sábado, 21 de fevereiro de 2026

Museu do Ar celebra 58 anos

 

O Museu do Ar assinala, hoje dia 21, o seu 58.º aniversário, celebrando quase seis décadas dedicadas à preservação, valorização e divulgação da história da aviação em Portugal. Criado em 1968 por iniciativa da então Força Aérea Portuguesa, o Museu nasceu da consciência de que o património aeronáutico nacional — feito de aeronaves históricas, equipamentos, documentos e memórias humanas — constituía um legado de inestimável valor que importava salvaguardar para as gerações futuras.

Atualmente instalado na Granja do Marquês, em Sintra, o Museu do Ar é muito mais do que um espaço expositivo: é um verdadeiro centro de memória aeronáutica nacional. Ao longo dos anos, foi reunindo um acervo notável que inclui aeronaves militares e civis, motores, instrumentos de navegação, fardamentos, fotografias e arquivos documentais que testemunham a evolução tecnológica e operacional da aviação portuguesa. Entre as suas peças mais emblemáticas encontram-se aviões que marcaram diferentes épocas da Força Aérea, bem como exemplares ligados à aviação civil e ao início da aventura aérea em Portugal.

O percurso expositivo permite ao visitante viajar desde os primórdios da aviação, passando pelo período heroico dos pioneiros portugueses, até à consolidação da aviação militar e civil no século XX. Nomes como o de Sacadura Cabral e Gago Coutinho, protagonistas da primeira travessia aérea do Atlântico Sul em 1922, encontram no Museu o devido enquadramento histórico, reforçando o papel de Portugal na epopeia aeronáutica mundial.

Ao completar 58 anos, o Museu do Ar reafirma a sua missão pedagógica e cultural. Ao longo das décadas, tem acolhido milhares de visitantes, investigadores, escolas e entusiastas da aviação, promovendo exposições temáticas, atividades educativas e iniciativas comemorativas que aproximam o público da realidade aeronáutica. Mais do que conservar aeronaves, o Museu preserva histórias de coragem, inovação e serviço, muitas delas ligadas às missões desempenhadas pela Força Aérea Portuguesa em território nacional e além-fronteiras.

Mais do que conservar aeronaves, o Museu preserva histórias de coragem, inovação e serviço, muitas delas ligadas às missões desempenhadas pela Força Aérea Portuguesa em território nacional e além-fronteiras. Assinalar este aniversário é também reafirmar o “dever de memória” da Força Aérea Portuguesa: a responsabilidade de honrar os que serviram, de preservar o património que construíram e de transmitir às gerações futuras a herança histórica, técnica e humana que moldou a aviação militar e civil em Portugal.

















 

O Museu do Ar assinala, hoje dia 21, o seu 58.º aniversário, celebrando quase seis décadas dedicadas à preservação, valorização e divulgação da história da aviação em Portugal. Criado em 1968 por iniciativa da então Força Aérea Portuguesa, o Museu nasceu da consciência de que o património aeronáutico nacional — feito de aeronaves históricas, equipamentos, documentos e memórias humanas — constituía um legado de inestimável valor que importava salvaguardar para as gerações futuras.

Atualmente instalado na Granja do Marquês, em Sintra, o Museu do Ar é muito mais do que um espaço expositivo: é um verdadeiro centro de memória aeronáutica nacional. Ao longo dos anos, foi reunindo um acervo notável que inclui aeronaves militares e civis, motores, instrumentos de navegação, fardamentos, fotografias e arquivos documentais que testemunham a evolução tecnológica e operacional da aviação portuguesa. Entre as suas peças mais emblemáticas encontram-se aviões que marcaram diferentes épocas da Força Aérea, bem como exemplares ligados à aviação civil e ao início da aventura aérea em Portugal.

O percurso expositivo permite ao visitante viajar desde os primórdios da aviação, passando pelo período heroico dos pioneiros portugueses, até à consolidação da aviação militar e civil no século XX. Nomes como o de Sacadura Cabral e Gago Coutinho, protagonistas da primeira travessia aérea do Atlântico Sul em 1922, encontram no Museu o devido enquadramento histórico, reforçando o papel de Portugal na epopeia aeronáutica mundial.

Ao completar 58 anos, o Museu do Ar reafirma a sua missão pedagógica e cultural. Ao longo das décadas, tem acolhido milhares de visitantes, investigadores, escolas e entusiastas da aviação, promovendo exposições temáticas, atividades educativas e iniciativas comemorativas que aproximam o público da realidade aeronáutica. Mais do que conservar aeronaves, o Museu preserva histórias de coragem, inovação e serviço, muitas delas ligadas às missões desempenhadas pela Força Aérea Portuguesa em território nacional e além-fronteiras.

Mais do que conservar aeronaves, o Museu preserva histórias de coragem, inovação e serviço, muitas delas ligadas às missões desempenhadas pela Força Aérea Portuguesa em território nacional e além-fronteiras. Assinalar este aniversário é também reafirmar o “dever de memória” da Força Aérea Portuguesa: a responsabilidade de honrar os que serviram, de preservar o património que construíram e de transmitir às gerações futuras a herança histórica, técnica e humana que moldou a aviação militar e civil em Portugal.

















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