Um avião da Força Aérea Portuguesa, Epsilon TB-30, pertencente à Base Aérea de Sintra, fez esta terça-feira dia 31 de Março pelas 16:00, uma aterragem forçada num terreno a norte da Base Aérea 5 de Monte Real. Os dois pilotos que seguiam a bordo saíram ambos ilesos deste incidente.
Segundo fonte oficial da Força Aérea, este aterragem forçada deverá ter tido origem numa falha mecânica, ressalvando que a Força Aérea está a investigar as suas causas.
Fonte: JN e fotos: JN e Força Aérea Portuguesa
Recentemente o Cannon Two partilhou uma fotos do Epsilon TB-30 que pertence à Esquadra 101 Roncos.
terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
Bombardeiros supersónicos russos interceptados pela NATO
Caças da NATO e da Suécia foram activados para interceptar quatro aviões de combate russos que voavam em espaço aéreo internacional perto do Mar Báltico, depois de diversas manobras, os aviões russos chegaram mesmo a quebrar a barreira do som.
Fonte oficial da NATO, confirmou a intercepção dos quatro jactos russos no dia 24 de Março, um grupo de dois bombardeiros TU-22 Backfire escoltados por dois caças SU-27 Flanker que voavam sobre o Mar Báltico para o enclave russo de Kaliningrado. Os aviões voavam sem plano de voo e sem comunicações com o controlo de tráfego civil e foram interceptados pelos JAS39 Grippen da Força Aérea Sueca. voando a velocidade supersónica.
Da Base Aérea de Siauliai, na Lituânia, onde a NATO tem forças estacionadas para a sua missão Baltic Air Policing, terá também descolado a parelha de alerta, 2 caças italianos Eurofighter Typhoon, no entanto a intercepção terá sido concretizada pelos caças suecos.
Fonte: Defence24 Fotos: 1ª Alex Beltyukov e seguintes com os creditos nas fotos
Fonte oficial da NATO, confirmou a intercepção dos quatro jactos russos no dia 24 de Março, um grupo de dois bombardeiros TU-22 Backfire escoltados por dois caças SU-27 Flanker que voavam sobre o Mar Báltico para o enclave russo de Kaliningrado. Os aviões voavam sem plano de voo e sem comunicações com o controlo de tráfego civil e foram interceptados pelos JAS39 Grippen da Força Aérea Sueca. voando a velocidade supersónica.
Da Base Aérea de Siauliai, na Lituânia, onde a NATO tem forças estacionadas para a sua missão Baltic Air Policing, terá também descolado a parelha de alerta, 2 caças italianos Eurofighter Typhoon, no entanto a intercepção terá sido concretizada pelos caças suecos.
Fonte: Defence24 Fotos: 1ª Alex Beltyukov e seguintes com os creditos nas fotos
domingo, 29 de março de 2015
Oficial - F-15 Eagle destacados para a Europa
A noticia que deixou de ser rumor por uns tempos, foi agora oficialmente confirmada pela Air National Guard ANG dos Estados Unidos, 12 Boing F-15C Eagle vão efectuar um destacamento na Europa para participarem em vários exercícios militares no âmbito da operação militar Atlantic Resolve.
Os F-15 Eagle pertencem ao 125 Fighter Wing, normalmente baseada em Jacksonville, na Florida e são parte integrante da Força Aérea dos Estados Unidos. A operação Atlantic Resolve é o nome que os Estados Unidos deram em incremento de forças militares na Europa após a anexação da Crimeia à Rússia à mais de um ano e os constantes conflitos no leste da Ucrânia.
A chegada dos F-15 Eagles está prevista para a próxima semana, inicialmente vão ficar na Base Aérea de Leeuwarden, na Holanda para participarem no exercicio Frisian Flag 2015 e depois seguem para a Base Aérea de Graf Ignatievo, na Bulgária para participarem no exercício Thracian Eagle 2015.
Fonte: USAF; Fotos: USAF
Os F-15 Eagle pertencem ao 125 Fighter Wing, normalmente baseada em Jacksonville, na Florida e são parte integrante da Força Aérea dos Estados Unidos. A operação Atlantic Resolve é o nome que os Estados Unidos deram em incremento de forças militares na Europa após a anexação da Crimeia à Rússia à mais de um ano e os constantes conflitos no leste da Ucrânia.
A chegada dos F-15 Eagles está prevista para a próxima semana, inicialmente vão ficar na Base Aérea de Leeuwarden, na Holanda para participarem no exercicio Frisian Flag 2015 e depois seguem para a Base Aérea de Graf Ignatievo, na Bulgária para participarem no exercício Thracian Eagle 2015.
Fonte: USAF; Fotos: USAF
sábado, 28 de março de 2015
Esquadra 101 - Roncos
A Esquadra 101 Roncos, é a Esquadra de Instrução Elementar da Força Aérea, responsável pela formação ao longo dos tempos dos alunos pilotos que depois ao serem colocados nas diversas esquadras da Força Aérea, vão cumprir a nobre missão que lhes está confiada.
