terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Este ano os F-16 Holandeses não vão para Jordânia em destacamento


Este ano a Força Aérea Holandesa não vai deslocar os seus F-16 para a Jordânia para assumir o papel no combate ao estado Islâmico que está a ser executado pelo contingente Belga. O motivo é de ordem orçamental no entanto a Força Aérea Holandesa pode regressar a esse papel já em Janeiro de 2018, referiu uma fonte oficial.
Fonte: Alert 5











































































Este ano a Força Aérea Holandesa não vai deslocar os seus F-16 para a Jordânia para assumir o papel no combate ao estado Islâmico que está a ser executado pelo contingente Belga. O motivo é de ordem orçamental no entanto a Força Aérea Holandesa pode regressar a esse papel já em Janeiro de 2018, referiu uma fonte oficial.
Fonte: Alert 5










































































sábado, 28 de janeiro de 2017

F-16 BM 15140 - O meu episódio real 9 anos depois



28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos inesquéciveis. Faz hoje precisamente 9 anos que eu presenciei uma ejeção num F-16 e como se isso já não bastasse, uns minutos depois estava eu a falar com o piloto, TC Pereira, então comandante da Esquadra 301. 

Um dia que também não se irá apagar do meu "disco rígido". Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses, mas parecia que havia algo no ar e eu não lhes dei atenção nenhuma com a minha canon. 

Eis que de repente surge no meu horizonte a silhueta característica de um voo de teste, mais um MLU acabadinho de sair da "fábrica", o relógio marcava 13:05:17, eu estava posicionado, lateralmente, na zona da rotação favorável ao sol, em que o F-16 sobe á vertical em full afterburn. Disparei continuamente tentando enquadrar o avião no máximo zoom, canja para quem já está habituado a estas andanças eh eh eh. 

É um momento muito rápido, dada a velocidade o avião desaparece logo, fiquem a saber que demora tanto como um estalar de dedos. Até aqui tudo normal, segui para um almoço em 10 minutos, voltei ao local para tentar fotografar o close do touch and go, seguido da passagem tradicional pelo hangar da Doca 4, que significa que o avião está operacional. 

Mas desta vez ia ser diferente, comecei a ouvir um ruído de motor mas em vez de ser o habitual som, não, não era, era bem diferente, como se estivessem a dar e a tirar potencia ao motor. Eu estava no topo norte e o 15140 vinha na final da 01, nessa fase inicial eu não tenho visibilidade do avião, devidos aos pinheiros, e quando o vejo, está desalinhado com a pista 01 a direcionar-se para o lado direito da Base. 

Pensei, mas que raio de manobras são aquelas? Longe de mim de pensar numa falha, o F-16 tanto ficava na horizontal como de repente se colocava na vertical (ou quase), já vi dezenas de demos de F-16, mas aquilo não se parecia com nada. Para se situarem, a trajetória do avião, partindo da final da 01, começou a voltar á direita, numa trajetória inconstante, devido á falta de controlo que se notava e descreveu +- uma volta a 270 graus a subir ligeiramente, ficando direcionado para o mar, por cima das povoações do Casal Novo/Coucinheira, toda esta manobra foi efetuada por cima das povoações, eu estaria a uns 4/5 Km e como era longe, utilizei o zoom da maquina para ver melhor, foi então que vi uma explosão no cockpit, a canopy a saltar e numa fração de segundos a ejeção do piloto 13:43:05.


Naquele momento disparei a máquina mas estava em off e gesto de a ligar, não deu para captar esse momento. 9 segundos depois o avião já não estava a voar e havia um para-quedas no ar. A minha leitura do momento foi esta, um ato de bravura do piloto atendendo a: avião fora de controlo, por cima de povoações, ejeção e avião caiu no pinhal e nenhuma fatalidade. Estava um pouco nervoso, tinha acabado de ver uma ejeção, não estava ainda a acreditar, parecia um filme, mas era a realidade. 

