terça-feira, 2 de junho de 2015

VFA-41 Black Aces US Navy comemora 70 anos de actividade operacional.

O Strike Fighter Squadron 41 (VFA-41), também conhecidos como "Black Aces", são uma esquadra da Marinha dos Estados Unidos que estão estacionados na Base Aeronaval de Lemoore, na Califórnia. Os "Black Aces" voam o F/A-18 Super Hornet, estão colocados na Carrier Air Wing 9, actualmente destacados a bordo do USS John C. Stennis (CVN-74), utilizam como call sign "Fast Eagle" e NG como as letras na cauda do avião.
Fighting Forty One foi criado em 1 de Junho de 1945 em NAS Chincoteague na Virgínia  para operar o Vought F-4U Corsair, A esquadra fez os seus primeiros destacamentos em 1948 no Mediterrâneo a bordo do USS Franklin Roosevelt e do USS Midway, comemora hoje, precisamente 70 anos de existência. A Esquadra operou depois o F-2H-3 Banshee e o F-3H-2 Demon antes de receber em 1962 o Mc Donnell F-4B Phantom II. 
Esta esquadra esteve em actividade durante a crise dos misseis em Cube e também bastante activa agora com o F-4J Phantom II durante a Guerra do Vietname até que em 1976 recebeu os primeiros F-14 Tomcat, um caça bastante avançado e de geometria variavel. Os "Black Aces" efectuaram o seu primeiro destacamento com os Tomcat a bordo do USS Nimitz em 1979.
No dia 19 de Agosto de 1981 durante o destacamento a bordo do USS Nimtz, numa missão de patrulha de combate aéreo de rotina sobre o Golfo de Sidra, dois SU-22 Fitter da Força Aérea Líbia foram abatidos por aviões dos "Black Aces". Tratou-se do primeiro confronto aéreo da US Navy depois do Vietname e o primeiro de sempre do F-14 Tomcat. 
Durante 15 anos vários foram os destacamentos em diversas partes do globo a bordo de diversos porta aviões da US Navy ate que em 2001 a Esquadra recebe os seus primeiros F/A-18F Super Hornet e passa para a designação actual de VFA-41. Os Black Aces continuaram bastante activos, operando em diversos conflitos mundiais e frequentes no Golfo Pérsico onde os encontrei em Outubro de 2012 numa visita que tive o privilegio de fazer a bordo do USS John C. Stennis.
Os Black Aces decoraram para este evento o avião 100 numa pintura espectacular e que eu partilho aqui e que foi apresentado oficialmente durante a cerimonia do aniversário dos 70 anos. Fiquem bem Jorge Ruivo. Fonte e duas últimas fotos: VFA-41 Black Aces






































O Strike Fighter Squadron 41 (VFA-41), também conhecidos como "Black Aces", são uma esquadra da Marinha dos Estados Unidos que estão estacionados na Base Aeronaval de Lemoore, na Califórnia. Os "Black Aces" voam o F/A-18 Super Hornet, estão colocados na Carrier Air Wing 9, actualmente destacados a bordo do USS John C. Stennis (CVN-74), utilizam como call sign "Fast Eagle" e NG como as letras na cauda do avião.
Fighting Forty One foi criado em 1 de Junho de 1945 em NAS Chincoteague na Virgínia  para operar o Vought F-4U Corsair, A esquadra fez os seus primeiros destacamentos em 1948 no Mediterrâneo a bordo do USS Franklin Roosevelt e do USS Midway, comemora hoje, precisamente 70 anos de existência. A Esquadra operou depois o F-2H-3 Banshee e o F-3H-2 Demon antes de receber em 1962 o Mc Donnell F-4B Phantom II. 
Esta esquadra esteve em actividade durante a crise dos misseis em Cube e também bastante activa agora com o F-4J Phantom II durante a Guerra do Vietname até que em 1976 recebeu os primeiros F-14 Tomcat, um caça bastante avançado e de geometria variavel. Os "Black Aces" efectuaram o seu primeiro destacamento com os Tomcat a bordo do USS Nimitz em 1979.
No dia 19 de Agosto de 1981 durante o destacamento a bordo do USS Nimtz, numa missão de patrulha de combate aéreo de rotina sobre o Golfo de Sidra, dois SU-22 Fitter da Força Aérea Líbia foram abatidos por aviões dos "Black Aces". Tratou-se do primeiro confronto aéreo da US Navy depois do Vietname e o primeiro de sempre do F-14 Tomcat. 
Durante 15 anos vários foram os destacamentos em diversas partes do globo a bordo de diversos porta aviões da US Navy ate que em 2001 a Esquadra recebe os seus primeiros F/A-18F Super Hornet e passa para a designação actual de VFA-41. Os Black Aces continuaram bastante activos, operando em diversos conflitos mundiais e frequentes no Golfo Pérsico onde os encontrei em Outubro de 2012 numa visita que tive o privilegio de fazer a bordo do USS John C. Stennis.
Os Black Aces decoraram para este evento o avião 100 numa pintura espectacular e que eu partilho aqui e que foi apresentado oficialmente durante a cerimonia do aniversário dos 70 anos. Fiquem bem Jorge Ruivo. Fonte e duas últimas fotos: VFA-41 Black Aces






