Com uma história muito longa, que se iniciou em 1914 com a criação da Escola Aeronáutica Militar mas só em 1916 se iniciou o primeiro curso de pilotagem , tendo como chefe de pilotos o Comandante Sacadura Cabral.
Em 1978 originado pela reorganização da Força Aérea Portuguesa, a Esquadra 101 adquiriu a actual designação, recebendo todos os meios humanos e materiais da Esquadra 21 Esquadra de Instrução Elementar de Pilotagem que operava na Base Aérea nº2 da Ota com o Chipmunk.
Em 1989 a Força Aérea Portuguesa adquire 18 Epsilon TB-30 de fabrico francês para modernizar a Esquadra 101 e nesta mesma data a esquadra transfere-se para a Base Aérea nº1 de Sintra onde se manteve até 1993, altura em que se mudou para a Base Aérea nº11 de Beja mas que em 2009 volta de novo à Casa Mãe da Instrução em Portugal, a Base Aérea nº1 onde continua a honrar o seu lema " Ensinando os Princípios da Arte".
Este contributo sobre a Esquadra 101 Roncos, serve também para partilhar as excelentes fotos da autoria da Força Aérea Portuguesa e da própria Esquadra 101 que nos vão deliciando com excelentes imagens aéreas do Epsilon.
Fonte: EMFA Fotos: Força Aérea Portuguesa e Esquadra 101 Roncos.
Com uma história muito longa, que se iniciou em 1914 com a criação da Escola Aeronáutica Militar mas só em 1916 se iniciou o primeiro curso de pilotagem , tendo como chefe de pilotos o Comandante Sacadura Cabral.
Em 1978 originado pela reorganização da Força Aérea Portuguesa, a Esquadra 101 adquiriu a actual designação, recebendo todos os meios humanos e materiais da Esquadra 21 Esquadra de Instrução Elementar de Pilotagem que operava na Base Aérea nº2 da Ota com o Chipmunk.
Em 1989 a Força Aérea Portuguesa adquire 18 Epsilon TB-30 de fabrico francês para modernizar a Esquadra 101 e nesta mesma data a esquadra transfere-se para a Base Aérea nº1 de Sintra onde se manteve até 1993, altura em que se mudou para a Base Aérea nº11 de Beja mas que em 2009 volta de novo à Casa Mãe da Instrução em Portugal, a Base Aérea nº1 onde continua a honrar o seu lema " Ensinando os Princípios da Arte".
Este contributo sobre a Esquadra 101 Roncos, serve também para partilhar as excelentes fotos da autoria da Força Aérea Portuguesa e da própria Esquadra 101 que nos vão deliciando com excelentes imagens aéreas do Epsilon.
Fonte: EMFA Fotos: Força Aérea Portuguesa e Esquadra 101 Roncos.
sábado, 14 de março de 2015
Fly Low, Hit Hard- A-7 Corsair "Olympus"
Foi no ano passado, no dia 17 de Outubro que o Vought A-7 Corsair II deixou de voar, numa cerimonia ocorrida em Araxos na Grécia. A Força Aérea Grega através da sua Esquadra 336 punha assim fim a uma longa história do A-7 Corsair pelos céus de todo o mundo.
De origem americana o A-7 Corsair operou na USAF e na USNavy bem como nas Forças Aéreas da Grécia, Portugal e Tailândia. A Força Aérea Grega, adquiriu os primeiros A-7 Corsiar em 1975 num total de 60 A-7H e 5 TA-7H, mas veio mais tarde a reforçar o seu inventário com mais 50 A-7E e 18 TA-7C, estes últimos directamente da U.S.Navy. A Esquadra 336 iniciou a conversão para o A-7E em 1993, em substituição do F-104G, e manteve-se operacional até Outubro de 2014.
O "SLUF" foi bastante conhecido pela sua actuação no Vietname, teve como ultima Esquadra operacional a 336 Olympus que decorou um dos seus A-7E todo de preto com o desenho do Monte Olimpo na cauda e é deste avião que vou partilhar umas fotos da Força Aérea Grega e uma da minha autoria quando da sua visita à Base Aérea 5 de Monte Real, durante as comemorações do seu 50 aniversário.
Tive oportunidade de o voltar a fotografar em 2014 durante o Royal International Air Tatoo ( RIAT ), sabendo eu, que seria a ultima vez que iria ver um A-7 Corsair voar, fazendo-me recordar os tempos que operavam aqui bem perto de mim, em Monte Real, sendo raro o dia em não ouvia ou não via um Corsair em missão com as cores da Força Aérea Portuguesa.
