sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

RNLAF F-16 Demo Team volta a cancelar 2016


A Força Aérea Holandesa cancelou esta semana, a exibição para todo o ano de 2016, do seu F-16 de demonstrações aéreas (RNLAF F-16 Demo Team), por motivos operacionais, tal como fez o ano passado. Em 2014, pelos mesmos motivos e pela necessidade de terem o máximo de F-16 operacionais a equipa de demonstrações deixou de ter o "Orange Lion", ou seja, perderam a pintura especial para passarem a operar um F-16 com esquema de pintura normal da Força Aérea Holandesa.


A frota de F-16 tem um elevado numero de operações militares em curso, como o combate ao Estado Islâmico, com 8 aeronaves destacadas na Jordânia, defesa do espaço aéreo da NATO, nacional e as missões do Báltico e estão também fortemente envolvidos nos treinos da nova aeronave F-35 Lightning II, são motivos para esta decisão.



É uma Esquadra de demonstrações bastante famosa e querida não só pelos holandeses mas também por toda a comunidade de entusiastas da aviação e a sua tradição é enorme em esquadras de exibição aérea sendo que a do F-16 foi criada em 1979. Vamos esperar que seja só mais este ano de 2016 para que em 2017
o F-16 volte a deliciar todos os entusiastas novamente.

Fiquem bem. Jorge Ruivo












































A Força Aérea Holandesa cancelou esta semana, a exibição para todo o ano de 2016, do seu F-16 de demonstrações aéreas (RNLAF F-16 Demo Team), por motivos operacionais, tal como fez o ano passado. Em 2014, pelos mesmos motivos e pela necessidade de terem o máximo de F-16 operacionais a equipa de demonstrações deixou de ter o "Orange Lion", ou seja, perderam a pintura especial para passarem a operar um F-16 com esquema de pintura normal da Força Aérea Holandesa.


A frota de F-16 tem um elevado numero de operações militares em curso, como o combate ao Estado Islâmico, com 8 aeronaves destacadas na Jordânia, defesa do espaço aéreo da NATO, nacional e as missões do Báltico e estão também fortemente envolvidos nos treinos da nova aeronave F-35 Lightning II, são motivos para esta decisão.



É uma Esquadra de demonstrações bastante famosa e querida não só pelos holandeses mas também por toda a comunidade de entusiastas da aviação e a sua tradição é enorme em esquadras de exibição aérea sendo que a do F-16 foi criada em 1979. Vamos esperar que seja só mais este ano de 2016 para que em 2017
o F-16 volte a deliciar todos os entusiastas novamente.

Fiquem bem. Jorge Ruivo











































quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

É a minha Força Aérea. Que eu me orgulho


A Força Aérea Portuguesa tem um papel preponderante no apoio à população açoriana. Não só porque apenas existem três hospitais para nove ilhas, mas também porque a pesca é uma das actividades com maior expressão do arquipélago.

Foto: FAP

Ao longo dos anos resgatámos pescadores, transportámos doentes, transportámos bens de primeira necessidade, vimos nascer bebés a bordo das nossas aeronaves, etc. Recuando um pouco na História, no grande terramoto que afectou os Açores em 1980, resgatámos cidadãos de zonas isoladas e levámos mantimentos a quem deles carecia.

Foto: FAP


São muitas as missões realizadas em condições atmosféricas bastante adversas. Mas o sentimento de dever cumprido faz com que seja um orgulho trabalhar para o bem da população. Especialmente quando temos o privilégio de fazê-lo em paisagens como estas. 
Texto e Fotos: Força Aérea Portuguesa


Foto: FAP




























A Força Aérea Portuguesa tem um papel preponderante no apoio à população açoriana. Não só porque apenas existem três hospitais para nove ilhas, mas também porque a pesca é uma das actividades com maior expressão do arquipélago.

Foto: FAP

Ao longo dos anos resgatámos pescadores, transportámos doentes, transportámos bens de primeira necessidade, vimos nascer bebés a bordo das nossas aeronaves, etc. Recuando um pouco na História, no grande terramoto que afectou os Açores em 1980, resgatámos cidadãos de zonas isoladas e levámos mantimentos a quem deles carecia.

