sábado, 23 de janeiro de 2016

388th TFW da USAF, foi a primeira unidade operacional a receber o F-16 Fighting Falcon em 1979

Foto USAF

Em finais de 1975 a 388 Tactical Fighter Wing mudou-se para a Base Aérea de Hill no Utah e em 23 de Janeiro de 1979, há precisamente 37 anos, iniciou a sua conversão para o F-16A Fighting Falcon, tornando-se mais tarde a primeira esquadra operacional da Força Aérea dos Estados Unidos. O primeiro destacamento foi em 1981 na Noruega e em Maio de 1989 recebeu o primeiro F-16C Bloco 40.
Fiquem bem, Jorge Ruivo


















































Foto USAF

Em finais de 1975 a 388 Tactical Fighter Wing mudou-se para a Base Aérea de Hill no Utah e em 23 de Janeiro de 1979, há precisamente 37 anos, iniciou a sua conversão para o F-16A Fighting Falcon, tornando-se mais tarde a primeira esquadra operacional da Força Aérea dos Estados Unidos. O primeiro destacamento foi em 1981 na Noruega e em Maio de 1989 recebeu o primeiro F-16C Bloco 40.
Fiquem bem, Jorge Ruivo


















































Estados Unidos não pretendem aumentar a frota de F-22 Raptor


A Secretária da Força Aérea Americana Deborah Lee James referiu recentemente a não intenção de reiniciar a produção do Lockheed Martin F-22 Raptor, fixada em 187 aeronaves e que parou em 2011. Todo o equipamento e know-how necessários para produzir o sofisticado caça irá permanecer armazenado, apesar de anteriormente ter sido equacionado a produção de mais algumas unidades adicionais.

Foto: USAF

Desenvolvido e optimizado para o combate ar-ar num hipotético conflito contra a Rússia, o projecto inicial consistia na construção de 750 F-22 Raptor, esse numero caíu para 339 mais tarde e depois apenas foram construídas 187 unidades mais 8 de testes. 


Por agora os Estados Unidos vão manter as 187 unidades do F-22 sem qualquer alteração, até porque o programa F-35 Lightning II está a evoluir e pretende-se que as duas sofistadas aeronaves se complementem uma à outra. Vamos esperar para ver.
Fonte: F-22 Production




























A Secretária da Força Aérea Americana Deborah Lee James referiu recentemente a não intenção de reiniciar a produção do Lockheed Martin F-22 Raptor, fixada em 187 aeronaves e que parou em 2011. Todo o equipamento e know-how necessários para produzir o sofisticado caça irá permanecer armazenado, apesar de anteriormente ter sido equacionado a produção de mais algumas unidades adicionais.

Foto: USAF

Desenvolvido e optimizado para o combate ar-ar num hipotético conflito contra a Rússia, o projecto inicial consistia na construção de 750 F-22 Raptor, esse numero caíu para 339 mais tarde e depois apenas foram construídas 187 unidades mais 8 de testes. 


Por agora os Estados Unidos vão manter as 187 unidades do F-22 sem qualquer alteração, até porque o programa F-35 Lightning II está a evoluir e pretende-se que as duas sofistadas aeronaves se complementem uma à outra. Vamos esperar para ver.
Fonte: F-22 Production



























sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Esquadra 502 Elefantes - 61 Anos


A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, actualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo táctico e as restantes cinco para vigilância marítima.


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os actuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.



Elefantes, parabéns.
Fiquem bem, Jorge Ruivo




























A Esquadra 502 dos Elefantes foi criada em 1978, actualmente está sediada na Base Aérea do Montijo e opera o C-295 M Persuater, mas as raízes remontam a 1937, com a Esquadra 32, nessa altura operava o Junkers JU-52. Mas foi em Janeiro de 1955 na Base Aérea de Tancos que ao ser criada a Esquadrilha de Ligação e Treino (ELT) com os Piper Cub L-21 e Oxfords é reconhecido oficialmente a origem dos Elefantes.