domingo, 31 de maio de 2015

SU-24 forçaram Destroyer dos EUA a sair das àguas territoriais russas, no Mar Negro

Aviões militares russos Su-24 entraram em acção no Mar Negro para evitar que um navio de guerra americano que estava a navegar ao longo das aguas territoriais russas e em sua aproximação. De acordo com fonte de informação russa, o destróier norte americano Ross estava a aproximar-se rapidamente das suas aguas territoriais " Os aviões de ataque SU-24 demonstraram à tripulação americana a sua prontidão para evitar uma violação das linhas de fronteira e defender os interesses da Russia". 
Este incidente tratou-se do mais recente exemplo de encontros entre militares russos e ocidentais, motivado pelas crescentes tensões entre ambos desde a anexação da Crimeia que abriga a frota russa do Mar Negro.Fotos: Russiaplanes.net e Andrei Zinchuk
Fonte: Sputniknews.com















































Aviões militares russos Su-24 entraram em acção no Mar Negro para evitar que um navio de guerra americano que estava a navegar ao longo das aguas territoriais russas e em sua aproximação. De acordo com fonte de informação russa, o destróier norte americano Ross estava a aproximar-se rapidamente das suas aguas territoriais " Os aviões de ataque SU-24 demonstraram à tripulação americana a sua prontidão para evitar uma violação das linhas de fronteira e defender os interesses da Russia". 
Este incidente tratou-se do mais recente exemplo de encontros entre militares russos e ocidentais, motivado pelas crescentes tensões entre ambos desde a anexação da Crimeia que abriga a frota russa do Mar Negro.Fotos: Russiaplanes.net e Andrei Zinchuk
Fonte: Sputniknews.com















































sábado, 30 de maio de 2015

Vulcan XH-558 ultima temporada a voar

Este ano de 2015 vai ser espectacular para o Vulcan XH-558 mas também carregado de muita emoção porque foi confirmado que será a última época de Festivais Aéreos deste único  Avro Vulcan a voar no mundo inteiro. A equipa do Avro Vulcan vai trabalhar arduamente para que cada hora de voo seja memorável para todos os entusiastas dado que, no Outono, será a seu ultimo voo. 
O grande motivo para dar por terminado os voos do XH-558 prende-se com o facto das três empresas especializadas que dão todo o apoio à equipa do Vulcan o vão retirar no final deste ano e sem esse apoio em termos de regulamentação implica que a Civil Aviation Authority retire as respectivas autorizações de voo do Vulcan.
A decisão baseou-se em 2 factores muito importantes, o primeiro prende-se com o facto do XH-558 apesar de ser considerado um avião seguro como qualquer outra aeronave, tem mais 10% de horas de voo que qualquer outro Vulcan o que os técnicos acham que no campo da procura por eventuais falhas mecânicas, estruturais ou se outro género, torna-se cada mais difícil trabalhar no campo da prevenção. Os técnicos sentem-se a trabalhar no desconhecido, por não existirem quaisquer registos de uma célula com tantas horas de voo como a do XH-558.O segundo é que manter a excelência do seu registo de segurança requer conhecimento e competências, o que pelo facto anterior torna-o cada vez mais difícil de manter. 
O que é que vai acontecer ao Vulcan? Quando a equipa contacta com os muitos entusiastas eles referem que até mesmo no chão o Vulcan é magnifico. O Vulcan é um exemplo emblemático de um período notável do pós guerra, dignificando a tecnologia da aviação britânica que ajudou a manter a paz em ambos os seus papeis estratégicos e tácticos durante a guerra fria. Uma história notável. A sua nova vida, capaz de acelerar dramaticamente ao longo de uma pista, irá certamente servir para inspirar e educar as futuras gerações de jovens
Será portanto a ultima temporada que iremos ter o privilegio de ver um Vulcan nos céus e eu espero vê-lo pela ultima vez em Fairford, durante o Royal Internation Air Tatoo que se irá realizar em Julho. Este Vulcan foi um dos 134 bombardeiros operados pela Royal Air Force entre 1953 e 1985 e o XH-558 serviu a RAF esteve no activo de 1960 a 1985 passando a avião de exibição de 1986 até 1992 regressando aos céus em 2007. Fiquem bem. Jorge Ruivo





