Foto: FAP


São muitas as missões realizadas em condições atmosféricas bastante adversas. Mas o sentimento de dever cumprido faz com que seja um orgulho trabalhar para o bem da população. Especialmente quando temos o privilégio de fazê-lo em paisagens como estas. 
Texto e Fotos: Força Aérea Portuguesa


Foto: FAP



























domingo, 24 de janeiro de 2016

Primeira Esquadra de F-35I da Força Aérea de Israel



A Força Aérea de Israel (IAF) iniciou recentemente a criação de uma nova Esquadra para os futuros F-35I Adir. Numa primeira fase Isreal adquiriu 14 aeronaves à Lockheed Martin, a operação subsequente envolverá a fabricação de 17 caças adicionais, mas a Força Aérea de Israel pretende ter operacionais 2 esquadras de F-35 com um total de 50 caças. Uma terceira esquadra será o objectivo final a longo prazo, subindo assim o numero de F-35 para 75.


Está previsto para o final deste ano a chegada a Israel dos primeiros 2 F-35, iniciando assim uma nova era na Força Aérea, em Agosto passado marcou o inicio da primeira esquadra do F-35I tendo por base a Esquadra Golden Eagle , também ela responsável por outro momento no passado de uma nova era nessa altura, a chegada do primeiro F-16. Agora revelado o novo emblema.
Fonte: F-35I Squadron






































A Força Aérea de Israel (IAF) iniciou recentemente a criação de uma nova Esquadra para os futuros F-35I Adir. Numa primeira fase Isreal adquiriu 14 aeronaves à Lockheed Martin, a operação subsequente envolverá a fabricação de 17 caças adicionais, mas a Força Aérea de Israel pretende ter operacionais 2 esquadras de F-35 com um total de 50 caças. Uma terceira esquadra será o objectivo final a longo prazo, subindo assim o numero de F-35 para 75.


Está previsto para o final deste ano a chegada a Israel dos primeiros 2 F-35, iniciando assim uma nova era na Força Aérea, em Agosto passado marcou o inicio da primeira esquadra do F-35I tendo por base a Esquadra Golden Eagle , também ela responsável por outro momento no passado de uma nova era nessa altura, a chegada do primeiro F-16. Agora revelado o novo emblema.
Fonte: F-35I Squadron




































sábado, 23 de janeiro de 2016

388th TFW da USAF, foi a primeira unidade operacional a receber o F-16 Fighting Falcon em 1979

Foto USAF

Em finais de 1975 a 388 Tactical Fighter Wing mudou-se para a Base Aérea de Hill no Utah e em 23 de Janeiro de 1979, há precisamente 37 anos, iniciou a sua conversão para o F-16A Fighting Falcon, tornando-se mais tarde a primeira esquadra operacional da Força Aérea dos Estados Unidos. O primeiro destacamento foi em 1981 na Noruega e em Maio de 1989 recebeu o primeiro F-16C Bloco 40.
Fiquem bem, Jorge Ruivo


















































Foto USAF

Em finais de 1975 a 388 Tactical Fighter Wing mudou-se para a Base Aérea de Hill no Utah e em 23 de Janeiro de 1979, há precisamente 37 anos, iniciou a sua conversão para o F-16A Fighting Falcon, tornando-se mais tarde a primeira esquadra operacional da Força Aérea dos Estados Unidos. O primeiro destacamento foi em 1981 na Noruega e em Maio de 1989 recebeu o primeiro F-16C Bloco 40.
Fiquem bem, Jorge Ruivo


















































Estados Unidos não pretendem aumentar a frota de F-22 Raptor


A Secretária da Força Aérea Americana Deborah Lee James referiu recentemente a não intenção de reiniciar a produção do Lockheed Martin F-22 Raptor, fixada em 187 aeronaves e que parou em 2011. Todo o equipamento e know-how necessários para produzir o sofisticado caça irá permanecer armazenado, apesar de anteriormente ter sido equacionado a produção de mais algumas unidades adicionais.

Foto: USAF

Desenvolvido e optimizado para o combate ar-ar num hipotético conflito contra a Rússia, o projecto inicial consistia na construção de 750 F-22 Raptor, esse numero caíu para 339 mais tarde e depois apenas foram construídas 187 unidades mais 8 de testes. 