De seguida tomei a decisão, errada, de tentar dar com o local, mas como a estrada já estava cortada pelos militares (junto do portão em que entramos na BA5 para os spotterday), voltei logo para trás e qual não é o meu espanto quando na estrada principal, +- na zona em frente á pista 01, vejo uma pessoa com fato de voo e capacete na mão. 

Parei o carro e como conhecia o TC Pereira de idas à Esquadra, fui cumprimentá-lo, lembro-me de ter dito que aquele não era o local mais indicado que eu o gostaria de cumprimentar, mas ainda bem que o estava a fazer naquele momento, era muito bom sinal. Eu é que estava mais nervoso, porque ainda não acreditava no que tinha presenciado. 

Claro que entreguei as fotos á Força Aérea, uns dias mais tarde na Esquadra 301 e face ao compromisso assumido documento esta história apenas com uma foto, apenas a mais bonita. Ah! E relembro a minha leitura deste momento que testemunhei, acto de bravura, é que semanas mais tarde li na revista Mais Alto a condecoração do TC Pereira pelo seu bravo desempenho neste episódio que marcará para sempre a vida de qualquer ser humano. Um abraço ao Skipper e ao resto do pessoal, mantenham-se por aqui, ok? Jorge Ruivo.
















































































28 de Janeiro será sempre uma data que fará parte dos meus momentos inesquéciveis. Faz hoje precisamente 9 anos que eu presenciei uma ejeção num F-16 e como se isso já não bastasse, uns minutos depois estava eu a falar com o piloto, TC Pereira, então comandante da Esquadra 301. 

Um dia que também não se irá apagar do meu "disco rígido". Parecia um dia normal de spotting em Monte Real, mas ia levar uma volta de 180 graus, curiosamente também cá estava uma esquadra de F-16 Dinamarqueses, mas parecia que havia algo no ar e eu não lhes dei atenção nenhuma com a minha canon. 

Eis que de repente surge no meu horizonte a silhueta característica de um voo de teste, mais um MLU acabadinho de sair da "fábrica", o relógio marcava 13:05:17, eu estava posicionado, lateralmente, na zona da rotação favorável ao sol, em que o F-16 sobe á vertical em full afterburn. Disparei continuamente tentando enquadrar o avião no máximo zoom, canja para quem já está habituado a estas andanças eh eh eh. 

É um momento muito rápido, dada a velocidade o avião desaparece logo, fiquem a saber que demora tanto como um estalar de dedos. Até aqui tudo normal, segui para um almoço em 10 minutos, voltei ao local para tentar fotografar o close do touch and go, seguido da passagem tradicional pelo hangar da Doca 4, que significa que o avião está operacional. 

Mas desta vez ia ser diferente, comecei a ouvir um ruído de motor mas em vez de ser o habitual som, não, não era, era bem diferente, como se estivessem a dar e a tirar potencia ao motor. Eu estava no topo norte e o 15140 vinha na final da 01, nessa fase inicial eu não tenho visibilidade do avião, devidos aos pinheiros, e quando o vejo, está desalinhado com a pista 01 a direcionar-se para o lado direito da Base. 

Pensei, mas que raio de manobras são aquelas? Longe de mim de pensar numa falha, o F-16 tanto ficava na horizontal como de repente se colocava na vertical (ou quase), já vi dezenas de demos de F-16, mas aquilo não se parecia com nada. Para se situarem, a trajetória do avião, partindo da final da 01, começou a voltar á direita, numa trajetória inconstante, devido á falta de controlo que se notava e descreveu +- uma volta a 270 graus a subir ligeiramente, ficando direcionado para o mar, por cima das povoações do Casal Novo/Coucinheira, toda esta manobra foi efetuada por cima das povoações, eu estaria a uns 4/5 Km e como era longe, utilizei o zoom da maquina para ver melhor, foi então que vi uma explosão no cockpit, a canopy a saltar e numa fração de segundos a ejeção do piloto 13:43:05.


