quinta-feira, 29 de março de 2018

Força Aérea participa no "Pinhal é a nossa Bandeira"



A iniciativa “O Pinhal é a Nossa Bandeira”, em que a Força Aérea participou no dia 25 de Março, permitiu plantar 67500 pinheiros bravos no talhão 256 do Pinhal de Leiria.


Esta ação foi promovida por entidades privadas em parceria com a autarquia da Marinha Grande, o Exército, a Força Aérea e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Contou ainda com a colaboração da GNR, PSP, Proteção Civil, Vigilantes da Natureza e bombeiros da Marinha Grande e Vieira de Leiria.


O "Pinhal é a Nossa Bandeira" culminou com a formação de uma Bandeira Nacional humana, tendo os participantes empunhado guarda-chuvas vermelhos, verdes e amarelos para a representar.
Fonte: www.emfa.pt


















































A iniciativa “O Pinhal é a Nossa Bandeira”, em que a Força Aérea participou no dia 25 de Março, permitiu plantar 67500 pinheiros bravos no talhão 256 do Pinhal de Leiria.


Esta ação foi promovida por entidades privadas em parceria com a autarquia da Marinha Grande, o Exército, a Força Aérea e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Contou ainda com a colaboração da GNR, PSP, Proteção Civil, Vigilantes da Natureza e bombeiros da Marinha Grande e Vieira de Leiria.


O "Pinhal é a Nossa Bandeira" culminou com a formação de uma Bandeira Nacional humana, tendo os participantes empunhado guarda-chuvas vermelhos, verdes e amarelos para a representar.
Fonte: www.emfa.pt
















































quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Os Caracóis fariam hoje 65 anos


Os Caracóis fariam hoje 65 anos de existência, no entanto no passado dia 31 de Janeiro os “Larzac” calaram-se pela última vez originando também a desactivação da Esquadra 103. 



Historicamente remonta ao ano de 1953 com a entrada ao serviço do T-33A Shooting Star a operar a partir da Base Aérea da Ota que servia para treinar pilotos para o F-84G. Em 1957 com a passagem para a Base Aérea da Tancos passou a designar-se como Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Combate (EICPAC), mantendo-se ainda nos dias de hoje.


Em 1974 a Esquadra é transferida para a Base Aérea de Monte Real, é designada por Esquadra 103 e em 1980 recebe os elegantes T-38 Talon que operam em Monte Real até serem transferidos em 1987 para a Base Aérea de Beja. O T-33 começou progressivamente a ser desactivado em 1988 e o T-38 terminou definitivamente a sua missão em 1993, ano em que a Esquadra 103 recebeu os Alphajet, de origem alemã.



Tive a oportunidade de fotografar todas estas aeronaves da Esquadra 103 quando iniciei no ano de 1978 ainda na era da fotografia a preto e branco este meu hobby aqui por Monte Real. Gostaria de referir também os anos em que a Esquadra 103 foi responsável por fazer voltar aos céus a patrulha acrobática Asas de Portugal. Lamento que hoje a Esquadra 103 esteja desactivada não deixando de endereçar os parabéns a todos os antigos Caracóis. Fiquem bem, Jorge Ruivo












































































Os Caracóis fariam hoje 65 anos de existência, no entanto no passado dia 31 de Janeiro os “Larzac” calaram-se pela última vez originando também a desactivação da Esquadra 103. 



Historicamente remonta ao ano de 1953 com a entrada ao serviço do T-33A Shooting Star a operar a partir da Base Aérea da Ota que servia para treinar pilotos para o F-84G. Em 1957 com a passagem para a Base Aérea da Tancos passou a designar-se como Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Combate (EICPAC), mantendo-se ainda nos dias de hoje.


Em 1974 a Esquadra é transferida para a Base Aérea de Monte Real, é designada por Esquadra 103 e em 1980 recebe os elegantes T-38 Talon que operam em Monte Real até serem transferidos em 1987 para a Base Aérea de Beja. O T-33 começou progressivamente a ser desactivado em 1988 e o T-38 terminou definitivamente a sua missão em 1993, ano em que a Esquadra 103 recebeu os Alphajet, de origem alemã.



Tive a oportunidade de fotografar todas estas aeronaves da Esquadra 103 quando iniciei no ano de 1978 ainda na era da fotografia a preto e branco este meu hobby aqui por Monte Real. Gostaria de referir também os anos em que a Esquadra 103 foi responsável por fazer voltar aos céus a patrulha acrobática Asas de Portugal. Lamento que hoje a Esquadra 103 esteja desactivada não deixando de endereçar os parabéns a todos os antigos Caracóis. Fiquem bem, Jorge Ruivo











































































sábado, 24 de fevereiro de 2018

Nostalgia Aeronáutica - T-33 Shooting Star


O T-33 chega a portugal no ano de 1953, os primeiros 15 aviões aterram na Base Aérea da Ota, formaram a Esquadrilha de voo sem visibilidade e tinham por missão o treino de voo por instrumentos e a adptação dos pilotos aos aviões a jacto F-84G.



