sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Força Aérea Portuguesa em 2025: Missões ao Serviço do País e Além-Fronteiras

 

Ao longo de 2025, a Força Aérea Portuguesa (FAP) voltou a afirmar-se como um pilar essencial da soberania nacional e do apoio à população, cumprindo um vasto leque de missões em território nacional e no exterior, com elevados níveis de prontidão e eficácia operacional.

No plano do apoio direto à população, o transporte aéreo de doentes manteve-se como uma das missões mais sensíveis e prioritárias, com 830 transportes realizados, assegurando o acesso rápido a cuidados de saúde diferenciados. Paralelamente, as missões de Busca e Salvamento (SAR) permitiram o resgate de 101 pessoas, muitas delas em cenários exigentes, tanto em terra como no mar.

A FAP desempenhou igualmente um papel determinante no combate aos incêndios rurais, acumulando 740 horas de voo em 195 missões de apoio a fogos, contribuindo para a proteção de pessoas, bens e património natural. No domínio da saúde, destaca-se ainda o transporte de órgãos para transplante, com 45 missões realizadas, decisivas para salvar vidas.

As missões de projeção da força e transporte de carga somaram mais de 1.850 horas de voo em 274 missões, garantindo apoio logístico às Forças Armadas e a múltiplas entidades nacionais e internacionais. Já no patrulhamento marítimo, essencial para a vigilância da vasta área marítima sob responsabilidade nacional, foram registadas mais de 1.175 horas de voo.

A formação de novos pilotos continuou a ser uma aposta estratégica, com mais de 3.500 horas de voo, assegurando a preparação das futuras gerações de aviadores militares. Em simultâneo, as missões de Policiamento Aéreo ultrapassaram 945 horas de voo, garantindo a defesa do espaço aéreo nacional e o cumprimento dos compromissos internacionais de Portugal.

Missões além-fronteiras

No plano internacional, a Força Aérea Portuguesa manteve uma presença relevante em várias operações multinacionais. Na Estónia, aeronaves F-16AM participaram numa missão da NATO de policiamento aéreo reforçado, realizando mais de 20 interceções ao longo de quatro meses, num total de 480 horas de voo.

Ainda no contexto da NATO, aeronaves P-3C CUP+ estiveram destacadas na Estónia em missões de vigilância marítima, onde, em dois meses, foram efetuados 184 contactos, totalizando 180 horas de voo. Fora do espaço europeu, os mesmos meios participaram numa missão AMLEP em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, durante um mês, no âmbito da cooperação bilateral e do reforço das capacidades locais de vigilância marítima.

Em Itália, uma única projeção operacional de aeronaves P-3C CUP+ permitiu à FAP cumprir, em simultâneo, três missões distintas: Sea Guardian e Noble Shield, no âmbito da NATO, e IRINI, sob a égide da União Europeia. Durante um mês, estas operações conjuntas resultaram em cerca de 19.000 contactos, num total aproximado de 80 horas de voo, demonstrando a elevada flexibilidade e interoperabilidade dos meios portugueses.

Também no quadro da União Europeia, um C-295M esteve destacado em Málaga, ao serviço da Frontex, durante oito meses, acumulando 380 horas de voo e identificando 21.761 contactos, contribuindo para a vigilância das fronteiras externas da UE.

Mudança, inovação e novas capacidades

O ano ficou ainda marcado por um forte investimento na modernização e renovação de capacidades. Destaca-se a receção do Falcon 900, a modernização dos C-130H e dos P-3C CUP+, bem como a entrada ao serviço de mais um KC-390, reforçando e expandindo a frota de transporte estratégico.


A Força Aérea iniciou igualmente a incorporação dos primeiros cinco A-29N Super Tucano, bem como a receção de mais dois UH-60 Black Hawk, consolidando o aumento da frota e a diversificação de capacidades operacionais.

Mais e novas missões

O futuro aponta para novas dimensões de atuação. Um dos marcos mais relevantes foi a aposta no domínio espacial, com a aquisição do primeiro satélite SAR da Força Aérea Portuguesa, abrindo caminho a novas missões de vigilância, observação e apoio à segurança nacional.

Em 2025, a Força Aérea Portuguesa reafirmou-se como uma força moderna, credível e multifacetada, capaz de responder simultaneamente às necessidades da população, às exigências da defesa nacional e aos compromissos internacionais de Portugal. Entre missões humanitárias, operações de segurança, projeção de força e investimento em novas capacidades, o ano ficou marcado pela elevada prontidão operacional, pela adaptação a novos desafios e por uma clara aposta na inovação. Um percurso que evidencia não apenas o profissionalismo das suas tripulações e do pessoal de apoio, mas também a determinação da Força Aérea em continuar a evoluir, garantindo que permanece Sempre Pronta, Sempre Presente.

