sábado, 31 de março de 2018

F-16 Demo Team Belga - Dark Falcon



A Força Aérea Belga vai alterar a pintura especial do seu F-16 de demonstrações aéreas. Ainda não foi apresentada mas todos os fãs estão com alguma ansiedade por o poderem contemplar. O Dark Falcon será o F-16 Demo para os próximos 3 anos, mas ainda falta algum trabalho para ficar pronto.


O programa será para os próximos 3 anos, o Dark Falcon será pilotado pelo “Vador” e tem o número de cauda FA-101. Como o F-16 Demo Team Belga tem vindo a Portugal, esperamos que este ano não fuja à regra e que o Dark Falcon faça uma exibição na NOS Air Race.


Fonte: BelgianAirForceF16SoloDisplay











































































A Força Aérea Belga vai alterar a pintura especial do seu F-16 de demonstrações aéreas. Ainda não foi apresentada mas todos os fãs estão com alguma ansiedade por o poderem contemplar. O Dark Falcon será o F-16 Demo para os próximos 3 anos, mas ainda falta algum trabalho para ficar pronto.


O programa será para os próximos 3 anos, o Dark Falcon será pilotado pelo “Vador” e tem o número de cauda FA-101. Como o F-16 Demo Team Belga tem vindo a Portugal, esperamos que este ano não fuja à regra e que o Dark Falcon faça uma exibição na NOS Air Race.


Fonte: BelgianAirForceF16SoloDisplay









































































sexta-feira, 30 de março de 2018

P-3C da Força Aérea vai patrulhar Zonas Marítimas de Cabo Verde




Entre 29 de Março e 03 de Abril, uma aeronave P-3C CUP+ Orion da Força Aérea Portuguesa vai patrulhar, as zonas marítimas de Cabo Verde no âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países.   

O destacamento será composto por 29 militares portugueses e terá como principal objectivo contribuir para o combate ao tráfico de droga e pessoas bem como detecção de acções de delapidação dos recursos marinhos e poluição originada por navios em trânsito pela região

Esta missão, realizada em coordenação com as autoridades de Cabo Verde, insere-se no plano dos compromissos de cooperação militar bilateral entre Portugal e Cabo-Verde. Aos Lobos deste destacamento, votos de uma boa missão. 
Fonte: EMFA



























































































Entre 29 de Março e 03 de Abril, uma aeronave P-3C CUP+ Orion da Força Aérea Portuguesa vai patrulhar, as zonas marítimas de Cabo Verde no âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países.   

O destacamento será composto por 29 militares portugueses e terá como principal objectivo contribuir para o combate ao tráfico de droga e pessoas bem como detecção de acções de delapidação dos recursos marinhos e poluição originada por navios em trânsito pela região

Esta missão, realizada em coordenação com as autoridades de Cabo Verde, insere-se no plano dos compromissos de cooperação militar bilateral entre Portugal e Cabo-Verde. Aos Lobos deste destacamento, votos de uma boa missão. 
Fonte: EMFA
























































































quinta-feira, 29 de março de 2018

Força Aérea participa no "Pinhal é a nossa Bandeira"



A iniciativa “O Pinhal é a Nossa Bandeira”, em que a Força Aérea participou no dia 25 de Março, permitiu plantar 67500 pinheiros bravos no talhão 256 do Pinhal de Leiria.


Esta ação foi promovida por entidades privadas em parceria com a autarquia da Marinha Grande, o Exército, a Força Aérea e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Contou ainda com a colaboração da GNR, PSP, Proteção Civil, Vigilantes da Natureza e bombeiros da Marinha Grande e Vieira de Leiria.


O "Pinhal é a Nossa Bandeira" culminou com a formação de uma Bandeira Nacional humana, tendo os participantes empunhado guarda-chuvas vermelhos, verdes e amarelos para a representar.
Fonte: www.emfa.pt


















































A iniciativa “O Pinhal é a Nossa Bandeira”, em que a Força Aérea participou no dia 25 de Março, permitiu plantar 67500 pinheiros bravos no talhão 256 do Pinhal de Leiria.


Esta ação foi promovida por entidades privadas em parceria com a autarquia da Marinha Grande, o Exército, a Força Aérea e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Contou ainda com a colaboração da GNR, PSP, Proteção Civil, Vigilantes da Natureza e bombeiros da Marinha Grande e Vieira de Leiria.