Em 1957 constituiram a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem ( EICP ), transferidos para a Base Aérea de Tancos, mas em 1958 a Esquadra passou a ter a designação de Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem de Aviões de Combate ( EICPAC ).



Em 1960 regressaram à Base Aérea da Ota onde permaneceram até 1974, altura em que foi transferida para a Base Aérea de Monte Real.. Em 1987 a Esquadra foi colocada na Base Aérea de Beja.



Portugal recebeu cerca de 35 T-33, sendo 28 T-33A, 2 RT-33A e 5 T-33AN de origem Canadiana. Foram efectuadas cerca de 65.000 horas de voo na formação dos pilotos de combate da Força Aérea Portuguesa.

Nos dias de hoje restam alguns T-33 para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "1918" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico T-Bird, fotos da autoria do Rui Bruno, dando assim continuidade ao tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.

































































O T-33 chega a portugal no ano de 1953, os primeiros 15 aviões aterram na Base Aérea da Ota, formaram a Esquadrilha de voo sem visibilidade e tinham por missão o treino de voo por instrumentos e a adptação dos pilotos aos aviões a jacto F-84G.



Em 1957 constituiram a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem ( EICP ), transferidos para a Base Aérea de Tancos, mas em 1958 a Esquadra passou a ter a designação de Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem de Aviões de Combate ( EICPAC ).



Em 1960 regressaram à Base Aérea da Ota onde permaneceram até 1974, altura em que foi transferida para a Base Aérea de Monte Real.. Em 1987 a Esquadra foi colocada na Base Aérea de Beja.



Portugal recebeu cerca de 35 T-33, sendo 28 T-33A, 2 RT-33A e 5 T-33AN de origem Canadiana. Foram efectuadas cerca de 65.000 horas de voo na formação dos pilotos de combate da Força Aérea Portuguesa.

Nos dias de hoje restam alguns T-33 para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "1918" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico T-Bird, fotos da autoria do Rui Bruno, dando assim continuidade ao tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.
































































domingo, 18 de fevereiro de 2018

Nostalgia Aeronáutica - F-86F Sabre


Em Portugal desde 1958 e na Base Aérea nº5 de Monte Real onde reinaram durante anos naquele que foi o Palácio dos Falcões. Os primeiros chegaram em 25 Setembro de 1958 à Base Aérea da Ota com destino à Força Aérea Portuguesa de um total inicial de 50 fornecidos pelos Estados Unidos.



Os F-86 mantiveram-se na Ota até à inauguração da Base Aérea de Monte Real onde estavam a ser construídas as novas infraestruturas para os "Falcões" da Esquadra 51. Em 1960 foi activada a segunda esquadra de F-86F a Esquadra 52 "Galos" e um total de 65 F-86F que chegaram a Portugal estavam a operar em Monte Real.



Nos dias de hoje restam poucos F-86F para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "5347" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico Sabre, fotos da autoria do Rui Bruno, que inicio um tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.

































































Em Portugal desde 1958 e na Base Aérea nº5 de Monte Real onde reinaram durante anos naquele que foi o Palácio dos Falcões. Os primeiros chegaram em 25 Setembro de 1958 à Base Aérea da Ota com destino à Força Aérea Portuguesa de um total inicial de 50 fornecidos pelos Estados Unidos.



Os F-86 mantiveram-se na Ota até à inauguração da Base Aérea de Monte Real onde estavam a ser construídas as novas infraestruturas para os "Falcões" da Esquadra 51. Em 1960 foi activada a segunda esquadra de F-86F a Esquadra 52 "Galos" e um total de 65 F-86F que chegaram a Portugal estavam a operar em Monte Real.



Nos dias de hoje restam poucos F-86F para admirarmos a beleza deste avião e um deles, o "5347" está muito bem conservado na Base Aérea de Monte Real e é com imagens deste magnifico Sabre, fotos da autoria do Rui Bruno, que inicio um tema sobre as aeronaves de outros tempos que operaram na Força Aérea Portuguesa. O meu obrigado ao Rui Bruno. Fiquem bem. Jorge Ruivo.
































































sábado, 10 de fevereiro de 2018

Linces da Força Aérea Portuguesa em mais uma missão de transporte médico urgente.