Fonte: FAP






























 

Ao longo de 2025, a Força Aérea Portuguesa (FAP) voltou a afirmar-se como um pilar essencial da soberania nacional e do apoio à população, cumprindo um vasto leque de missões em território nacional e no exterior, com elevados níveis de prontidão e eficácia operacional.

No plano do apoio direto à população, o transporte aéreo de doentes manteve-se como uma das missões mais sensíveis e prioritárias, com 830 transportes realizados, assegurando o acesso rápido a cuidados de saúde diferenciados. Paralelamente, as missões de Busca e Salvamento (SAR) permitiram o resgate de 101 pessoas, muitas delas em cenários exigentes, tanto em terra como no mar.

A FAP desempenhou igualmente um papel determinante no combate aos incêndios rurais, acumulando 740 horas de voo em 195 missões de apoio a fogos, contribuindo para a proteção de pessoas, bens e património natural. No domínio da saúde, destaca-se ainda o transporte de órgãos para transplante, com 45 missões realizadas, decisivas para salvar vidas.

As missões de projeção da força e transporte de carga somaram mais de 1.850 horas de voo em 274 missões, garantindo apoio logístico às Forças Armadas e a múltiplas entidades nacionais e internacionais. Já no patrulhamento marítimo, essencial para a vigilância da vasta área marítima sob responsabilidade nacional, foram registadas mais de 1.175 horas de voo.

A formação de novos pilotos continuou a ser uma aposta estratégica, com mais de 3.500 horas de voo, assegurando a preparação das futuras gerações de aviadores militares. Em simultâneo, as missões de Policiamento Aéreo ultrapassaram 945 horas de voo, garantindo a defesa do espaço aéreo nacional e o cumprimento dos compromissos internacionais de Portugal.

Missões além-fronteiras

No plano internacional, a Força Aérea Portuguesa manteve uma presença relevante em várias operações multinacionais. Na Estónia, aeronaves F-16AM participaram numa missão da NATO de policiamento aéreo reforçado, realizando mais de 20 interceções ao longo de quatro meses, num total de 480 horas de voo.

Ainda no contexto da NATO, aeronaves P-3C CUP+ estiveram destacadas na Estónia em missões de vigilância marítima, onde, em dois meses, foram efetuados 184 contactos, totalizando 180 horas de voo. Fora do espaço europeu, os mesmos meios participaram numa missão AMLEP em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, durante um mês, no âmbito da cooperação bilateral e do reforço das capacidades locais de vigilância marítima.

Em Itália, uma única projeção operacional de aeronaves P-3C CUP+ permitiu à FAP cumprir, em simultâneo, três missões distintas: Sea Guardian e Noble Shield, no âmbito da NATO, e IRINI, sob a égide da União Europeia. Durante um mês, estas operações conjuntas resultaram em cerca de 19.000 contactos, num total aproximado de 80 horas de voo, demonstrando a elevada flexibilidade e interoperabilidade dos meios portugueses.

Também no quadro da União Europeia, um C-295M esteve destacado em Málaga, ao serviço da Frontex, durante oito meses, acumulando 380 horas de voo e identificando 21.761 contactos, contribuindo para a vigilância das fronteiras externas da UE.

Mudança, inovação e novas capacidades

O ano ficou ainda marcado por um forte investimento na modernização e renovação de capacidades. Destaca-se a receção do Falcon 900, a modernização dos C-130H e dos P-3C CUP+, bem como a entrada ao serviço de mais um KC-390, reforçando e expandindo a frota de transporte estratégico.


A Força Aérea iniciou igualmente a incorporação dos primeiros cinco A-29N Super Tucano, bem como a receção de mais dois UH-60 Black Hawk, consolidando o aumento da frota e a diversificação de capacidades operacionais.

Mais e novas missões

O futuro aponta para novas dimensões de atuação. Um dos marcos mais relevantes foi a aposta no domínio espacial, com a aquisição do primeiro satélite SAR da Força Aérea Portuguesa, abrindo caminho a novas missões de vigilância, observação e apoio à segurança nacional.

Em 2025, a Força Aérea Portuguesa reafirmou-se como uma força moderna, credível e multifacetada, capaz de responder simultaneamente às necessidades da população, às exigências da defesa nacional e aos compromissos internacionais de Portugal. Entre missões humanitárias, operações de segurança, projeção de força e investimento em novas capacidades, o ano ficou marcado pela elevada prontidão operacional, pela adaptação a novos desafios e por uma clara aposta na inovação. Um percurso que evidencia não apenas o profissionalismo das suas tripulações e do pessoal de apoio, mas também a determinação da Força Aérea em continuar a evoluir, garantindo que permanece Sempre Pronta, Sempre Presente.

Fonte: FAP