Naquele momento disparei a máquina mas estava em off e gesto de a ligar, não deu para captar esse momento. 9 segundos depois o avião já não estava a voar e havia um para-quedas no ar. A minha leitura do momento foi esta, um ato de bravura do piloto atendendo a: avião fora de controlo, por cima de povoações, ejeção e avião caiu no pinhal e nenhuma fatalidade. Estava um pouco nervoso, tinha acabado de ver uma ejeção, não estava ainda a acreditar, parecia um filme, mas era a realidade. 

De seguida tomei a decisão, errada, de tentar dar com o local, mas como a estrada já estava cortada pelos militares (junto do portão em que entramos na BA5 para os spotterday), voltei logo para trás e qual não é o meu espanto quando na estrada principal, +- na zona em frente á pista 01, vejo uma pessoa com fato de voo e capacete na mão. 

Parei o carro e como conhecia o TC Pereira de idas à Esquadra, fui cumprimentá-lo, lembro-me de ter dito que aquele não era o local mais indicado que eu o gostaria de cumprimentar, mas ainda bem que o estava a fazer naquele momento, era muito bom sinal. Eu é que estava mais nervoso, porque ainda não acreditava no que tinha presenciado. 

Claro que entreguei as fotos á Força Aérea, uns dias mais tarde na Esquadra 301 e face ao compromisso assumido documento esta história apenas com uma foto, apenas a mais bonita. Ah! E relembro a minha leitura deste momento que testemunhei, acto de bravura, é que semanas mais tarde li na revista Mais Alto a condecoração do TC Pereira pelo seu bravo desempenho neste episódio que marcará para sempre a vida de qualquer ser humano. Um abraço ao Skipper e ao resto do pessoal, mantenham-se por aqui, ok? Jorge Ruivo.














































































sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Ministro da Defesa impõe condecorações a militares da Força Aérea que participaram no Projeto de Alienação de F16 à Roménia


O Ministro da Defesa Nacional distinguiu 29 militares da Força Aérea Portuguesa pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia. A cerimonia decorreu no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional. Um momento importante que não podia deixar de ser partilhado aqui:


(...) O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, impôs esta manhã, 27 de Janeiro, no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional, a Medalha de Defesa Nacional a 24 militares da Força Aérea pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia.
No total foram distinguidos 29 militares da Força Aérea pelo desempenho que tiveram neste projeto de “elevada complexidade”, como qualificou Azeredo Lopes, mas 5 não puderam estar presentes por se encontrarem em missão no estrangeiro ou por razões de saúde. O Chefe do Estado-Maior General da Força Aérea, General Manuel Rolo, foi um dos militares distinguidos com a Medalha da Defesa Nacional, pelo trabalho desenvolvido enquanto Director do Programa.


“A modernização dos caças F-16 já entregues à Roménia permanecerá como um caso paradigmático de excelente gestão e programação, e como um exemplo de competência a todos os níveis das Forças Armadas e da Força Aérea portuguesas”, declarou o Ministro da Defesa durante a cerimónia.
Para Azeredo Lopes, “a participação de Portugal neste programa é um exemplo irrefutável de como a Defesa pode (e deve) contribuir para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. O envolvimento da OGMA no processo de modernização dos F-16 foi, e é, um fator de reconhecimento da nossa indústria aeronáutica noutros mercados e, consequentemente, junto de potenciais novos clientes. Numa fórmula muito simples, que aqui relevo com muita satisfação: a Defesa Nacional gera valor”.



