quinta-feira, 25 de junho de 2026

Quando Cada Minuto Conta: Três Resgates Consecutivos no Mar

 

A Força Aérea Portuguesa realizou três missões consecutivas de resgate em navios mercantes ao largo dos Açores, em menos de 24 horas, numa demonstração de elevada prontidão operacional e capacidade de resposta em ambiente marítimo. As operações envolveram meios das Esquadras 752 “Fénix” e 502 “Elefantes”, sediadas na Base Aérea N.º 4 (BA4), nas Lajes, e permitiram prestar assistência médica urgente a três tripulantes que navegavam em pleno Oceano Atlântico.

A primeira missão teve início ao final da tarde de 19 de junho, quando um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 752 descolou da BA4 para resgatar um tripulante de 26 anos que seguia a bordo do navio mercante Sigma Triumph. O navio encontrava-se a cerca de 950 quilómetros da Ilha Terceira, uma distância que obrigou ao empenhamento simultâneo de uma aeronave C-295M da Esquadra 502, responsável por assegurar apoio adicional e reforçar a segurança da operação. Após a recuperação do doente, o EH-101 regressou às Lajes, onde o paciente foi entregue aos meios de emergência médica para posterior encaminhamento hospitalar.

Menos de 24 horas depois, a tripulação da Esquadra 752 voltou a ser ativada para uma nova missão. Desta vez, o objetivo era resgatar um homem de 40 anos que necessitava de cuidados médicos urgentes e que se encontrava a bordo do navio mercante Monte Brasil. A operação decorreu com sucesso, tendo o doente sido transportado para a Ilha de São Miguel, onde foi encaminhado para o Hospital do Divino Espírito Santo.

Contudo, ainda durante a execução desta segunda missão, o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento das Lajes (RCC Lajes) recebeu um novo pedido de assistência por parte do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada). Sem tempo para pausas, e após concluir a evacuação do segundo paciente, a tripulação seguiu diretamente para uma terceira operação de salvamento.

A última missão incidiu sobre o navio mercante Kenya B, onde um tripulante de 27 anos necessitava igualmente de assistência médica urgente. A embarcação encontrava-se a cerca de 420 quilómetros da costa açoriana, tornando novamente necessário o empenhamento de uma aeronave C-295M da Esquadra 502 para acompanhar a missão e garantir maior segurança durante toda a operação. O resgate foi concluído com sucesso, encerrando um ciclo de três intervenções consecutivas em menos de um dia.

Estas três missões evidenciam a importância da complementaridade entre os helicópteros EH-101 Merlin da Esquadra 752 “Fénix” e os C-295M da Esquadra 502 “Elefantes”. Enquanto os Merlin asseguram a recuperação direta dos doentes em alto-mar, os C-295M desempenham um papel fundamental no apoio às operações de longo alcance, aumentando a segurança e a eficácia das missões de busca e salvamento.

Numa das maiores regiões de Busca e Salvamento do mundo, a Força Aérea mantém uma capacidade permanente de resposta que lhe permite atuar, a qualquer hora, nas vastas áreas oceânicas sob responsabilidade nacional. As três operações realizadas em menos de 24 horas constituem mais um exemplo do compromisso diário dos militares da Força Aérea com a missão de salvar vidas e cumprir o lema que orienta as suas esquadras de resgate: “Para que outros vivam”.

Fonte. FAP











 

A Força Aérea Portuguesa realizou três missões consecutivas de resgate em navios mercantes ao largo dos Açores, em menos de 24 horas, numa demonstração de elevada prontidão operacional e capacidade de resposta em ambiente marítimo. As operações envolveram meios das Esquadras 752 “Fénix” e 502 “Elefantes”, sediadas na Base Aérea N.º 4 (BA4), nas Lajes, e permitiram prestar assistência médica urgente a três tripulantes que navegavam em pleno Oceano Atlântico.

A primeira missão teve início ao final da tarde de 19 de junho, quando um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 752 descolou da BA4 para resgatar um tripulante de 26 anos que seguia a bordo do navio mercante Sigma Triumph. O navio encontrava-se a cerca de 950 quilómetros da Ilha Terceira, uma distância que obrigou ao empenhamento simultâneo de uma aeronave C-295M da Esquadra 502, responsável por assegurar apoio adicional e reforçar a segurança da operação. Após a recuperação do doente, o EH-101 regressou às Lajes, onde o paciente foi entregue aos meios de emergência médica para posterior encaminhamento hospitalar.

Menos de 24 horas depois, a tripulação da Esquadra 752 voltou a ser ativada para uma nova missão. Desta vez, o objetivo era resgatar um homem de 40 anos que necessitava de cuidados médicos urgentes e que se encontrava a bordo do navio mercante Monte Brasil. A operação decorreu com sucesso, tendo o doente sido transportado para a Ilha de São Miguel, onde foi encaminhado para o Hospital do Divino Espírito Santo.

Contudo, ainda durante a execução desta segunda missão, o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento das Lajes (RCC Lajes) recebeu um novo pedido de assistência por parte do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada). Sem tempo para pausas, e após concluir a evacuação do segundo paciente, a tripulação seguiu diretamente para uma terceira operação de salvamento.

A última missão incidiu sobre o navio mercante Kenya B, onde um tripulante de 27 anos necessitava igualmente de assistência médica urgente. A embarcação encontrava-se a cerca de 420 quilómetros da costa açoriana, tornando novamente necessário o empenhamento de uma aeronave C-295M da Esquadra 502 para acompanhar a missão e garantir maior segurança durante toda a operação. O resgate foi concluído com sucesso, encerrando um ciclo de três intervenções consecutivas em menos de um dia.

Estas três missões evidenciam a importância da complementaridade entre os helicópteros EH-101 Merlin da Esquadra 752 “Fénix” e os C-295M da Esquadra 502 “Elefantes”. Enquanto os Merlin asseguram a recuperação direta dos doentes em alto-mar, os C-295M desempenham um papel fundamental no apoio às operações de longo alcance, aumentando a segurança e a eficácia das missões de busca e salvamento.

Numa das maiores regiões de Busca e Salvamento do mundo, a Força Aérea mantém uma capacidade permanente de resposta que lhe permite atuar, a qualquer hora, nas vastas áreas oceânicas sob responsabilidade nacional. As três operações realizadas em menos de 24 horas constituem mais um exemplo do compromisso diário dos militares da Força Aérea com a missão de salvar vidas e cumprir o lema que orienta as suas esquadras de resgate: “Para que outros vivam”.

Fonte. FAP











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