Por agora os Estados Unidos vão manter as 187 unidades do F-22 sem qualquer alteração, até porque o programa F-35 Lightning II está a evoluir e pretende-se que as duas sofistadas aeronaves se complementem uma à outra. Vamos esperar para ver.
Fonte: F-22 Production




























A Secretária da Força Aérea Americana Deborah Lee James referiu recentemente a não intenção de reiniciar a produção do Lockheed Martin F-22 Raptor, fixada em 187 aeronaves e que parou em 2011. Todo o equipamento e know-how necessários para produzir o sofisticado caça irá permanecer armazenado, apesar de anteriormente ter sido equacionado a produção de mais algumas unidades adicionais.

Foto: USAF

Desenvolvido e optimizado para o combate ar-ar num hipotético conflito contra a Rússia, o projecto inicial consistia na construção de 750 F-22 Raptor, esse numero caíu para 339 mais tarde e depois apenas foram construídas 187 unidades mais 8 de testes. 


Por agora os Estados Unidos vão manter as 187 unidades do F-22 sem qualquer alteração, até porque o programa F-35 Lightning II está a evoluir e pretende-se que as duas sofistadas aeronaves se complementem uma à outra. Vamos esperar para ver.
Fonte: F-22 Production



























sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Esquadra 502 Elefantes - 61 Anos


A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, actualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo táctico e as restantes cinco para vigilância marítima.


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os actuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.



Elefantes, parabéns.
Fiquem bem, Jorge Ruivo




























A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, actualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo táctico e as restantes cinco para vigilância marítima.


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os actuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.



Elefantes, parabéns.
Fiquem bem, Jorge Ruivo



























segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Esquadra 301 Jaguares comemora 47 anos


Os Jaguares estão de parabéns pelos seus 47 anos de aniversário. Foi em Janeiro de 1969 que os Jaguares iniciaram as suas operações na AB5 Nacala, em Moçambique, com a designação de Esquadra 502. Com o final da guerra do ultramar e a reestruturação da Força Aérea, os Jaguares passaram a operar a partir da Base Aérea nº6 do Montijo com a designação de Esquadra 63, tendo sido alterada para Esquadra 301 em 1978.


Os Jaguares continuaram a operar o Fiat G-91 até ao ano de 1993, participando em diversos exercícios militares tendo organizado por três vezes o exercício NATO Tiger Meet em 1987, 1996 e 2002 reunindo diversas esquadras pertencentes à NATO Tiger Association da qual é membro de pleno direitos desde 1979.


Em 1994 a esquadra foi transferida para a Base Aérea nº11 de Beja, foi equipada com o Alphajet e mantendo a mesma missão atribuída, até ao ano 2004, em que foi transferida para a Base Aérea nº5 de Monte Real e equipada com os modernos F-16AM na sua versão modernizada.


Fazendo jus ao seu lema, "De nada a forte gente se temia", de dia ou de noite, a Esquadra 301 Jaguares opera a partir da Base Aérea de Monte Real, tendo participado em diversos exercícios militares e demostrado toda a sua capacidade operacional em várias missões da NATO como foi o Bloco 36 do Baltic Air Policing no final de 2014 e o Falcon Defence 15 na Roménia mais recentemente.






































Os Jaguares estão de parabéns pelos seus 47 anos de aniversário. Foi em Janeiro de 1969 que os Jaguares iniciaram as suas operações na AB5 Nacala, em Moçambique, com a designação de Esquadra 502. Com o final da guerra do ultramar e a reestruturação da Força Aérea, os Jaguares passaram a operar a partir da Base Aérea nº6 do Montijo com a designação de Esquadra 63, tendo sido alterada para Esquadra 301 em 1978.


Os Jaguares continuaram a operar o Fiat G-91 até ao ano de 1993, participando em diversos exercícios militares tendo organizado por três vezes o exercício NATO Tiger Meet em 1987, 1996 e 2002 reunindo diversas esquadras pertencentes à NATO Tiger Association da qual é membro de pleno direitos desde 1979.


Em 1994 a esquadra foi transferida para a Base Aérea nº11 de Beja, foi equipada com o Alphajet e mantendo a mesma missão atribuída, até ao ano 2004, em que foi transferida para a Base Aérea nº5 de Monte Real e equipada com os modernos F-16AM na sua versão modernizada.


Fazendo jus ao seu lema, "De nada a forte gente se temia", de dia ou de noite, a Esquadra 301 Jaguares opera a partir da Base Aérea de Monte Real, tendo participado em diversos exercícios militares e demostrado toda a sua capacidade operacional em várias missões da NATO como foi o Bloco 36 do Baltic Air Policing no final de 2014 e o Falcon Defence 15 na Roménia mais recentemente.