Este ano de 2015 vai ser espectacular para o Vulcan XH-558 mas também carregado de muita emoção porque foi confirmado que será a última época de Festivais Aéreos deste único  Avro Vulcan a voar no mundo inteiro. A equipa do Avro Vulcan vai trabalhar arduamente para que cada hora de voo seja memorável para todos os entusiastas dado que, no Outono, será a seu ultimo voo. 
O grande motivo para dar por terminado os voos do XH-558 prende-se com o facto das três empresas especializadas que dão todo o apoio à equipa do Vulcan o vão retirar no final deste ano e sem esse apoio em termos de regulamentação implica que a Civil Aviation Authority retire as respectivas autorizações de voo do Vulcan.
A decisão baseou-se em 2 factores muito importantes, o primeiro prende-se com o facto do XH-558 apesar de ser considerado um avião seguro como qualquer outra aeronave, tem mais 10% de horas de voo que qualquer outro Vulcan o que os técnicos acham que no campo da procura por eventuais falhas mecânicas, estruturais ou se outro género, torna-se cada mais difícil trabalhar no campo da prevenção. Os técnicos sentem-se a trabalhar no desconhecido, por não existirem quaisquer registos de uma célula com tantas horas de voo como a do XH-558.O segundo é que manter a excelência do seu registo de segurança requer conhecimento e competências, o que pelo facto anterior torna-o cada vez mais difícil de manter. 
O que é que vai acontecer ao Vulcan? Quando a equipa contacta com os muitos entusiastas eles referem que até mesmo no chão o Vulcan é magnifico. O Vulcan é um exemplo emblemático de um período notável do pós guerra, dignificando a tecnologia da aviação britânica que ajudou a manter a paz em ambos os seus papeis estratégicos e tácticos durante a guerra fria. Uma história notável. A sua nova vida, capaz de acelerar dramaticamente ao longo de uma pista, irá certamente servir para inspirar e educar as futuras gerações de jovens
Será portanto a ultima temporada que iremos ter o privilegio de ver um Vulcan nos céus e eu espero vê-lo pela ultima vez em Fairford, durante o Royal Internation Air Tatoo que se irá realizar em Julho. Este Vulcan foi um dos 134 bombardeiros operados pela Royal Air Force entre 1953 e 1985 e o XH-558 serviu a RAF esteve no activo de 1960 a 1985 passando a avião de exibição de 1986 até 1992 regressando aos céus em 2007. Fiquem bem. Jorge Ruivo





























sábado, 23 de maio de 2015

Acidente com T-45C Goshawk da US Navy

Um avião militar saiu da pista após a aterragem e despenhou-se na Baía de San Diego sexta-feira dia 22 de Maio pelas 02:00. O piloto ejectou-se e apenas foi ao hospital por precaução.
O avião, um T-45C Goshawk, pertencia à esquadra de treino VT-9 e o acidente ocorreu quando o piloto realizava um treino de rotina na preparação para a aterragem em Porta Aviões.
Esta esquadra é usada para treino dos pilotos dos Marines e da Marinha dos Estados Unidos.
Fotos: US Navy e Flight Herald. Link Acidente T-46C


