Uns anos mais tarde, no ano de 1971 recebe os Nord Atlas e os C-212 Aviocar chegam no ano de 1974. Em 2007 a Força Aérea Portuguesa adquire 12 aeronaves EADS C-295 M para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para transporte aéreo táctico e as restantes cinco para vigilância marítima.


A missão dos Elefantes prende-se com a execução de operações de transporte Aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea bem como a instrução de navegadores. Gostaria de salientar aqui o forte contributo dos Elefantes na execução e apoio em missões carácter humanitário.


Ao longo dos tempos tive a oportunidade de fotografar os Elefantes em diversas ocasiões, desde spotterdays, exercícios militares, festivais aéreos nacionais, internacionais e nesta data festiva gostaria de partilhar algumas, hoje os actuais e antigos Elefantes estão de parabéns, é uma esquadra através da qual a Força Aérea Portuguesa executa muitas missões de carácter humanitário, sem esquecer os que hoje mesmo estão destacados na prevenção e salvamento de vidas humanas.



Elefantes, parabéns.
Fiquem bem, Jorge Ruivo



























segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Esquadra 301 Jaguares comemora 47 anos


Os Jaguares estão de parabéns pelos seus 47 anos de aniversário. Foi em Janeiro de 1969 que os Jaguares iniciaram as suas operações na AB5 Nacala, em Moçambique, com a designação de Esquadra 502. Com o final da guerra do ultramar e a reestruturação da Força Aérea, os Jaguares passaram a operar a partir da Base Aérea nº6 do Montijo com a designação de Esquadra 63, tendo sido alterada para Esquadra 301 em 1978.


Os Jaguares continuaram a operar o Fiat G-91 até ao ano de 1993, participando em diversos exercícios militares tendo organizado por três vezes o exercício NATO Tiger Meet em 1987, 1996 e 2002 reunindo diversas esquadras pertencentes à NATO Tiger Association da qual é membro de pleno direitos desde 1979.


Em 1994 a esquadra foi transferida para a Base Aérea nº11 de Beja, foi equipada com o Alphajet e mantendo a mesma missão atribuída, até ao ano 2004, em que foi transferida para a Base Aérea nº5 de Monte Real e equipada com os modernos F-16AM na sua versão modernizada.


Fazendo jus ao seu lema, "De nada a forte gente se temia", de dia ou de noite, a Esquadra 301 Jaguares opera a partir da Base Aérea de Monte Real, tendo participado em diversos exercícios militares e demostrado toda a sua capacidade operacional em várias missões da NATO como foi o Bloco 36 do Baltic Air Policing no final de 2014 e o Falcon Defence 15 na Roménia mais recentemente.






































Os Jaguares estão de parabéns pelos seus 47 anos de aniversário. Foi em Janeiro de 1969 que os Jaguares iniciaram as suas operações na AB5 Nacala, em Moçambique, com a designação de Esquadra 502. Com o final da guerra do ultramar e a reestruturação da Força Aérea, os Jaguares passaram a operar a partir da Base Aérea nº6 do Montijo com a designação de Esquadra 63, tendo sido alterada para Esquadra 301 em 1978.


Os Jaguares continuaram a operar o Fiat G-91 até ao ano de 1993, participando em diversos exercícios militares tendo organizado por três vezes o exercício NATO Tiger Meet em 1987, 1996 e 2002 reunindo diversas esquadras pertencentes à NATO Tiger Association da qual é membro de pleno direitos desde 1979.


Em 1994 a esquadra foi transferida para a Base Aérea nº11 de Beja, foi equipada com o Alphajet e mantendo a mesma missão atribuída, até ao ano 2004, em que foi transferida para a Base Aérea nº5 de Monte Real e equipada com os modernos F-16AM na sua versão modernizada.


