até agorae a Ucrânia conseguiu abater 102 mísseis e 99 drones. Instalações energéticas foram danificadas em várias regiões,  sete pessoas morreram e 47 ficaram feridas.

 “Como parte deste enorme ataque com mísseis, já abatemos alguns mísseis com a ajuda dos F-16 e agradecemos aos nossos parceiros por nos terem fornecido estes F-16”, disse hoje Zelenskyy numa conferência de imprensa em Kiev, sem adiantar mais pormenores. Disse na conferência de imprensa que a Ucrânia ainda precisava de mais caças e de mais pilotos treinados.

Relembramos que Zelenskyy anunciou no início deste mês que a Ucrânia recebeu o primeiro lote de caças prometidos pelos países ocidentais.

No mesmo dia do ataque, a Força Aérea dos EUA divulgou o seu envolvimento na atualização dos conjuntos de guerra eletrónica (EW) dos F-16 entregues à Ucrânia. O 68th Electronic Warfare Squadron colaborou recentemente com os seus homólogos dinamarqueses e noruegueses no apoio à entrega de F-16 da Dinamarca e da Holanda à Ucrânia, disse o serviço num comunicado de imprensa.

“O 68th EWS é um centro de excelência em Guerra Eletrónica da Força Aérea, focado em aumentar a letalidade e a capacidade de sobrevivência dos EUA e dos seus parceiros estratégicos, desenvolvendo, testando e fornecendo suporte de guerra eletromagnética de espectro total”, afirma a Força Aérea. A unidade está sediada na Base Aérea de Eglin e faz parte da 350th Spectrum Warfare Wing.

A Ucrânia está agora a ser considerada numa situação oficial de vendas militares estrangeiras para o 68º EWS. Desta forma, a unidade fornecerá capacidades de reprogramação com base no feedback dos ucranianos, que fornecerão dados testados em combate para melhorar as capacidades em benefício de ambas as partes.

Fonte: F-16net ; Fotos: Força Aérea Ucraniana









































 

O presidente ucraniano, Zelenskyy, disse hoje que os seus militares utilizaram os seus caças F-16 para repelir um ataque massivo russo na segunda-feira.

O ataque, que terá incluído mais de 127 mísseis balísticos e de cruzeiro,bem como 109 drones de ataque unidirecional, foi um dos maiores da guerra até agorae a Ucrânia conseguiu abater 102 mísseis e 99 drones. Instalações energéticas foram danificadas em várias regiões,  sete pessoas morreram e 47 ficaram feridas.

 “Como parte deste enorme ataque com mísseis, já abatemos alguns mísseis com a ajuda dos F-16 e agradecemos aos nossos parceiros por nos terem fornecido estes F-16”, disse hoje Zelenskyy numa conferência de imprensa em Kiev, sem adiantar mais pormenores. Disse na conferência de imprensa que a Ucrânia ainda precisava de mais caças e de mais pilotos treinados.

Relembramos que Zelenskyy anunciou no início deste mês que a Ucrânia recebeu o primeiro lote de caças prometidos pelos países ocidentais.

No mesmo dia do ataque, a Força Aérea dos EUA divulgou o seu envolvimento na atualização dos conjuntos de guerra eletrónica (EW) dos F-16 entregues à Ucrânia. O 68th Electronic Warfare Squadron colaborou recentemente com os seus homólogos dinamarqueses e noruegueses no apoio à entrega de F-16 da Dinamarca e da Holanda à Ucrânia, disse o serviço num comunicado de imprensa.

“O 68th EWS é um centro de excelência em Guerra Eletrónica da Força Aérea, focado em aumentar a letalidade e a capacidade de sobrevivência dos EUA e dos seus parceiros estratégicos, desenvolvendo, testando e fornecendo suporte de guerra eletromagnética de espectro total”, afirma a Força Aérea. A unidade está sediada na Base Aérea de Eglin e faz parte da 350th Spectrum Warfare Wing.

A Ucrânia está agora a ser considerada numa situação oficial de vendas militares estrangeiras para o 68º EWS. Desta forma, a unidade fornecerá capacidades de reprogramação com base no feedback dos ucranianos, que fornecerão dados testados em combate para melhorar as capacidades em benefício de ambas as partes.

Fonte: F-16net ; Fotos: Força Aérea Ucraniana









































segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Frota KC-390 Millenium atinge as 1.000 horas

 


Os parabéns à Esquadra 506 e à Força Aérea Portuguesa  pelo marco de 1.000 horas de voo do KC-390 Millenium.

A aeronave multimissão, que entrou em serviço em 2023, tem mostrado a sua flexibilidade e disponibilidade para apoiar as mais diversas missões das Forças Armadas Portuguesas, destacando-se o transporte aeromédico, transporte de helicópteros além de missões de projeção, no apoio nos destacamentos militares no centro e leste europeu, África e América do Norte.

Atualmente a operar a partir da Base Aérea nº11 de Beja com duas das cinco aeronaves previstas, a Esquadra 506 não tem tido mãos a medir com as diversas missões para as quais tem sido chamada.

Parabéns Rinocerontes



























 


Os parabéns à Esquadra 506 e à Força Aérea Portuguesa  pelo marco de 1.000 horas de voo do KC-390 Millenium.

A aeronave multimissão, que entrou em serviço em 2023, tem mostrado a sua flexibilidade e disponibilidade para apoiar as mais diversas missões das Forças Armadas Portuguesas, destacando-se o transporte aeromédico, transporte de helicópteros além de missões de projeção, no apoio nos destacamentos militares no centro e leste europeu, África e América do Norte.

Atualmente a operar a partir da Base Aérea nº11 de Beja com duas das cinco aeronaves previstas, a Esquadra 506 não tem tido mãos a medir com as diversas missões para as quais tem sido chamada.

Parabéns Rinocerontes