Um avião militar saiu da pista após a aterragem e despenhou-se na Baía de San Diego sexta-feira dia 22 de Maio pelas 02:00. O piloto ejectou-se e apenas foi ao hospital por precaução.
O avião, um T-45C Goshawk, pertencia à esquadra de treino VT-9 e o acidente ocorreu quando o piloto realizava um treino de rotina na preparação para a aterragem em Porta Aviões.
Esta esquadra é usada para treino dos pilotos dos Marines e da Marinha dos Estados Unidos.
Fotos: US Navy e Flight Herald. Link Acidente T-46C


























sexta-feira, 22 de maio de 2015

Feliz Aniversário Chipmunk - 69 anos a voar

Desenhado para suceder ao Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto no dia 22 de maio de 1946. Embora o desigh tenha sido desenvolvido pela De Havilland Aircraft of Canadá Ltd, o seu principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O prototipo tinha um motor de 108 Kw ( 145 hp ) De Havilland Gipsy Major 1C.
Em Portugal, com o objectivo de modernizar a instrução de voo a aeronáutica militar substitui os velhos Tiger Moth por 10 Chipmunks que vieram para Portugal em 1951 e em 1952 com o nascimento da FAP, os Chipmunk fazem a transição para a Força Aérea Portuguesa. Também em 1952 as OGMA começam sob licença a construção de 66 unidades em que a ultima saiu da linha de montagem em 13 de Fevereiro de 1961.
Em 1956 os Chipmunk são transferidos para São Jacinto para a Esquadra de Pilotagem onde mantém a missão até 1989, no entanto entre estas datas alguns foram colocados em diversas Base Aéreas em Portugal para em 1989 serem transferidos para a BA1 Sintra onde foram desactivados entrando ao serviço os actuais Epsilon. Alguns foram cedidos a vários Aeroclubes e 7 foram entregues à Academia da Força Aérea com o objectivo de rebocar planadores e estes 7 foram recentemente remotorizados com motores Lycoming de 180 cv com 4 cilindros horizontais arrefecidos a ar.
O Chipmunk mais conhecido em Portugal é o do Museu Aéro Fénix, pertence ao Cmdt J. Munkelt Gonçalves, é habitual a sua presença em festivais aéreos onde nos delicia com as suas capacidades de performance e demosntração aérea. Tive o previlégio de por mais do que uma vez efectuar uns voos por Santarém e que eu com este contributo pretendo também aqui homenagear e agradecer. Muito mais mais haveria para dizer sobre o Chipmunk, mas vou ficar por aqui. Fiquem bem. Jorge Ruivo





























Desenhado para suceder ao Tiger Moth, o Chipmunk voou pela primeira vez em Downsview, Toronto no dia 22 de maio de 1946. Embora o desigh tenha sido desenvolvido pela De Havilland Aircraft of Canadá Ltd, o seu principal designer foi um polaco, Wsiewolod Jakimiuk. O prototipo tinha um motor de 108 Kw ( 145 hp ) De Havilland Gipsy Major 1C.
Em Portugal, com o objectivo de modernizar a instrução de voo a aeronáutica militar substitui os velhos Tiger Moth por 10 Chipmunks que vieram para Portugal em 1951 e em 1952 com o nascimento da FAP, os Chipmunk fazem a transição para a Força Aérea Portuguesa. Também em 1952 as OGMA começam sob licença a construção de 66 unidades em que a ultima saiu da linha de montagem em 13 de Fevereiro de 1961.
Em 1956 os Chipmunk são transferidos para São Jacinto para a Esquadra de Pilotagem onde mantém a missão até 1989, no entanto entre estas datas alguns foram colocados em diversas Base Aéreas em Portugal para em 1989 serem transferidos para a BA1 Sintra onde foram desactivados entrando ao serviço os actuais Epsilon. Alguns foram cedidos a vários Aeroclubes e 7 foram entregues à Academia da Força Aérea com o objectivo de rebocar planadores e estes 7 foram recentemente remotorizados com motores Lycoming de 180 cv com 4 cilindros horizontais arrefecidos a ar.
O Chipmunk mais conhecido em Portugal é o do Museu Aéro Fénix, pertence ao Cmdt J. Munkelt Gonçalves, é habitual a sua presença em festivais aéreos onde nos delicia com as suas capacidades de performance e demosntração aérea. Tive o previlégio de por mais do que uma vez efectuar uns voos por Santarém e que eu com este contributo pretendo também aqui homenagear e agradecer. Muito mais mais haveria para dizer sobre o Chipmunk, mas vou ficar por aqui. Fiquem bem. Jorge Ruivo





