O Ministro concluiu com “uma saudação e um agradecimento muito especiais e merecidos tanto ao anterior como ao atual Diretor do Programa, General Manuel Rolo e Tenente-General Joaquim Borrego, respetivamente. Saudações e agradecimentos à DGRDN e a todos os elementos que também muito contribuíram e continuam a contribuir para o programa, na pessoa do seu Diretor, Dr. Alberto Coelho, quer a todos os militares que lideraram os vários grupos de trabalho, reuniões e negociações, e, por fim, aos pilotos instrutores e de testes de F-16, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, Tenente-Coronel João Rosa e Major José Dias”.(...)
Fotos: Jorge Ruivo/CannonTwo
Fonte: Defesa





























































O Ministro da Defesa Nacional distinguiu 29 militares da Força Aérea Portuguesa pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia. A cerimonia decorreu no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional. Um momento importante que não podia deixar de ser partilhado aqui:


(...) O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, impôs esta manhã, 27 de Janeiro, no salão nobre do Ministério da Defesa Nacional, a Medalha de Defesa Nacional a 24 militares da Força Aérea pelo sucesso do programa de modernização e alienação de 12 aeronaves F-16 à Roménia.
No total foram distinguidos 29 militares da Força Aérea pelo desempenho que tiveram neste projeto de “elevada complexidade”, como qualificou Azeredo Lopes, mas 5 não puderam estar presentes por se encontrarem em missão no estrangeiro ou por razões de saúde. O Chefe do Estado-Maior General da Força Aérea, General Manuel Rolo, foi um dos militares distinguidos com a Medalha da Defesa Nacional, pelo trabalho desenvolvido enquanto Director do Programa.


“A modernização dos caças F-16 já entregues à Roménia permanecerá como um caso paradigmático de excelente gestão e programação, e como um exemplo de competência a todos os níveis das Forças Armadas e da Força Aérea portuguesas”, declarou o Ministro da Defesa durante a cerimónia.
Para Azeredo Lopes, “a participação de Portugal neste programa é um exemplo irrefutável de como a Defesa pode (e deve) contribuir para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. O envolvimento da OGMA no processo de modernização dos F-16 foi, e é, um fator de reconhecimento da nossa indústria aeronáutica noutros mercados e, consequentemente, junto de potenciais novos clientes. Numa fórmula muito simples, que aqui relevo com muita satisfação: a Defesa Nacional gera valor”.



O Ministro concluiu com “uma saudação e um agradecimento muito especiais e merecidos tanto ao anterior como ao atual Diretor do Programa, General Manuel Rolo e Tenente-General Joaquim Borrego, respetivamente. Saudações e agradecimentos à DGRDN e a todos os elementos que também muito contribuíram e continuam a contribuir para o programa, na pessoa do seu Diretor, Dr. Alberto Coelho, quer a todos os militares que lideraram os vários grupos de trabalho, reuniões e negociações, e, por fim, aos pilotos instrutores e de testes de F-16, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, Tenente-Coronel João Rosa e Major José Dias”.(...)
Fotos: Jorge Ruivo/CannonTwo
Fonte: Defesa




























































quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

F-35A no Red Flag pela primeira vez


Até ao próximo dia 10 de Fevereiro os caças da 5ª geração F-35A do 388 e 419 Fighter Wing baseados na Base Aérea de Hill vão participar pela primeira vez no exercício Red Flag.

Será o primeiro destacamento no Red Flag e também o maior envolvimento militar desde que a Força Aérea declarou operacional este caça em Agosto de 2016.



O Red Flag é o principal exercício de treino em combate ar-ar da Força Aérea Americana. Os participantes incluem forças aéreas de combate dos Estados Unidos e também de nações aliadas. O exercício proporciona às tripulações aéreas a experiência de várias missões de combate aéreo intensivas num ambiente de treino.
Fotos: CannonTwo
Link: F-35 News





























































Até ao próximo dia 10 de Fevereiro os caças da 5ª geração F-35A do 388 e 419 Fighter Wing baseados na Base Aérea de Hill vão participar pela primeira vez no exercício Red Flag.

Será o primeiro destacamento no Red Flag e também o maior envolvimento militar desde que a Força Aérea declarou operacional este caça em Agosto de 2016.