Fazendo jus ao seu lema, "De nada a forte gente se temia", de dia ou de noite, a Esquadra 301 Jaguares opera a partir da Base Aérea de Monte Real, tendo participado em diversos exercícios militares e demostrado toda a sua capacidade operacional em várias missões da NATO como foi o Bloco 36 do Baltic Air Policing no final de 2014 e o Falcon Defence 15 na Roménia mais recentemente.





































quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Último voo do S-3 Viking ao serviço da US Navy


Depois de mais de 40 anos de serviço operacional, a Marinha dos Estados Unidos efectuou a última missão do S-3 Viking no passado dia 11 a partir da Base Naval de Ventura County, Point Mugu.


Introduzido em 1974 como o substituto do S-2 Tracker, o Viking veio a executar diversos tipo de missões na guerra anti-submarina, na guerra electrónica e ainda como avião de transporte e ligação.


O S-3 Viking foi oficialmente retirado do serviço da US Navy em 2009, no entanto duas aeronaves foram mantidas no VX-30 ( Air Test ans Evaluation Squadron ) em Point Mugu. Os ultimos S-3 Viking vão agora efectuar voos para a NASA antes de serem definitivamente retirados.


Mais uma aeronave que se prepara para deixar os céus e nós, entusiastas, com cada vez menos motivos para fotografar. Fiquem bem, Jorge Ruivo
Fotos: US Navy; Link:  Último voo do S-3 Viking

































Depois de mais de 40 anos de serviço operacional, a Marinha dos Estados Unidos efectuou a última missão do S-3 Viking no passado dia 11 a partir da Base Naval de Ventura County, Point Mugu.


Introduzido em 1974 como o substituto do S-2 Tracker, o Viking veio a executar diversos tipo de missões na guerra anti-submarina, na guerra electrónica e ainda como avião de transporte e ligação.


O S-3 Viking foi oficialmente retirado do serviço da US Navy em 2009, no entanto duas aeronaves foram mantidas no VX-30 ( Air Test ans Evaluation Squadron ) em Point Mugu. Os ultimos S-3 Viking vão agora efectuar voos para a NASA antes de serem definitivamente retirados.


Mais uma aeronave que se prepara para deixar os céus e nós, entusiastas, com cada vez menos motivos para fotografar. Fiquem bem, Jorge Ruivo
Fotos: US Navy; Link:  Último voo do S-3 Viking
































terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Linces comemoram 31 anos // Esquadra 504


Foi há precisamente 31 anos que nasceu a Esquadra 504 Linces da Força Aérea Portuguesa, no dia 12 de Janeiro de 1985 e foi criada para apoiar missões com um carácter de âmbito civil com a aquisição de 3 Falcon 20. Os Linces têm como missão principal executar operações de transporte aéreo especial, geralmente transporte de altas individualidades da Nação e em representação do Estado e como missão secundária executar voos de verificação de rádio ajudas à navegação.


Paralelamente a estas missões, a Esquadra 504 executa missões de âmbito humanitário, ou seja mais concretamente o transporte de órgãos humanos para transplante e evacuações sanitárias. Actualmente a Esquadra está a operar o Falcon 50 em destacamento permanente no Aeródromo de Manobra nº1 em Figo Maduro com um grau de prontidão bastante elevado, sem estarem de alerta.


O Falcon 50 é um tri-reactor capaz de percorrer distancias na ordem dos 5.500 km sem e efectuar qualquer escala técnica para reabastecimento e veio substituir os Falcon 20 que voaram até 2005. Estas características são vitais para a execução deste tipo de missões de âmbito humanitário, especialmente o transporte de órgãos humanos onde o factor tempo e distância são preponderantes para o seu sucesso, por isso a Força Aérea Portuguesa está de parabéns, todos os Linces, nesta missão tão nobre que é o de salvar vidas humanas.