O "Pinhal é a Nossa Bandeira" culminou com a formação de uma Bandeira Nacional humana, tendo os participantes empunhado guarda-chuvas vermelhos, verdes e amarelos para a representar.
Fonte: www.emfa.pt
















































quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Os Caracóis fariam hoje 65 anos


Os Caracóis fariam hoje 65 anos de existência, no entanto no passado dia 31 de Janeiro os “Larzac” calaram-se pela última vez originando também a desactivação da Esquadra 103. 



Historicamente remonta ao ano de 1953 com a entrada ao serviço do T-33A Shooting Star a operar a partir da Base Aérea da Ota que servia para treinar pilotos para o F-84G. Em 1957 com a passagem para a Base Aérea da Tancos passou a designar-se como Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Combate (EICPAC), mantendo-se ainda nos dias de hoje.


Em 1974 a Esquadra é transferida para a Base Aérea de Monte Real, é designada por Esquadra 103 e em 1980 recebe os elegantes T-38 Talon que operam em Monte Real até serem transferidos em 1987 para a Base Aérea de Beja. O T-33 começou progressivamente a ser desactivado em 1988 e o T-38 terminou definitivamente a sua missão em 1993, ano em que a Esquadra 103 recebeu os Alphajet, de origem alemã.



Tive a oportunidade de fotografar todas estas aeronaves da Esquadra 103 quando iniciei no ano de 1978 ainda na era da fotografia a preto e branco este meu hobby aqui por Monte Real. Gostaria de referir também os anos em que a Esquadra 103 foi responsável por fazer voltar aos céus a patrulha acrobática Asas de Portugal. Lamento que hoje a Esquadra 103 esteja desactivada não deixando de endereçar os parabéns a todos os antigos Caracóis. Fiquem bem, Jorge Ruivo












































































Os Caracóis fariam hoje 65 anos de existência, no entanto no passado dia 31 de Janeiro os “Larzac” calaram-se pela última vez originando também a desactivação da Esquadra 103. 



Historicamente remonta ao ano de 1953 com a entrada ao serviço do T-33A Shooting Star a operar a partir da Base Aérea da Ota que servia para treinar pilotos para o F-84G. Em 1957 com a passagem para a Base Aérea da Tancos passou a designar-se como Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Combate (EICPAC), mantendo-se ainda nos dias de hoje.


Em 1974 a Esquadra é transferida para a Base Aérea de Monte Real, é designada por Esquadra 103 e em 1980 recebe os elegantes T-38 Talon que operam em Monte Real até serem transferidos em 1987 para a Base Aérea de Beja. O T-33 começou progressivamente a ser desactivado em 1988 e o T-38 terminou definitivamente a sua missão em 1993, ano em que a Esquadra 103 recebeu os Alphajet, de origem alemã.



Tive a oportunidade de fotografar todas estas aeronaves da Esquadra 103 quando iniciei no ano de 1978 ainda na era da fotografia a preto e branco este meu hobby aqui por Monte Real. Gostaria de referir também os anos em que a Esquadra 103 foi responsável por fazer voltar aos céus a patrulha acrobática Asas de Portugal. Lamento que hoje a Esquadra 103 esteja desactivada não deixando de endereçar os parabéns a todos os antigos Caracóis. Fiquem bem, Jorge Ruivo











































































sábado, 24 de fevereiro de 2018

Nostalgia Aeronáutica - T-33 Shooting Star


O T-33 chega a portugal no ano de 1953, os primeiros 15 aviões aterram na Base Aérea da Ota, formaram a Esquadrilha de voo sem visibilidade e tinham por missão o treino de voo por instrumentos e a adptação dos pilotos aos aviões a jacto F-84G.



Em 1957 constituiram a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem ( EICP ), transferidos para a Base Aérea de Tancos, mas em 1958 a Esquadra passou a ter a designação de Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem de Aviões de Combate ( EICPAC ).



Em 1960 regressaram à Base Aérea da Ota onde permaneceram até 1974, altura em que foi transferida para a Base Aérea de Monte Real.. Em 1987 a Esquadra foi colocada na Base Aérea de Beja.



Portugal recebeu cerca de 35 T-33, sendo 28 T-33A, 2 RT-33A e 5 T-33AN de origem Canadiana. Foram efectuadas cerca de 65.000 horas de voo na formação dos pilotos de combate da Força Aérea Portuguesa.