Fiquem bem. Jorge Ruivo
De origem americana o A-7 Corsair operou na USAF e na USNavy bem como nas Forças Aéreas da Grécia, Portugal e Tailândia. A Força Aérea Grega, adquiriu os primeiros A-7 Corsiar em 1975 num total de 60 A-7H e 5 TA-7H, mas veio mais tarde a reforçar o seu inventário com mais 50 A-7E e 18 TA-7C, estes últimos directamente da U.S.Navy. A Esquadra 336 iniciou a conversão para o A-7E em 1993, em substituição do F-104G, e manteve-se operacional até Outubro de 2014.
O "SLUF" foi bastante conhecido pela sua actuação no Vietname, teve como ultima Esquadra operacional a 336 Olympus que decorou um dos seus A-7E todo de preto com o desenho do Monte Olimpo na cauda e é deste avião que vou partilhar umas fotos da Força Aérea Grega e uma da minha autoria quando da sua visita à Base Aérea 5 de Monte Real, durante as comemorações do seu 50 aniversário.
Tive oportunidade de o voltar a fotografar em 2014 durante o Royal International Air Tatoo ( RIAT ), sabendo eu, que seria a ultima vez que iria ver um A-7 Corsair voar, fazendo-me recordar os tempos que operavam aqui bem perto de mim, em Monte Real, sendo raro o dia em não ouvia ou não via um Corsair em missão com as cores da Força Aérea Portuguesa.
Fiquem bem. Jorge Ruivo
domingo, 8 de março de 2015
4 F-16 da Força Aérea Portuguesa voltam para Missões da Nato no Baltico
Um contingente de 140 militares do Exercito e 4 F-16AM da Força Aérea Portuguesa, vão ser enviados para a Lituânia e Roménia. De acordo com fonte oficial do Ministério da Defesa, os 140 militares do Exercito vão operar a partir da Lituânia de Maio a Julho e os F-16AM da Força Aérea Portuguesa vão ficar estacionados na Roménia
durante os meses de Maio e Junho.
Fonte: DN
durante os meses de Maio e Junho.
Fonte: DN
sexta-feira, 6 de março de 2015
Supermarine Spitfire - 79 anos a voar
Spitfire. Projectado em 1936 por Reginald Mitchel, o mesmo que criou na década de 20 o Supermarine S6, entrou ao serviço em Agosto de 1938 na versão MK I. O seu nome do inglês Spit (cuspir) e fire (fogo), poderá ser traduzido como "cuspidor de fogo" e designa uma pessoa de temperamento explosivo.
A fama do Spitfire veio a ser atingida durante a Batalha de Inglaterra em combate com o Messerchmitt BF-109, a partir de Blitz sobre as cidades britânicas. Embora nesta batalha tenham sido abatidos mais caças britânicos do que alemães, as perdas de bombardeiros impostas pela Royal Air Force à Luftwaffe, através de caças Hurricane escoltados por Spitfires, frustrou os planos de Adolf Hitler de obrigar a Grã-Bretenha a assinar a paz de acordo com os termos alemães.
O primeiro voo foi efectuado em 5 de Março de 1936, com 9,12m de comprimento e uma envergadura de 11,22 m o Spitfire atingia a velocidade máxima de 582 km/h, propulsionado pelo Rolls Royce Merlin de 12 cilindros em V. Foram construídos ao todo cerca de 20.351 unidades em mais de quarenta versões e para além da Royal Air Force, o Spitfire também foi utilizado como avião de caça pela França, África do Sul, Bélgica, Canadá e Portugal.
Nos dias de hoje o Spitfire é um avião presente na maior parte dos Festivais Aéreos espalhados por todo o mundo e por cá o Portugal Air Show de 2005 teve como atracção principal um Supermarine Spitfire. Fiquem bem. Jorge Ruivo
A fama do Spitfire veio a ser atingida durante a Batalha de Inglaterra em combate com o Messerchmitt BF-109, a partir de Blitz sobre as cidades britânicas. Embora nesta batalha tenham sido abatidos mais caças britânicos do que alemães, as perdas de bombardeiros impostas pela Royal Air Force à Luftwaffe, através de caças Hurricane escoltados por Spitfires, frustrou os planos de Adolf Hitler de obrigar a Grã-Bretenha a assinar a paz de acordo com os termos alemães.
O primeiro voo foi efectuado em 5 de Março de 1936, com 9,12m de comprimento e uma envergadura de 11,22 m o Spitfire atingia a velocidade máxima de 582 km/h, propulsionado pelo Rolls Royce Merlin de 12 cilindros em V. Foram construídos ao todo cerca de 20.351 unidades em mais de quarenta versões e para além da Royal Air Force, o Spitfire também foi utilizado como avião de caça pela França, África do Sul, Bélgica, Canadá e Portugal.
Nos dias de hoje o Spitfire é um avião presente na maior parte dos Festivais Aéreos espalhados por todo o mundo e por cá o Portugal Air Show de 2005 teve como atracção principal um Supermarine Spitfire. Fiquem bem. Jorge Ruivo
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