Foto FAP

Aqui fica o meu contributo para este marco tão importante com 3 fotos do Falcon, especialmente para elevar o facto de se tratar de uma Esquadra onde a Força Aérea Portuguesa contribui fortemente em missões de carácter humanitário e meus caros se avistarem um Falcon 50 com a Cruz de Cristo, podem muito bem estar a voar para salvar mais uma vida humana. 



































Foi há precisamente 31 anos que nasceu a Esquadra 504 Linces da Força Aérea Portuguesa, no dia 12 de Janeiro de 1985 e foi criada para apoiar missões com um carácter de âmbito civil com a aquisição de 3 Falcon 20. Os Linces têm como missão principal executar operações de transporte aéreo especial, geralmente transporte de altas individualidades da Nação e em representação do Estado e como missão secundária executar voos de verificação de rádio ajudas à navegação.


Paralelamente a estas missões, a Esquadra 504 executa missões de âmbito humanitário, ou seja mais concretamente o transporte de órgãos humanos para transplante e evacuações sanitárias. Actualmente a Esquadra está a operar o Falcon 50 em destacamento permanente no Aeródromo de Manobra nº1 em Figo Maduro com um grau de prontidão bastante elevado, sem estarem de alerta.


O Falcon 50 é um tri-reactor capaz de percorrer distancias na ordem dos 5.500 km sem e efectuar qualquer escala técnica para reabastecimento e veio substituir os Falcon 20 que voaram até 2005. Estas características são vitais para a execução deste tipo de missões de âmbito humanitário, especialmente o transporte de órgãos humanos onde o factor tempo e distância são preponderantes para o seu sucesso, por isso a Força Aérea Portuguesa está de parabéns, todos os Linces, nesta missão tão nobre que é o de salvar vidas humanas.

Foto FAP

Aqui fica o meu contributo para este marco tão importante com 3 fotos do Falcon, especialmente para elevar o facto de se tratar de uma Esquadra onde a Força Aérea Portuguesa contribui fortemente em missões de carácter humanitário e meus caros se avistarem um Falcon 50 com a Cruz de Cristo, podem muito bem estar a voar para salvar mais uma vida humana. 


































domingo, 10 de janeiro de 2016

Força Aérea Portuguesa no apoio à população em 2015


De acordo com um comunicado de imprensa da Força Aérea Portuguesa, foram realizadas 406 missões de transporte aeromédico envolvendo cerca de 488 doentes e mais de 631 horas de voo. Foram também realizadas 87 missões de Busca e Salvamento com 25 salvamentos e 316 horas de voo, 35 missões de transporte de órgãos em 68 horas de voo e finalmente cerca de 31 missões de resgate em navios com o transporte de 38 doentes e mais de 117 horas de voo.

Além destas missões foram também efectuadas missões de vigilância do espaço aéreo 51 missões com 168 horas de voo. 
Já aqui tinham sido referidas as primeiras missões em 2016 das Esquadra 502, Esquadra 751 e Esquadra 601.
Trata-se na realidade de um papel fundamental do nossa Força Aérea no cumprimento da sua missão.
Link: www.emfa.pt




















De acordo com um comunicado de imprensa da Força Aérea Portuguesa, foram realizadas 406 missões de transporte aeromédico envolvendo cerca de 488 doentes e mais de 631 horas de voo. Foram também realizadas 87 missões de Busca e Salvamento com 25 salvamentos e 316 horas de voo, 35 missões de transporte de órgãos em 68 horas de voo e finalmente cerca de 31 missões de resgate em navios com o transporte de 38 doentes e mais de 117 horas de voo.

Além destas missões foram também efectuadas missões de vigilância do espaço aéreo 51 missões com 168 horas de voo. 
Já aqui tinham sido referidas as primeiras missões em 2016 das Esquadra 502, Esquadra 751 e Esquadra 601.
Trata-se na realidade de um papel fundamental do nossa Força Aérea no cumprimento da sua missão.
Link: www.emfa.pt