Esta madrugada a Esquadra 504 Linces, realizaram uma missão de transporte de uma criança de 2 anos da Ilha Terceira para Lisboa. Tratou-se de mais uma missão de transporte médico urgente de longa distância.


O Falcon 50 da Força Aérea Portuguesa descolou de Lisboa pelas 03:30 e aterrou duas horas depois na Base Aérea 4 das Lajes. O regresso foi efectuado de imediato para o Aeródromo de Transito nº1 onde se encontrava uma ambulância para se encaminhar para uma unidade hospitalar. 


Fonte e fotos: Força Aérea Portuguesa
Fiquem bem. Jorge Ruivo


















































Esta madrugada a Esquadra 504 Linces, realizaram uma missão de transporte de uma criança de 2 anos da Ilha Terceira para Lisboa. Tratou-se de mais uma missão de transporte médico urgente de longa distância.


O Falcon 50 da Força Aérea Portuguesa descolou de Lisboa pelas 03:30 e aterrou duas horas depois na Base Aérea 4 das Lajes. O regresso foi efectuado de imediato para o Aeródromo de Transito nº1 onde se encontrava uma ambulância para se encaminhar para uma unidade hospitalar. 


Fonte e fotos: Força Aérea Portuguesa
Fiquem bem. Jorge Ruivo

















































quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Alpha Jet - O Fim de uma Era


Hoje dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capitulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com a cores da Cruz de Cristo.



Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a ultima missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efectuado uma hora e meia depois.

Será sem duvida nenhuma um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para os que deram o seu contributo para que os elevados índices de segurança atingidos. Um Bem Haja para todos e as maiores felicidades nas futuras missões que vão desempenhar.



Aos entusiastas da aviação, estamos mais pobres mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capitulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. 



O Video da última missão e...
Fiquem bem porque o "Espírito Nunca Aterra". Jorge Ruivo











































































Hoje dia 31 e depois de 65 anos a formar pilotos, os Caracóis encerram um capitulo da história da Força Aérea Portuguesa bem como o Alpha Jet termina o seu contributo operacional tendo voado 25 anos com a cores da Cruz de Cristo.



Um dia que ficará na memória de todos os militares que passaram e serviram nesta Esquadra. Pelas 14.50 descolaram os Alpha Jet 15211 e 15206 para a ultima missão integrada no exercício Real Thaw, tendo o corte do motor sido efectuado uma hora e meia depois.

Será sem duvida nenhuma um orgulho para todos os militares que serviram na Esquadra 103 e também para os que deram o seu contributo para que os elevados índices de segurança atingidos. Um Bem Haja para todos e as maiores felicidades nas futuras missões que vão desempenhar.



Aos entusiastas da aviação, estamos mais pobres mas temos com certeza matéria suficiente para encher o nosso capitulo das memórias com fotos fantásticas dos Alpha Jet, Patrulha Cruz de Cristo e dos Asas de Portugal. 



O Video da última missão e...
Fiquem bem porque o "Espírito Nunca Aterra". Jorge Ruivo










































































domingo, 28 de janeiro de 2018

F-16 BM 15140 - 10 anos depois


28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos aeronáuticos  inesquecíveis. Faz hoje precisamente 10 anos que eu presenciei uma ejecção num F-16. Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses ao que eu não lhes dei atenção nenhuma.

O objectivo era mesmo captar o F-16 BM 15140 no seu primeiro voo e as condições estavam perfeitas. No entanto a parte final é que foi diferente de tudo o que estava habituado, presenciar uma ejecção, testemunhar as manobras efectuadas e por fim encontrar-me com o piloto, TC Pereira, com o seu capacete na mão a aguardar os veículos médicos da BA5.
Importante é que tudo acabou bem, apenas perdas materiais e actualmente é o Comandante da Base Aérea 5. Fiquem bem. Jorge Ruivo




























































28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos aeronáuticos  inesquecíveis. Faz hoje precisamente 10 anos que eu presenciei uma ejecção num F-16. Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses ao que eu não lhes dei atenção nenhuma.

O objectivo era mesmo captar o F-16 BM 15140 no seu primeiro voo e as condições estavam perfeitas. No entanto a parte final é que foi diferente de tudo o que estava habituado, presenciar uma ejecção, testemunhar as manobras efectuadas e por fim encontrar-me com o piloto, TC Pereira, com o seu capacete na mão a aguardar os veículos médicos da BA5.
Importante é que tudo acabou bem, apenas perdas materiais e actualmente é o Comandante da Base Aérea 5. Fiquem bem. Jorge Ruivo