O Red Flag é o principal exercício de treino em combate ar-ar da Força Aérea Americana. Os participantes incluem forças aéreas de combate dos Estados Unidos e também de nações aliadas. O exercício proporciona às tripulações aéreas a experiência de várias missões de combate aéreo intensivas num ambiente de treino.
Fotos: CannonTwo
Link: F-35 News




























































domingo, 22 de janeiro de 2017

Os Elefantes da Esquadra 502 comemoram 62 anos


A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, atualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo tático e as restantes cinco para vigilância marítima.



A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os atuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.


Gostaria de endereçar os parabéns a todos os Elefantes sem excepção. Os meus parabéns também e agradecimento ao Miguel Amaral pelo seu excelente trabalho em aguarela sobre as aeronaves dos Elefantes ao longo destes 62 anos e por me permitir ilustrar com elas este meu texto.
Site: Esquadra 502
Facebook: Flyinglines de Miguel Amaral























































A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, atualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo tático e as restantes cinco para vigilância marítima.



A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os atuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.


Gostaria de endereçar os parabéns a todos os Elefantes sem excepção. Os meus parabéns também e agradecimento ao Miguel Amaral pelo seu excelente trabalho em aguarela sobre as aeronaves dos Elefantes ao longo destes 62 anos e por me permitir ilustrar com elas este meu texto.
Site: Esquadra 502
Facebook: Flyinglines de Miguel Amaral






















































sábado, 21 de janeiro de 2017

B-2 Global Power Mission (2)


Um KC-135 Stratontanker da 100th Air Refueling Wing reabastece um B-2 Spirit do 509th Bomb Wing nas ultimas horas do dia 18 de Janeiro, durante uma missão que visava campos de treino do Estado Islâmico na Libia, Global Power Mission.

Tripulações de KC-153 Stratotanker e KC-10 Extender de 5 bases e em 3 continentes forneceram o apoio no reabastecimento dos B-2 Spirit no total de 15 reabastecedores participaram nesta operação permitindo que os bombardeiros voassem mais de 30 horas de ida e volta a partir da sua base em Whiteman no Missouri.
Fonte: US Air Force




























































Um KC-135 Stratontanker da 100th Air Refueling Wing reabastece um B-2 Spirit do 509th Bomb Wing nas ultimas horas do dia 18 de Janeiro, durante uma missão que visava campos de treino do Estado Islâmico na Libia, Global Power Mission.

Tripulações de KC-153 Stratotanker e KC-10 Extender de 5 bases e em 3 continentes forneceram o apoio no reabastecimento dos B-2 Spirit no total de 15 reabastecedores participaram nesta operação permitindo que os bombardeiros voassem mais de 30 horas de ida e volta a partir da sua base em Whiteman no Missouri.
Fonte: US Air Force



























































sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

B-2 Global Power Mission

Dois bombardeiros furtivos B-2 Spirit do 509 Bomb Wing executaram um ataque aéreo de precisão na Líbia no passado dia 18 com o objectivo de eliminarem 4 campos do Daesh a 45 km de Sirte.

Os bombardeiros oriundos da Base Aérea de Whiteman no Missouri, voaram 34 horas para conduzir o ataque e foram 3 os que efectuaram a missão: CLIP11, CLIP12 e CLIP13 atravessaram o atlântico rumo ao norte de África acompanhados por 4 KC-135 de reabastecimento.

Tivemos B-2 Spirit bem perto de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo
















































Dois bombardeiros furtivos B-2 Spirit do 509 Bomb Wing executaram um ataque aéreo de precisão na Líbia no passado dia 18 com o objectivo de eliminarem 4 campos do Daesh a 45 km de Sirte.

Os bombardeiros oriundos da Base Aérea de Whiteman no Missouri, voaram 34 horas para conduzir o ataque e foram 3 os que efectuaram a missão: CLIP11, CLIP12 e CLIP13 atravessaram o atlântico rumo ao norte de África acompanhados por 4 KC-135 de reabastecimento.

Tivemos B-2 Spirit bem perto de Portugal. Fiquem bem, Jorge Ruivo