quarta-feira, 20 de maio de 2015

JAS-39D Gripen da Hungria sai de pista após aterragem

Ontem pelas 13:40 ocorreu um acidente com um JAS-39D Gripen da Força Aérea Húngara na base aérea de Caslav. Com o call sigh PUMA 66 o Gripen vinha para o exercício Lion Effort 2015 que está a decorrer nessa Base Aérea e durante a aterragem já em plena pista os pilotos ejectaram-se tendo o Gripen rolado para fora da pista ficando bastante danificado.
Lion Effort é um exercício militar que se realiza de três em três e reúne as Forças Aéreas que operam o caça JAS-39 Gripen, este ano organizado pela Republica Checa, estão presentes também os Gripen suecos e Húngaros, a Tailandia apenas se fez representar com observadores e estará previsto a África do Sul participar no próximo que se realizará em 2018.
De acordo com o aviation safety.o Gripen acidentado foi o 42, pertencente à Esquadra 211 que é uma esquadra Tiger, habitualmente presente nos Tigermeet e aqui ficam umas fotos do Gripen bilugar em questão, presente no Tigermeet de 2010 que se realizou em Volkel.


























Ontem pelas 13:40 ocorreu um acidente com um JAS-39D Gripen da Força Aérea Húngara na base aérea de Caslav. Com o call sigh PUMA 66 o Gripen vinha para o exercício Lion Effort 2015 que está a decorrer nessa Base Aérea e durante a aterragem já em plena pista os pilotos ejectaram-se tendo o Gripen rolado para fora da pista ficando bastante danificado.
Lion Effort é um exercício militar que se realiza de três em três e reúne as Forças Aéreas que operam o caça JAS-39 Gripen, este ano organizado pela Republica Checa, estão presentes também os Gripen suecos e Húngaros, a Tailandia apenas se fez representar com observadores e estará previsto a África do Sul participar no próximo que se realizará em 2018.
De acordo com o aviation safety.o Gripen acidentado foi o 42, pertencente à Esquadra 211 que é uma esquadra Tiger, habitualmente presente nos Tigermeet e aqui ficam umas fotos do Gripen bilugar em questão, presente no Tigermeet de 2010 que se realizou em Volkel.


























quarta-feira, 13 de maio de 2015

Perda de um F/A 18 Super Hornet no Golfo Pérsico

A Marinha dos Estados Unidos confirma a perda de um dos seus aviões no Golfo Pérsico e que os dois pilotos conseguiram ejectar-se e foram recuperados pelas equipas de busca e salvamento sem ferimentos graves. O F/A-18 Super Hornet caiu pouco depois de descolar do Porta Aviões USS Theodore Roosevelt, na passada terça-feira, que está a operar no Golfo. 
Os dois pilotos foram recuperados pelas equipas de busca e salvamento do Porta Aviões.O F/A-18 Super Hornet pertencia ao Strike Fighter Squadron 211, baseados em Oceana, Virginia e que estão actualmente em destacamento no Golfo a bordo do USS Theodore Roosevelt.
Fonte e Foto: US Navy





















A Marinha dos Estados Unidos confirma a perda de um dos seus aviões no Golfo Pérsico e que os dois pilotos conseguiram ejectar-se e foram recuperados pelas equipas de busca e salvamento sem ferimentos graves. O F/A-18 Super Hornet caiu pouco depois de descolar do Porta Aviões USS Theodore Roosevelt, na passada terça-feira, que está a operar no Golfo. 
Os dois pilotos foram recuperados pelas equipas de busca e salvamento do Porta Aviões.O F/A-18 Super Hornet pertencia ao Strike Fighter Squadron 211, baseados em Oceana, Virginia e que estão actualmente em destacamento no Golfo a bordo do USS Theodore Roosevelt.
Fonte e Foto: US Navy