Nos dias de hoje restam alguns T-33 para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "1918" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico T-Bird, fotos da autoria do Rui Bruno, dando assim continuidade ao tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.

































































O T-33 chega a portugal no ano de 1953, os primeiros 15 aviões aterram na Base Aérea da Ota, formaram a Esquadrilha de voo sem visibilidade e tinham por missão o treino de voo por instrumentos e a adptação dos pilotos aos aviões a jacto F-84G.



Em 1957 constituiram a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem ( EICP ), transferidos para a Base Aérea de Tancos, mas em 1958 a Esquadra passou a ter a designação de Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem de Aviões de Combate ( EICPAC ).



Em 1960 regressaram à Base Aérea da Ota onde permaneceram até 1974, altura em que foi transferida para a Base Aérea de Monte Real.. Em 1987 a Esquadra foi colocada na Base Aérea de Beja.



Portugal recebeu cerca de 35 T-33, sendo 28 T-33A, 2 RT-33A e 5 T-33AN de origem Canadiana. Foram efectuadas cerca de 65.000 horas de voo na formação dos pilotos de combate da Força Aérea Portuguesa.

Nos dias de hoje restam alguns T-33 para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "1918" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico T-Bird, fotos da autoria do Rui Bruno, dando assim continuidade ao tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.
































































domingo, 18 de fevereiro de 2018

Nostalgia Aeronáutica - F-86F Sabre


Em Portugal desde 1958 e na Base Aérea nº5 de Monte Real onde reinaram durante anos naquele que foi o Palácio dos Falcões. Os primeiros chegaram em 25 Setembro de 1958 à Base Aérea da Ota com destino à Força Aérea Portuguesa de um total inicial de 50 fornecidos pelos Estados Unidos.



Os F-86 mantiveram-se na Ota até à inauguração da Base Aérea de Monte Real onde estavam a ser construídas as novas infraestruturas para os "Falcões" da Esquadra 51. Em 1960 foi activada a segunda esquadra de F-86F a Esquadra 52 "Galos" e um total de 65 F-86F que chegaram a Portugal estavam a operar em Monte Real.



Nos dias de hoje restam poucos F-86F para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "5347" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico Sabre, fotos da autoria do Rui Bruno, que inicio um tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.

































































Em Portugal desde 1958 e na Base Aérea nº5 de Monte Real onde reinaram durante anos naquele que foi o Palácio dos Falcões. Os primeiros chegaram em 25 Setembro de 1958 à Base Aérea da Ota com destino à Força Aérea Portuguesa de um total inicial de 50 fornecidos pelos Estados Unidos.



Os F-86 mantiveram-se na Ota até à inauguração da Base Aérea de Monte Real onde estavam a ser construídas as novas infraestruturas para os "Falcões" da Esquadra 51. Em 1960 foi activada a segunda esquadra de F-86F a Esquadra 52 "Galos" e um total de 65 F-86F que chegaram a Portugal estavam a operar em Monte Real.



Nos dias de hoje restam poucos F-86F para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "5347" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico Sabre, fotos da autoria do Rui Bruno, que inicio um tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.
































































sábado, 10 de fevereiro de 2018

Linces da Força Aérea Portuguesa em mais uma missão de transporte médico urgente.


Esta madrugada a Esquadra 504 Linces, realizaram uma missão de transporte de uma criança de 2 anos da Ilha Terceira para Lisboa. Tratou-se de mais uma missão de transporte médico urgente de longa distância.


O Falcon 50 da Força Aérea Portuguesa descolou de Lisboa pelas 03:30 e aterrou duas horas depois na Base Aérea 4 das Lajes. O regresso foi efectuado de imediato para o Aeródromo de Transito nº1 onde se encontrava uma ambulância para se encaminhar para uma unidade hospitalar. 


Fonte e fotos: Força Aérea Portuguesa
Fiquem bem. Jorge Ruivo


















































Esta madrugada a Esquadra 504 Linces, realizaram uma missão de transporte de uma criança de 2 anos da Ilha Terceira para Lisboa. Tratou-se de mais uma missão de transporte médico urgente de longa distância.


O Falcon 50 da Força Aérea Portuguesa descolou de Lisboa pelas 03:30 e aterrou duas horas depois na Base Aérea 4 das Lajes. O regresso foi efectuado de imediato para o Aeródromo de Transito nº1 onde se encontrava uma ambulância para se encaminhar para uma unidade hospitalar. 


Fonte e fotos: Força Aérea Portuguesa
Fiquem bem. Jorge Ruivo